Elementais

5 Capítulo 5


Notas iniciais
Gente...deve estar uma merda mas mandem ver na leitura...cês não tem comentado então COMECEM LOGO!
beijinhos *-*

Manhã do dia seguinte.

Dalila se enrolava tentando fazer o dejejum dos meninos e do marido antes que todos acordassem e sua concentração fosse procurar a até então desaparecida Olímpia e também sumisse. Dalila cavou e revirou todos os cantos da casa procurando a cafeteira...os meninos haviam amarrado um barbante nela tal como coleira e saído arrastando-a pela casa enquanto a chamavam de "cachorrinho", sendo que depois disso, ela, não vendo mais a cafeteira, questionou os trigêmeos "Onde os senhores puseram minha cafeteira?" , os meninos olharam com cara de paisagem, então ela perguntou de outra forma "Ondes vocês levaram o cachorrinho?" ao que eles responderam em uníssono "ao canil!" e dispararam a correr para a sala.

Não achando a cafeteira, Dalila resolveu fazer um suco simples de laranja. Começou a montar a mesa mas pensou ter ouvido o som de um rato correndo, coisa que a deixou atenta pois tenha horror a roedores...atrás dela a janelinha acima da pia deixava entrar a claridade nublada do sol nascente, Dalila lavou a louça, estava cantando e enxaguando o último prato quando um movimento rápido no alto da janelinha chama sua atenção. Ela olha e não vê nada além dos raios solares ascendo por detrás das árvores...prossegue com o enxague e vai para o armário guardar o prato que ela havia usado para bater os ovos, uma sombra rápida e minúscula se projeta na porta do armário, algo correu lá fora, Dalila imaginou ser o tal do rato então fechou a janela.

* * *

Na porta da casa.

Se alguém estivesse na sala frente a porta grande de madeira teria visto. Enquanto Dalila terminava de pôr a mesa, sombras minúsculas corriam e saltitavam no quintal, podendo ser vistas aos pés da porta no estreito espaço. Lentamente a maçaneta redonda girou, algo tentando entrar.

* * *

Enquanto isso, na cozinha...

Dalila virou as costas para a porta e começou a fazer os sanduíches, quando escuta uma batidinha curta, vai até a porta, a batida era a madeira dela socando de leve a parede com a brisa vinda do quintal...a porta estava escancarada...Dalila se pergunta mentalmente quem abriu mas desiste, não há de ser nada, fecha a porta e volta pra cozinha, ao descobrir que seu trabalho está terminado, retorna e entra no banheiro para tomar um banho rápido, tira as roupas e adentra o boxe...mas assim que liga o chuveiro as luzes se apagam.

* * *

Trigêmeos

Dionísio abre os olhos com medo, tremendo e volta a fecha-los com força, a meio minuto atrás alguma coisa levantou sua blusa e começou a arranhar com a unha cumprida e pontuda do dedo indicador suas costas infantis e continuava a fazer isso...de cima á baixo e então todo o caminho novamente.

* * *

Gnomos

Se espalharam pela casa com agilidade, rastejando escada acima, escalando as paredes, saltitando e girando, gargalhando baixinho como bêbados. Chegaram ao quarto dos trigêmeos e resolveram se divertir um pouco com os meninos. Medo é sempre divertido. Arranharam com suas unhas pontiagudas as costas nuas de Dionísio, assobiaram cantigas sinistras de duendes no ouvido de Cícero e espetaram também com as garras a barriga de Heitor. Logo se cansaram da brincadeira. O homem seria complicado de carregar então levariam as crianças. Elas obedeceriam, iriam segui-los. Depois eles se virariam para se resolver com a mulher.

* * *

Parte detrás da casa.

Dalila enrolada no roupão ligava novamente a luz da casa, havia desligado por algum motivo. Quando deu a volta na varanda avistou seus filhos entrando na floresta e correu atrás das crianças atravessando o quintal em disparada. Os meninos sumiram na floresta mas ela sabia aonde poderia encontra-los. Na clareira. Correu pra lá.

* * *

Clareira.

Os meninos obedeceram, enquanto choravam de medo se sentaram na centro do círculo de cogumelos. Era só o que precisavam fazer. Por enquanto.

* * *

Dalila.

Chegando a clareira, Dalila vê suas crianças chorando no centro do círculo de cogumelos. Tenta se aproximar mas então congela aos som de dezenas de ratos correndo. De repente um monte de criaturinhas monstruosas invadem o centro da clareira como formigas em um formigueiro. Eles abrem caminho, o mais feio de todos brota da floresta arrastando os braços com garras compridas. Ele dá um sorriso macabro e se aproxima.

-Eu sou Vórlumo...amigo.

Então as laterais de sua boca se rasgam deixando fileiras de dentes a amostra e ele salta, na direção do rosto de Dalila, os outros acompanham se amontoando sobre a mulher. E ela grita. Grita muito alto.

Notas finais
:O COMENTEM!
ok? ^^