E l'Amore?

6 Quando corro per lui da Asphodel per tutta la vita


Notas iniciais
Bom... Não me matem. Eu estudo de 13 as 19. E de manha tem natação. Foi mal, gente. Nao gosto de deixar vcs esperando mas o cap e grande pra compensar. Como sempre meu agradecimentos a : Sonhadora Dixon , a fofa que sempre comenta e que quer a filha de Iris dela na fic BloodyLucy, minha leitora que reconheceu minhas artes fofurais Lady Stark que parece que adivinha, pq soube exatamente que eu tinha falado do Chris laysa, sempre ansiosa pelos proximos cap's E Sweet Poppy, eu que te adoro, adoro, adoro... a TODAS vcs que comentaram: Eu lhes amo!! Sério, nunca uma fic minha me deu tanta felicidade.

Percy

Nico já estava lá quando eu cheguei, com a expressão mais cansada que a minha. Suas olheiras estavam mais fundas e ele parecia mais magro que na noite anterior. Aquele peso do mundo, pareceu mais pesado as minhas costas, mas aí Nico olhou para mim e me lançou um sorriso encorajador e eu pensei...

Eu posso aguentar isso por ele...

Caminhei até a varanda é me sentei ao lado de Nico.

– Eu tive um sonho... – comecei para contar o ocorrido, Nico mordia o lábio é tinha uma expressão nervosa. Ele estava uma gracinha.

– Virou Lui King, Jonhson? – Sr. D me interrompeu entrando na varanda é já errando nomes de todo mundo.

– Você quis dizer Luther King? – eu perguntei só para irritar me afundando no sofá. Ia ser uma longa manhã...

Sr. D ignorou meu comentário e foi se sentar em sua mesa de costume. Nico falou dessa vez:

– Você teve um sonho... – ele instigou para que eu continuasse a historia.

Fiz o meu melhor para contar em detalhes meu sonho é o que tinha acontecido com Morfeu.

– Morfeu foi seqüestrado... – disse Quiron devagar, chegando do nada em sua cadeira de rodas e me dando um susto, como alguém numa cadeira de rodas pode ser tão silencioso ao se locomover? – preciso falar com os Olimpianos.Vou tentar fazer contato. Enquanto isso vocês dois vão descansar para a caça à bandeira.

– Mas Quiron.. – eu comecei para falar das aulas, a verdade e que eu queria que ele insistisse para que eu não precisasse ter tarefas naquele dia.

– Eu chamou outra pessoa. Não se preocupe – Legal! Sem aulas. Ele nos laçou um olhar encorajador e depois se virou para Nico — e você Sr. Di Ângelo, trate de botar alguma comida para dentro.

Agradecemos e seguimos caminhando para o refeitório enquanto ele me contava sobre o seqüestro de Perséfone, não pude deixar de ficar um pouco tenso com toda essa historia de deuses seqüestrados .Quando chegamos no refeitório ele estava vazio é nos então comemos na mesma mesa.

Eu tentei ao maximo. Esconder meu desconforto em cair de cabeça em uma missão de novo, mas acho que Nico notou.

– Me desculpe por te meter nisso – ele disse encarando seu sanduíche – Eu fui um egoíst...

– Não, Nico – e logo o cortei – Não foi sua culpa, nunca é nossa culpa esse tipo de coisa. São os deuses que ficam arrumando inimigos, não nos.

– Mas, sei lá sinto que fui eu que te envolvi nessa roubada... – ele continuou me encarando de forma culpada.

Estiquei meu braço e pus minha mão suavemente encaixada sobre a dele e apertei levemente.

– Sairemos dessa, Nico – eu lhe disse. Não era uma promessa só para ele, também era para mim – Eu prometo.

Lancei para ele meu olhar mas confiante. E ele sorriu fazendo meu coração de aquecer. Ele parecia feliz.

– Então... O que vai fazer hoje? – ele perguntou dando uma mordida em seu hambúrguer.

– Planejar com Leo – informei. Já tinha combinado de planejarmos a estratégia juntos, só que na hora que eu tivesse uma folga das aulas lá para umas 14 horas – Quer ir?

– Por que não – ele respondeu devorando mais um hambúrguer – alguém com juízo tem que estar presente nessa reunião.

– Você esta tão engraçadinho – disse brincando com ele — daqui a pouco esta pregando peças com o chalé de Hermes...

– Até que não é uma má idéia – ele respondeu sorrindo.

Acabamos de comer, Nico comeu bastante o que foi bom, porque ele estava muito magro. Íamos caminhando para o bunker 9, quando algo me puxou pelo braço. Uma força invisível começou a me puxar. Rapidamente um medo se apossou de mim, logo pensei no homem do meu sonho, mas o calor familiar me fez reconhecer os dedos fortes na hora.

– Vai indo na frente, Nico – gritei pra ele quando já estava sendo arrastado com força para longe

Ele pareceu confuso mais acenou com a cabeça, então eu me virei e comecei a andar junto com Annabeth (ainda invisível) para a floresta.

***

Caminhamos mata úmida adentro, e apesar de eu sentir que estava soando ela não pareceu se incomodar de modo que sua mão na minha.

Chegamos ao lago em poucos minutos e nos sentamos na beira. Ela tirou o boné é apareceu em toda a sua gloria. Ela estava devidamente trajada para a caça a bandeira embora ainda faltasse muito tempo é tinha um sorriso enorme no rosto. Por alguma razão não fiquei embasbacado e abobado como sempre ficava quando ela sorria daquele jeito, me senti normal.

– O que viemos fazer aqui? – perguntei curioso.

– Queria ver você — ela respondeu apertando minha mão – antes de te dar uma surra na caça à bandeira

Eu ri.

– Muito engraçado – disse em meio as risadas – você deve ter uma estratégia muito boa para ser tão confiante ...

Eu falei só por falar, eu já trabalhara muito com Annabeth e sabia que a estratégia já estava pronta e bem ensaiada. Enquanto eu ainda nem tinha idéia do que fazer.

– Você sabe que eu tenho... – ela respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo – mas nos temos nos visto pouco. Queria passar mais tempo com você !

Ao dizer isso, ela puxou ele para perto e selou nossos lábios com avidez. Me separei dela alguns segundos depois, sem ar.

– Eu preciso ir – eu lhe avisei – pras atividades e conversar com a equipe... Você sabe...

– Percy! – ela chamou, quando eu já estava alguns metros afastado. Me virei – Nos estamos bem, não estamos Cabeça de Alga? – ela me perguntou com um sorriso triste no rosto.

– Claro – eu respondi lhe dando um beijo rápido.

Mas eu menti. Seu beijo havia sido diferente de todos os outros. Parecia insosso. Achei que talvez eu estivesse ainda meio assustado com aqueles sonhos e onde eles podiam me levar. Ou talvez estivesse irritado com Annabeth, já que a minha derrota era eminente.

Fiz o caminho mais demorado para o Bunker 9, para pensar. Numa clareira, que eu nunca tinha visto encontrei um Jason que mais parecia um pimentão.

Já que eu estava sem pressa, me sentei ao lado dele, mas ele não pareceu me notar. Estava encarando o nada , como se estivesse lembrando de algo.

– O que houve, Super Homem? A Lois Lane te deu um fora? – eu perguntei lhe dando um soquinho no ombro devagar.

– Acho que a Mulher Maravilha roubou meu coração – ele respondeu com um sorriso triste no rosto, como se a brincadeira tivesse um embasamento real.

– ‘Ta tudo bem cara? – ele parecia estranho, eu me preocupei, aquele não era o Jason que eu conhecia. Sempre alerta, com os olhos perspicazes e postura altiva.

– Percy... E-Eu... Estou com – Nem pude acreditar. Jason havia gaguejado. Ele me encarava de uma forma que eu nunca tinha visto em seu rosto. Era... – Medo.

– De que? – eu logo perguntei.

– De... De... – ele parecia estar decidindo se me contaria algo ou não.

Eu ia dizer algo encorajador quando ao longe a concha de atividades soou. Ele se levantou com pressa.

– Eu vou dar aula – ele informou, quase como se desculpando. E foi embora correndo.

Eu me levantei em seguida, indo em direção ao Bunker 9, a passos rápidos. Cheguei a porta imponente do lugar em menos de 2 minutos e entrei empurrando a porta grande que por incrível que pareça era bem leve.

Ao fundo da sala, pude ver e ouvir Nico e Leo gargalhando de forma escandalosa. A cena me deu vontade de rir também. Caminhei em direção a eles, ainda rindo.

– Percy! – Leo saldou em meio a gargalhadas, mas notei que os olhos dele estavam vermelhos – Você demorou!

– Encontrei com Jason – eu lhe disse olhando em volta o estado do Bunker.

Leo parou de rir. E me olhou de forma triste.

– O que foi que ele disse? — ele perguntou, seus olhos ainda vermelhos brilhavam.

– Nada demais. – respondi dando de ombros — Ele parecia muito triste, perdido e com medo...

Ele e Nico se olharam numa cumplicidade que não pensai que eles tivessem.

– Bom... – Nico deu uma palma para chamar nossa atenção – nos temos que planejar, não?

– É verdade – Leo acenou com veemência em afirmação e se voltou para mim com seu costumeiro sorriso matreiro, mas com os olhos tristes e depois para Nico – Vocês estão prontos para ouvir o meu plano genial?

***

– Incrível – exclamei logo depois de ouvir o plano, explicado com ajuda de um monitor interativo – Isso pode ser uma vitória linda.

– Ou uma derrota iminente, se alguém perceber – Nico disse com o cenho franzindo e gesticulando com as mãos por sobre o monitor. Fazia tempo que eu não o via gesticulando daquele jeito.

– Vai dar certo – Leio garantiu olhando seu mapa, serio.

***

Estava anoitecendo quando os times se reuniram para a caça à bandeira. Annabeth estava muito bonita em sua armadura. O que me fez achar que o meu “eu” de mais tarde estava realmente louco de não ter sentido nada ao beija-la. Passei meus olhos pelo meu time e me senti mais confiante.

Nós íamos ficar bem.

– Nós não vamos ficar nada bem – sussurrou Nico quando chegou perto de mim, ele parecia ter lido a minha mente, eu ri. – Não ria, Percy!

– Me desculpe – eu disse ainda rindo – Nós vamos ficar bem. Temos guerreiros eficientes, e se o plano funcionar o jogo vai ser rápido – ele me lançou um olhar preocupado. Eu sabia que a muito tempo ele não participava de uma caça a bandeira, muito menos participando de forma importante, mas eu sabia que ele conseguiria – você vai conseguir.

Ele apertou meu braço de forma ritmada, como que para se concentrar. E foi só ai que eu percebi o quão perto estávamos. A uns 5 centímetros um do outro.

Ele pareceu perceber a mesma coisa. Mas não se afastou. Assim como eu. Apenas nos viramos para ouvir o que Quiron sempre dizia antes dos jogos.

– Heróis! – anunciou – Vocês conhecem as regras. O riacho é o limite. A floresta inteira esta valendo. Todos os itens mágicos são permitidos. A bandeira deve ser ostentada de modo destacado. Os prisioneiros podem ser desarmados, mas nunca amordaçados ou amarrados. Não é permitido matar nem aleijar. Os feridos em batalha serão dirigidos a enfermaria e eu servirei de juiz. Armem-se!

Leo apareceu de modo sorrateiro. Ele não vestia armadura. Na verdade ele vestia uma social de botões com as mangas arregaçadas até os cotovelos e os suspensórios davam um ar de “Leo” a roupa e o cinto de ferramentas amarelo parecia destoar da roupa toda. Seus sapatos eram estilo sapatênis e escuros.

– Qual é a da “Beca”, Valdez? – alguém do chalé de Hermes perguntou.

– Eu quero estar bonito quando ganharmos, oras! – Leo respondeu arrancando risadas de todos

Então nós caminhamos todos juntos para o nosso campo.

Nico olhava o chão apreensivo enquanto andávamos. Ele parecia estranhamente... qual era a palavra? “Fofo”.

Ignorei aquele pensamento. Quando chegamos no nosso campo, expliquei o plano e ninguém reclamou. Afinal tínhamos os melhores engenheiros conosco então provavelmente ia dar certo. Gritamos “ Time Azul” e corremos para nossos lugares.

Nico correu para o lado oposto a mim e os Stoll’s pelo meio. Tudo corria como o planejado.

O flanco direito era um velho conhecido meu. Por isso não foi um problema.Abrir espaço entre as arvores e arbustos deixando meu caminho visível para os que me seguiam.

Foi ai que ouvi o primeiro estrondo, no flanco esquerdo. Fiquei alerta, olhei para cima onde os pássaros voavam por causa do estrondo, encontrei pares de olhos a mão cheia.

Desembainhei contracorrente e peguei o apito do bolso. Aquela era uma idéia de Leo: “Se tiverem problemas, apitem. Assim os outros vão poder ajudar.”

Eles caíram das arvores como chuva de verão, do nada e suavemente, apitei fortemente e fiquei em posição de batalha. Os campistas que tinham caído das arvores eram os do chalé de Ares.

Minha equipe de resgate chegou antes do esperado e se engalfinhou com o chalé de Ares, afinal o pessoal de Nemesis não estava para brincadeira.

Passei por entre a luta sem que ninguém me visse. E continuei me trajeto olhando para cima.

O segundo estrondo, no campo dos Stoll’s, não ouve apito. Eles não deveraim ter precisado já que as bombas eram de efeito imediato. Vapor do Sono feito pelo chalé de Hipnos era o que elas continham, mas e claro que o nosso time estava imunizado por uma bebida devidamente ingerida um pouco antes do jogo. Mas assim que um dos nossos concorrentes respirasse cairia no sono.

Corri para o riacho e pude enxergar a bandeira e a mão de Nico se fechando em torno dela. Derepente o sorriso perfeito em seu rosto se desfez e ele foi engolido pela mata.

– Nico ! — eu gritei atravessando o riacho olhando em volta, os cinco guardas do chalé de Atena no chão dormindo.

Eu corri por todos os lados chamando Nico. Até que escurecesse completamente e eu quase não sentisse meus membros de tanta dor e meus pulmões cansados de não ter ar suficiente.

Ele era minha prioridade. Por ele eu correria pelos Àsfodelos por toda uma vida.

Notas finais
E aí? Como fui? Vcs me odeiam?