Elementus (fic Interativa)

34 John no pais das maravilhas. Parte 1


Notas iniciais
Albert quis ensinar uma lição ao filho e o colocou dentro de um livro infantil, que confusões podemos esperar?

Avisos:
Pode conter John travestido de Alice
John é sempre referido com Alice ou no feminino
Os personagens do livro são os mesmos, porem suas aparências foram substituídas para ficarem iguais aos conhecidos de John, o elenco foi cuidadosamente planejado.
Pode conter cenas de yaoi, lolicon e ecchi. Brincadeira

John no pais das maravilhas


Elenco:

John: Alice

Coelho Branco: Dazer

Rato: Emilia

Lagarta: Stone

Chapeleiro maluco: Dan

Lebre de março: Alf

Rainha de copas: Rafaela

Valete de copas: Siegfried

Gato risonho: Tigore

Tweedledee e Tweedledum: Gemeos

Mordomo: Alexandre

Dodo: Alissa

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JOHN como ALICE



Prólogo:

John estava sentado na cama da enfermaria com seu pai ao lado, em suas mãos ele segurava um grande livro.

–Eu não quero ouvir uma historia – praguejou o garoto de braços cruzados e fazendo beicinho, o pai riu.

–Bem eu sei de um jeito de tornar isso muito mais divertido – Albert se levantou e estalou os dedos, John antes que pude-se dizer algo sentiu tudo girar e a escuridão tomou conta do ambiente, se sentiu dando de cara no chão, era macio e levemente úmido, o garoto abriu levemente os olhos, estava enxergando, nem podia acreditar ele se levantou sorridente em um salto e logo olhou pra si mesmo, usava um vestido e seus cabelos eram cumpridos como os de uma garota.

–Que droga é essa? – logo após perguntar irritado ele ouviu a voz suave e calma do pai:

–Eu o coloquei dentro da historia, acho que vai se divertir muito mais assim filho – respondeu o velho rindo.

–Você é um velho baixo e senil sabia? – gritou John olhando para o teto as mansão onde estava – eu não vou participar dessa coisa idiota!

–Então vai ficar ai, só pode sair quando a historia acabar – Albert começou a rir e fumaça de raiva saia da cabeça do garoto que batia os pés – agora se me permite eu vou começar a historia se quiser sair daí...

–Tudo bem – murmurou John cruzando os braços com raiva.

–Eu não se esqueça você é Alice agora – completou o diretor.

–Ah vai se fu.....

E assim depois de muita discussão familiar e xingamentos a historia finalmente pode comer


Cap 1 entrando pelo buraco


Uma rotina diária, uma paz diária. Alice estava aborrecida com sua vida. Mas por que? Porque olhar para papeis se tornou tão penoso que a garota quase dormia os lendo, nenhum deles era sobre crimes, roubos ou algum tipo de violência.

–O que disse? – perguntou Alice olhando entediada para o mordomo.

–Nada em especial – respondeu disciplinadamente se levantando, por algum motivo lembrava muito Alexandre, os cabelos eram castanhos o rosto arrogante e usava um terno, a garota quase tossiu ao vê-lo.

–A-Alexandre? O pai te colocou aqui também? – o mordomo fez uma cara de desentendimento.

–Perdão senhorita Alice eu não sei do que esta falando, como sabe muito bem meu nome é Mikael – afirmou o mordomo que tinha a mesma voz de Alexandre.

–Hum claro que é... “esqueci, eu sou Alice” pensou ainda olhando o homem – nesse caso me traga um chá.

–Entendido – ele fez uma reverencia educada e saiu dali. A garota então se viu sozinha naquele escritório cercada de papeis desinteressantes e o fogo da lareira era a única fonte de som, ela olhou os jardins por cima da cadeira e avistou um coelho.

-O que é isso? – se perguntou em voz alta, bem na verdade não era bem um coelho, mas sim um garoto vestindo uma fantasia de coelho branco com orelhas e uma calda felpuda. A garota se levantou e começou a correr pela mansão ate chegar nos jardins, olhou desesperada em volta e viu o coelho correndo.

-Mas é o Dazer – afirmou a si mesma correndo na direção do coelho que olhava um relógio de bolso prateado – Ei Dazer! – chamou em voz alta, o coelho se virou e olhou para ela piscando nervosamente os olhos e guardando o relógio no bolso.

–Eu sou o coelho branco, estou atrasado, preciso encontrar a rainha, ai ela vai me machucar se eu me atrasar – ele deu as costas para Alice e começou a correr pelos jardins.

–Ei espera – pediu correndo atrás do garoto fantasiado, que jogo doentio seu pai estava fazendo cm ele? Não bastava ser Alice tinha que transformar os outros estudantes em personagens? Ela continuou a correr atrás do coelho que saltava muito mais rápido, depois de uma súbita curva viu-o saltando para dentro de um buraco, correu para perto verificar o que era, porem tropeçou e caiu dentro da enorme fenda.

Era uma sensação muito estranha cair por um buraco no chão, tudo era muito estranho lá dentro parecia não ter mais os sentidos que só voltaram quando bateu em um chão duro, porem sem se machucar.

–Que droga foi essa? – perguntou a si mesmo levantando e apalpando o corpo, ainda usava aquele vestido de empregada, olhou em volto um tanto tonta e viu que estava muito maior que tudo ali, Dazer o coelho corria por entre suas pernas.

–Se eu não for mais rápido vou me atrasar 3 minutos – afirmou ele olhando o relógio e passando por Alice.

–Ei, Dazer onde você vai? – coelho nem olhou para a garota e abriu uma pequena porta com 30 centímetros de altura, entrando e trancando.

–O que? Ele me ignorou? – depois de se perguntar isso ouviu uma voz feminina e infantil.

–Tão fofa, senhorita – chamou a voz.

–Essa voz... – Alice se virou avistando uma garota loira correndo alegre me sua direção, era claramente Emilia porem como Dazer estava também fantasiada com uma calda e orelhas de rato.

–ALICE – gritou ela se jogando para abraçar a morena, ambas caíram no chão e Alice gemeu de dor.

–Emilia? — perguntou na esperança de ouvir uma resposta lógica.

–Essa é a senhorita rato – afirmou uma mulher ruiva e bonita, era Alissa que vestia uma fantasia de ave – e eu sou a Dodô – explicou em uma voz meiga enquanto a loira suspirava e fazia carinho na cabeça de Alice.

–Fofa! Fofa! Fofa! – ela parou de repetir isso e fitou Alice tinha a esperança de perceberem que ela na verdade era um minino, que era John – essa roupa de empregada não é nada fofa! – afirmou Emilia, quero dizer a senhorita Rato.

–Eu não tive escolha e eu não sou Alice – afirmou desesperada olhando para a loira – o narrador idiota insiste em dizer que sou uma garota, mas eu não souç.

–Ah? É claro que você é uma garota, olha o seu cabelo, e você á Alice – declarou a rato se levantando e rindo – na escola de ratos o professor sempre nos falava sobre você, é você, é você. Alice!

–Tudo bem, tudo bem eu “sou” Alice e onde estamos? Na França? – perguntou esfregando a cabeça que doía, a senhorita Rato riu e balançou os longos cabelos loiros.

–Não seja boba, esse é o pais das maravilhas – disse ela piscando para a Morena – assim que trocar de roupa nós vamos tomar chá.

–Você disse “pais das maravilhas”? – perguntou Alice que havia se esquecido do livro onde estava, de repente tudo começou a girar e olhando sua visão desembaciou estava usando um vestido azul com branco e uma meia calça preta, em seu cabelo negro havia uma fita – m-mas que droga é essa?! Eu sou um garoto e meu nome não é Alice! – declarou irritada porem ninguém pareceu ouvir, ela de repente percebeu estar sentada no colo da Dodô que sussurrou em seu ouvido “me coma” Alice deu um pulo assustada e encarou a ave – o que? – a ruiva riu.

–É o que diz no bolo – respondeu colocando um cupcake rosa em cima da mesa de chá, havia uma etiqueta escrito “me coma”

–É tão fofa – gritava a senhorita rato, Alice encarava o bolo.

–Tem uma cor tão estranha – comentou – tem certeza que isso é comestível?

–É muito delicioso – afirmou a Dodô – vá em frente pode comer todo.

–É tudo tão bom, obrigada pela comida – disse Emilia... senhora rato em uma voz extremamente alegre e infantil pegando um cupcake rosa e levando a boca.

–E-ei Emilia, tenha mais cuidado – advertiu Alice, porem era tarde mais o rato já tinha comido todo o bolinho e fez uma cara fofa.

–Delicioso – A rato parecia estar bem – parece com tarte de limão, chá vitoriano com sanduiches, chá e panquecas, coelho assado e curry – disse, Alice não entendeu nada.

–Que gosto é esse? – perguntou a morena roxa de nojo, a Dodô e a rato riram, porem a loira parou subitamente parecendo se sentir mal.

–O que foi, você esta vem?

–Senhorita? – perguntou a Dodô.

–M-me sinto estranha – então e menina soltou um alto grito e começou a crescer, e a crescer, cresceu tanto que ficou do tamanho de 8 alices – o que é isso?! – ela olhava assustada para o próprio corpo enorme – estou enorme, eu não fico fofo assim – afirmou chorosa e sentando no chão.

–Emilia – Alice correu na direção dela, as lagrimas da roto começaram a cair no chão eram enormes, do tamanho de bolas de basquete que estouraram no chão quase atingindo a pequena Alice que desviou bem a tempo – Emilia não chore, por favor! – uma lagrima a acertou a deixando ensopada, a Dodô se aproximou nervosa e começou a gritar:

–Mesmo enorme você continua a mesma, continua fofa como sempre!

–Mas meus pés estão enormes não vou poder usar sapatos fofos assim! — gritou ainda chorando suas enormes e dolorosas lagrimas.

–É só com isso que esta preocupada?! – Alice parecia irritada e sem paciência, porem magicamente já estava seca. “tem que haver... tem que haver algo que eu possa usar”

–Pegue isso – declarou a Dodô tirando um frasco de liquido azul de dentro do sutiã.

–Da onde vocês arrumam essas coisas?

–É- é muito embaraçoso, -mas farei de tudo para salvar minha senhora, porque eu sou, sua fiel empregada – afirmou a Dodô, Alice suspirou não acreditando que teria de fazer aquilo

–Entendi – ela então pegou o frasco da mão da preocupada Dodô, a rato continuava a chorar desesperadamente – Emilia! beba isso! – no mesmo instante que Alice jogou o frasco para a ela a loira parou de chorar e sorriu.

–S-sim isso vai funcionar! Se não a bolo eu posso beber suco de morango... morango... morango! – sua voz ecoou pelo local.

A senhora rato, por vez, ignorava os outros quando falavam e é demasiada egoísta. A nossa aventura no pais das maravilhas acabou de começar, John ainda terá que se acostumar a ser Alice.As tormentas da garota ainda não terminaram.


Cap 2 Coelho Branco


As três estavam em uma espécie de lagoa, a Dodô nadava, a senhora rato estava deitada em cima de uma grande bóia rosa e Alice dentro de uma canoa branca com azul remava com dificuldade.

–Como nós viemos parar aqui? – perguntou a si mesma olhando em volta, uma imensidão azul.

–Alice, por aqui, rápido! – chamou a senhora rato de maneira energética acenando para a garota.

–É fácil dizer, você não esta remando – retrucou Alice se parar a cansativa tarefa, tudo ficou em silencio por alguns segundos ate que o grupo ouviu vozes se aproximando.

–um, dois, um dois um, dois, um dois, um, dois, um dois – uma grupo de quatros pessoas remavam em marcha militar pelo lago, seu barco era cumprido e dourado, eles pararam do lado da canoa da garota e se levantara, o primeiro era Yuko e vestia uma roupa azul, a segunda era Anna usando uma roupa rosa e o terceiro era Danzo usando uma roupa verde de sapo.

–Oi Alice, esta se esforçando? – perguntou Yuko de uma maneira convencida, ele se levantou e ficou encarando a garota.

–Só falta um pouco para avistar a terra – afirmou Danzo tirando o pirulito da boca e piscando.

–Não faça essa cara, tem que sorrir! Sorria! – mandou Anna colocando as mãos no rosto.

–Vocês sabem onde fica o lado contrario desse lado? – perguntou Alice friamente virando a cabeça para olhar os arredores.

–Lago?! – perguntaram os três juntos.

–Isso é um lago! – exclamou Danzo rodopiando feliz e balançando os braços para o alto.

–Eu sempre achei que era um oceano – completou Anna.

–Não digam coisas idiotas – mandou Yuko rindo confiante e sorrindo – tem muita água aqui, obviamente é um rio.

–Um rio com água – comemorou Danzo.

–com ou sem água é o mesmo – respondeu Anna balançando o dedo em um sinal negativo.

–Se tem água é Algéria – afirmou Yuko.

–O som da água fluindo pelo rio – cantarolou um velho sentado no fundo do barco, ele usava pantufas de coelhinhos, Alice o olhou demoradamente, porem não o reconheceu.

–Então é mesmo um rio? – perguntou Danzo.

–Sempre achei que era um oceano – reafirmou Anna.

–Não diga coisas idiotas, tem muita água aqui, aposto que é o Amazona – declarou Yuko, o velho ficou os olhando.

–Parem logo com essa conversa de doidos! – ordenou Alice friamente e com severidade.

–D-do... Dodô sou eu – gaguejou a ave que tinha aparecido do nada dentro da canoa de Alice – me perdoe se a irritei – a morena revirou os olhos e fez uma cara de “deus me tire daqui”.

–É o coelho branco – afirmou Danzo apontando para o horizonte, Alice também olhou e avistou Dazer vestido de coelho correndo na direção deles a uma grande velocidade, estava correndo por cima da água. Ele passou reto correndo e saltitando seu ao menos olhar para os dois barcos, Anna suspirou admirada.

–Maravilhoso...

–O coelho branco esta correndo sobre a água, então isso é uma ilha – disse o ruivo com os olhos brilhando e com o pirulito na mão.

–Não, não! – afirmou Yuko – se tem um coelho correndo significa que a tartaruga vem atrás! – Alice ficou os encarando confusa.

–Ei, espere, Dazer, não me deixe para trás! – gritou a garota pulando na água.

–Alice! – gritaram desesperados todos os presentes, a garota não conseguia nadar e simplesmente começou a afundar, porem não era salgado nem doce era uma se ela pude-se respirar ali dentro, sentiu alguém segurar a sua mão e começar a puxá-la, fechou os olhos desejando que aquilo acaba-se.

Quando abriu os olhos viu o seu azul, não estava molhada, estava seca e deitada em uma praia com o coelho branco ao seu lado.

–Por favor senhorita Alice, pode ir ali se trocar esta na hora do chá – ele apontou para uma pequena cabana de troca entregando um bonito vestido rosa com chapéu a garota que relutou.

–Preciso mesmo colocar isso? – o coelho fez que sim com a cabeça – rápido, rápido não podemos nos atrasar para o chá – tudo bem – ela irritada pegou as roupas e caminhou ate a cabana de troca, retirou o vestido azul com branco e colocou o rosa, ajeitou a veste e se olhou no espelho “droga eu fico bonito como menina” ele balançou a cabeça freneticamente tentado tirar aquele pensamento e colocou o chapéu, estava na hora seja lá do que – eu não gostei de usar esse vestido – afirmou saindo do local de troca.

–Com quem esta falando meu passarinho travesso? – perguntou uma voz masculina e suave, Alice se viu sendo segurado por um homem loiro e muito bonito, de terno branco e um sorriso alegre, era Eduard – eu estava esperando ansioso por esse encontro, minha querida – Alice fez uma cara de medo e de nojo.

–Não toque em mim! – gritou ela se debatendo.

–Mesmo me tratando assim você é a melhor!

–Me solta Eduardo.

–Eduardo? Eu não conheço – ele deu uma risadinha e um beijo na bochecha da garota – venha dançar com essa tartaruga.

–Pare! – ordenou a garota sendo carregado, Eduardo ficou chorosa e a largou no chão, se virou e começou a chorar, a morena reparou que tinha um casco de tartaruga nas costas.

–V-você não quer dançar comigo?! – perguntou chorando e fazendo um patética encenação – que pecado! – ele ficou de quatro no chão – esta usando esse corpo delicado para me seduzir! – ele começou a imaginar imagens perturbadoras de Alice com Lingerie em poses sexuais.

–Eu não fiz nada disso! – a tartaruga continuava a chorar e a encanar.

–Ah, será que posso perdoar os pecados deste passarinho travesso? Mesmo que a rainha perdoe esse crime eu não posso perdoá-la, você partiu meu coração – gritou chorando ainda mais de joelhos na areia, em um piscar de olhos ele se levantou e parou de chorar – venha my lady, me de sua mão.

–Espere ai, esse pais tem uma rainha? – perguntou Alice interessada.

–É claro, a rainha de copas é a senhora mais linda de todas que existem! – afirmou o loiro com brilho nos olhos azuis – gostaria de conhecê-la? Nesse caso tem que... – antes de terminar a frase musica começou a sair do casto de tartaruga e o homem conduziu Alice em uma dança – vai dançar comigo, não é? – eles então começaram a dançar juntos ao som das românticas musicas que enchiam os ouvidos com melodias agradáveis – isso, isso é assim mesmo passarinho – dizia a tartaruga com uma voz sedutora no ouvido da menina.

–Quando vai parar com essa humilhação? – questionou Alice irritada, porem sem parar de dançar.

–Ate conseguir dançar elegantemente com seu vestido, ou sem ele – terminou a frase com um sorriso malicioso e Alice engoliu em seco – se quiser visitar o palácio real tem que saber o mínimo a Dan... – a garota pisou forte no pé do loira usando a ponta do salto alto, ele chorou de dor e a musica parou subitamente – não foi nada mau, se continuar assim vai ser um bom par de dança – afirmou se esforçando para esconder a dor – mas parece que vou ter que dançar valsa com você por toda a eternidade – completou em uma voz sedutora abraçando Alice.

–Você é tão estranho!

A musica então voltou a tocar.

–Vamos, levante o rosto passarinho. Deixe todo mundo ver o resultado final! – Alice levantou a sobrancelha e olhou para trás, milhares de pessoas os cercavam e aplaudiam, a garoto sem saber o que fazer deixou ser conduzida ate o termino da musica, porem quando viu que estava demorando demais voltou a protestar.

–Me solte, me solte! Não posso perder o coelho de vista!

–Por que, por que você esta perseguindo o coelho?

–É porque... é porque... é porque... em todo o caso pare de ficar dando voltas, estou enjoado!

–Não pararei, não te soltarei, não te deixarei ir, não quero parar! – disse Eduardo sorrindo e segundo as mãos da garota com mais força.

–Que?

–Estou me divertindo tanto, não quero parar! Se eu ficar dando voltas vou poder espalhar meus sentimentos por você passarinho a todos os lugares!

–Minha cabeça... esta girando... – uma espirou de pó dourado começou a se formar acima dos dois.

–Ah! Consigo ver, estou vendo! No coração do anjo que esta lá no céu azul, esta você, o fruto do paraíso – gritava a tartaruga em uma voz soberba – se eu puder ver essa maravilha para sempre eu não pararei por nada.

–Por favor... Pare! – implorou Alice com lagrimas nos olhos.

–Aceite os meus sentimentos!Aceite-os e dance! – eles começaram a rodopiar freneticamente ate o casto da tartaruga explodir e Alice foi arremessada aos céus gritando assustada.

Apesar de sua voz ela é leve como uma pena, basta usar uma pouco de força para a fazer voar. E assim, Alice voou ate um lugar distante.