Eat You Up
17 Capítulo XVII -> Quem é ele, Luffy?
Notas iniciais
By: AleixiLady

Law PV’s on
Maravilhosa! Minha vida está maravilhosamente ruim!
Primeiro: Monet apareceu diante a mim dizendo que estava gerando um filho meu. Uma coisa que ainda não estou conseguindo crer.
Segundo: Donflamingo... O nome já dá para se perceber no quando a figura se acha, e pior, é o mandante das tais cartas melosamente romântica para meu mugiwara-ya!
Eu simplesmente tenho ódio por esse ser, e olha que eu nem o conheço. Rá. Só o deixa encostar-se ao MEU pequeno para ver se não tem uma guerra!
Quando ele disse aquelas palavras. Aquelas miseráveis palavras, pude sentir meu sangue ferver, vir aquela vontade imensa de matar alguém... A se eu não me controlasse...
Maldito! Cretino!
Sei muito bem que ele disse aquilo para me confundir e me deixar em duvidas quanto ao amor de Luffy por mim, fazendo-me o questionar sobre isso. Ele pensa que está brincando com uma criança inofensiva e boba... Ah, mas não está mesmo!
Por causa desse maldito não conseguir dormir novamente. As desagradáveis palavras dele ecoaram e grudaram em minha cabeça como um chiclete gosmento e nojento.
Maldição!
Ainda estou em minha casa. A noite inteira só fiquei me remexendo de um lado para o outro, achando alguma maneira de esquecer temporariamente o que aconteceu horas atrás... Mas, como o destino é cruel comigo; tudo foi em vão!
Levantei-me e peguei o notebook que estava sobre a escrivaria e voltei para cama. Pesquisei uma cidade no qual poderia ir com Luffy após ele acordar e se recuperar por completo e...
Tenho a máxima certeza que essa purpurina não vai me deixar leva-lo assim... Do nada! Muito mesmo a Monet.
Mas, vou pensar em algo que me possibilita “fugir” deles!
Esta tão calma e relaxante o silêncio do ambiente, porém, meu celular começa a tocar fazendo-me querer tacar ele na parede. Pego ele e olho; quem poderia estar me ligando a essa hora da madrugada.
Monet... (?)
Atendi no modo “viva voz”.
–O que você quer? –Perguntei ríspido.
–É assim que se fala com a mãe do seu filho?
Isso já esta começando a me irritar.
–Monet-ya... Por que você me ligou? – Falei calmo.
–É que eu estou com saudades de você...
Suspiro fortemente e pergunto:
–Você não me ligou apenas para isso. Certo?
–Você gosta realmente aquele garoto?
–Por que a pergunta? – O que ela está querendo afinal?.
–Donflamingo não irá desistir dele...
–Isso eu sei! Nem eu vou! – Falei ríspido – Como eles se conheceram?
–Eh? Ah, em um acidente de carro!
Acidente de carro?
–Como assim? – Eu já estava começando a dar sinais de curiosidades.
– Fu Fu Fu... Se você quiser saber, vai ter que se casar comigo!
Droga!
–Eu não vou me casar com você Monet!
–É o que veremos! – Enfim ela desligou.
Que acidente? Poderia ser essa razão do Luffy ser órfão? Como eles se conheceram?
Ahh! Por que a cada dia que passa mais mistérios aparecem em torno do meu pequeno?
Massageio minhas têmporas quando ouço Dark adentrando no quarto com uma cara manhosa. O peguei no colo e comecei a acaricia-lo, no qual este adorou.
–Está sentindo falta do Luffy? –Perguntei a ele.
O felino me olhou tristonho e pude perceber que ele também sentia falta do mugiwara-ya. Fiquei assim, acariciando Dark até dar o horário para eu levantar.
Levantei-me e fui tomar um banho gelado e fazer minha limpeza matinal. Após isso, não tomei café apenas me arrumei e fui para o centro para comprar algo que eu estava decidido em fazer.
Passei em várias lojas, mas nenhuma tinha o que eu precisava ou se tinha era algo feio e mal feito. Sou muito detalhista, então tinha que ser perfeito.
Já estava dando a hora do meu turno começar, e até agora estava difícil de achar, então optei por mandar fazer do jeito que eu gostaria.
Comecei a procurar uma loja especializada e andei muito pra lá e pra cá, mas enfim achei. Adentrei na loja e logo fui atendido; Era uma loja bem luxuosa, mas não me importo com isso apenas quero que faça do jeito que eu quero.
–Dá para fazer? – Indaguei normalmente.
–Claro meu senhor! Pode deixar com agente! – A pessoa que me atendeu sorriu largo e confiante. Este estendeu a mão para finalizar o acordo, no qual estendi minha mão e apertei forte.
–Hm, quando tem vai demorar? –Indago antes de sair do estabelecimento.
–Provavelmente amanhã atarde! –Respondeu-me casualmente.
–Obrigado! –Por fim saio da loja e vou à direção do hospital.
Que rápido, não? Pensei que iria demorar uns três dias, ou mais.
Vocês devem estar curiosos, certo? Rá. Morrão de curiosidade!
[...]
Cheguei bem na hora e fui direto para o quarto de Luffy. Dou graças a Deus que hoje hospital não receber visitas, isso me alegra, pois aquele ser desagradável não irá vê-lo.
Sou tão ganancioso!
Adentrei no quarto do menor e vi que ele ainda se encontrava dormindo, entretanto, não estava mais no estado vegetativo. Aproximei-me dele apressadamente, precisava acariciar seu rosto... Pergunto-me, desde quando sou romântico e meloso?
Esse garoto fez um estrago em meu coração!
Chequei todos os medicamentos que este estava tomando e estava indo na direção da saída quando ouvi Luffy me chamar.
–Torao... –Ele falou em um suspiro.
Voltei para ele e vi que este estava começando a despertar; Abria os olhos lentamente, a fim de se acostumar com a claridade.
–Torao... –Olhou-me de um jeito atormentador.
Será que ele se lembrou?
–Sim?! Você está bem? – Indaguei preocupado.
–Por que você disse aquilo? –Perguntou-me sério.
–Aquilo? – Eu disse tantas coisas ruins a ele, onde é difícil de acertar qual que ele estava se reverendo.
–Que não me amava! – Sua voz saiu melancólica.
–Luffy, Ouça. –Agachei-me de joelhos perto da cama dele e peguei sua mão e coloquei em meu peito, precisamente onde se encontra o coração- Aquelas palavras que eu te disse foi a pior coisa que eu fiz nesse mundo; Por isso eu te peço perdão!
–Mas, por que você disse aquilo? –Indagou.
–Porque eu ainda não tinha tomado conta dos meus sentimentos por você! Você é o único que conseguiu me fazer conhecer o amor!... Então, me perdoa? –Indaguei.
Ele sorriu bobo e largo.
–É claro que eu te perdoo! – Sorri largo ao ouvir essa doces palavras.
Pode até parecer romântico (até de mais), mas não consigo descrever o que eu sinto agora. São bobas e estúpidas essas estórias de romantismo, entretanto, acho que todo mundo vai cair um algum dia.
Levantei-me e depositei um pequeno selar em seus lábios.
–Hm, você está se sentindo bem? – Perguntei em preocupação pelo estado dele.
–Só estou um pouco com sono, e fraco... –Respondeu-me coçando os olhos.
–Está com fome? – Indaguei novamente.
–Não!... Isso é normal? –Perguntou-me com uma sobrancelha erguida.
–Sim! É por causa do remédio que eu tive que te dar! –Respondi casualmente.
–Isso vai passar logo? –Tentou se sentar, mas impedi.
–Vai e você deve repousar! – Falei.
–Ná... Vou ficar aqui o dia inteiro? Sem fazer nada? – Indagou inflando as bochechas. Coisa fofa!
–Sim! Mas, vou vir te alegrar! –Falei sorrindo.
–Bom mesmo! – Deu uma gargalhada.
–Mugiwara-ya... –Chamei a atenção dele – Quem é Donflamingo?
Ele arregalou os olhos e se desfez o sorriso; sua expressão era de medo.
–C-como você s-sabe? – Perguntou-me gaguejando.
–Ele apareceu ontem aqui! –Respondi – Quem é ele?
Luffy cerrou os punhos e desviou o olhar.
–Vocês se conheceram num acidente?- Indaguei.
Ele assentiu com a cabeça.
–Luffy, me responde quem é ele? Eu preciso saber! –Insisto novamente.
–E-ele é... Minha antiga p-paixão!
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