Elementus (fic Interativa)

35 John no pais das maravilhas. Parte 2


Notas iniciais
Avisos:
Pode conter John travestido de Alice
John é sempre referido com Alice ou no feminino
Os personagens do livro são os mesmos, porem suas aparências foram substituídas para ficarem iguais aos conhecidos de John, o elenco foi cuidadosamente planejado.
Pode conter cenas de yaoi, lolicon e ecchi. Brincadeira

Alice estava em queda, depois de ter sido arremessada aos seus ela finalmente caiu dando de cara na cúpula de um enorme prédio, mas diferente da vida real não doeu mais que uma pequena queda, a garota começou a escorregar pela cúpula ate cair no chão, o prédio parecia o Taj Mahal, porem marrom em vez de branco, a garota começou a esfregar a cabeça.

-Onde estou? – perguntou a si mesma ficando de joelhos no chão e esfregando a cabeça, estava com seu vestido azul novamente.

Ela começou a espirrar e por algum motivo ouviu outro espirro em resposta vindo de alguém escondido, ela começou a olhar em volta procurando a fonte do som. Isso se repetiu por vários minutos espirro após espirro.

-O que esta acontecendo? – se perguntou olhando em volta e acabando de espirrar, em um instante as luzes se acenderam e Alice viu Megan sentada em um enorme trono, usava vestes orientais assim como a musica que tocava ao fundo, em seu colo repousava um enorme e belo tigre branco.

-Esse é o meu palácio. Eu sou a Duquesa. E aquele é o meu melhor cozinheiro – a garota olhou para onde a mulher apontava e para sua surpresa o homem que estava ali era Callum.

-Açafrão, coentros, trevos, canela, cardamomo, cominho, erva doce, anis, alcaravia, sal e açúcar, tudo deve ser preciso como as estrelas e o mais importante... PIMENTA PRETA – gritou ele energético enquanto mexia a receita que fazia, Alice ficou se perguntando “que droga o Callum tem a vê com culinária?” o cozinheiro começou a girar freneticamente o cortados de pimenta ate que todos os presentes estavam espirrando – ainda não acabou! Tenho mais 1533 especiarias para fazer o melhor curry do mundo! – a duquesa sorriu e aplaudiu.

-Muito bem! Esse é o meu cozinheiro! – declarou contente, Alice continuava de joelhos no chão muito confusa – E, por fim a ajudante de cozinha, Alice – a duquesa apontou para a menina que literalmente tinha pontos de interrogação saindo da cabeça, a garota então percebeu que tinha uma batata na mão, porem saiu dos holofotes.

-Não me meta nessas coisas estranhas!

-Não fique tão irritada! – ordenou a mulher – quer comer pimenta de caiena?

-Ah, isso não vai dar senhora. Temos que diminuir a pimenta de caiena e colocar mais gengibre e o mais importante... PIMENTA PRETA – ele voltou a girar o picador de pimenta espalhando o pó picante pelo local, os olhos da menina arderam – saboreiem esse agradável sabor natural! – falava ele energético enquanto picava a pimenta “Essa pimenta ta fazendo mal ao cérebro do Callum! Pensou Alice que espirrava e coçava os olhos.

-Pare logo com isso – mandou a menina, depois que a fumaça de pimenta subiu a duquesa parecia pensativa.

-Ah, tinha esquecido de apresentar nosso ultimo membro – afirmou a duquesa, em seu coloco magicamente surgiu um gato, ou pelo menos parecia um gato que sorria maniacamente, porem era só o Tigure, não que deixa-se de ser estranho.

-Miau, miau – repetiu o garoto sentado no colo de Megan e com sua fantasia de gato.

-Qual o problema desse cara? – perguntou Alice em voz baixa massageando a própria testa – mas afinal quando essa cosia estranha apareceu?

-O que esta dizendo? Ele esteve aqui o tempo todo. Alem disso, ele não é estranho, é o gato de cheshire – o garoto gato encarava Alice com um sorriso doente e assustador.

-Miau.

-Nunca vi uma gato que pudesse sorrir e miar tão perfeitamente...

-Os gatos não são sempre sorridentes? – perguntou a duquesa de uma maneira ingênua – Alice você não sabe de muitas coisas, sabe? – o gato pulou para fora do colo da duquesa que se levantou – Humanos, gatos, tigres e cobras são todos iguais, basta ser simpática e todos serão com você – enquanto ela discursava o gato estava abraçado nas pernas do cozinheiro.

-Sim, sim, é isso mesmo – concordou Callum – porem o mais importa é a PIMENTA PRETA – ele novamente repetiu a ação de picar a pimenta fazendo todos espirrarem.

-Já falei para... parar – disse Alice sem emoção e espirrando.

-O mesmo acontece com a relação entre mestres e mordomos. Mesmo para mim a linda, sexy e fabulosa duquesa e para você, uma pobre ajudante de cozinha, o poder de uma amizade é capaz de superar tudo! É maravilhoso! – argumentou a mulher com confiança.

-Bravo, duquesa – o cozinheiro começou a aplaudir.

-Estou cansada de ouvir vocês falarem, eu vou embora – declarou Alice se levantando e finalmente deixando a batata no chão.

-Ei – falou a duquesa em um tom sombrio – não deve desperdiçar comida!

-É como a duquesa disse. Todas as comidas são uma dádiva dos deuses, não podem ser desperdiçados nem mesmo a pimenta negra! – concordou o cozinheiro.

-Não tente explicar – ordenou Megan – vá meu cozinheiro, puna essa garota – o cozinheiro pegou uma faca e avançou contra Alice que desviou dos golpes, primeiro se abaixou de uma faca que veio do alto, depois para esquerda depois para a direita o cozinheiro não parecia ser muito ágil quando precisava mudar seus movimentos, porem por um erro de calculo a menina não desviou a tempo e as duas alças de seu vestido foram cortadas, ela corou de vergonha e o segurou para que não cais-se, a duquesa riu, o cozinheiro guardou sua faca e a menina ficou de joelhos muito corada. “e-eu nem sou uma menina por que estou preocupado com esse vestido?”

-Então entendeu que não se deve desperdiçar comida? – perguntou a duquesa em um tom doce levantando e olhando para o rosto corado que Alice que fez um sinal positivo – muito bem, como um curry do meu cozinheiro esta delicioso – a mulher colocou a comida a força na boca da menina que engoliu – delicioso não?

-Ate... ate que é saboroso – a duquesa e o cozinheiro sorriram, logo em seguida ouviram um gemido de Alice.

-O que foi? Esta se sentindo bem? Quer mais?- perguntou o cozinheiro contente.

-Isso é... – Alice apertou o próprio peito com a mão.

-Será o mesmo... que aconteceu com a Emilia? – a mulher, o gato e o cozinheiro ficaram encarando a garota que crescia, crescia e crescia, estava 4 vezes maior, 8– a mulher, o gato e o cozinheiro ficaram encarando a garota que crescia, crescia e crescia, estava 4 vezes maior, 8 vezes, 14 vezes estava tão grande que o palácio começou a quebrar para dar espaço a Alice, os três saíram correndo dali apavorados. Um pedra enorme caiu em cima de um empregado o matando.

-Um sacrifício justo – comentou o cozinheiro.

-Colocamos uma lapide mais tarde – respondeu a duquesa.

-Miau, miau – falava o gato que arranhava o chão.

-De qualquer modo, Duquesa o próximo destino esta esperando por nós. Chegou um convite da Rainha – advertiu o cozinheiro mostrando uma carta com o selo real.

-Sim, vamos em frente – concordou Megan – adeus Alice.

-Esperem ai! Se estão indo embora resolvam minha situação primeiro, seus dois estúpidos – advertiu a garota que agora possuía 25 metros de altura, porem eles estavam já muito longe.

Sozinha e em uma situação embaraçosa Alice tinha sérios problemas, mas nunca imaginou que mais coisas embaraçosas iriam acontecer.

Cap 4 Lagarta na linha de ajuda

A gigantesca Alice caminhava pela floresta cujas arvores batiam nos seus joelhos, estava furiosa com a situação.

-Aqueles idiotas, me deixaram completamente sozinho, para onde será que foram eles? Depois que eu os achar vou jogar com toda minha força para caírem em um lugar estranho também! – suas reclamações foram interrompidas por um alto apito.

-Ei pare ai, por favor.

-O que? – perguntou Alice olhando para os lados.

-Esta enganada, esta engana estou aqui em baixo – chamou uma voz aflita – em baixo do seu sapado direito – ela então viu um homem montado em uma bicicleta.

-Quem é você?

-Sou o oficial lagarto que vigia esse local. É um prazer conhecê-la, Alice – respondeu o homem balançando uma calda vermelha de réptil.

-Estou procurando pelo coelho branco, você o viu?

-Você o perdeu e vista? Então você é uma criança perdida? Isso é um grande problema – informou o guarda.

-Sim... pode se dizer que sim...

-Esta tudo bem Alice, não se preocupe! Eu vou ser o seu amigo – declarou o lagarto em um tom amigável e sorridente, Alice suspirou ate que aceitasse, o homem voltou a sorrir e pegou um mapa.

-Você sabe o caminho? – o guarda respondeu hum... – o que foi? – ele levantou a cabeça.

-Desculpa Alice, mas parece que eu trouxe o mapa errado, isso aqui não existe é um mapa da fantasia – disse apontando para um mapa mundi real.

-Se não puder realmente ajudar é melhor não se oferecer para isso!

-Sempre que encontrar problemas é bom verificar tudo aquilo que trouxe consigo – a resposta do guarda foi em um tom Sávio e experiente

-O que eu trouxe? – do nada percebeu que havia algo em sua mão, olhou para ela e viu uma grande vala em uma embalagem rosa – isso é...

-A balinha mágica das emoções. Se comer uma pode acontecer algo divertido – Alice a ficou encarando temerosa.

-Claro, nesse mundo sempre acontece alguma coisa quando comemos. Ficar maior? Ou ficar menor? Não importa qual seja o resultado eu vou me livrar desta forma – ela abriu a embalagem.

-Isso mesmo! Alice, de o seu melhor! Não desista Alice! É você que deve proteger a paz no mundo – a guarda fazia de tudo para a incentivar ate que a menina finalmente comeu a bala.

-O-oque vai ser?

Acreditando nas palavras do Largarto sem nem pensar suas vezes, comeu a balinha. Sinceramente, que Alice mais problemática. Qual será seu destino agora? Não, primeiro quais perigos ela precisara enfrentar?

-O QUE É ISSO?!!!

Tudo isso vai estar na parte 3, vejo vocês lá.