Ei, esse Seme é meu!

16 Candy Shop – 50 cent


Notas iniciais
Tô azul depois de escrever esse cap. *-* Kami-sama, como eu sou perva... Que vergonha *cora violentamente*. Primeiro, MIL DESCULPAS pela demora, segundo... SOU UMA PERVERTIDA! EU SEI! CARAMBA! *----* Esse foi um dos lemons mais pervos que já escrevi na vida (tá calor aqui ou é impressão?). ENFIM. Cá está o desfecho de MuraHimu! *0* esse casal completamente mordivel! E não poderia ser outra música pro desfecho deles né? Eu não coloquei ela traduzida por que... Tipo... Quem conhece, sabe que essa música é MUITO pervertida. Então achei melhor não botá já que tem músicas que são boas só em inglês... Espero que gostem do cap meus pôneizinhos! Mordidinhas e ja nee!!! *0*/

“Yeah

Uh huh

So seductive”

On. Pov Himuro

– Obrigada por seu trabalho duro Himuro-san. – disse a senhora.

– Não há de que. – sorri para ela e guardei meu avental. – até segunda-feira.

Vesti meu casado, apesar de ser quase primavera, o fim do inverno era extremamente frio. Enrolei o cachecol no pescoço e saí do estabelecimento, encontrando com Murasakibara encostado a parede do lado de fora.

– Atsushi! – surpreendi-me. – o que faz aqui? Não estava fazendo um trabalho de química?

– Já terminei. – disse ele. – estava com fome e quis passar aqui.

– Existem várias lojas de doces além dessa aqui. – falei sorrindo.

– Mas eu queria vir na do Murochin.

– Ah... Certo. – meu rosto corou. Nunca iria me acostumar com o modo direto dele. – e-então vamos. – ergui a mão. – acho que chegaremos a tempo d-

Ele me calou puxando meu rosto para trás e rapidamente colou seus lábios aos meus.

“I'll take you to the candy shop

I'll let you lick the lollypop

Go 'head girl don't you stop

Keep going 'til you hit the spot”

“I'll take you to the candy shop

Boy one taste of what I got

I'll have you spending all you got

Keep going 'til you hit the spot”

Ele atacou calorosamente minha boca com seus lábios famintos, aquecendo completamente meu rosto.

– Murochin – disse com a voz manhosa. – já faz cinco dias, nove horas e trinta e sete minutos que você prometeu que eu podia. – as mãos grandes do maior puxaram-me para si, num abraço cálido. – você não vai mais fugir de mim.

Muito quente.

Por que Murasakibara sempre conseguia me fazer sentir tão quente apenas com beijos e palavras? Isso me deixava louco!

“You can have it your way, how do you want it

You gon' back that thing up, or should i push up on it

Temperature rising

okay, let’s go to the next level”

– Atsushi eu…

– Sem escapatórias dessa vez.

– M-Mas...

– Shh. – colocou um dedo sob meus lábios. – venha comigo.

Uma de suas mãos escorregou para meu pulso, logo em seguida entrelaçou seus dedos aos meus.

Sabiamente, me mantive calado. Simplesmente, não me vinha nada a cabeça para eu protestar. Aliais... Por que eu estava com medo? Eu não era mais virgem, havia perdido com um desconhecido quando estava bêbado. Nem me lembro do rosto do cara, na verdade, só me lembro da dor que sentia em meu quadril no dia seguinte.

Arg, eu devia ter me guardado para Murasakibara.

Mas agora a merda já estava feita. Não havia como voltar.

Mordi meu lábio inferior e apertei sua mão. Confiava nele. Não me faria mais algum.

Por que eu sei que ele nunca me machucaria. Já que agora nosso amor é reciproco.

“Dance floor jam packed, hot as a teakettle

I break it down for you now, baby its simple

If you be a nympho, I'll be a nympho”

– Feche os olhos. – sussurrou-me Murasakibara.

Fiz o que ele disse e senti o chão sumir aos meus pés, ele havia me pegado no colo.

– Não abra até eu mandar. – advertiu-me.

Bufei, estava curioso. Senti uma venda ser posta sobre meus olhos, pensei em protestar, mas tenho certeza de que não adiantaria nada.

Ouvi Murasakibara conversar com uma mulher em francês, eu havia vivido um tempo na America do Norte, haviam alguns bairros franceses lá então consegui captar palavras como “pronto”, “ir” e “certo”, nada que me ajuda-se a entender o que se passava.

Após um tempo, senti meu corpo ser deitado cuidadosamente numa superfície macia. Tive meu cachecol e casaco removidos, o local era um pouco aquecido.

– Atsushi – falei com a voz irritada. – me deixe ver...

– Espere mais um pouco.

Senti alguma coisa ser posta em meus tornozelos, pareciam braceletes. Em meus pulsos também.

– O que está fazendo? – perguntei já ficando estressado.

– Calma Murochin, você vai gostar. – a voz dele parecia um pouco mais rouca.

Ouvi o tilintar de metal batendo um no outro. Logo em seguida meus braços foram puxados para cima e eu não conseguia mais abaixa-los, a cada vez que puxava, ouvi novamente aquele tilintar. Meus pulsos estavam presos.

– QUE PORRA É ESSA?! – gritei.

Tentei me mover, mas meus pés também estavam presos.

Eu estava de joelhos, os pulsos presos acima de minha cabeça e meus tornozelos presos para trás.

– Não se preocupe Murochin... – senti uma de suas mãos tocarem meu rosto delicadamente. – vai ficar tudo bem... Vai ser bom...

“In the hotel, or in the back of the rental

On the beach or in the park, just whatever you into

Got the magic stick, I'm the love doctor”

O ar parecia estar ficando cada vez mais quente naquele comodo, engoli em eco e senti que tremia. Ouvi outro tilintar, desta vez mais baixa e o barulho de tecido rasgando, minha camisa escorregou de meu corpo em tiras.

– EI! – reclamei.

A voz grave de Murasakibara riu e logo em seguida minha calça se desfez em tiras, deixando-me apenas com minha box roxa.

“Have your friends teasin you

'bout how sprung I gotcha

Wanna show me how you work it baby

No problem get on top

Then get to bouncing round like a low rider

I'm a seasons vet when it come to this shit”

– Agora pode abrir os olhos. — arroxeado retirou a venda de meu rosto.

Acostumei-me rapidamente com a luz baixa do local. As paredes possuíam uma cor vinho, as luzes eram esbranquiçadas e fracas. Estava sob uma cama forrada por uma colcha preta e macia, repleta por travesseiros listrados com branco e cinza.

Até aí tudo bem.

Mas havia uma espécie de mesa em forma de U rodeando o lado da cama em que Murasakibara estava sentado frascos e potes de vidro repletos por doces, caldas e morangos. E alguns outros materiais que eu desconhecia.

A minha frente, o arroxeado vestia apenas uma calça preta, o abdômen definido perfeitamente em seis gomos completamente exposto, humilhando minha barriga lisinha e branca.

Então resolvi prestar atenção em mim.

É, eu realmente estava apenas de box. Minhas roupas estavam retalhadas e jogadas ao lado da cama. Havia uma espécie de suporte preso ao teto, correntes estavam enroscadas a ele e ligadas às tiras de couro em meus pulsos. Meus tornozelos estavam presos por correntes amarrados às grades laterais da cama.

– O que é isso? – olhei incredulamente para o maior que comia um bombom.

– Achei que entenderia de primeira. – sorriu ele. – eu vou devorar o Murochin!

“After you broke up a sweat

you can play with the stick

I'm trying to explain baby the best way I can

I melt in your mouth girl, not in your hands (ha ha)”

Continuei a olha-lo espantado. Eu havia concordado em fazer sexo com ele, MAS O QUE TODA AQUELA LOUCURA TINHA HAVER COM ISSO?!

– TÁ FICANDO DOIDO?! SOLTE-ME!!!

– Não.

Ele virou o torso, observando os materiais sob a mesa e escolheu um que se assemelhava aquelas varinhas de vidro que usávamos nas aulas de química para misturar substancias em béqueres.

– Vai ser divertido Murochin, não precisa ficar estressado.

Mergulhou a varinha num pote que continha chocolate (reconheci pelo cheiro) e depois apontou-a em minha direção.

Tocou a varinha levemente em meu mamilo esquerdo, deixando pequenas gotas rodearem o botão rosado.

A sensação gélida do chocolate arrepiou-me, deixando meus botões eriçados. Murasakibara observava minha expressão lambendo os lábios. Molhou a varinha mais algumas vezes no pote e cobriu completamente meus mamilos com o doce que começava a escorrer até meu abdômen.

Ittadakimasu.

“I'll take you to the candy shop

I'll let you lick the lollypop

Go 'head girl don't you stop

Keep going 'til you hit the spot (x2)”

Seus lábios cálidos tocaram suavemente meu mamilo esquerdo, a mistura do liquido gélido com seu hálito quente era entorpecedora, minha mente nublou-se ao sentir a língua do arroxeado saborear o doce em minha pele.

Meus braços tremeram e minhas mãos ficaram fracas. Quase não conseguia sentir o sangue que mal corria por eles que já estavam há muito tempo levantados.

Torci o pescoço para trás quando os lábios fartos do maior passaram a chupar com força minha pele pálida. Ele se separou brevemente de minha pele, enchendo uma xícara com o chocolate derretido e em seguida a derramando em meu pescoço arqueado.

O liquido escorreu por todo o meu torso, onde Murasakibara fazia questão de limpar com seus boca faminta.

– Murochin é delicioso... – sussurrou com a voz rouca.

Pegou um morango e rodeou um de meus mamilos com ele.

– Nee Murochin... Prove. – colocou a pequena fruta sob meus lábios.

Dei uma pequena mordida, sentindo o amargo de o morango misturar-se ao doce do chocolate. Murasakibara colou seus lábios aos meus, entrelaçando nossas línguas e roubando parte do morango de minha boca.

Suas mãos firmes seguraram minha cintura, enquanto as unhas curtas acariciavam minha pele.

Está ficando mais quente, ou é impressão minha?

“Girl what we do (what we do)

And when we do (and when we do)

The things we do (things we do)

Are just between me and you (oh yeah)”

Novamente, apartou o beijo e vasculhou a mesa. Escolhendo um objeto que imediatamente eu reconheci e senti meu rosto entrar em combustão tamanha era a vergonha.

Onde ele havia conseguido aquilo?!

O arroxeado afundou metade do objeto dentro do pote repleto de glacê e direcionou-o até minha boca, encostando-o aos meus lábios.

– Murochin... Abra a boca... – disse manhosamente.

Meu rosto estava muito quente, eu deveria estar completamente vermelho. Mas mesmo assim separei meus lábios e deixei que o objeto adentra-se minha boca.

Murasakibara começou a mover o vibrador para frente e para trás, fazendo-me engasgar algumas vezes. Ele me observava enquanto lábia sensualmente o lábio inferior e movia o objeto com ainda mais velocidade em minha boca.

Meu baixo ventre formigava, deixando-me ainda mais envergonhado ao ver a marca que começava a se formar em minha box.

O arroxeado retirou o objeto úmido de minha boca e levou aos próprios lábios, lambendo-o de ponta a ponta, as ametistas fixas em meus olhos, com uma expressão sedutora. Depois tornou a por o objeto sob meus lábios, indicando que eu fizesse o mesmo.

Ainda haviam uns poucos resquícios de glacê ali, nervoso, lambi-o e vi os olhos de Murasakibara brilharem ao observar minha expressão completamente constrangida.

“Give it to me baby, nice and slow

Climb on top, ride like you in a rodeo

You aint never heard a sound like this before

Cause I aint never put it down like this

Soon as I come through the door

she get to pullin' on my zipper”

– Já está bom. – ele colocou o vibrador de volta a mesa e suas ametistas se voltaram para mim. – eh... Já está tão duro Murochin... – massageou minha ereção por cima da box.

– Calado idiota... – reclamei.

Murasakibara apertou minha ereção com força, fazendo-me soltar um longo gemido e contorcer-me sem força preso as correntes.

O maior riu e pegou uma pequena chave, soltando meus tornozelos, arrancou minha box e puxou minhas pernas para frente, pondo-as uma de cada lado de sua cintura.

– É maior do que pensava. – disse ele sorrindo e acariciando a cabecinha rosada de meu membro.

Meus braços doíam de tanto ficarem esticados, mas os toques quentes do maior faziam-me ignorar qualquer dor.

Lambeu o lábio inferior e esticou-se, pegando a mesma xícara de antes, mas dessa vez a mergulhou na calda quase transparente de morango.

Derramou o liquido gélido sobre meu membro, um barulho semelhante a o ronronar de um gato escapou de minha garganta, arqueei a coluna, consequentemente roçando minha ereção contra o abdômen definido de Murasakibara.

Ele gemeu baixo com sua voz extremamente rouca e agarrou minhas nádegas, levantando meu corpo até que minha ereção ficasse na altura de sua boca e abocanhou-a completamente.

– Mur- Aaah! – quase gritei tamanho era o prazer que sentia.

O maior não perdeu tempo em chupar com mais força, perdi completamente a noção de tempo, situação, lugar... Só conseguia sentir aquele calor absurdo que se apossava de meu corpo e as pequenas gotículas de suor que escorriam por minha pele um tanto grudenta por causa do chocolate Alguns fios colavam-se a minha testa e meus olhos lacrimejavam. Joguei minha cabeça para trás, deixando um gemido realmente alto escapar, colorindo meu rosto de vermelho com ainda mais vergonha por deixar esse tipo de som sair de mim.

“It's like it's a race

who can get undressed quicker

Isn't it ironic how erotic it is to watch em in thongs

Had me thinking 'bout that ass after I'm gone

I touch the right spot at the right time”

– Ainda não Murochin. – sussurrou ele parando o que fazia quando eu estava quase no ápice.

Fiz uma careta e o xinguei baixinho, o arroxeado limitou-se a rir e desatou o cinto da calça.

Começou a escorregar o tecido pelar pernas torneadas. Perdi completamente o folego ao ver o TAMANHO de seu membro marcado pela box preta que mal o cobria direito.

PUTA MERDA, EU VOU RASGAR AO MEIO!

Murasakibara deve ter visto o desespero em meu olhar pois afagou carinhosamente meu rosto.

– Vai ser gostoso Murochin. – sussurrou.

Ele pegou um pequeno frasco e despejou o conteúdo em excesso por seus dedos, logo em seguida, senti sua outra mão separar meus gomos e um de seus longos dedos circularem minha entrada.

Agarraria seus ombros com toda a força que tinha se não estivesse com os pulsos presos.

O primeiro entrou.

E eu gritei.

“Lights on or lights off, she like it from behind

So seductive you should see the way she wind

Her hips so slow mo'

on the floor when we grind”

– Atsushi… — em algum lugar encontrei minha voz abafada. – aah...

– Murochin. – beijou-me desesperadamente enquanto outro dedo forçava minha entrada. –tão apertado...

Fechei os olhos com força. Envergonhado. Como ele conseguia dizer essas coisas?!

– N-Nã- Aaah...! – o terceiro conseguiu abrir espaço e lagrimas escaparam de meus olhos. – d-dói...

– Já vai passar.

Estocou-me com os três dedos, minhas pernas estavam tremulas e toda a força se esvaiu de meu corpo. A queimação chegou aos meus braços quase sem sangue circulando e eles tremeram, minhas mãos contorciam-se, os tilintares das correntes se tornavam mais frequentes.

Murasakibara soltou um barulho semelhante a um rosnado com a garganta e espalhou um liquido transparente por seu membro. Segurando meu quadril em seguida e começou a sentar-me sobre seu membro.

Meus gritos foram abafados por seus lábios.

KAMI-SAMA NÃO IA CABER AQUILO TUDO NÃO!!!

– P-Pare! – consegui dizer. – n-não vai caber...!

– Que fofo Murochin. – disse ele sorrindo levemente. – mas eu te preparei muito bem. Não se preocupe.

– M-Mas...

– Shh. – beijou-me novamente e empurrou completamente meu quadril para baixo.

Não impedi um soluço que rasgou minha garganta.

Doía.

Ardia.

Era enlouquecedor.

Murasakibara limpou minhas lagrimas com os dedos cuidadosamente e se passaram vários minutos até que eu me acostuma-se com todo aquele volume dentro de mim.

Assenti com a cabeça, dando autorização para que ele se movesse, e o arroxeado não perdeu tempo. Logo suas estocadas se tornaram rápidas e profundas, acertando violentamente minha próstata e fazendo-me gritar de prazer.

Em algum momento, Murasakibara soltou as correntes dos braceletes e meu corpo caiu exausto sobre o dele. O mesmo segurou minhas pernas e me colocou de bruços, sem sair de dentro de mim. Suas mãos agarraram firmemente meu quadril e as estocadas passaram a ser mais selvagens. Meus braços formigavam com a volta da circulação sanguínea por eles agarrei as cobertas escuras da cama. Não conseguia manter meus joelhos firmes, então em momento algum Murasakibara largou minha cintura.

Senti seu peito suado colar-se a minhas costas e suas mãos atrevidas apertarem fortemente meus mamilos, levando-me a loucura. Uma seguiu até meus lábios enquanto a outra tratava de massagear meu membro dolorido de tão excitado.

Um de seus dedos atreveu-se em minha boca enquanto seus lábios colavam-se ao meu lóbulo, deixando gemidos roucos e palavras nada descentes escaparem.

Gritei ao finalmente sentir o ápice chegar, ao mesmo tempo que um liquido quente inundou completamente meu interior.

“Long as she aint stopping, homie I aint stopping

Drippin wet with sweat man it’s on and popping

All my champagne campaign

bottle after bottle, it’s on

And we gon' sip til every bubble in the bottle is gone”

Larguei-me completamente acabado no colchão e Murasakibara saiu de dentro de mim. Largou-se ao meu lado e me puxou para seu peito.

– Gostou? – perguntou com a respiração ainda ofegante.

Respirei fundo e dei-lhe um breve selinho.

– Gostei.

Ele sorriu.

– Mas se fizer isso de novo, eu vou te castrar.

Ele riu e acariciou meus cabelos com delicadeza.

– Acho que não Murochin... Faremos isso muitas... – uma de suas mãos agarrou minha cocha e a puxou por cima de suas pernas. – e muitas vezes.

Dei-lhe um soco na cabeça e virei-me de costas para ele, fazendo um bico emburrado.

Ouvi novamente sua risada rouca e seus lábios tocarem meu lóbulo.

– Eu te amo Himuro.

Em seguida ele abraçou-me como se eu fosse um ursinho de pelúcia e adormeceu em questão de segundos

Revirei os olhos, mas coloquei uma mão sobre seu braço que rodeava minha cintura e sorri.

– Também te amo meu gigante idiota...

“I'll take you to the candy shop

I'll let you lick the lollypop

Go 'head girl don't you stop

Keep going 'til you hit the spot (x4)”

Off. Pov Himuro

Notas finais
Sou uma pervertida né? *apanha* NHAAA AMORES! TRADUZI UMA ONE-SHOT YAOI! Ele é meio doida, mas, particularmente, adoro ela! Quem quiser ler cá está o link: http://garotaotaku.webnode.com/mangas/kunpuutango/