Elementais
4 Capítulo 4
Notas iniciais
tá complicado, mas vou tentar fazer isso avançar...perdoem o texto sem graça de hoje. Boa leitura se é que dá pra chamar de boa ._.
Roberval e Dalila são despertados do jeito mais maravilhoso que poderia existir, com os meninos pulando na cama e ocasionalmente chutando-os, nada melhor do que acordar de madrugada...na verdade eram já seis horas mas para um sábado isso é como acordar uma da manhã. Seus afazeres matinais correram como sempre, um desastre aqui, outro ali...normal. Os meninos tentaram afogar uma perereca na jarra de suco mas nada muito além disso. Dalila estava tentando lavar a louça quando escuta os meninos comentando sobre "amigos novos". Questionou e recebeu um convite, os meninos disseram que seus amigos queriam conhecê-los (Dalila e o marido), Dalila julgou ser uma brincadeira, e como Roberval estava trabalhando, decidiu embarcar na jogo...seria mais fácil controlar os meninos se os distraísse com brincadeiras...
***
Depois do almoço, foram os quatro para onde estava o caminho das borboletas...algumas haviam se descolado do chão e sido levadas pelo vento mas ainda era possível acompanhar a trilha, Dalila não queria entrar na floresta mas os meninos insistiam...estava quase cedendo quando o som de um rato correndo se faz ouvido, estava se aproximando. Dalila recua afastando-se da beirada da mata. Tem horror a ratos, só de pensar já sentia nervoso e ânsias, era o bicho mais nojento que ela conhecia. Chamou os meninos para perto, combinou que iria fazer biscoitos e assim os três foram convencidos a voltar para a casa...se afastaram os quatro o mais depressa que era possível, ao entrar em casa Dalila tranca a porta confinando todos na segurança de casa.
***
Círculo das Fadas
Era noite na clareira, e os cogumelos brilhavam no escuro, iluminando como dezenas de vaga-lumes o círculo das fadas. Grilos e cigarras contavam convidando calor para o dia seguinte, no centro do círculo Vórlumo estava acocorado desenhando com as unhas enormes e sujas de terra no chão enlameado, falava em voz alta prosseguindo com o monólogo.
-[...] remos pesquisar os amigos mais de perto. Iremos ver as iscas e a comida lá na casa, logo, log [...]
Enquanto Vórlumo semeava sua voz rançosa pelo espaço, o vento balançava com cada vez mais força a copa das árvores acima deles. Iria começar a chover, então a reunião estava encerada. Vórlumo parou de desenhar e levantou, todos fizeram o mesmo e cada um foi para um lado, se embrenhando no verde enegrecido da floresta. Os cogumelos aos poucos se apagaram pela saída dos gnomos e aos poucos as cigarras também encerraram seu canto, no chão de terra preta apenas um rabisco feito por Vórlumo, visto de cima dizia: "mate-os".
Notas finais
bjs (:
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