Notas iniciais
Olá! Título do cap H o r r í v e l ! Capítulo pequeno pq fiz de última hora. Esses dias q n postei na fic eu usei para dar uma estudada na estrutura da estação espacial e ver algumas notícias sobre também. Mas n foi apenas isso, fiquei sem net e a greve da universidade acabou, então fiquei atolada em trabalhos e acabei atrasando ;-; Agora vou indo pq tenho um crush pra mimar ♥

Antônio parecia uma criança flutuando de um lado para o outro como quem brinca em uma pula-pula. Lovino mordia seu tomate de borracha de tanta raiva. Ainda não sabia o que caralho havia aprontado de tão ruim na vida anterior; se teve realmente uma vida anterior, porque era castigo demais aquilo tudo. Sebastian estava com uma prancheta desenhando algo e de vez em quando olhava discretamente para Ciel que dormia enquanto flutuava por um canto perto de Elizabeta.

— Achei que fosse nova demais para ter um filho da idade de Ciel. — provocou o moreno.

— Ele não é meu filho. — pegou-o pelo pé e o puxou para seu colo — Apenas o vejo como um irmão. — de repente seus olhos pareciam querer fulminar o inglês — Já está avisado! Se fizer algum mal ao meu garoto, quebro-lhe a coluna. Não sou de avisar duas vezes.

Após toda aquela delicadeza, Sebastian se afastou como quem não quer nada.

— Liza, quando começaremos a preparação para a alface? — resmungou o italiano, todo birrento — Ao menos poderemos comer algo que não seja desidratado nesta porra de Estação. Antes que eu frite um espanhol para o jantar.

— É pedir muito que consigas ser mais amigável, Lovi? — suspirou a morena. Largou Ciel por ali e foi até o outro.

— Não! Já é pedir o impossível! — gritou.

Elizabeta não havia dormido direito, teve que lidar praticamente a noite inteira com os chiliques dos novos ocupantes. Ainda mais com os roncos ensurdecedores de Gilbert que não se deu o trabalho de procurar a sua própria cama e dormiu flutuando por ali mesmo. Acordou com dores na cabeça. Também, ficou batendo em tudo, já que se mexia demais.

A sua paciência estava longe de estourar, mas sentia que teria enxaquecas com toda aquela desorganização.

Tinha de por um fim nesse atrito.

— Às vezes tenho vontade de amarrar os dois e joga-los daqui.

— Nunca que eu iria vagar pela merda do espaço com esse…

Virou-se lentamente. Mesmo flutuando o italiano sentiu a gravidade de leve o puxar para baixo. Corria perigo.

— Preserve a sua vida querido!

— Adoraria ser amarrado com ele.

Tomou impulso e foi se esconder.

.x.

— Fico me perguntando o que diabo o Lud estava pensando ao enviar sementes de alface para a experiência na Estação? — mordeu um biscoito — Por que ele não enviou biscoitos? Poderia nascer um pé de biscoitos. Seríamos ricos. Uma fábrica de biscoitos no espaço. — gargalhou e caiu da cadeira de rodinhas — Seria muita viagem!

Yekaterina entrou na sala e lhe estendeu um prato com macarrão a bolonhesa — havia aprendido algumas receitas italianas com Feliciano.

— Tem certeza de que todos aqueles doces que comeste no caminho não lhe deixou hiperativo? — ela fez uma cara estranha e olhou para um pacote de balas em formato de ursinhos jogado nas pernas do outro.

— Claro que sim.

.x.

Ciel e Lovino estavam calados e olhavam para a janela; a vista da Terra era o que mais gostavam ali no espaço. Cansados de terem que se acostumar com aqueles intrusos, ambos resolveram dormir. O italiano já tinham em mãos dois sacos de dormir. Rapidamente pegou o seu e prendeu ao lado da janela, entrou e acomodou-se rapidamente. Seus olhos pesavam muito. Lovino logo também o fez.

O sono dos dois era instantâneo.

Liz e Sebastian já estavam dormindo há meia hora. Passaram parte do tempo planejando a data certa para começar a experiência da alface e acabaram por quase não comer nada.

Gilbert e Antônio…

Bem… digamos que estes estavam tão à vontade que nem mesmo se importaram em prender seus sacos de dormir. Aliás, nem o pegaram. Dormiram por ali mesmo, flutuando. O alemão agarrado em um pássaro de pelúcia e um gorrinho com um desenho da bandeira alemã. O espanhol de cueca e um blusão com um enorme desenho de um tomate. Os braços e pernas abertos; dava pequenas cambalhotas involuntárias.

Vez ou outra batiam nas paredes e nos outros.

Notas finais
Beijos o