Ei, esse Seme é meu!

11 Viva la vida – Coldplay


Notas iniciais
Escolhi essa música por que... Por que sim! *------* MORRAM DE INVEJA, MEU PROFESSOR DE HISTÓRIA GOSTA DE FULL METAL ALCHEMIST! Eu caso com ele um dia (nãaaaaaaaaaaaaao!)!!! Bom, mais um capítulo feito de lagrimas e açúcar pra vocês meus pôneis de melão... Mordidinhas e tenho uma curiosidade para meus amores nas N.F.

“Eu costumava dominar o mundo

Mares se agitavam ao meu comando

Agora, pela manhã, durmo sozinho

Varro as ruas que costumava possuir”

On. Pov Autora

Akashi praticamente desabara ao se afastar de Kuroko. Mesmo que nenhuma lagrima fosse vista em seus olhos, sua expressão era fria e dolorosa, como se houvesse acabado de assistir a um filme de terror.

Se bem que, aquele fim de namoro era mais assustador que um simples filme para ele.

Não tinha cabeça para assistir outras aulas, portanto foi para o terraço novamente, suas idéias pareciam clarear naquele local.

– Você demorou. – disse uma voz rouca assim que abriu a porta.

Os olhos heterocromáticos do ruivo se arregalaram e ele virou o rosto bruscamente para o lado.

– SHUUZOU?! – praticamente berrou.

O moreno sorriu e se dirigiu ao ex-namorado.

– Achei que não vinha mais.

– Você ficou aqui o tempo todo? – Akashi estava chocado. – mas o sol...

– Têm uma sombra bem ali. – apontou para uma minúscula área coberta do terraço. – eu acabei dormindo.

– Mas mesmo assim, você podia ter pego uma insolação, como você...

– Shh – o mais alto colocara um dedo sobre os lábios do menor. – está tudo bem. Resolveu o que precisava?

O ruivo baixou o olhar, lembrando-se melancolicamente da “resolução” de seu problema.

– Sim.

– Você pode chorar se quiser, sabia?

– An? – os olhos de Akashi encontraram-se aos brilhantes de Shuuzou.

– Se quiser... – acariciou o rosto do menor. – pode chorar mais, eu sei que aqui ainda está doendo. – tocou suavemente no peito do rapaz. – não precisa se fazer de forte na minha frente.

E, mais uma vez, o frio e sádico Akashi caiu em desespero. Deixando suas lagrimas rolarem livremente por seu rosto pálido.

– Como você pode me conhecer tão bem...? – perguntou com a voz falha.

Shuuzou sorriu gentilmente e abraçou o menor.

– Quando amamos uma pessoa, fazemos de tudo para saber o máximo sobre ela. Então, por favor, volte a me amar.

Os braços do ruivo tremeram, mas ele abraçou o pescoço do maior e disse numa voz quase muda:

– Eu nunca deixei de te amar... Shuuzou...

“Eu costumava jogar os dados

Sentia o medo nos olhos dos meus inimigos

Ouvia como o povo cantava

Agora o velho rei está morto!

Vida longa ao rei! "

“Um minuto eu detinha a chave

Depois as paredes se fechavam em mim

E percebi que meu castelo estava erguido

Sobre pilares de sal e pilares de areia”

Numa das salas de aula do segundo ano, Himuro tentava, inutilmente, se concentrar na aula.

Mas certo gigante arroxeado não saía de sua cabeça.

Murasakibara, há dois dias, havia o convidado para assistir a chuva de meteoros que logo poderia ser avistada da cidade. O moreno ficara todo vermelho e quase que sua voz não saía ao dizer “sim”.

Será que Murasakibara estava gostando dele? Será que podia ter esperanças depois de tantos anos?

Cerrou os punhos e desviou o olhar para o chão.

Não podia ter esperanças. Se o maior não se lembrava dele, dificilmente iria sentir algo pelo próprio.

“Mas ele não mudou nada desde aquela época...”, pensava o moreno, “será que as coisas podem acontecer novamente?” acertou uma tapa na própria testa, chamando a atenção de alguns estudantes que o olharam como se ele fosse louco, “idiota, claro que não! Pare de ter esperanças”!

Olhou distraidamente pela janela, vendo um certo arroxeado matando aula enquanto devorava uma barra de chocolate.

“Arg, por que tinha que me apaixonar logo por esse idiota?”, pensou, desviando o olhar para o professor e, finalmente, conseguindo prestar atenção na aula.

“Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando

Os corais da cavalaria romana cantando

Seja meu espelho, minha espada e escudo”

Miyagi finalmente terminará de organizar o palco. A apresentação seria no fim da semana, tudo deveria sair perfeito! Os professores até o liberaram das aulas, pois sabiam o quando suas peças eram incríveis e sempre traziam publicidade ao colégio.

O loiro-caramelado respirou pesadamente e se sentou na superfície de madeira que era o palco, completamente esgotado.

– Precisa de ajuda? – perguntou timidamente uma voz. – Momoi-san e Riku-sanme disseram que precisava.

O maior ergueu o olhar, deparando-se com um garoto pequeno, com sobrancelhas um pouco grossas e cabelos castanhos arrepiados.

De certa forma ele era... Fofo.

– Melhor não oferecer, por que senão vou abusar da sua boa vontade. – disse o loiro-caramelado numa falha tentativa de rir. – hm... Seu rosto me é familiar... Você é?

O moreno ajeitou a guitarra pendurada em suas costas e disse:

– Yukio. – sorriu de canto. — Kasamatsu Yukio.

“Meus missionários em uma terra estrangeira

Por um motivo que eu não sei explicar

Quando você se foi não havia

Nunca uma palavra honesta

Era assim, quando eu dominava o mundo”

– Que incrível Shin-san! – disse Takao sorridente como sempre.

O esverdeado sorria um tanto metido, pois qualquer coisa que fizesse que envolvesse trabalho mental, ele era o melhor. Nesse exato momento, conseguirá finalizar mais de trinta relatórios em um único dia, batendo os vinte e oito do último presidente do concelho estudantil.

– Obrigado. – disse o maior sorrindo enquanto ajeitava os óculos.

Takao alargou seu sorriso e inclinou-se em direção ao maior.

– Shiiin-saaan... – disse com a voz manhosa;

– Hm? – o esverdeado ergueu os olhos dos papéis, encontrando com os calorosos do menor.

O mesmo corou levemente e deu um selinho nos lábios do namorado.

– Eu te amo. – a voz de Takao sairá meio tremida.

Midorima corou furiosamente e puxou bruscamente o menor pela cintura.

– Shin-s-

Teve os lábios tomados apaixonadamente pelos do namorado que envolvia firmemente a cintura fina do moreno. As mãos habilidosas do esverdeado subiram um pouco o uniforme do menor, acariciando a pele quente de seu quadril.

– Eu também te amo.

Takao corou ainda mais, baixou o olhar enquanto mordia o lábio inferior e disse:

– Eu... – apertou a blusa do maior. – eu... E-Eu... – respirou fundo e seus olhos fixaram-se nos do namorado. – que quero fazer.

– O que? – o mais velho pareceu perdido por alguns segundos.

Engoliu seco novamente e manteve a voz firme:

– Eu quero fazer amor com você.

Os olhos de Midorima se arregalaram, sua boca abriu e fechou algumas vezes, até que finalmente conseguiu lembrar-se de como falava, e sabiamente disse:

– An? S-Sério...?

– Não me faça repetir isso... – baixou os olhos, extremamente corado. – eu já não disse que quero? Apenas faça.

O esverdeado engoliu seco.

– Tem certeza disso?

– Tenho.

Midorima levantou-se bruscamente da cadeira, segurando a mão do namorado e o puxando em direção ao corredor.

– Vamos.

Takao tentou respirar, mas não conseguia.

Era agora.

Não havia como voltar atrás.

“Foi o terrível e selvagem vento

Que derrubou as portas para que eu entrasse

Janelas destruídas e o som de tambores

O povo não poderia acreditar no que me tornei”

Kagami quase morrera de tanta ansiedade, de tanto que queria que a aula acabasse logo.

Queria ver Kuroko.

Precisava ver Kuroko.

E isso não era normal. Não entendia como o azulado podia causar tanto efeito em si. Lhe parecia exagerado, mas era a verdade.

Sem ele, não conseguiria viver.

“Revolucionários esperam

Pela minha cabeça em um prato de prata

Apenas uma marionete em uma solitária corda

Oh, quem realmente ia querer ser rei?”

Ogiwara sentia-se esquecido.

Mesmo que estuda-se no mesmo colégio que Kuroko, houvera um erro e ele foi parar em outra sala, apesar de estarem no mesmo ano. O menor não fora falar com ele desde que se mudara para o dormitório.

– Por que ele ainda não veio me ver...? – murmurava para si mesmo.

Largou-se irritado em sua cama.

– Que droga...

Girou na cama, com os olhos fixos no teto.

“Provavelmente, não vai vir me ver”, pensou frustrado, “mas nada vai mudar se eu continuar aqui”.

Levantou-se da cama e dirigiu-se a saída do dormitório.

Estava na hora de ver o seu Kuroko.

“Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando

Os corais da cavalaria romana cantando

Seja meu espelho, minha espada e escudo

Meus missionários em uma terra estrangeira”

Em cima de uma arvore, certa rosada, e certa morena anotavam tudo o que viam num caderno.

– Isso vai dar uma tremenda confusão. – disse a de cabelos longos.

– Eu sei... – suspirou a de cabelos curtos. – podemos ajudar, mas não podemos obriga-los a gostar de outras pessoas.

– É complicado, mas tudo bem! Daremos um jeito!

A de cabelos escuros riu e bateu na mão da colega, num toque que apenas as duas conheciam.

– Sim. Daremos um jeito.

“Por um motivo que eu não sei explicar

Eu sei que São Pedro chamará meu nome

Nunca uma palavra honesta

Mas, isso foi quando eu dominava o mundo” (x2)

Off. Pov Autora

Notas finais
>...........< CAP MELOSO NÉ? Arg, isso é o que acontece quando uma garota tá apaixonada! (mentira, é só drama mesmo). MINHA GENTE, VOCÊS SABIAM QUE NO JAPÃO TÊM UM FESTIVAL DE FERTILIDADE? Se chama "Kanamara Matsuri", e meio que eles DESFILAM COM A P**** DE UMA ESCULTURA DE DOIS METROS E MEIO DE UM PÊNIS GIGANTE! (desnecessário eu falar sobre isso, mas preciso falar!) Eles fazem doces em forma de pênis, balões em forma de pênis, FANTASIAS em forma de pênis... P****! Pesquisem as fotos do festival no google e tenham seus cérebros estuprados! XD Mordidinhas e ja nee!!!