Notas iniciais
Olá. Voltei com mais um cap, desculpem a demora, estou postando através do celular então desculpem possiveis erros, não consegui postar a imagem mas vou tentar colocar qnd estiver no PC. Tô apenas por celular. Isso é muito difícil para mim mas preciso dizer que chegamos ao ultimo cap da nossa fic. O próximo será o epílogo e prováveis bônus, me digam o que acham da idéia dos bônus e a opinião sobre ele Nossa. Que dor , mas me sinto realizada por isso. Mesmo que seja difícil desapegar. Obrigada a Regina Di Cuori que mais uma vez foi essencial.para esse cap. E a todos que tem acompanhado a fic até agora. Vcs são incríveis. Me diverti, chorei, ri brinquei e deixei minha mente voar nessa fic e td isso foi graças a cada comentário. Favorito e o que dizer das recomendações? Amei cada uma delas. Obrigada pelo incentiv e ee espero que estejam comigo até o fim dessa estória. Deem sua opinião sobre ela. Vcs me incentivam a continuar com os. Comentários, mesmo que demore, saber que estão comigo e querem ler mais me faz escrever. E tentar caprichar por vcs. Vou por no título qnd conseguir colocar a imagem no cap. Logo respondo os comentários. Amei cada um deles. Mais uma vez, obrigada. Vcs são demais. Então, Boa leitura.

Nosso começo

Os olhinhos lhe observavam com curiosidade, possuíam uma mistura única, algo entre inocência e desconfiança, dando a loira ainda mais certeza de estar sendo avaliada por ele, pois, apesar da pouca idade, seu olhar era como o de alguém que quer muito confiar e ao mesmo tempo espera receber algum golpe traiçoeiro. Talvez por esse motivo suas mãozinhas agarrassem cada vez mais forte o pacote de bolachinhas, parecia não comer a muitas horas, tal reação apertou fortemente o coração da jovem loira.
Havia algo naquela pequena criança que lhe despertava um sentimento de proteção e cuidado quais apenas certa morena fora capaz de causar, tal pensamento rendeu um lindo sorriso no rosto da loira, a mesma somente balançou a cabeça no intuito de clareá-la. Emma como policial formada, fora treinada para esses casos, sabia perfeitamente o que deveria ser feito, e o destino do menino a sua frente se o fizesse. Foi quando um nome surgiu em sua mente...
Regina.
Sua namorada saberia o que fazer, e embora seu coração já houvesse decidido não poderia passar por cima da vontade de sua morena, desejava algo que envolvia as duas diretamente, a loira respeitava demais Regina para ignorar sua opinião.
— Henry, que nome mais lindo você tem. — Emma lhe sorriu carinhosa, havia se afeiçoado aquela criança, o pequeno garotinho sorriu dando a loirinha a visão de pequenas covinhas em suas bochechas. — Quantos anos você tem?
— Tlenho tlés anos, jlá sou um homenzinhu. — falou sorrindo com a cabeça erguida todo pomposo e orgulhoso, arrancando um lindo sorriso bobo dos lábios de Emma. Henry ainda não confiava plenamente mas a cada minuto se sentia mais seguro com a loira, como se nada fosse capaz de lhe fazer mal desde que estivesse junto a moça que aos seus olhos inocentes parecia um anjo.
Henry era tão doce, a cada minuto ao seu lado mais Emma percebia esse fato, seus olhos eram de uma criança maltratada pelas circunstâncias, mas ainda mantinha um coração puro, carente e desejoso de amor, naquele momento a loira percebeu que ele, assim como ela, apenas desejava ter um lar onde possa ser feliz com quem o cuidasse, e uma cama para correr quando sentisse medo.
Henry era exatamente como ela já fora antes de seu caminho cruzar ao de Regina, Emma desejava possuir o privilégio de proporcionar àquela criança a melhor vida que ele poderia sequer imaginar, tal como sua morena fizera por ela.
Embora admitisse a si mesma que gostaria de nunca ter sido abandonada, afinal, crescer com os pais seria bom, sem toda a dor, porém, seria o mesmo de abrir mão da Rainha, e isso ela jamais aceitaria, verdade seja dita, passaria por tudo de novo, e de novo e de novo quantas vezes fosse necessário, se ao final dessa fase fosse sempre encontrar com sua protetora, escolher algo além disso seria como abrir mão de respirar, ela era seu ar, o horizonte, a melhor das surpresas, com ela encontrou o lar tão desejado, e ele possuía seu nome, sua voz rouca, seus braços, seu cheiro de maçã, nem em seus melhores sonhos pôde imaginar ter tanta sorte.
Reconhecia acima de tudo, que ao final nem mesmo Mary e David poderiam dar a vida que Regina lhe dera, como poderiam se não importa aonde vá, com quem fale, ou o que aconteça, ela sempre seria seu lar, para quem quer voltar ao final de cada dia, de onde não quer sair quando o sol nasce e a vê dormindo tão serena em seus braços, faz com que uma unica verdade se escreva a fogo e ferro em seu coração, nascera para pertencer a morena, ninguém lhe faria mais feliz, mais completa. Lar é onde o coração repousa, portanto seus pais jamais conseguiriam lhe dar um lar, não quando o coração de Emma só repousa em paz quando está entre os braços da Rainha, sua Rainha.
A mulher loira suspirou olhando para o pequeno Henry, torcendo para que seus planos deem certo e possa ser àquela que o guiaria pelos anos até encontrar a pessoa que se tornará o seu lar tal como a Rainha era o seu. Desejava poder junto a Regina dar a ele uma vida tão maravilhosa quanto a que recebera. Com esses pensamentos tornou a falar com a criança usando uma voz suave e cheia de carinho.
— Henry, vem comigo . – pediu Emma, olhando para os lados a fim de se certificar que ninguém os via. O pequeno, ainda com pouco de medo apenas a olhava. A loira então pediu mais uma vez, já se aproximando. – Temos que sair daqui antes que alguém chegue, vamos, eu vou te proteger. – falou mais para si mesma que para o menino, era uma promessa que fazia a si mesma, protegeria aquela criança, mesmo que fosse a distancia.
Henry a olhou e soube em seu coração, ela cumpriria a promessa, sendo assim lhe estendeu a mãozinha suja, que foi acolhida pela da loira, ainda agarrava com toda sua força o pacote de bolachinha na mão esquerda, Emma o levou em direção à viatura. Quando entraram, prendeu firme o cinto de segurança no menino, logo guiando o carro pelas ruas de Storybrooke rumo a Mansão 108, só a possibilidade de o levar a qualquer outro lugar a fez arrepiar.
— É xeu calu ? – perguntou Henry.
Emma riu com o jeito de falar do pequenino e dando partida no carro, o olhou sorrindo e respondeu : — Sim, na verdade, o meu carro é um fusca, amarelo, mas esse é o meu carro de trabalho, pertence à delegacia.
– Ahhh- exclamou balançando a cabeça como quementende do assunto arrancando um sorriso da loira.
Em pouco tempo Emma estacionou em frente à mansão. Não sabia qual seria a reação de Regina com a chegada do pequeno hóspede, mas pagou para ver, pois algo dentro dela dizia que algo bom viria, não sabia dizer, apenas intuía.
Abriu a porta e adentrou, segurando a mão de Henry.
— Regina amor, você está aí ? — chamou Emma.
Henry olhava com curiosidade para todos os lados, era a casa mais linda que seus pequenos olhinhos já haviam visto, mesmo as da TV não eram tão lindas. Estava encantado quando ouviram a voz da morena. Era rouca e soou doce àquela criança.
— Estou na cozinha amor, vem aqui! – chamou Regina. A loira se dirigiu até lá, juntamente com a criança, que ia todo tímido sem deixar de observar atento, ambos sentiram um misto de cheiros deliciosos, Emma pôde ouvir algo roncar, era o estômago de Henry que fechou os olhinhos para sentir o cheirinho melhor.
Nunca sentura um aroma tão bom, queria ao menos sentir melhor visto que não pensou ser convidado a comer. As pessoas nem lhe olhavam, imagine se dariam um pedaço de pão. Faziam quase tres dias desde a ultima vez que conseguira comer algo.
Era um pedaço de pão jogado na rua por um menino todo arrumado que lhe olhou com nojo quando o viu pegar, limpou da poeira e comeu, estava novo e tinha um gosto doce, mas não matou sua fome já acumulada, naquela noite enquanto estava deitado debaixo do banco da praça fechou os olhos desejando alguém para cuidar dele, não precisava de muito, só uma cama com algo mais quente que o papelão agora lhe cobrindo e uma refeição por dia já bastava.
Emma viu a pequena criança com os olhos fechados como quem aprecia e sentiu um aperto no peito, o pegou no colo, entrando à cozinha e vendo Regina tirar algo do forno, colocando na pia.
— Regina. – chamou Emma.
A morena se virou sorrindo e congelou surpresa ao ver Emma com aquela criança nos braços, que de tão suja, não saberia dizer a cor de sua pele.
Os olhos castanhos avaliaram o menino, notando que não usava nada além de uma roupa leve e desgastada pelo uso e sujeira, agarrava forte um pacote de bolachinha, mas não desviava o olhar da forma com sua lasanha a qual estava no centro de uma mesa já posta. Seu coração apertou e um instinto que nunca sentira antes nasceu dentro da mesma.
— Emma o quê ? quem ? de onde saiu essa criança? – perguntava se aproximando. Tirando os olhos famintos do menino, da forma, quais lhe observaram com cautela e curiosidade, ao tempo que se refugiava grudado as pernas da loira.
— É uma longa história , podemos acolher ele aqui, pelo menos essa noite? – pediu a loira falando atraves do olhar aue mais tarde explicaria, mesmo confusa a morena apenas concordou com a cabeça esboçando um sorriso carinhoso ao menino. Jamais negaria isso a ela tão pouco deixaria aquele menino sair das suas vistas sem a garantia de estar bem e alimentado.
— Sim, claro. – Regina beija rapidamente os lábios de Emma e cumprimenta o pequeno, dando-lhe um amável sorriso. – Como se chama? – perguntou ao se abaixar até estar a sua altura, toca-lhe o rosto. Henry fecha os olhos surpreso pelo carinho incomum a uma criança como ele.
Os pequeninos olhos castanhos lhe observaram agora com a doce adoração de uma criança sofrida quando ganha um carinho, aquecendo o coração da mais velha.
— Henry. – responde tímido. Mas desgrudou das pernas de Emma chegando perto de Regina curioso. – você é bonitla. — sorriu com toda sinceridade que apenas uma criança é capaz.
Um rugido foi ouvido por eles fazendo o menino corar.
– Tlo tum flome. — falou apertando o pacote nas mãos, imaginando que lhe mandariam embora logo. Não queria ir, gostara daquelas mulheres, estava tão quentinho ali, temia o frio das ruas, mesmo que já estivesse acostumado.
— Já vamos comer, pequeno. – responde Regina. – Mas antes precisa tomar banho. Emma não temos roupas de menino, mas tenho suas camisas de super heróis e os pijamas da liga da justiça. – Diz a morena sorrindo ao lembrar de Emma pequena, vestida nessas roupas e pulando sapeca pelo jardim. Se emocionou com a lembrança. – Devem servir nele sendo que você não era muito mais alta que ele quando apareceu. – diz a morena, fazendo a loira ruborizar.
— Eu não sei dar banho em criança. – diz ela oferecendo o menino à morena já dando passos para trás tentando escapar.
— Não sabe, é só aprender, vamos. – Regina sorri e lança um olhar irrecusável e Emma atende relutante seguindo a morena, ambas levam Henry para o banheiro.
O pequeno, curioso com essas mulheres e com a casa, apenas observava. Não gostava de banho, no momento só queria a cozinha, mas o colo da Rainha estava confortável, possuía um carinho nunca experimentado, então resolveu aproveitar enquanto tinha. Então deitou a cabeça em seu ombro.
Chegando ao banheiro, Regina prepara a banheira, pediu para que Emma trouxesse as roupas guardadas em uma determinada gaveta, a loira sai quase correndo até o local indicado pela morena, lá encontrou todas as coisas da sua infância, calçados, roupas, toalhinhas com orelhas do Mickey, outras de patinho amarelo, fazendo Emma se emocionar e chorar abraçando as lembranças de quando sua vida se tornou perfeita.
Escolhera um pijama do batman que Regina na época não quisera comprar, mas os olhos da loirinha a convenceram.
— Mas essa calcinha parece uma cueca, quem escolheu isso? – pergunta a namorada entrando no banheiro com a peça em mãos. Regina sorriu com a lembrança que a peça lhe trazia.
– Você a escolhera de birra quando me viu pegando calcinhas cor de rosa cheias de babados. — Rira ainda mais com a lembrança. Emma Rira junto.
– Você foi e sempre será meu maior presente. — falou demonstrando com seus olhos verdes a verdade de suas palavras. — te amo tanto.
— Eu também te amo. – responde Regina emocionada. – Mas agora me ajude a dar banho nesse pequeno e aprenda a dar banho em criança. – Diz Regina tirando a blusa de Henry, que se assusta.
– Nlão! — falou fazendo bico saindo de perto.
— Calma bebê, vamos limpar você. – Emma fala calmamente, conseguindo acalmá-lo, — ninguém vai te machucar.
— Tla bleim. – responde ele, com bico enorme por ter de banhar, fazendo-as rirem emocionadas.
Ambas se revezam na limpeza de Henry, que se solta, quase dando um banho nelas.
— Acho que alguém está gostando de tomar banho. – diz Emma rindo, com a blusa molhada.
— Isso é ótimo, a próxima a tomar banho é você... sozinha. – diz Regina, frustrando o olhar da loira.
— Sem graça. – responde a loira, fazendo bico, o que fez Regina gargalhar.
— Amor, eu não posso deixar ele sozinho e tome banho rápido para jantarmos juntas, aliás, jantarmos juntos, nós três. — Responde a morena, retirando a criança da banheira e o enrolando na toalha de pato amarelo.
Regina o secou e colocou na antiga cama de Emma, essa sorriu vendo todo o cuidado que morena tem com o pequeno. Juntas elas ventem a criança, suspira vendo a rainha penteando os cabelos, e passa por sua cabeça a possibilidade de ficarem com a criança.
Como seria ter uma criança correndo por aquela casa, deixando Regina maluca como ela costumava deixar, alguém para cuidar e proteger, uma família agora completa, o brilho nos olhos da namorada encheu o coração de amor, sorrindo internamente, decide fazer a proposta ainda esta noite.
— Pronto, limpinho , vestido e cheiroso,- a morena cheira o pescoço do menino que ri. Arrancando um sorriso e muitos beijos em seu rostinho — Deu menos trabalho que você na idade dele amor. Mas agora dona Emma já pro banho. – fala a morena sorrindo e tocando o rosto da loira.
— Vou e já volto, me esperem na cozinha ou na sala de jantar, se preferir amor. – diz Emma, indo em direção ao banheiro.
Regina desce com Henry nos braços.
— Nós vamos jantar e depois vamos escovar esses dentinhos. – Ela fala carinhosamente para ele, que sorri, e abraça a morena, estava encantado com aquelas mulheres, que se surpreende e se emociona, retribuindo e beijando-lhe o rosto.
Emma volta minutos depois encontrando a morena sentada no sofá com Henry em seu colo. Para perto da escada sorri sem nem perceber enquanto observa como os dois interagem, segura uma lágrima quando o menino abraça Regina, sendo correspondido. Seus olhos se cruzam e a loira se aproxima.
— Voltei e quero comer. – diz sorrindo.
— Tambleim. – diz o pequeno, tímido quando falaram em comida, ainda não sabia como seria.
— Então vamos, pois também fiquei faminta. – responde a morena, levando-os para a cozinha, com cuidado colocou Henry sentado em uma cadeira, indo pegar pratos, copos e talheres.
Com a mesa posta elas começam a comer, mas param quando o pequeno apenas olha faminto a lasanha, apertando uma mão na outra.
— Pode comer Henry. – diz Regina o observando como se incentivasse.
O pequeno olha para as duas mulheres, depois para os pratos, surpreso com a comida. Elas percebem, seguram as lágrimas. Emma pega o garfo de Henry e coloca lasanha e decide servi-lo.
— Abre a boca bebê, olha o aviãozinho. — falou sorrindo fazendo som de avião para ele,que come com vontade a garfada, Regina sorri com lágrimas nos olhos, acompanhando Emma.
— Minha vez de dar aviãozinho para esse pequeno príncipe. – diz ela oferecendo uma garfada, sendo avidamente aceita pelo pequeno.
Assim elas alimentam a criança, que come tudo que estava nos pratos, se lambuzando de molho. A morena limpou a boca do pequeno deixando que comesse a torta sozinho enquanto o casal se alimentava.
— Se quiser comer mais, pode comer. – diz Emma para o menino que já havia terminado e estava todo lambuzado de torta.
— Tlo xleinho. – fala ele, tocando a barriga e sorrindo, fazendo ambas sorrirem.
Depois de jantarem, limpam tudo, levam o menino para escovar os dentes e em seguida o levam ao antigo quarto de Emma, onde elas conversam com ele, contando uma historinha pra ele dormir.
— Vo dumlir aqui? – pergunta ele bocejando, sentindo o colchão macio junto às cobertas quentinhas, — tlem celteza? É tlao temtinha. — Henry se aconchegou mais na cama — plosso dolmir no chlao. — seus olhinhos já quase fechando enquanto falava.
— Temos certeza sim pequeno príncipe. – a morena diz com o coração apertado após ouvir as palavras da criança. – Durma bem Henry. – deu um beijo em sua testa, sendo imitada por Emma, com passos cuidados saíram do quarto, deixando a porta semi-aberta.
Chegando no quarto, ambas trocam de roupa, deitando na cama.
— Regina amor, precisamos conversar. – diz Emma séria.
— Sobre ? – pergunta Regina curiosa.
— Err....bem...sobre o Henry. – começa tímida, mas fala. – Regina, eu te amo, amo cada minuto da minha vida que você tornou feliz só por estar neles, amo por quem é, pelas suas qualidades, o jeito mandão, esse sorriso que me desmonta, -com carinho seus dedos tocam a face da morena.
— Não imagino minha vida sem você, nem quero imaginar acordar sem te ter nos meus braços, sem ouvir sua voz, ou ver esses olhos que me levam a outra dimensão, quero todos meus dias ao seu lado,quero seu sorriso, sua voz, quero tido com você. Me casar, formar uma família, com direito à filhos, netos até bisnetos, correndo por essa casa com você enlouquecida atrás deles, talvez Henry seja esse começo, quero que ele seja, mas não posso fazer isso sem você , então gostaria de juntamente comigo, adotar o Henry como nosso filho ? – Emma fala em um tom sério e calmo.
Regina, totalmente emocionada com cada palavra ouvida dos lábios do seu amor, era tão bom ouvir cada palavra, colocando cada sentimento em seu coração no lugar, a morena olha aqueles olhos verdes sem saber se conseguiria dizer tamanha emoção, lágrimas lhe escapavam, trêmula ela disse.
— Jamais teria como agradecer a sorte que tive quando peguei aquela pequena menina loirinha nos meus braços, quem diria que ela transformaria minha vida sem cor com sua alegria e jeito de Rainha. — as duas riram. — ou que mais tarde me enlouqueceria com uma viagem sem avisar, que conquistaria meu coração quando se tornou uma mulher maravilhosa, mas você conquistou, me fez amar como jamais amei, me deu alegria , não poderia viver sem meu ar, meu amor, meu presente mais valioso. Com você eu desejo toda uma vida, quero casar, ter os filhos que vão me enlouquecer correndo por essa casa, ver netos e até bisnetos. Quero todos meus dias ao seu lado, Eu te amo Emma! E quero que Henry seja nosso primogênito, o princípio da nossa família, o começo da nossa vida.
Seu sorriso era enorme e foi refletido no rosto da loira, Emma a beijou abraçando a cintura, deitando com cuidado sobre a mesma, quando o ar faltou, olhos verdes encontraram os castanhos, repletos de amor. — Então vamos comemorar o começo da nossa vida juntas. — Um sorriso malicioso tomou seu rosto e logo os lábios se encontraram com mais paixão dando início a uma noite de amor, que se seguiu por toda madrugada, o tempo era todo delas...

Notas finais
Comentem, digam o que pensam. Elogios críticas construtivas enfim. O que for. Espero ver vcs nos comentários. Beijos