— Você fez um ótimo trabalho matando a mulher. — A ruiva falou observando o homem. A figura daquele homem seria pertubadora aos olhos das pessoas normais. Cabelos verdes desgrenhados, o rosto branco e com um corte de orelha a orelha, formando um sorriso doentio. Porém, a mulher não se importava. — Mas era para matar o garoto. O Homem-Aranha. Eu viajei dimensões atrás de alguém capaz de fazer algo certo, mas você só matou a mulher ao invés de matar um simples moleque.

— E qual é a graça? — O palhaço disse dando risada.

— Como assim, qual é a graça? — A mulher perguntou com raiva. — A graça é não ter herrois atrrapalhando meus planos.

— Pobre criança. Não sabe brincar. — Disse ainda rindo. — Para que matar os heróis, se podemos matar quem eles amam? — Ele mostrou uma carta de baralho. A risada macabra de Coringa invadiu a sala.

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Synthea Shmidt olhava os documentos da Hydra. Seu pai era o líder da organização, hoje falida.

Rejeitada por seu pai, a mulher agora assumiria o posto de Jonnan na organização. Ela se encontrava em uma mansão, onde morou toda sua infância, mas agora serveria como a nova base da Hydra.

Um dos cientistas conseguiu criar uma máquina de viagem interdimencional, na qual ela atravessou milhares de terras até encontrar o palhaço psicopata.

Ela mostraria ao seu pai que ninguém era melhor do que ela como líder. Ela reuniria todo seu exército e dominaria os Estados Unidos e depois o mundo. A Hydra será a maior organização que já existiu e ninguém ousaria se opor a força de Sin, A filha do Caveira Vermelha.

— Eu Serrei lembrrada, a maiorr líderr mundial e todos se serrvirrão à Pecado, sua rrainha suprrema. Ninguém se lembrrarrarr daqueles que se entitulam Vingadorres. Acaberrei com cada um. E destrruirrei tudo e todos que empedirrem.

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Bucky tinha saído da torre dos Vingadores. Ele não suportaria ficar perto de Steve, nutrindo todos aqueles sentimentos pelo Capitão.

O soldado conseguia se lembrar ainda do gosto doce dos lábios de seu pequeno Stee.

80 anos atrás

A escola era cansativa para Steve, ele estava cansado de apanhar dos colegas, odiava ser pequeno e fraco a ponto de não poder se defender dos valentões. Ele tinha o Bucky, mas não gostava de ver o amigo tendo que lhe defender e até apanhando para que o seu pequeno Stee não se machucasse.

Uma certeza que Bucky tinha, era que ele morreria por Steve. O moreno sabia que o que estava sentindo pelo amigo era mais que um carinho fraternal, era amor.

James amava seu pequeno Steven e isso o matava por dentro, pois este nunca poderia ser seu. Bucky estava condenado a ver o amor da sua vida se casar e ser feliz com uma mulher e saber que seu ele nunca seria feliz ao lado de quem amava.

— Bucky. — Steve estava encolhido em sua cama. O jovem com quinze anos admirava a fragilidade do amigo. — Você não precisava vir e encontrar chorando feito um bebê.

— Você pode até estar chorando como um bebê e foi por isso que trouxe um lanche de geléia de morango. — Disse o moreno se sentado na cama do amigo. — Falei para não mecher com aqueles valentões.

— Estou cansado de apanhar, Bucky. — Steve disse olhando para Bucky e o maior pode ver o olho roxo.

— Stee, você não precisa apanhar. — O maior falou enxugando as lágrimas do amigo. — Eu vou sempre cuidar de você.

Steve comeu o lanche que o amigo lhe dera e depois foi fazer a lição de ciências na qual Bucky lhe ajudou. Em um determinado momento, quando Steve se levantou para ir ao banheiro, acabou tropeçando, mas Barnnes foi mais rápido e o segurou por trás empedindo o garoto de cair. Steven se virou para agradecer ficando muito próximo do melhor amigo. Eles ficaram se olhando por um tempo, até que James não conseguisse mais ignorar seu coração e selou seus lábios ao do seu amigo. O beijo foi correspondido, agora os braços de Bucky segurava a cintura de Steve. Quando separaram o beijo, o menor abraçou o amigo.

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Bucky sorriu ao se lembrar daquele dia. A única vez em que Steve foi seu, mesmo que só seus lábios.

O moreno se sentou em uma cafeteria e pediu um Capuccinno e um pão na chapa.
O rapaz comia tranquilamente seu lanche observando o movimento das ruas de Nova Iorque. Mas ele para de comer quando viu uma figura conhecida do outro lado da rua. Aquela mulher era uma das pessoas que ajudaram a torturar Bucky. A ruiva estava distraída e não percebeu um antigo aliado pegando sua moto e voltando para a torre. Se aquela mulher estava na América, boa coisa não era e isso provavelmente iria atrás de Steve, pois se existe alguém que odeia mais o Capitão América do que o Caveira Vermelha, essa pessoa é Pecado.

Ele se lembrava das torturas que ela usava nele.

Quando Bucky acha que se livrou da Hydra, a filha demoníaca do seu líder supremo aparece e acaba com tudo.

Ao chegar na torre todos lhe encaram com dúvida. Todos tinham certeza que Bucky estava indo para Wakanda.

— A Hydra... A pior agente da Hydra está nos Estados Unidos. — Todos se encararam assustados.

Steve percebeu como seu amigo estava pertubado com a aparição da tal agente.

— Quem? — Tony perguntou, fazendo todo lhe direcionarem o olhar.

— Synthea Shmitd, a filha do Caveira Vermelha. — Bucky respondeu e o clima na torre ficou pesado, a tensão era palpável. Steve teve que segurar em algo para não cair. As únicas coisas que saíram da boca do Capitão foram:

— Não pode ser.

Notas finais
A Pecado é uma vilã dos quadrinhos, ela é filha do Caveira Vermelha e teve um papel fundamental na morte do Capitão América. Por isso escolhi ela como a principal vilã.