Encantado

17 Capítulo Dezesseis - Turned Page


Notas iniciais
Mais um capítulo para vocês morrerem de amor por menino Edward, hahahaha ♥
Espero que gostem! Divirtam-se (; A gente se fala mais na N/A!

Edward POV.

Eu acariciei a mão de Bella com carinho, observando-a em seu sono, antes de mover minha mão devagar, para não acordá-la. Ela tinha tido um dia cheio e provavelmente estava com dor; eu só queria que ela descansasse agora.

Subi minha mão pelo seu braço, passando pelos pequenos curativos que havia ali, tentando engolir a raiva que tomava conta de mim a cada momento que eu os via. Pensar em cacos de vidro atingindo sua pele delicada, pensar que alguém seria capaz de fazer isso com uma pessoa tão delicada como ela era... Era demais.

Suspirei pesadamente, levantando-me e me inclinando um pouco, apenas para depositar um beijo em sua testa. Deixei que meus lábios demorassem ali, meu coração batendo de forma rápida em meu peito.

- Eu volto – sussurrei, sem saber se ela escutaria ou não.

Saí do quarto, fechando a porta atrás de mim, e caminhando pelos corredores. Sorri um pouco ao encontrar com Alice na sala de espera, mas não falei muito. Pedi que ela ficasse no quarto com Bella enquanto eu ia para casa tomar um banho e comer algo.

Tentei fazer tais coisas o mais rápido que eu poderia e deitei um pouco para tirar um cochilo rápido de duas horas. Quando acordei novamente, tornei a tomar outro banho e segui de volta para o hospital.

- Edward!

Virei-me, ainda no corredor, vendo Charlie ali. Sua barba parecia maior do que da última vez que tínhamos nos visto e havia pesadas olheiras em torno de seus olhos. Caminhei até ele e sorri um pouco.

- Ei, Charlie – cumprimentei-o. – Chegou agora?

Ele suspirou pesadamente.

- Há algumas horas – encolheu os ombros. – Alice estava com Bella no quarto... Eu... Eu, Edward... Custou muito não ir até a casa daquele Riley e...

Coloquei a mão sobre o ombro dele, interrompendo-o.

- Eu entendo, Charlie – sussurrei. – De verdade. Temos, no entanto, que esperar. Apenas Bella pode fazer alguma coisa.

Ele assentiu.

- Eu sei disso – riu, sem humor algum. – Eu só...

Charlie balançou a cabeça, incapaz de dizer mais alguma coisa.

- Eu vou dar uma passada na casa de um amigo agora – comentou. – Ele é policial e eu acho que ele pode ajudar... Você pode ficar com Bella e conversar com ela quando acordar? Eu só quero saber se ela está disposta a denunciar o canalha...

Assenti.

- Pode ficar tranquilo, Charlie – sorri. – Eu vou ficar aqui com Bella.

Ele me deu um sorriso triste antes de acenar e se virar no corredor do hospital, saindo logo em seguida. Fiquei ali uns minutos, pensando agora no que aconteceria, como as coisas aconteceriam, antes de seguir para o quarto de Bella, como eu havia prometido.

Alice estava lá ainda e Bella dormia, o que me fez sorrir um pouco. Meu pai também se encontrava ali, falando alguma coisa com minha irmã.

- Ei, Edward – sorriu. – Você que vai ficar com Bella agora?

- Boa tarde, pai – murmurei. – Sim... Aconteceu alguma coisa?

- Não. Eu apenas preciso que me avise quando ela acordar. Vou mandar duas enfermeiras para ajudá-la com o banho e que logo em seguida uma assistente virá falar com ela.

- Tudo bem – dei de ombros. – Obrigado por ficar, Alice.

Ela revirou os olhos.

- Vou para casa agora – disse, se levantando. – Mamãe deve passar aqui mais tarde, ela está preocupada com a Bella. Se precisar de algo, me ligue Edward.

Assenti.

Os dois saíram do quarto, me deixando sozinho com Bella. Sentei-me na cadeira que Alice ocupara outrora e tornei a pegar sua mão. Apoiei minha cabeça na beirada da cama e suspirei pesadamente.

Eu só queria que Riley fosse preso, que pagasse por tudo aquilo que ele havia feito. Queria que Bella enfim fosse livre, enfim pudesse ir para casa com um sorriso no rosto, sem ter que se preocupar com um marido abusivo.

Eu só queria... Queria que ela fosse feliz.

Bella POV.

Quando acordei – talvez minutos mais tarde, talvez horas – eu estava dolorida novamente. Suspirar provocava muita dor, assim como respirar. Mexer, então, parecia algo extremamente impossível.

Eu pensei estar sozinha no quarto por um momento, mas assim que tentei mover meus braços, senti um peso na minha mão e sorri. Virei à cabeça um pouco, sorrindo ainda mais. A cabeça de Edward estava apoiada na beirada do colchão, sua mão direita cobrindo a minha.

- Edward? – sussurrei.

Esperei alguns segundos, mas ele não se moveu. Ri baixinho, xingando-me logo em seguida, já que isso tinha provocado dor. Movi minha mão, por fim, retirando a sua de cima da minha e comecei a acariciar seus cabelos.

Não sei dizer quanto tempo fiquei ali, mexendo em suas madeixas. Comecei a pensar em tudo o que tinha acontecido e sabia que não podia mais ficar parada. Por mais que eu quisesse manter tudo quieto e fingir que nada havia acontecido... Simplesmente não dava.

Saí de meus devaneios quando senti a cabeça de Edward movendo.

- Ei... – murmurei quando seus olhos verdes encontraram meu rosto.

Ele bocejou levemente e coçou os olhos, para logo em seguida sorrir para mim.

- Boa tarde – sussurrou. – Desculpe-me por ter dormido.

Revirei os olhos, sem conseguir deixar de sorrir. Edward havia prometido que estaria ali quando eu acordasse e, por mais que suas roupas parecessem diferentes, ele estava ali.

Como ele prometera, ele estava ali.

- Não precisa se preocupar com isso – disse. – Obrigada por ficar.

Ele deu de ombros, ainda sorrindo.

- Como está se sentindo?

Suspirei pesadamente, só para logo em seguida lembrar que isso não era uma boa ideia. Estremeci com a dor, me perguntando mentalmente quanto tempo aquilo iria durar.

- Dolorida? – indagou antes que eu pudesse responder.

- É... – sussurrei. – Acho que vou precisar de mais remédio em breve.

Edward me deu um sorriso triste, assentindo.

- Meu pai estava aqui quando cheguei – murmurou. – Uma enfermeira vai vir ajudá-la com o banho e em seguida uma assistente social virá falar com você...

Assenti, desviando os olhos do dele.

- Bella... Eu... – Olhei para Edward quando percebi que ele hesitara, vendo que ele não estava me olhando nos olhos. – Olha, eu...

- Só fale, Edward – sorri. – Está tudo bem.

Ele assentiu, suspirando pesadamente.

- Você... – engoliu em seco. – Eu sei que você não quer ninguém se metendo na sua vida, mas queria saber o que você vai fazer sobre Riley...

- Eu não vou me esconder mais – sussurrei. – Vou conversar com a assistente social e deixá-la saber que Riley quem fez isso. Eu acho que adiei muito.

Edward sorriu um pouco.

- Eu sei que vai ser difícil para você – começou – e eu só quero que saiba que estarei aqui, caso precise de mim.

Sorri, apertando sua mão um pouco.

- Obrigada – murmurei e parei por aí, simplesmente porque eu não conseguia pensar em mais nada para dizer.

- Eu vou falar com meu pai que você acordou. – Ele se levantou, inclinou-se e depositou um beijo em minha testa. – Eu volto dentro de algumas horas, se estiver tudo bem para você.

Assenti.

- A gente se vê em algumas horas então.

Eu o observei sair do quarto, tentando me ajeitar na cama do hospital sem provocar dor alguma. Desisti depois de alguns minutos, primeiro porque realmente não estava conseguindo e segundo porque duas enfermeiras entraram no quarto.

- Olá, querida. – A ruiva sorriu para mim. – Como está se sentindo?

- Dolorida – disse. – Eu posso tomar algum remédio?

Ela riu suavemente.

- Vamos ajudá-la com o banho primeiro e depois lhe damos algo, ok?

Eu assenti, deixando que elas me ajudassem a sair da cama e fosse para uma cadeira de rodas. Foi difícil e desconfortável tomar banho, mas eu realmente me senti muito melhor depois que estava limpa, com os cabelos lavados e os dentes escovados.

Elas me ajudaram a deitar novamente e saíram. A enfermeira ruiva, Mandy, voltou logo em seguida, me dando o mesmo remédio que ontem.

- A assistente social gostaria de falar com você, querida – disse ela. – Tudo bem se ela entrar?

- Claro – murmurei. – Obrigada, Mandy.

Ela acenou com a mão e riu, tornando a sair do quarto. Menos de um minuto depois, uma mulher alta, morena e bem vestida, apareceu, sorrindo. Ela se apresentou e me cumprimentou, sentando-se na cadeira que Edward ocupara outrora.

Eu engoli em seco, pensando em tudo o que tinha acontecido comigo desde que eu havia casado com Riley. Havia aguentado por tempo depois tudo o que vinha acontecendo desde que eu casara com ele. Havia aguentado sozinha, havia me acostumado a ser assim.

Lembrei-me então, de Edward prometendo que sempre estaria ali.

Pensar nisso me deu forças para enfrentar o que viria, não importava o que. Abri a boca, por fim, e comecei a falar.

_

A assistente social, Susan, me ouviu durante as próximas horas, interrompendo-me durante algumas vezes para fazer algumas perguntas. Ela anotava o que eu falava e assentia. Quando eu estava prestes a chorar ou quando precisava parar por causa de alguma dor que me atingia, ela sempre esperava e dizia para eu tomar o meu tempo.

Quando enfim ela foi embora, dois policiais entraram. Ambos eram simpáticos e ouviram tudo o que eu tinha a dizer. Despediram-se pouco depois, dizendo que ainda tinham que falar com meu médico antes de irem para a delegacia.

- Pode ficar tranquila. – O mais jovem sorriu para mim. – O seu marido não vai mais se aproximar da senhora.

Respirei fundo, ignorando todas as dores que me atingiram quando fiz tal coisa. Fechei os olhos por um momento, pensando em tirar um cochilo antes de Edward voltar. Porém, antes mesmo que eu pudesse começar a dormir, um barulho na porta me chamou a atenção e eu abri os olhos.

- Ei, Bells.

Mordi o lábio inferior com força ao ver meu pai ali, sorrindo de forma triste. Ergui a mão para ele e ele veio até a cama, se sentando na cadeira que agora não saía do lado da minha cama.

- Desculpa – sussurrei. – Desculpe por ter mandado você embora.

- Ei... – Ele me interrompeu, apertando minha mão delicadamente. – Não se preocupe, criança. Eu sabia que você ainda não estava pronta e...

- Não, pai. – Foi a minha vez de interrompê-lo. – Está tudo bem, sério. Serviu para alguma coisa, ao menos. Eu iria ligar para você, até visitá-lo em Forks... Só precisava fazer algumas coisas antes.

Ele assentiu.

- Entendo isso, Bells – sorriu. – E então, o que você vai fazer agora?

Tornei a morder o lábio inferior.

- Conversei com a assistente e com os policiais... – sussurrei. – Ao que parece, Riley vai ser preso e eu vou conseguir o divórcio.

Meu pai assentiu.

- Eu sei que não te apoiei quando você casou, querida – começou –, e que nós nos afastamos durante algum tempo, mas eu realmente queria que você soubesse que sinto muito por tudo.

- Pai... – murmurei. – Você não tem que pedir desculpas por nada. Eu me precipitei e já deveria ter denunciado Riley há muito tempo.

- Não, Bella. – Ele apertou minha mão novamente. – Olha, eu sei que não fui o melhor pai do mundo, que foi mesmo difícil criar você como pai e mãe e ter que trabalhar ao mesmo tempo, mas queria que soubesse que as portas da minha casa estão abertas para você. Que lá é sua casa também. Então, se precisar de um lugar para ficar enquanto se recupera, é só dizer.

Sorri para o meu pai, engolindo em seco e tentando evitar que as lágrimas caíssem.

- Obrigada – sorri. – Eu aceitaria, mas preciso ficar aqui. Vou começar a arrumar um pequeno apartamento para morar e enquanto isso não acontece, posso pagar algum hotel e uma enfermeira para me ajudarem.

Ele revirou os olhos.

- Você não vai gastar o dinheiro da sua faculdade com isso – resmungou. – Eu vou ver se tiro algumas semanas de folga e a gente dá um jeito de arrumar um apartamento antes de você sair daqui.

- Mas, pai...

- Não se preocupe com isso agora, Bella – riu. – A gente fala sobre isso depois. Vou ver algumas coisas e depois eu volto, ok? Descanse, criança.

- Obrigada, pai.

Ele me deu um beijo desajeitado na bochecha e saiu do quarto, deixando-o mergulhar mais uma vez no silêncio. Fiquei alguns minutos ali, encarando o teto muito branco e antes mesmo que eu me desse conta do que estivesse acontecendo, solucei alto, deixando que as primeiras lágrimas rolassem.

Tentei controlá-los, porque soluçar desse jeito só fazia a dor piorar, mas não consegui. Tanta coisa havia acontecido nos últimos dias e agora parecia que agora tudo estava vindo à tona.

Se eu pudesse voltar no tempo, nunca teria me casado com Riley. Mas também, se tal coisa não tivesse acontecido, eu não teria conhecido Edward, Alice, a família Cullen...

Era tudo tão estranho e confuso e eu simplesmente não sabia o que pensar. Tentei engolir as lágrimas e os soluços por mais de uma vez, sabendo que não fazia sentido chorar desse jeito, mas parecia impossível.

- Bella?

Virei minha cabeça, somente para ver Edward ali, seus olhos verdes de repente muito preocupados.

- Ei... – consegui dizer em meio às lágrimas. – Desculpe-me por isso... Só meio que transbordei, eu acho...

Ele se aproximou e se sentou na cadeira, puxando minha mão e colocando um leve beijo ali. Estendeu a mão livre e enxugou as lágrimas do meu rosto.

- Eu entendo – sussurrou. – Não há problema algum em chorar, Bella.

Dei de ombros, ignorando a dor que me atingiu.

- Eu só acho que é muito – murmurei. – Preciso arranjar um apartamento agora, uma enfermeira...

- Por que você precisa de um apartamento agora e uma enfermeira? – indagou, interrompendo-me.

- Bem, meu pai está querendo ficar aqui, mas eu não quero atrapalhá-lo de trabalhar. – Fiz uma careta. – Preciso de uma enfermeira para me ajudar a me locomover enquanto minhas costelas se curam... Não sei quanto tempo vai demorar, mas...

- Nem pense nisso. – Edward tornou a me interromper. – Você não precisa gastar seu dinheiro com isso. Minha mãe e Alice estavam conversando e elas querem que você fique lá com elas por um tempo.

- Mas...

- Por favor, Bella – pediu. – Assim seu pai fica tranquilo em Forks e a gente cuida de você aqui. Meu pai vai estar por perto, é claro, então se você se sentir mal, com dor ou alguma coisa assim é só falar.

- Não sei... – sussurrei.

- Então pense com carinho, ok? – piscou, fazendo-me rir e me encolher pela dor logo em seguida. – Alguém está com dor... Você vai fazer outra radiografia hoje, meu pai deve buscá-la daqui a pouco e depois eles vão te dar algo para comer e um remédio, ok?

Assenti.

- Obrigada por tudo, Edward – sorri. – Eu nunca terei palavras o suficiente para agradecer por tudo o que você tem feito por mim.

Ele revirou os olhos, sorrindo também.

- Não se preocupe com nada, só em se curar.

Assenti, ainda sorrindo e apertando sua mão um pouco.

- Mas mesmo assim, obrigada.

- Hm... Já sei como você pode agradecer – riu. – Aceite ficar conosco que fica tudo bem.

Revirei os olhos para ele.

- Vou pensar Sr. Cullen – disse. – Eu vou pensar.

E ele somente assentiu, sem deixar de sorrir.

Edward POV.

Eu podia ficar observando Bella por horas e ainda assim não seria diferente. Ela havia acabado de tirar outra radiografia, tinha comido e agora estava dormindo. E eu não conseguia ir embora.

Bocejei, talvez pela décima vez, e encostei minha cabeça no colchão da cama, fechando meus olhos por um minuto. Minha mãe e Alice já haviam passado por aqui para visitar Bella, assim como Emmett. Charlie tinha ido conversar com seus amigos na delegacia.

Todos já estavam à procura de Riley.

Charlie tinha conversado comigo assim que ele saiu da porta, dizendo também que procuraria um advogado para a filha. Acabei me oferecendo para arranjar algum, já que conhecia tantos.

Bella iria pedir divórcio.

Eu sabia que não devia ficar muito esperançoso, mas simplesmente não conseguia parar de pensar nisso. Ela ficaria solteira, ela seria livre.

Ela pediria divórcio.

Bufei, afastando-me da cama novamente e passando a fitar o rosto dela. Sua respiração ia e vinha lentamente, seus cabelos cobriam seu rosto. Os olhos castanhos que tanto me encantavam estavam fechados, a boca levemente aberta.

Ela era tão linda...

Antes que eu pudesse me impedir, estava me inclinando. Acariciei sua bochecha, seu nariz, seus lábios... E fiquei me perguntando qual seria o sabor deles.

- Edward...

Afastei-me rapidamente, em pânico por um segundo, com medo de ela ter acordado e ter visto tudo, mas me acalmei logo em seguida, um sorriso tomando conta do meu rosto. Bella estava sonhando e, novamente, estava me dizendo seu nome.

- Estou aqui – sussurrei. – Estou aqui, Bella, e não vou a lugar nenhum.

Um sorriso tomou conta do rosto dela, o que fez o meu próprio sorriso aumentar. Ajeitei-me na cadeira novamente, apertando sua mão, querendo que ela estivesse acordada só para ouvir aquelas palavras, só para ela ouvir a verdade nelas.

Tornei a acomodar a minha cabeça no colchão, fechando os olhos e bocejando. Aos poucos o sono foi tomando conta de mim e eu dormi com um sorriso nos lábios, ainda escutando Bella dizendo meu nome em seu sono.

_

- Edward?

Eu resmunguei levemente, ainda de olhos fechados. Só queria que a pessoa que estava ali fosse embora e me deixasse dormir em paz.

- Edward?

Suspirei pesadamente e tornei a resmungar, me afastando da cama e abrindo os olhos, somente para encontrar meu pai rindo de mim.

- O que foi? – sussurrei.

- Nada. – Ele balançou a cabeça, sem deixar de sorrir. – Por que você não vai para casa rapidamente tomar um banho e comer alguma coisa? Eu vou acordar Bella e levá-la para mais uma radiografia antes das enfermeiras a ajudarem com o banho.

Assenti.

- Ela vai ficar fazendo essas radiografias até quando? – indaguei, tentando ajeitar meus cabelos.

- Até o dreno ser retirado – disse. – Deve ser dentro de dois, três dias.

Tornei a assentir.

- Ok – suspirei. – Diga a ela que eu volto, ok? Vou passar em casa rapidamente.

Ele assentiu e deu um tapinha no meu ombro.

- Tome o seu tempo, filho.

Saí rapidamente do hospital, indo até o meu apartamento e entrando para o banho. Deixei que a água quente relaxasse meus músculos doloridos por ter dormido uma noite inteira sentado em uma cadeira e logo em seguida fui para a cozinha, fazendo um sanduíche e pegando um copo de suco.

Voltei para o hospital logo em seguida, já andando até o quarto de Bella.

- Charlie! – sorri ao vê-lo parado ali na porta, um sorriso enorme no rosto. – O que foi?

Ele se aproximou, colocando uma mão no meu ombro.

- Você não vai acreditar no que aconteceu essa noite – disse.

Franzi a testa, tentando pensar em algo.

- O quê? – indaguei por fim.

Charlie riu, o que me fez franzir a testa ainda mais.

- Riley – disse por fim. – Riley acabou de ser preso.

Eu senti meu próprio sorriso crescendo no rosto, repetindo aquelas palavras na minha mente. Riley havia sido preso... E isso significava que ele não podia mais machucar Bella.

Notas finais
N/A: Oi, garotas :D Todo mundo muito feliz por Riley ter sido preso? E aí, o que acontece agora? Esse Edward é tão amor, ai ai. Coisa mais lindo esse menino, gente! hahahaha ♥ Será que Bella vai ficar com os Cullen, hein? ~~Algo me diz que, se ela ficar, alguém vai passar a visitar os pais com mais frequência, rs.
Bem, vou ficando por aqui. Quanto ao spoiler, vai ter um atraso. O capítulo de semana que vem não está pronto e eu estou tentando terminá-lo agora, mas estou mesmo muito cansada. Não consegui escrever nesse fds porque meu pai veio passá-lo comigo. Como não o via desde abril, quis matar as saudades. Sorry mesmo, povinho. Só deixar e-mail que até terça vou terminar o capítulo, ok? Só preciso mesmo descansar hoje e dormir um pouco. Desculpem-me mesmo. Não gosto quando isso acontece, mas foi necessário.
A gente se fala no próximo capítulo, então.
Besos, suas lindas! ♥
PS: Qualquer coisa, só pedir pra seguir no meu twitter (@deh_cc). Ele é trancado por um motivo pessoal, mas é só pedir pra seguir que aceito ;)
N/B: Toda vez que vou betar essa fanfic eu fico muito boba com esse Edward, ele é tão lindo que dá vontade de sequestrar. *-* Bom, o Riley foi preso. AMÉM! Mas eu acho que as coisas ainda não acabaram por aí, acho que ele ainda vai aprontar, sei lá... Até o próximo pessoas lindas! ♥
Beijo, Tamy.