Encantado

13 Capítulo Doze - Pretending


Notas iniciais
Ei, ei. Até que nesse domingo eu vim mais cedo, hã? haha :3
Espero que gostem!
A gente se fala mais na N/A.
Divirtam-se ;*

Bella POV.

Acordei no domingo bem tarde, o que realmente me surpreendeu. A casa estava silenciosa demais e por um momento pensei que Riley estava dormindo. Porém, quando cheguei até o seu quarto, ele não estava mais lá.

Aproveitei o tanto que pude mais um dia sozinha. Concentrei-me em minhas leituras, almoço e depois estudo. Separei de uma vez a roupa que usaria para trabalhar no dia seguinte e fiquei passando os canais da TV.

Mais uma vez, Riley chegou tarde naquela noite, bêbado e foi direto para o quarto. Eu poderia me acostumar com aquilo.

Acordei cedo no outro dia, agradecendo por já ser uma segunda. Segui para o trabalho sem saber como faria para servir mesas com o braço quebrado.

Sue e Angela se mostraram um pouco surpresas quando cheguei. Mentir era algo que eu sempre fui ruim, desde muito pequena. Só que com Riley me batendo constantemente e eu sempre tendo que dizer que havia caído ou alguma coisa do tipo, acho que estava pegando a prática.

Achava, pelo menos, que as pessoas acreditavam em mim.

Foi um pouco difícil fazer as coisas com o braço daquele jeito, mas consegui com a ajuda de Sue e Angela. Passei mais tempo no caixa e até consegui fazer uns bolinhos.

- Ei, Bella! – Olhei para Angela, que tinha acabado de sair da cozinha com uma bandeja nas mãos. – Pode ir almoçar, se quiser, de uma vez.

- Tem certeza? – Observei o movimento; na hora do almoço sempre tendia a aumentar. – Está começando a ficar bem cheio aqui...

Ela revirou os olhos.

- Tenho certeza de que posso me virar – riu. – Vá, anda. Quando você voltar, vai estar em um horário bem mais tranquilo e eu vou.

Assenti, sorrindo para ela e correndo até o vestuário, onde pude me trocar.

- Volto em uma hora – avisei para Angela, que acenou em resposta.

Abri a porta da lanchonete e saí, ajeitando minha mochila nas costas. Caminhei em direção ao restaurante onde eu costumava almoçar, bem perto dali.

Suspirei pesadamente enquanto comia. Talvez, se esse fosse um dia como todos os outros antes da sexta vinham sendo, eu estivesse nesse momento almoçando com um dos Cullen.

Será que algum dia eu conseguia esquecer que eles estiveram em minha vida?

Voltei para o trabalho assim que terminei de comer, certa de que ficar parada só faria com que eu pensasse mais nas últimas semanas. Foquei-me no trabalho, ajudando Sue e Angela tanto quanto eu podia, já que meu braço estava quebrado.

Infelizmente a hora de ir embora chegou mais rápido do que eu gostaria e eu me vi indo para a casa de Riley mais desanimada ainda. Afundei-me em um canto no ônibus, desejando que demorasse a chegar.

Porém, logo eu estava descendo e destrancando a porta.

- Riley? – chamei.

E nada.

Respirei fundo, aliviada e preocupada ao mesmo tempo. Riley andava sumido. Eu quase não via desde sexta feira.

Decidi aproveitar aquele silêncio enquanto o tinha. Tomei um banho, coloquei um moletom confortável e segui até a cozinha, preparando um sanduíche para comer. Estava prestes a dar a primeira mordida quando escutei o telefone tocar.

- Alô? – murmurei, rezando para que não fosse Riley.

Não suportaria ter que fingir ser realmente sua mulher na frente de seus amigos.

- Oi, Bells.

Senti um sorriso crescer no meu rosto, meu peito se aquecendo ao ouvir a voz do meu pai. A saudade bateu forte também e eu me vi querendo ir para Forks.

Há quanto tempo eu não via meu pai?

- Pai! – sorri. – Quanto tempo! Como você está?

- Estou bem. – Imaginei-o parado, enquanto segurava seu telefone já antigo, ainda com seu uniforme. – Estava querendo conversar um pouquinho com você, tem um tempo que a gente não faz isso.

Senti-me mal imediatamente. Meu pai sempre cuidou de mim, sempre se desdobrou para trabalhar e ser pai e mãe ao mesmo tempo.

E fazia um tempo mesmo desde a última vez que nos falamos.

- Sinto muito por não ligar – sussurrei. – Mesmo.

Ele soltou uma risada.

- Está tudo bem, filha – disse. – Eu só vou passar a ligar mais, sabe? Sinto sua falta, criança.

Lágrimas tomaram conta de meus olhos.

- Eu também, pai. – Apertei o telefone mais forte contra a minha orelha. – Prometo que vou ligar mais também... Agora, me diga, como estão as coisas?

Foi bom conversar com meu pai. Consegui rir de algumas coisas que seus amigos faziam, os meninos de La Push. Peguei-me desejando ter minha caminhonete, que infelizmente havia estragado, só para poder ir visitá-lo.

Por fim nos despedimos, quase uma hora depois, com a promessa de nos falarmos em breve.

E nos dias que se seguiram, realmente começamos a nos falar mais. Ele sempre ligava a noite e passávamos algum tempo conversando. Adorava poder me jogar no sofá e falar com ele sem precisar me preocupar com nada, já que Riley andava cada vez mais tarde, bêbado e mal-humorado. Geralmente estava deitada no sofá, quase ou já dormindo quando acontecia.

Na verdade, eu sempre procurava ficar longe dele.

- Então, criança... – Charlie começou, na sexta feira. – Eu estava querendo tirar alguns dias de folga e ir aí te ver.

Sorri imensamente, mesmo que meu pai não pudesse ver.

- Sério? – ri. – Seria ótimo, pai!

Ele soltou uma risadinha.

- Acho que devo chegar aí no domingo pela manhã... Consigo ficar até mais ou menos quarta, posso tentar alguns dias a mais. Só queria ficar um pouco com você.

- Eu ficaria muito feliz – disse.

Procurei não pensar no que Riley pensaria. Eu queria ver meu pai. Eu estava morrendo de saudades dele.

E mesmo que eu fosse apanhar depois, valeria a pena. Pelo menos, eu teria matado um pouco da saudade.

- Então está combinado – riu. – Eu te ligo antes de sair daqui, ok?

Nós conversamos durante mais alguns minutos e eu desliguei o telefone me sentindo verdadeiramente animada, pela primeira vez em semanas.

Eu veria o meu pai.

Passei o resto da noite animada e pensando nisso. Riley tornou a chegar tarde, então não tive a oportunidade de contar a ele que teríamos uma visita naquele domingo.

Dormi no sofá, como sempre. Esperava que o final de semana imitasse o passado, já que Riley tinha ficado fora o tempo todo fora.

Porém, eu não tive tanta sorte.

Assim que abri meus olhos, dei de cara com ele sentado na poltrona de frente para o sofá, sorrindo para mim.

Engolindo em seco, eu me encolhi mais contra o travesseiro, meu coração batendo nervosamente contra meu peito.

- Algum problema? – indaguei.

Ele suspirou.

- Preciso de algo. – Seus olhos brilhavam. – E acho que você pode me ajudar.

Mordi o lábio inferior, me sentindo nervosa.

- Do que? – sussurrei, quase não querendo perguntar.

Porque eu não queria saber o que ele queria.

Ele abriu a boca, mas antes que pudesse dizer alguma coisa, foi interrompido pelo toque do telefone.

Estendi a mão, sem desviar os olhos de Riley, e coloquei o fone contra o meu ouvido.

- Alô? – murmurei, ainda fitando-o.

- Ei, Bells! – A voz de meu pai soou animada.

- Oi, pai – sorri. Percebi Riley se inclinando um pouco, uma de suas sobrancelhas se inclinando. – Está tudo bem?

- Claro, criança. – Eu ri um pouco, certa de que ele estava revirando os olhos, mesmo não podendo vê-lo. – Eu só mudei um pouquinho os planos... Liguei para te avisar, na verdade.

- Ah, é? – Sentei-me, puxando-me minhas pernas para cima. Será que ele não viria mais? – O que aconteceu?

Em nenhum momento meus olhos se desviaram de Riley. Eu sabia que ele estava se perguntando o que meu pai, até tão pouco tempo, ausente queria agora.

- Sue veio aqui em Forks essa manhã – disse. – Ela vai voltar hoje mesmo, à noite, e eu estava pensando em pegar uma carona com ela... Tem algum problema?

Sorri.

- Claro que não. – revirei os olhos. – Você chega que horas?

- Não sei ainda. Por volta das sete... Tem algum problema eu jantar com você?

Eu suspirei, sabendo que meu pai não tinha esquecido Riley de propósito. Ele realmente nunca gostou dele.

Perguntei-me por um segundo o que ele faria caso descobrisse toda a verdade, mas dissipei tal coisa no mesmo instante. Eu nunca teria coragem de contar. Então, tal coisa nunca aconteceria.

- Claro que não, pai – disse por fim. – Vou preparar algo especial, pode ter certeza.

- Certo – riu. – Até mais tarde, então, criança.

- Faça uma boa viagem – desejei.

Nós nos despedimos, por fim, e eu coloquei o fone no lugar, voltando-me para Riley logo em seguida.

- O que você estava dizendo? – indaguei, cruzando as mãos logo após puxar as cobertas para mim.

- Seu pai está vindo para cá? – perguntou de volta imediatamente, ignorando o que eu tinha falado.

- Sim – suspirei. – Ele me avisou ontem... Eu ia te dizer hoje, mas ele interrompeu ligando...

Riley bufou alto e se levantou, andando em minha direção.

- Por que não inventou um desculpa? – grunhiu, pegando-me pelo braço e fazendo com que eu ficasse em pé. – Por quê?

Respirei fundo, meus olhos arregalados, meu coração pulando cada vez mais rápido e forte.

- Eu... – comecei. – Eu pensei que não se importaria.

Seu aperto no meu braço bom tornou-se insuportável.

- Dê um jeito de ele ir embora rápido – sibilou. – Invente uma desculpa, qualquer coisa. Eu não quero o seu pai aqui.

Ele me largou, fazendo com que eu desmoronasse no sofá novamente e saiu de casa, batendo a porta com toda a força.

Tornei a me encolher contra o sofá e solucei alto. Esfreguei meu braço de modo frenético, querendo que aquele latejar passasse, implorando para que nenhuma marca ficasse.

Mentalmente, porém, eu já decidia que roupa usaria quando visse meu pai.

Porque eu tinha certeza de que, aonde Riley me apertou, um hematoma se formaria.

Edward POV.

Os próximos dias se passaram de forma lenta. Quando Alice e eu chegamos de Forks no domingo, conversamos sério e ela decidiu que seria bom nos mantermos afastados de Bella durante alguns dias.

Eu tentei protestar, afirmando que ela poderia precisar da gente, que ia achar que teríamos a abandonado, mas minha irmã tinha certeza de que seria melhor assim.

- Ela não nos quer por perto agora, Edward. – Alice disse, pouco antes de sair do meu apartamento. – É melhor que fiquemos um pouco longes, dar um tempo a ela. Depois de uns dias, a gente tenta se aproximar de novo.

Porém, eu não cumpri a promessa da minha irmã.

Não totalmente, pelo menos.

Todos os dias eu a via. Mesmo que fosse só de longe. Dei um período de folga a Marcus, já que Bella poderia ver a limusine. Eu mesmo estava dirigindo durante aqueles dias.

Eu não me tornei um daqueles perseguidores. Só que realmente precisava vê-la um pouco. Então, todos os dias, após o trabalho, eu ia até a lanchonete e a via sair de lá e ir para casa.

Sentia um aperto no coração cada vez que a via e sabia que ela não queria me ver. Assistia seu modo desastrado de andar, desejando poder estar ao seu lado e segurá-la quando ela precisasse.

Prestava atenção aos mínimos detalhes, à procura de qualquer machucado. Porque por mais que tivesse prometido a Alice que daria um tempo à Bella, eu já estava certo de que ficar parado vendo aquele crápula machucá-la... Bem, não era uma opção.

Suspirei pesadamente ao vê-la sair do trabalho naquela sexta-feira. Meus olhos acompanharam cada detalhe daquela garota que me encantava de um jeito tão forte e intenso.

Vi quando ela parou no ponto de ônibus e se sentou, brincando com o gesso em seu braço. Apertei o volante com força, tentando conter a raiva que tomava conta de mim toda vez que eu imaginava o marido quebrando seu braço. E apertei o volante também para me conter de ir até a ela, somente para implorar que ela deixasse que eu fizesse parte de sua vida.

Ri de forma amarga. Eu realmente deveria ser um tipo de masoquista.

Tirei minha mão direita do volante, puxando o pacotinho que agora sempre andava comigo. Deixei que a pulseira que eu comprei para ela – e parecia que fazia anos – deslizasse em minha outra mão e suspirei pesadamente.

Será que algum dia eu teria a chance de dar a ela de presente?

O ônibus de Bella chegou cinco minutos depois, tirando-me completamente dos devaneios. Tornei a guardar a pulseira, já me preparando para ir embora.

Porém, meu celular tocou.

- Alô? – Atendi, franzindo o cenho quando não reconheci o número.

- Oi, Edward. – Eu continuei de cenho franzido, porque por mais que conhecesse aquela voz de algum lugar, não conseguia me lembrar da onde. – É o pai da Bella, Charlie.

Sorri um pouco.

- Oi, Charlie – cumprimentei-o. – Aconteceu alguma coisa?

- Não, não. – riu. – Desculpe por incomodar, mas sua irmã tinha deixado o número dela comigo...

- Está tudo bem – interrompi-o. – Não tem problema algum.

- Ah, então está ok – tornou a rir. – Eu só liguei porque queria avisar que comecei a ligar para Bella... Chego a Seattle esse final de semana.

- Isso é ótimo – sorri. – Eu fico feliz que você esteja vindo passar um tempo com ela.

Ele suspirou.

- Eu também – murmurou. – E que Deus me ajude, Edward. Porque eu sinceramente não sei bem como irei reagir quando ver aquele canalha.

- Eu te entendo – disse. – Bem, só tome cuidado... Bella realmente não sabe que fomos aí. E eu não sei se minha irmã disse ao senhor, mas estamos nos mantendo um pouco afastados.

- Ela me disse – tornou a suspirar.

Nós conversamos durante mais alguns minutos, antes de Charlie se despedir. Ele ainda iria ligar para Bella, somente para avisá-la de que pretendia vir vê-la no domingo.

Eu então fui para casa, implorando para que o pai conseguisse conversar com Bella e que ela confessasse tudo o que vinha acontecendo em sua vida.

- Espero que tudo melhore daqui para frente – sussurrei para mim mesmo.

Porque eu realmente esperava isso.

Esperava que tudo melhorasse. E logo.

Bella POV.

Meu pai chegou naquela noite. Eu preparei a lasanha que ele tanto elogiava quando morávamos juntos e deixei que a conversa fluísse por todo o jantar.

- Você não me contou como quebrou o braço – resmungou, não deixando que eu o ajudasse com a louça.

- Você sabe... – encolhi os ombros, desviando os olhos dos dele. – Eu meio que continuo desastrada... Algumas coisas nunca mudam...

Ele riu um pouco, assentindo.

- E seu casamento, como anda? – indagou, me surpreendendo. – Eu sei que fui contra e tudo o mais, mas eu realmente vou ficar bem se você me disser que está feliz, criança.

- Nós estamos feliz, Charlie.

Eu e meu pai nos viramos imediatamente. Riley se encontrava ali, parado na porta da cozinha, e eu acho que pela primeira vez em dias ele não voltava para casa bêbado.

- Oh, oi, Riley. – Meu pai fechou o rosto no mesmo momento. – Não ouvi o barulho de você entrando.

Riley assentiu, sorrindo enquanto caminhava a passos largos até a mim. Seu braço direito me rodeou pelo ombro, puxando-me para ele.

Não entendi por que meu pai estava engolindo em seco.

- Estamos bem felizes, não é querida? – riu. – Fico feliz que esteja aqui, Charlie. Bella vem comentando que está sentindo a sua falta.

Meu pai assentiu.

- Bem, eu vou tomar um banho – disse ele. – Aproveite o resto da noite com seu pai, Bella. E sinto muito por não termos um quarto extra onde você possa dormir, Charlie. Infelizmente, você vai ter que se contentar com o sofá.

Prendi a respiração, caindo em mim naquele momento. Porque eu não tinha pensado nisso antes.

Eu dormiria no quarto com Riley.

- Está tudo bem. – Meu pai encolheu os ombros, ainda parecendo sério demais. – Eu não me importo com isso.

- Então tudo bem – riu Riley. – Vou tomar um banho e depois me deitar. Espero que não se importe Charlie, mas é que eu realmente estou bem cansado.

Meu pai somente assentiu, voltando sua atenção para a louça que terminava de lavar.

Observei Riley se afastar e voltei-me para Charlie, sem dizer nada.

Pelo resto da noite, me mantivesse assim, sem saber exatamente como agir. Arrumei o sofá para o meu pai da melhor maneira que pude e depois lhe desejei boa noite, caminhando de forma trêmula até o quarto.

Riley se encontrava vendo televisão, uma garrafa de cerveja na mão; duas outras já se encontravam vazias no chão ao lado da cama.

- Oh, veja quem chegou – riu, seus olhos brilhando. – Depois de tanto tempo, finalmente veio partilhar a cama com seu marido, não é?

- Eu... – gaguejei. – Vou tomar um banho.

- Vá, querida – riu. – Vá em frente. Não faça barulho, ok? Não queremos acordar seu pai.

Peguei meu moletom e corri para o banheiro, trancando a porta atrás de mim.

Demorei mais tempo do que o necessário no banho, tentando me acalmar e ao mesmo tempo desejando que Riley estivesse dormindo quando eu voltasse para o quarto.

Eu não queria ter que dormir com ele.

Não queria.

Sequei-me e me vesti de forma lenta, demorando a pentear os cabelos e prendê-los em um coque. Por fim, coloquei a toalha na cesta de roupa sujas e voltei para o quarto.

Imediatamente um suspiro de alívio escapou de meus lábios. Riley roncava alto, a terceira garrafa de cerveja agora também vazia, acompanhando as outras duas que ainda estavam no chão.

Com todo o cuidado, caminhei até o armário e puxei meu travesseiro e cobertor. Sentei-me na poltrona já velha que se encontrava ali e me acomodei como pude.

Porque eu realmente preferia dormir mal, meio sentada meio deitada, do que partilhar a cama com aquele homem.

Respirei fundo, fechando os olhos. Queria muito que meu pai ficasse ali o tempo que quisesse, mas me peguei implorando para que os dias passassem rápido.

Porque eu não sabia até quando Riley aguentaria. Porque eu não sabia por que meu pai estava agindo de forma tão estranha. E porque eu simplesmente não sabia até quando conseguiria fingir que era uma mulher feliz casada.

Simplesmente porque eu não era.

Notas finais
N/A: Ei, meninas. Pois é. Bella estava começando a não aguentar a fingir ser uma mulher feliz casada... Hmmmm... E aí, o que vem a seguir? E menino Edward... juro que vou roubar para mim e fugir, ok? hahaha.
Bem, eu tenho o capítulo de semana que vem pronto e algo me diz que vocês vão meio que gostar do final dele... E o 14, que estou escrevendo aos pouquinhos... ai, não vou falar nadinha.
Bem, quem estiver curioso, só deixar review com o email que eu mando o spoiler, ok?
Vou ficando por aqui. Espero realmente que tenham gostado.
Besos e até domingo que vem! ;*
N/B: esse Riley é um canalha! Pelo menos o Charlie já está com a Bella e eu espero que as coisas comecem a se ajeitar, me dói ver o sofrimento tanto da Swan quanto do Edward.
Beijo, beijo ;*
Tamy.