Notas iniciais
EU NÃO MORRI. Oi pôneis da terra. Desculpas pela demora -_-' eu realmente NÃO tinha tempo. Trabalhos, ensaios do teatro, provas, meus quinze anos, vida... ENFIM. EU SINTO MUITO MESMO GENTE, É SÉRIO. Não queria ter demorado tanto '-'. Se a imagem desse cap não estiver aparecendo, não me culpem. Meu tumblr tá frescando (eu posto as imagens no Tumblr para depois passa-las para cá), aí postei do meu Webnode e tentei passar pra cá. OBRIGADA PELA PREOCUPAÇÃO KLAINE, VOCÊ É UMA FOFA! Bem, esse cap não tá muito grande, sorry. Cap dedicado à umasociopataembukuro. TÁ AÍ SEU FINAL NIJIAKA AMORE! Mais uma vez, desculpas, e vou tentar postar mais rápido. Mordidinhas e ja nee!!!

“Chame de mágica

Chame isso de verdade

Chamar isso de mágica

Quando estou com você”

On. Pov Nijimura

– Moto vermelha. – falei.

– Moto azul. – disse o ruivo.

– Amarela.

– Cinza.

– Pret- Essa brincadeira tá chata. – Akashi bufou.

– Concordo com você. – suspirei.

Vi-o tornar os olhos para a rua movimentada. Deviam ser por volta de quatro e meia da tarde. O sol começava a se por, deixando o céu num tom alaranjado e um tanto avermelhado como os cabelos do meu ruivo.

A garçonete finalmente chegou com nossos pedidos, deixando a bandeja com dois sanduíches e dois enormes copos de refrigerante sobre a mesa.

– Finalmente! – Akashi abriu um mínimo sorriso e deu uma enorme abocanhada no sanduíche. – oh... Isso é de Deus... – a boca dele estava repleta de molho.

Aquela cena me era brevemente familiar. O rosto sujo com o molho um tanto transparente, acho que era molho italiano...

– Não vai comer? – perguntou o ruivo arqueando uma sobrancelha.

– Ah, vou. – olhei para o sanduíche, mas não tinha a mínima vontade de comer. – hm... – inclinei-me sobre a mesa e peguei minha mochila, retirando minha pasta. – você terminou a lista de física que o macaco louco passou?

Akashi riu, consequentemente engasgando com a comida e o rosto ficou completamente vermelho.

– Macaco louco? – sua risada era realmente suave, delicada. – eu sei que ele tem um cabeção, mas... – pôs-se a rir novamente. – mas respondendo a sua pergunta, sim, eu terminei.

– ótimo. Será que pode me ajudar aqui? – sorri de lado ao ver seu rosto alegre e lhe mostrei minha lista de exercícios. – não consigo saber se uso “Vovô ateu”, ou “Vovô pegou vovó mais duas amigas dela” (N/A: SÓ QUE QUE FICO WTF COM OS APELIDOS QUE INVENTAM PARA AS FORMULAS EM FÍSICA?!). Tentei usar aquela terceira formula, mas acho que... Está me ouvindo?

Akashi olhava distraidamente para mim com um sorriso de canto bobo nos lábios. Seus olhos heterocromáticos encontraram com os meus e ouvi-o dizer quase num sussurro:

– Ei.

– O que foi?

– Eu te amo muito, sabia?

Dito isso, puxou-me pela gravata do uniforme e colou os lábios aos meus, pegando-me de surpresa.

“E eu me parto

Me parto em dois

Ainda chamo de mágica

Quando estou perto de você”

“E eu não, não (X2)

Eu não sei a verdade

Não sei (X3)

Não quero mais ninguém além de você”

Fiquei bobo ali. Completamente estático.

OI, O QUE EU PERDI?

AKASHI HAVIA ME BEIJADO POR VONTADE PRÓPRIA?

ELE DISSE QUE ME AMA?

O menor lentamente afastou os lábios dos meus, uma expressão gentil e apaixonada se encontrava em seu rosto, a boca levemente avermelhada pelo beijo e as bochechas coradas.

– M-Mas e aquele menino? – perguntei perdido. – aquele de cabelos azuis?

Akashi baixou os olhos brevemente, uma expressão melancólica passou por seu rosto e logo ele tornou a sorrir, ainda sem olhar para mim.

– O Tetsuya? – riu brevemente pelo nariz. – Ele tem o Kagami-san, não precisa de mim. E eu... – ergue o olhar envergonhado para mim. – eu tenho você...

Aproximou o rosto do meu, colando nossas testas. Sentia sua respiração irregular bater contra minha pele.

–... E apenas isso me basta. Você foi o único que ficou do meu lado nos momentos difíceis. – deu uma risada nervosa. – quando os meus pais me colocaram para fora... Você estava ali, cuidando de mim e... Quem me ajudou a conseguir uma bolsa de estudos também foi você. Quem me apoiou no sonho de abrir um Salão de Beleza foi você, não riu de mim quando eu disse que queria ser cabeleireiro. Mas nos... Brigamos. Brigamos tanto e eu nem sei por que. Tudo parecia ser motivo para nos discutirmos mais e mais... Só que eu... Te amo tanto. Tanto... Acho que isso não é normal, eu... Desculpa, falei demais... – afastou nossos rostos.

– NÃO! – eu praticamente gritei, chamando a atenção de todos na lanchonete.

Corei furiosamente sob os olhares curiosos dos outros clientes e olhei para o chão, tomando as mãos de Akashi entre as minhas.

– Na verdade... Não quero que pare. Quero te ouvir. Tudo. Até o final. Me arrependo tanto de tudo o que fiz, de todas as brigas que tivemos. Desculpe-me por ter sido tão ciumento, sei que você nunca me traiu, nem trairia, mas eu estava com tanto medo de te perder. Fiquei cego e... Não quero que pare, nunca mais pare. Fique comigo...

Agora foi minha vez de aproximar nossos rostos.

–... Para sempre. – aproximei nossos lábios. – Eu quero você. Agora.

“Não sei, não sei (x2)

Não

Eu não sei a verdade

Não sei (X3)

Não quero mais ninguém além de você”

– E-Espera... – ele corou. – a comida, e estamos em publico, e...

Beijei-o subitamente.

–... V-Você não terminou sua lista e...

Mais um beijo.

– Ok. Você me convenceu. – disse o ruivo sem folego.

Sorri com sua resposta e chamei a garçonete, paguei a conta e escapulimos dos olhares curiosos das pessoas no estabelecimento. Algumas garotas murmuravam “ai, que fofinho”, já outros diziam “credo, tá cada dia pior!”, homo fóbicos.

Mas quer saber?

Foda-se.

Off. Pov Nijimura

“Chame de mágica

Me parte em dois

E com toda a sua mágica

Eu desapareço de vista

E eu não consigo superar”

On. Pov Akashi

Em nenhum momento Shuuzou soltou minha mão.

Ele me levou de volta ao colégio, trancando-nos em meu quarto no dormitório. Literalmente, jogou-me na cama e subiu em cima de mim.

– S-Shuuzou calma! – empurrei seu peito antes que ele me beija-se. – estamos indo rápido demais e...

– Eu esperei quase dois anos Akashi. Não me peça para ter calma. – seus olhos marinhos brilhavam ao me encarar. – todas as noites eu me lembrava de você. Dos seus lábios... – acariciou levemente meu lábio inferior com o polegar. – do seu cheiro. – aspirou ao aroma que meu pescoço exalava. – da sua pele macia. – acariciou meu rosto. – dos seus gemidos. – empurrou uma cocha entre minhas pernas, fazendo minha voz manhosa sair. – de você.

Tomou meus lábios carinhosamente enquanto suas mãos agarravam meus quadris possessivamente.

– Eu quero você. Novamente. Agora...

Segurou minha mão, entrelaçando nossos dedos, em seguida, pôs a outra mão dentro do bolso da calça sorrindo.

– E para sempre. – pôs uma aliança em meu anelar, tornando a unir nossas mãos.

“Não consigo te superar

Ainda chamo de mágica

É uma joia preciosa”

Era apenas a isso que meu rosto se resumia.

Várias lagrimas começaram a escorrer por ele, deixando Nijimura aflito.

– O q-que houve Akashi? – ele perguntou limpando freneticamente as pequenas gotas salgadas que não paravam de escorrer. – eu fiz algo errado?

– É justamente o contrario idiota! – reprimi o choro e abracei seu pescoço. – está perfeito! Perfeito! Eu sou seu, pra sempre, até ficarmos velhinhos e trocarmos fraldas geriátricas ao invés de beijos!

– Isso foi um pouco broxante...

Ri de sua expressão desconcertada e o beijei, colando seu corpo delineado ainda mais ao meu.

– Eu... Também senti sua falta. – mordi o lábio inferior. — principalmente aqui. – descaradamente apertei seu membro por cima da calça.

Nijimura gemeu baixinho e passou a morder carinhosamente meu pescoço. Separou brevemente os lábios avermelhados de minha pele e retirou meu moletom, logo tornando a me marcar como seu.

“E eu não, não (x2)

Eu não sei a verdade

Não sei (x3)

Não quero mais ninguém além de você”

– Não deixe... – sussurrou deixando sua respiração mesclar-se com a minha. – não deixe mais ninguém te tocar desse jeito.

– Não deixarei. – joguei a cabeça para trás, dando-lhe completo acesso ao meu pescoço.

Nijimuta aproveitou-se de toda a pele exposta e marcou-a com seus lábios famintos. Em algum momento, minha camisa foi desabotoada e jogada no chão. O moreno não perdia tempo, nem folego, beijando-me deseja e apaixonadamente.

Deslizei minhas mãos até a barra de seu moletom, separando nossos lábios por meros segundos para retira-lo e tornamos a nos beijar.

Senti a pele quente em meus dedos ao começar a desabotoar sua camisa. As mãos firmes do maior agarraram minhas cochas, colando-as a sua cintura.

– Eu te amo Akashi... – murmurou com os lábios colados ao meu lóbulo, fazendo-me arrepiar completamente.

Gemi baixinho quando meu cinto começou a ser desatado e terminei de desabotoar sua camisa, fazendo-a deslizar por braços delineados.

Mais um beijo.

Mais uma caricia.

Mais quente.

Shuuzo fazia o simples se tornar absurdo.

“Não sei, não sei, não sei, não

Eu não sei a verdade

Não sei, não sei, não sei,

Não quero mais ninguém além de você”

Paramos para respirar e minha calça foi retirada. Corei ao sentir o olhar devorador de Nijimura sobre mim. O moreno inclinou-se sobre meu corpo e aproximou o rosto de minha ereção coberta pela box branca.

Quase enfartei ao vê-lo morder o lábio inferior, e erguer o olhar para mim com um sorriso malicioso.

– Senti falta dos seus gemidos sabia?

Enfartando em 3,2...

O moreno continuou com os olhos fixos nos meus enquanto abocanhava sensualmente meu membro coberto. Gemi baixinho e tentei desviar o olhar, mas não conseguia.

Como se desvia de um olhar feroz como esse?

Eu me sentia uma presa sendo seduzida.

“Eu quero cair,

Cair bem longe

Eu quero cair

Cair bem rápido”

– Hm... Shuuzou... – gemi. – Aah...

– Você tem ideia do quão lindo é Akashi? – o moreno começou a retirar minha última peça de roupa.

– Nh...

Sua risada rouca ecoou por meus ouvidos e me vi completamente nu em sua frente.

– Tão lindo... – sussurrou novamente.

– P-Pare de me olhar assim... – gaguejei fechando os olhos com força, mas era impossível pensar assim.

– Olhe para mim. – murmurou contra a parte interna de minha cocha.

Balancei negativamente a cabeça.

Uma mordida marcou minha pele.

– AAH – arregalei os olhos.

– Falei para olhar para mim.

Nervosamente, desviei meus orbes heterocromáticos para Shuuzou que sorriu docemente.

– Finalmente. – sem aviso algum, abocanhou meu membro.

Já falei que Shuuzou me deixa louco?

“E chamar isso de mágica

E chamar isso de verdade

Chamar isso de mágica”

– Hm... S-Shuuzou... – agarrei aos lençóis esbranquiçados.

Céus, como ele era bom naquilo!

Com o auxiliou de uma mão passou a masturbar-me veemente. Seus lábios quase devoravam minha pele.

– Aaah...

A cada segundo chupava com mais força, mais rápido.

– Não. Ainda não. – segurou a ponta de meu membro e pressionou com força, impedindo-me de gozar.

– Shuuzou! – reclamei.

Ele riu e FINALMENTE retirou o resto de suas roupas, me humilhando com seu corpo perfeitamente delineado.

Por que a barriga dele era dividida e a minha não? Hunf.

Fiz um bico. Nijimura pareceu entender minha frustração e riu, mordeu meu biquinho e apertou minhas bochechas.

– Como consegue ser fofo até nessas horas?

– Idiota... – murmurei.

Inclinei-me para frente e mordi seu lábio inferior, puxando-o para mim, arrancando um gemido rouco de sua garganta.

– Toma-me. Agora.

Shuuzou me observou hipnotizado por alguns segundos e tomou meus lábios novamente.

– Você quer me enlouquecer, não é? – pôs um dedo sobre meus lábios.

Sorri de canto e acariciei seu indicador lentamente com minha língua.

– Akashi... – sua voz ficou rouca de desejo.

– Quero.

O moreno perdeu completamente o controle e segurou firmemente minhas coxas, puxando-as para cima e pondo minhas pernas sobre os ombros.

– Relaxe. – pediu afagando carinhosamente meu rosto.

Respirei fundo, uma das poucas coisas no qual eu detestava ser o Uke era a dor da preparação.

Mas...

O melhor sempre vinha depois.

Após minutos de tortura, finalmente estava pronto. O maior beijou minha testa e penetrou-me.

Numa única estocada.

Quer saber? Que se fodam os vizinhos.

Eu gritei, mas não foi de dor.

Nijimura segurava com firmeza minhas pernas, estocando-me selvagemente. Agarrei-me a suas costas, arranhando-as e ouvindo-o arfar. Uma leve camada de suor cobria sua pele, fazendo o bronzeado reluzir com a mínima quantidade de luz que provinha da janela.

Meus olhos desviaram-se para os últimos raios de sol.

Foi num dia como esse que eu e Shuuzou nos unimos pela primeira vez. Em todos os momentos ele dizia que me amava, chorara ao me ver sentir dor com a preparação. Sorrira ao me ouvir dizer que o amava.

Dizer que ele era único, era pouco.

– Eu te amo. – sussurrou novamente. – eu te amo...

Uma, duas, três vezes. Na quarta, acertou meu ponto G, e gritei ainda mais alto.

– Eu... T-Também... – puxei seu rosto para o meu. – T-Te amo...

Shuuzou sorriu e deu-me um beijo de tirar o fôlego.

Chegamos ao ápice ao mesmo tempo. O moreno mordeu meu ombro com força, deixando uma marca bem profunda.

O maior largou-se ao meu lado com a respiração ofegante, corei ao sentir um liquido escorrer por entre minhas pernas e afundei o rosto em seu pescoço.

– Shuuzou... – sussurrei.

– O que? – disse sem folego.

– Eu te amo.

Nijimura riu roucamente e acariciou meus cabelos.

– De verdade?

Encarei seus orbes calorosos. Sorrindo. Acariciei suavemente suas bochechas e dei-lhe um beijo de esquimó.

– De verdade.

Nunca mais deixarei aquele que realmente amo.

“E se você perguntasse para mim

Depois de tudo isso que passamos

Ainda acredita em mágica?

Sim, eu acredito (x4)

É claro que acredito”

Off. Pov Akashi

Notas finais
Pra quem não conseguiu ver a imagem, cá está o link dela: http://files.garotaotaku.webnode.com/200000164-70c3471bd0-public/O%20FINAL.jpg