Notas iniciais
HUSHUEHUEHUAHDUAHSUHAUSHA AGORA SIM AS COISAS VAO FICAR LECAIS.

No dia seguinte, Ellie acordara mais animada do que tudo.

– Hora de acordar mocinha. — foi a primeira coisa que Sebastian dissera ao entrar no quarto, mas como sempre quando a Phantomhive está ansiosa, ela já havia acordado, e estava com alguns problemas com o espartilho, como sempre.

– Ah! Sai daqui! — a menina levou um susto, e se escondeu atrás da porta aberta do armário.

– Ellie-san, eu te conheço desde pequena, eu ja lhe troquei um milhão de vezes. — Sebastian revirou os olhos.

– M-mas...então ao menos ponha uma venda. — disse, nervosa.

– Tudo bem. — o mordomo suspirou e o fez.

– De onde diabos você tirou essa venda Sebastian? — Ellie perguntou, chegando perto dele para que ele pudesse ajuda-la.

– Que tipo de mordomo eu seria se não tivesse o que meu mestre, ou minha mestre desejar,comigo?

– Você é estranho.

Os dois riram.

– Não é ser estranho, Ellie. É ser um mordomo em tanto.

Quando a dama ficou pronta eles desceram para o café, onde Ciel se encontrava, com uma cara nada boa.

– Bom dia pai. — a menina disse, se sentando, enquanto Sebastian ia até a cozinha.

– Bom dia.

Os dois ficaram se encarando, esperando o outro falar qualquer coisa para poder debater, quando Sebastian chegou com o café de Ellie, Ciel achou melhor parar com a " brincadeira" e começar a falar.

– Sebastian me contou. — disse simplesmente, fazendo a menina lançar um olhar acusador para o mordomo.

– Ele estava me espionando?

– Se eu mandei Sebastian deve fazer, Ellie.

A menina resistiu a tentação de bufar, então apenas encarou o pai.

– E então? — perguntou.

– Você está proibida de ver esse menino. — respondeu.

– Mas por que?! — a Phantomhive perguntou, já se alterando.

– Ele não é alguém que se possa confiar Ellie, quando você for mais velha vai entender. — Ciel disse cansado.

– O que você sabe sobre ele?! Nada! Você só não quer que sua preciosa filhinha se machuque — ironizou. — ou é apenas ciúmes mesmo! Pai, com quantos anos você casou com a minha mãe? 16! Eu tenho 15, eu posso muito bem namorar quem eu bem entender e...

– ELLIE PHANTOMHIVE! — exclamou. — eu não estou pedindo isso por mim, é por você mesma, pelo seu bem, fique.longe.desse.garoto.

– Não.

– Ellie, é uma ordem!

– Eu não sou o Sebastian pra você mandar assim em mim. — ela falou, também brava com o mordomo, e na mesma hora alguém bateu na porta, já sabendo quem fé, ela saiu rapidamente do local. ( n/a: nossa! Essa doeu no meu core.)

A Phantomhive praticamente jogou a porta contra a parede, e assim que viu Leo na sua frente, foi o empurrando para trás, indo junto com ele, depois, o arrastou até os fundos da mansão, quando passou por Finny, fez um sinal como se dissesse para o mesmo manter segredo, e ele apenas assentiu e piscou.

– Ellie-chan, o que...- a jovem o calou com um selinho rápido, e começou a falar mais rápido do que nunca.

– Leo, escute bem, meu pai está me proibindo de te ver, se você voltar aqui, ele pode armar a maior confusão, então...- suspirou tristonha — é melhor você não voltar.

Foi mais difícil do que pareceu nos pensamentos dela.

– Ei, ei! Não fique triste, eu tive uma ideia. — o namorado sorriu.

– Qual?

– Me encontre no lago principal a meia noite. — foi a última coisa que ele disse, antes de sorrir, lhe dar um beijo e ir embora.

" Lago principal a meia noite... " a jovem pensou consigo " o que ele está tramando?", um sorrisinho escapou de seus lábios, e voltou o mais devagar que pode para a mansão.

– Lago principal a meia noite? — Ciel repetiu o que o mordomo havia acabado de lhe dizer.

– Sim.

– Sebastian, é uma ordem! Descubra quem realmente é este Leo e o que está tramando antes da meia noite!

– Yes, my lord. — Sebastian se reverenciou, antes de sair rapidamente do escritório, deixando um Ciel preocupado para trás.

O dia se passou com Ellie trancada em seu quarto, apenas Meyrin ou Finny conseguiram entrar, e quanto mais seu pai a mandava sair de lá, mais ela queria ficar. A jovem ficou o dia lendo ou conversando com Meyrin, o que ela estranhou foi que Sebastian foi o único que ainda não havia ido lá.
Quando deu 23:00 em ponto, a dama pegou sua capa e a colocou, junto com cachecol e luvas, era realmente frio a noite por lá, e então, caminhou até a sacada, engolindo em seco.
" Vamos Ellie, você consegue, é só descer pelas plantas aí do lado." Dizia para sí mesma.
Quando se convenceu, colocou um pé ali, depois o outro, e aí se pendurou completamente nas plantas da parede, suspirou e as desceu com mais facilidade do que pensou que teria.

" Já devem ser 23:20, devo me apressar." Pensou consigo, indo rapidamente até os estábulos e correndo os olhos por ele depressa, a procura do cavalo no qual estava acostumada a cavalgar, quando achou o cavalo negro, rapidamente foi até ele e o selou.

– Vamos amiguinho, eu confio em você. — murmurou, acariciando o focinho do mesmo, e logo o montou, e assim, Ellie deixou as propriedades Phantomhive as pressas.

Um tempo depois que a mesma saiu, Sebastian chegava pela janela do escritorio de seu mestre.

– E então? — pediu Ciel, impaciente.

– Consegui ótimos resultados, bocchan.

– E quais seriam?

Ao mesmo tempo que o mordomo contava tudo que descobriu, a pequena Phantomhive caminhava sozinha por uma ponte simples da fria Londres, esperando Leo.

– Onde ele se meteu? — resmungou. — já deu meia noite a um tempo...

Ela sentiu algo quente em seu busto, vinha do...do colar? Ela o encarou, estranhando. O pingente de coração, que antes era completamente prata, o centro estava vermelho, como se houvesse um rubi ali, e na mesma hora, o coração de Ellie começou a, de certa forma, doer.

– Argh! — ela sentia aquela vontade de o arrancar, aquela mesma vontade que se tem quando está com dor de dente.

E então, o pingente de asas começou a reluzir, e algo como uma espécie de fumaça saia dele, antes que a jovem pudesse ver o que era, sua visão começou a embaçar, ela queria gritar por ajuda, mas não conseguia, mal entendia o que estava acontecendo, seu corpo estava começando a pesar, já não se aguentava mais de pé. E a última coisa que viu antes de desmaiar, foi o sorriso sádico de Leo.

– Boa noite, docinho. — ele ironizou, antes de vela desmaiar ao seus pés.

Ainda na mansão, o conde havia terminado de ouvir tudo com uma raiva imensa.

– Mas afinal, o que esse maldito é?! — resmungou.

– Não está obvio, bocchan? — Sebastian sorriu. — ele é um anjo.

Notas finais
BABADO ROSA CHICRETE!! NOSSA SENHORA DAS BICICLETINHA! OQ ESSE FDP QUER COM A ELLIE? Sinto que ele terá a cabeça brutalmente arrancada. Rçrç. Gentem, eu posto muito rápido né? Vocês gostam disso ou acham que eu deveria ir mais devagar? Respondam please ;-; e mais: oq vcs acham que o Leo quer da vida? Bezinhos.