Notas iniciais
Olá meus amores, minhas flores de primavera, quer dizer verão, Feliz ano novo, Feliz natal, e todo aquele Blah, blah, blah, então lá vamos nós de novo com um novo cap. Desculpe a demora, eu e a Escritora Nova, tivemos um final de ano cheio. beijos

O vento soprava como se cantasse, era bom saber que as dríades do vento faziam seu trabalho com precisão, eu sei que não era para ser assim mais o que eu poderia fazer? Adele pode ter salvação? Ela pode ser alguém que ela não é? Talvez sim talvez não.

Rebekah, eu não queria saber sobre o passado, não do antigo eu, não queria saber sobre as arrestas do tempo e muito menos de Chrispin. Apesar dela não saber eu tenho medo, medo de saber a verdade, saber os pequenos detalhes da batalha que destruiu o templo da fênix. Que os caçadores de recompensas contratados por Seth pegaram Amaretha, o antigo receptáculo. Isso nunca foi visto antes, mesmo Kenshin e sua enorme arrogância e seu estado de espírito vingativo pode ajudar. Chrispin no ultimo minuto matou Amaretha para Seth não tomar posse e levar ao seu mundo que inclusive pode ser acessado por seguidores de Lilith seus preciosos guardas chamados de Medjais. Mais no fim ele morreu para proteger Rebekah a espada chamada Dageris, a espada da fênix tem uma versão das trevas chamada, como é mesmo o nome? Acho que é Drakely ou algo parecido, ela tem o poder de destruição, não sei se destruiria uma vampira original, mais Chrispin não iria arriscar, ele amou a vampira loira que eu ando fugindo a todo custo.

Adele estava na sala provavelmente sentada e meditando, as vezes penso que ela foi ensinada a meditar por Nefertiti pelo simples fato que ela não quer um receptáculo com emoções reais, muito se foi discutido pelos anciões mais nada de concreto, Adele estava sendo controlada ou fingindo ser controlada pelas sacerdotisas, basta esperar para ver. Uma pergunta que não tenho resposta nesse momento.

Eu vejo as sombras se agitando no decorrer do dia é como se algo premeditasse um desastre. Como se as trevas estivem começando a declarar seus campeões. O destino é incerto desde que nasci. A primeira mulher sendo guardiã da vida e véus. Uma mestiça, não que alguém fale isso em voz alta, ninguém admitiria que uma humana, a primeira humana a carregar e nascer sem problemas duas magas. Pelo que kenshin fala ele ajudou meu pai, mais porque eu nunca entendi. Pela ciência os humanos não podem carregar magos pelo DNA, na visão dos curandeiros os humanos não podem ter magos pela magia emergida pelo feto, magia, isso destruiria seu corpo, levando a um aborto, magas e homens, bom é a primeira teoria, o DNA não combina levando sempre ao aborto, tirando Lilith que teve um mestiço, seu filho chamado de Enoque a criatura mais desprezível que existe do mundo. E bom minha mãe.

– Mika eu vou caminhar, fazer comunhão com o mundo – minha pequena irmã fala tirando as duvidas de minha mente, sorri a ela, não entendia como ela pode ser o receptáculo.

– Tá, volta cedo tio Rick bom, ele espera eu e você, alguma coisa sobre jantar com Meredith – o sorriso não pode sair de meus lábios, ela é a ultima, tirando eu da família Valey.

Ela sorri a mim e sai sem falar nada, como o de costume.

A porta do pequeno armário estava entreaberta, estranho, Adele sempre deixa as coisas no lugar e bom eu fui treinada por um guerreiro, decrépito, que Kenshin nunca escute isso, seu sistema é simples, ele é que manda, então eu aprendi a ser organizada e com o tempo peguei sua mania de ter tudo no lugar.

Abro a porta que contem as coisas de Adele, livro, poções, roupas, seus preciosos óleos e bom uma caixa? Porque ela tem uma caixa, se fosse algo perigoso, aquelas malditas sacerdotisas a deixam vulnerável, ela não sabia nem tomar banho sozinha, sempre alguém a fazer tudo por ela, ela nunca levantou um dedo para nada, ela nem sabe fazer magia. Bufei com vontade e dei um pequeno soco na porta, o crack foi auditivel, as mãos está em chamas foi respirar e elas apagaram. A raiva contida por tudo o que elas fizeram para eu e Kenshin. Mais principalmente minha mãe, isso eu nunca vou perdoar, tirar uma criança de uma mãe, não a deixar ver, quando visita, sempre tinha guardas, como se minha mãe fosse uma criminosa. Humilhação.

Pego a caixa e sento na cama. Ao abrir tenho uma surpresa, eu não tinha certeza que Adele era sentimental ao ponto de guardar fotos, fotos de nossa família e cartas. Parece que ela tem um pingo de esperança, o sorriso estampado no meu rosto não esconde a reação de ver o nosso ultimo encontro, a ultima vez que vi minha mãe e Adele juntas, dias antes dela morrer para proteger a mim e Adele.

As lagrimas caíram ao pegar a foto. O mar mediterrâneo atrás, eu e Adele abraçadas a ela sorrindo. Eu vi seus olhos brilharem e ao fechar os olhos, lembro-me de tudo.

flashback

–Eu não vou usar isso mãe – Mikaela fala alto, com vergonha, o biquíni não era pequeno, mais ela não se sentia confortável.

– nós vamos a praia, você quer ir do que? Quimono? Me pergunto o porque da sua reação?

Serena olhava a filha ruiva que lembrava tanto de seu marido Jon, a alma de Mikaela sangrava, o suspiro auditivo a adele, que a olha sem sentimentos, pensando se foi ao certo entrar nos planos do seu guardião e mestre, o ex-namorado da pequena ruiva. Nem mesmo ajudando Kenshin ela aceitou a traição dele, Mikaela é só uma menina, ele era seu herói, o homem que ela sabia que sua filha iria casar. “maldito samurai” serena fala em pensamento.

– Eu sou feia mãe, eu tenho vergonha – a ruiva diz simples e direta, sem papas na língua.

–Você é linda Mikaela – adele fala sorrindo.

–Olha as marcas Adele, as Molnijas, as cicatrizes? – o tom de amargura era implícito em sua voz – eu sou guerreira não uma modelo – ela rosna de raiva e senta emburrada.

–Use um feitiço para as cobrir dos humanos – ela fala sorrindo — você é linda, sempre foi, sinta orgulho de ser guerreira e não como Kate que é superficial e quer ser sacerdotisa pela gloria, você luta pela vida – o sorriso de Adele fez Mika sorrir mínimo.

–A marca da fênix não desaparece com os feitiços.

–Uma tatuagem normal, não deixe seu coração destruir sua beleza- serena senta o lado da filha puxando Adele que se sentiu desconfortável pelo toque mais ficou quieta, Serena e sua mãe – sua maior beleza além dos cabelos, sardinhas, olhos azuis, sorriso doce, corpo de dar inveja a qualquer mortal – mikaela riu da cara da mãe – é sua alma, sua bondade, benevolência, fidelidade, a capacidade de ficar ao lado dele, mesmo depois de tudo, ser treinada pelo homem que te traiu para um destino maior do que você – ela fala sorrindo e abraça mikaela. Adele que estava observando tudo fica assustada quando Mika puxa ela junto a ela e fala baixo na língua antiga egípcia – Ela é nossa mãe, relaxa.- Adele sorri verdadeiramente a Mika.

–Vamos a praia mocinhas, a ultima vez, lembro-me de estarmos juntas assim foi a muito tempo.

A alegria da aura de Serena, deixou Adele contente, as luzes fortes brancas, azuis, verdes, e principalmente rosa deixavam ela contente. Era bom estar em família e não se preocupar em esconder tudo.

As lagrimas caíram e os soluços desesperados chegaram sem permissão, não sei quarto tempo estive ali, mais só ouvi a frase.

–O que aconteceu? – era Damon, não seu dois segundos e ele me abraçou forte, colocando minha cabeça em seu ombro e deixando eu chorar. Chorei por todos, chorei pela morte de minha mãe, pelo meu amor quebrado por Kenshin, por Adele e seu destino, pelas mortes dos inocentes. Damon me tirou do chão, nem sei como eu fui parar lá, ele me carregou no colo e me deixou na cama, saindo para fora. Dez minutos depois ele me trouxe uma xícara de café.

O silencio era confortável ao lado do Damon, ele me abraçava deitado em minha cama enquanto as lagrimas escorriam e eu tomava o café em silencio. Olhei para ele pela primeira, ele me abraçava como se eu fosse uma criança perdida. O que de fato eu sou. Mais o silencio é confortável. Suas primeiras palavras foram:

– Quando eu era humano, eu fui para guerra, a guerra civil, a única coisa que eu rezava era para viver – suas palavras me chocaram – eu entendo ruivinha, porque choras? – o vocabulário me incomodou mas eu não podia falar, eu jurei não falar, mais estou tão cansada, cansada do fardo que levo. Seu olhos brilhavam em uma intensidade que eu fiquei desconfortável, azuis, não eram verdes misturado com um azul profundo. Suspiro fundo “Esta mais para purificação do que é purificável.” Palavras de Kenshin.

– Eu não posso, eu queria mais não posso falar – respiro fundo deixando as lagrimas caírem.

Damon era um vampiro, obvio, mais no fundo do meu ser eu não entendo, porque ele esta aqui?

– Todos nós precisamos tirar um peso Mikaela, é um amor não é?- ele questiona, secando as lagrimas o que me fez chorar mais ainda.

Odiava necessitar daquela gentileza.

Respiro fundo, eu preciso, eu preciso falar dele com alguém, Adele nunca entendera como minha mãe nunca entendeu. Eu não posso confiar em Damon, não os segredos guardados a mim pelo guardião, mais sobre Kenshin eu posso, talvez ...

– Somos parceiros de crime ruiva – ele fala sorrindo arrogantemente – eu sei que o cara é um babaca.

– Ele é, ele é meu mestre, o homem que me ensinou tudo o que é ser sentinela, ele me traiu – bufo frustrada, eu e minha boca grande, sempre assim, eu não sou boa em segurar emoções, nunca fui.

– Venha ruiva, vou levar você a um lugar – Ele sorri triste olhando minha cicatriz. – eu não posso ver meninas chorando, principalmente quando elas são minhas parceiras de crimes.

– Cala boca Damon eu sou a única que é sua parceira – fala rindo baixo.

– Vamos lá garotinha malcriada, eu quero contar uma coisa – ele fala sorrindo e beija minha testa e dá um tapa em minha bunda quando me virei.

O encarei chocada.

– Damon, seu babaca!– falo rosnando.

– Só pra não perder o costume. – ele ri dando de ombros.

– Que costume?

– O que virá no futuro!

Reviro os olhos. Pensando em cortar a mão dele. Pelo menos eu sei que Damon sempre será Damon.

ADELE

O ar esta pesado, como se a escuridão fosse palpável, o entardecer estava chegando, conseguia ver as luzes que a vida dar a tudo, plantas, terra, animais, tudo o que antes não via. A caminhada não era longe, o cemitério ficava aos fundos de um jardim morto, um centro de poder de Anúbis, o senhor dos mortos.

O som de meus passos eram altos para o meu ouvido, mas me agradava, as folhas que estavam secas eram esmagas. Olho para os lados, observando que estava sozinha no local. Necessitava meditar, colocar todo o conhecimento que paira a minha mente.

“Sacerdotes não sentem Adele, nos somos servos, fazemos a vontade dos deuses, comungamos com eles, somos servas deles, não questionamos, não tomamos maridos, rezamos pelas colheitas, pela vida do nosso povo e pela benevolência de sua vontade com os humanos”

As palavras de minha mestra Nefertiti pairavam na mente, não sentimos, o único caminho da paz do espírito é não sentirmos. Desde criança aprendi a ser sacerdotisa, desde criança treinada pela profecia que não sei o conteúdo.

Não entendo o mundo complexo que é esse, dou mais uns passos e estou no meu lugar preferido no cemitério, uma lápide em branco, minha curiocidade se aguçou novamente , quem fazia uma lápide em branco?Ela estava ao lado de uma castanheira que tinha o aroma agridoce.

Sento-me em suas sombras fechando os olhos. Não posso deixar de pensar na minha magia , que vinha de Horús, e escuto tudo ao meu redor antes de relaxar.

A complexidade de pequenas coisas como tomar banho. Como o chuveiro esquenta água? Porque o sabonete faz espuma? Para onde vai a água que sai pelo ralo? Mika sempre responde quando pode, explicando coisas que para ela é simples. Eu precisava ficar sem querer saber das coisas por um momento apenas.

As auras me incomoda mais. Sentimentos tão complexos que não entendo. Raiva, dor, angustia, prazer. Mais esses sentimentos se mistura, como quando Mika olha para Kol e Kol olha para Mika. O que isso significa?

Fico em posição de Lotus, fechando minha mente. É como dormir, deixar minha mente dormir e descansar. Não é complexo, preciso estar em paz, paz na minha mente.

Quando fecho os olhos por quase uma hora , e vejo águas rasas. Era como entrar em min mesma. Um mundo estranho que não parecia ser meu. Vejo uma estrada muito pequena, como se fosse um fio de minha magia, porque eu nunca vi ele quando meditava antes? Olho para baixo, é como um sonho, olho para os lado, tudo o que vejo é negro, breu. As sombras lambiam meus pés com calor, como ondas, não tinha estrelas, nada. O vazio tomou conta de tudo. Minha caminhada é demorara , e finalmente chego a algo , olho arredor para ver se existe algo. Caminho devagar pelo lugar. Não é grande, é como uma prisão no meio do escuro.

Sete portas estão fechadas. Portas com trancas de selos e palavras tão antiga quanto a vida. O que isso significa? Pelo conhecimento que tenho, nenhum mago tem acesso a sua mente. Só se eu dormi. O que isso significa?

Olho para as portas. Será que eu posso abrir?

Abro os olhos ao sentir uma mão em meu ombro dando um pulo assustada. Foi como tomar um choque . Olho para cima e vejo Niklaus, seu rosto sereno. Mas no fundo dos seus olhos ... Engolie em seco e mordir os lábios para não perguntar.

– Não deveria dormir em lugar como esse linda, é perigoso – a voz carregada, mais ao olhar em sua alma eu vejo tudo em negro e misturas de tons verdes, curiosidade.

Ao redor dele , vir além , o cemitério , parecia , vivo. Suas folhas estavam mais claras. Deveria ter feito alguma coisa ... Alguma coisa para ele aparecer ali.

– Estava meditando – Contei vendo que ele ainda esperava uma resposta, os seus olhos fixos em mim, sua sobrancelha elevada , e o sorriso enigmático brincava em seus lábios. Porque ele sempre sorri assim, como se quisesse fazer uma pergunta para min.

– Posso lhe acompanhar em casa? Não é apropriado uma senhorita caminhar sozinha a essas horas. — O hibrido estava blefando, sua aura gritava que ele quer algo mais , falar algo, o vermelho estava estampado em sua alma.

Por alguns minutos , nos encaramos em completo silencio. Nos analisando , como se sempre fisessemos aquilo. Passos altos, como um sino , nos aletou para a presença de mais alguém. Giramos nossos calcanhares juntos e vimos Stefan se aproximando , seus olhos também tinham um brilho estranho.

– Não precisa Klaus, eu a levo – a voz de Stefan soou tão convicente que acentir com a cabeça concordando. O híbrido, pareceu rosnar em resposta, mais fez uma reverencia, para min , e deu a volta no corpo de Steafan sumindo de vista rápido de vista.

– Você não deve andar sozinha Adele. – Stefan avisa , com certa urgência em sua voz, me repreendendo como um adulto mesmo.

Olho para o céu vendo nuvens carregadas , e dou a volta na lápide branca , espero um pouco , esperando ele ficar ao meu lado para continuarmos.

– Não conte nada ao tio Rick e Mika – Exijo séria, sentindo meu sexto sentindo aflorado, eu sei que ele ficaria em silencio.

–Sim.

Dimensão das trevas.

– Eu quero respostas – Lilith gritava para seus guardas, seu filho Enoque estava com a cabeça baixa, tentando muito não chamar a atenção – Faz sete meses que não sei o paradeiro da minha criança e nem da fênix! Elas são crianças. – Ela olhava para todos, os olhos tingidos de preto com vermelho.

– Minha Rainha, elas estão protegidas por Kenshin, ele conhece nossos caminhos e como trabalhamos – um de seus guerreiroi fala com a voz baixa fazendo uma reverência . Pedindo que Osíris não abrisse as portas para o receber.

O olhar da rinha, foi agudo e matador. O homem foi atingido pelas sombras, e seus gritos e suplicas foram abafados, as sombras o engoliram como se fosse nada. Com seu olhar altiva , seus cabelos pretos pareciam oléo ,seu corpete dourado apertada , fazia seus seios mostraram o quanto ela respirava rápido ,perdendo um pouco a compostura. Lilith olhou para todos que prenderam a respiração com o grito de dor do homem.

– Eu quero noticias! – sua voz era autoritária, todos sabiam que a senhora das trevas estava irritada, muito irritada.

– Sabemos onde Kenshin-San esta – A voz saiu do seu novo general Kairus, um menino mago treinado desde criança, nasceu em seus domínios, sendo o maior “concorente” de Kenshin em seu três milênios de existência.

– Kairus meu menino se aproxime –Lilith parecia duas pessoas agora , segurando a barra de seu vestido , seus pés nus desciam as escadas negras na frente do trono , sua voz doce que hipnotizava chegou ao ouvido do seu novo general que se deleitou por um momento. – Conte-me tudo .

O homem era bonito, Kairus é alto, sua pele era negra, mais olhos verdes musgo, filho de um mago e uma succubus. Desde o abandono de Kenshin quando ele descobriu a pequena fênix, ele se tornou seu guerreiro mais fiel.

– Descobri por meio de uma nereíde, as ninfas do mar, que Kenshin mora no mundo humano, no Japão – a cabeça baixa e Lilith sorri amplamente.

– Muito bom, continue, quero tudo o que você sabe sobre o bastardo traidor – O comando fez todos olharem com paixão e luxuria para sua governante.

O ar já estava mais puro , pela súbida mudança de humor da rainha.

– Ele teve um pequeno caso com a menina portadora do poder fênix – Sua voz saiu baixa e Lilith levantou sua cabeça com raiva e o fez olhar em seus olhos o general engoliu a seco olhando o “menino” acenando com a cabeça para ele continuar, mesmo suas unhas encravadas em seu maxilar, quando ela se aproximar mais . – Os sentinelas proibiram o romance.

– Me diga querido Kairus,- Ela sorriu maldosamente mas não menos bela, para ele – A procedência dessa informação.

– Eu usei a descendência de minha mãe, minha rainha – Kairus informa sério – Na ultima varredura que fizemos, depois do extermínio na China dos Lycas, consegui a informação ao seduzir a ninfa.

– Bom meu pequeno menino, agora me responda o que você ira fazer com essa informação? – O sorriso de Lilith , não chegou aos seus olhos. Kairusporém a olhava com determinação. — Vá caçar o bastardo Kairus, eu quero sua linda cabeça pregada em um poste na frente do meu castelo.- a voz saiu como um trovão – Mande o Cérbero, eu quero a cabeça de Haruoni Kenshin. Eu quero Bes aqui – ela soltou o comandante que fez a reverência como todos e saiu pelas portas de mármore.

O barrulho suave de pegadas a fez encarar uma das portas altas. A pequena criatura , o senhor dos anões que chegava com um dos seus sorrisos que faziam as servas fugirem , mais ao ver sua caranca ele suspirou.

– Ele dorme com a fênix – suas palavras eram de magoa, dor e raiva.A única pessoa que ela se mostrava um pouco era Bes.

– Lá vamos nós de novo. -- Bes bufou com ironia e se aproximou mais , até que se sentou do lado de Lilith, nso degraus mesmo. — Minha senhora, porque ele dormiria com a menina? – ele pergunta sárcastico achando tudo aquilo ridículo, principalmente depois de séculos revivendo o mesmo ciclo destrutivo.

– Ela é a fênix, porque mais ele a protegeria, protegeria ela de tudo, Bes? Ele a ama – As palavras saíram como farpas no ar.

– É verdade?- ele questiona achando tudo engraçado, sua voz miúda e fina fez a frase soar em pura zombaria, o ciúme latente de Lilith pelo seu ex general, não ciúme, ele era seu brinquedo preferido e ela o perdeu, e como uma criança, ela o queria de novo.

–Sim Kairus conseguiu a informação do romance do maldito com a.... – Lilith fala mas do nada , olha para nada fechando os olhos, uma conexão rápida com uma das das linhas de ósiris , ela suspira alto e sorri, sorri feliz, como se seu rosto transpansesse a beleza humaa . Bes sorrir a adorando, mesmo com sua bipolaridade e seu temperamento difícil , ele amava aquela deusa . – A minha criança, ela esta começando a despertar, ela achou as portas! Eu terei minha vingança.

– Isso explica muita coisa – Bez fala baixo escutando as gargalhadas de Lilith.

“ O que você fez garoto ” foram os últimos pensamentos Bes ao olhar a Rainha da dimensão das trevas. Ele precisava avisar Kenshin.