Notas iniciais
Olá, olá galera! Volteeii com mais um capitulo. Esse eu achei bem legal, hehe. Espero que vocês também achem. u.u divirtam-se.

Depois da luta contra as Fúrias, voltamos à lanchonete, e descobrimos que não havia mais ninguém lá. Todos haviam abandonado o lugar. A nossa pizza estava em cima do balcão, pronta para ser servida para nós. Nos sentamos e comemos sem muita vontade.

Ninguém estava a fim de conversar. O ataque das Fúrias nos pegou de surpresa, quer dizer, todos os ataques nos pegam de surpresa, mas aquele quase que nos mata.

– Devemos voltar para o labirinto depois daqui. – disse Annabeth fracamente.

Estremeci, só de pensar no cheiro de lá. Se a gente continuasse sendo atacado de hora em hora, acho que não chegaríamos ao acampamento tão cedo.

– Eu não quero voltar pra lá. – murmurou Barbara.

– Mas é o nosso caminho mais rápido. – disse Annabeth.

Marcos limpou a boca suja e disse:

– Vocês não disseram que tinha que enviar uma... como é mesmo? Mensagem de arco-íris?

– Mensagem de íris. – corrigiu Percy. – É verdade. Temos que avisar o acampamento.

Ele se levantou e foi à cozinha.

– O que ele vai fazer? – perguntou Igor. – Mais uma pizza?

– Sei lá. – dei de ombros.

Alguns minutos depois, Percy voltou com uma frigideira e um copo cheio d’água.

– Podemos criar um arco-íris com isso. – disse ele.

– Com uma frigideira? – perguntei. – Não seria mais fácil com um Prisma?

– Você tem um prisma? (Tão manso!).

Decidi que era melhor eu me calar.

– Ok. Continue.

Ele foi para fora e jogou a água do copo dentro da frigideira, que devia estar muito quente, por que o vapor que subiu foi grande. A luz do sol passou pelo o vapor que criou um pequeno arco-íris.

– Alguém tem uma dracma? – perguntou Percy urgente.

– Ah, meus deuses. É verdade. – resmungou Annabeth apalpando seus bolsos. – Precisamos de dracmas.

– Rápido!

– O que é dracmas? – exclamou Matheus.

– Ó Íris, deusa do arco-íris, por favor, nos mostre Quíron no Acampamento Meio-Sangue. Hã... É uma mensagem a cobrar. – tentou Percy.

Nada aconteceu.

– Bem... tentamos. – murmurou Dandara. Quando o rosto de Quíron apareceu na névoa de repente.

– Percy? – Quíron sorriu. – Graças aos deuses! Onde vocês estão?

– Deu certo! – sorriu Annabeth.

Parecia que Quíron realmente estava ali, perto de nós. Saímos da nossa mesa e fomos ver a mensagem de íris.

– Oi Quíron. – disse Dandara timidamente.

– Ah, que bom que todos vocês estão bem. – suspirou ele. – Agora me digam onde vocês estão.

– Não sabemos. – respondeu Annabeth. – Paramos para fazer um lanchinho.

– Mas não é isso que queremos falar. – interrompeu Percy. – Luke vai atacar o acampamento. Ele está indo para ai através do labirinto.

– Sim, eu já sabia disso.

Fitei-o perplexo.

– Você já sabia sobre o ataque? – perguntei.

– Sim. – respondeu. – Alguns campistas tiveram sonhos a esse respeito. Estamos nos preparando o máximo que podemos. Mas seria melhor se vocês e... – ele olhou para o restante dos meus amigos. – e seus novos amigos nos ajudassem.

– Tudo bem. – assentiu Annabeth. – Faremos o melhor possível para chegarmos ai o mais rápido.

– Pra onde vocês vão agora? – perguntou ele.

– Para o labirinto.

– O quê? É muito perigoso.

– É a única maneira de ir mais rápido. Temos que prosseguir.

Quíron pareceu querer dizer que era uma péssima ideia, mas assentiu.

– Tudo bem. Tenham cuidado, e que os deuses estejam com vocês.

– Tchau Quíron. – acenei.

A névoa se dispersou.

– Bem, um problema resolvido. – suspirou Annabeth. – Eles já estão se preparando para o ataque.

– Mas não vai ser o suficiente. – murmurei.

– Tem razão. Vamos!

– Pra onde?

Ela me olhou.

– Procurar a entrada para o labirinto. – disse ela como se aquilo fosse óbvio.

– Ai, só de pensar naquela escuridão. – resmungou Barbara.

Ficamos perambulando pela cidade o tempo todo, a procura de alguma coisa que se parecesse com a entrada de um labirinto. Perguntei a Israel se ele conseguia andar, e ele disse que sim.

O céu começava a se tornar alaranjado com o entardecer. As pessoas que passavam pela gente nos olhavam de cima a baixo. Eu não sabia por que.

Procuramos a entrada em uma área rural, numa oficina de carros, em um restaurante e em uma casa abandonada. Nada.

– Que tal nós voltarmos para aquela montanha? – sugeriu Igor. – A gente poderia entrar, já que nós saímos de lá.

– Não dá mais. – disse Percy. – A entrada já deve ter se deslocado.

– E ela se desloca? – perguntou Matheus.

– Sim.

– Sinistro.

Entramos num beco largo e sem saída. Havia uma outra casa velha e abandonada do nosso lado direito. Nos aproximamos. Tudo estava quieto, sem fazer o menor barulho, quando um som agudo ecoou pelo o beco.

– Aaahhh! – gritamos de susto.

Imediatamente ficamos em posição de ataque. Olhamos em volta para ver quem fez aquilo, e percebi que havia sido um pássaro que estava em cima da casa abandonada. Ele estava soltando piados e cantando, o que fez me sentir bastante ridículo.

– Foi um pássaro? – perguntou Stefferson incrédulo.

– Povo assustado. – riu Igor.

– Estou com vontade de acertar uma flecha nesse pássaro. – resmungou Dandara.

– Não. Deixe o coitado em paz. – disse Grover

De repente, uma moto entrou no beco a onde estávamos a toda velocidade.

– Cuidado! – gritei.

Cada um foi para um lado, para evitar ser atropelado. Havia dois homens em cima da moto. Eles a frearam bruscamente, e logo saíram de cima dela. Um deles sacou um revólver e apontou para nós. Então começou a falar algo que eu não entendia, mas eu sabia o que era. Estávamos sendo assaltados. Provavelmente ele mandou a gente passar o celular para eles, por que a maioria dos ladrões diz isso quando assalta.

Ficamos atônitos. O que íamos fazer? Se ele disparasse em um de nós, era óbvio que morreria.

– Hã... calma, cara. – falou Percy erguendo as mãos. – Eu não sei o que está dizendo... mas...

– Ele quer que agente entregue as nossas coisas. – sussurrei.

O homem franziu a testa. Acho que ele podia perceber que não falávamos a língua dele.

– Ah, meu Deus. – sussurrava Barbara.

O cara que apontava a arma em nossa direção olhou para seu colega e falou algo.

– Vamos! – gritou o outro.

– Hã... não tenho celular. – gesticulou Grover, trêmulo.

O cara da arma atirou no chão perto de nossos pés. Todos nós gritamos. Pelo o canto do olho, notei Dandara se armando com sua flecha. Israel sussurrou:

– Quando eu der o sinal, corram para dentro daquela casa.

– O quê? – murmurei.

– Já! – gritou ele. Nesse momento, um vento forte encheu o local, empurrando os dois homens para longe. – Vão, vão!

– Pra onde, pra onde? – berrava Marcos.

– Para aquela casa!

Todos nós corremos para dentro. A casa era grande, com muito espaço para você correr. Do lado de fora se ouviu o som de um disparo. Corremos para tudo quanto é lado. Para a cozinha, a sala, o quarto e etc...

– Para o porão! – ordenou Annabeth. – Agora!

Um tiro quebrou o vidro da janela da cozinha. O som dos disparos da arma ecoavam atrás de nós.

– Onde fica esse porão? – gritou Igor.

Foi quando o homem apareceu diante de nós com a arma. Ele ia disparar, mas Dandara entesou seu arco e atirou sua flecha, que entrou na barriga do cara. Ele caiu no chão.

– Ah, meu Deus! – exclamou Beatriz.

– Você o matou! – Percy olhou para Dandara.

– Ele ia matar a gente! – falou ela.

O outo cara, vendo que seu parceiro de roubo estava morto, correu em direção ao revólver.

– Para o porão! – gritei.

Corremos para o fundo da casa, quando notei uma escada que ia para a parte de baixo.

– Ali!

Os sons dos disparos voltaram.

Ah, fala sério! Pensei. Esse revólver tem quantas balas?

Arrombamos a porta e entramos.

– E agora? – perguntou Matheus em pânico.

– Fecha a porta! – gritou Percy.

Fechei-a. Alguns segundos depois o cara estava atrás da porta tentando derrubá-la.

– Ele vai entrar! – choramingava Barbara.

– Procurem! – ordenava Annabeth. – Tem que estar aqui.

– O quê?

– A entrada para o labirinto.

O cara atirou na porta fazendo um buraco. Nosso tempo estava chegando ao fim.

– Ali! – exclamou Igor. Ele apontou para uma parede velha e degastada no fundo do porão. Annabeth correu até lá e começou a apalpar desesperadamente a parede, quando uma luz azul começou a brilhar de repente. A parede ruiu, mostrando um caminho para dentro dela.

– Venham! – chamou ela.

A porta se abriu. O cara entrou atirando para tudo quando é lado. Stefferson pegou uma haste de madeira e atingiu-o no peito, enquanto todos nós entrávamos no labirinto.

– Stefferson! – chamei-o da entrada. Ele tacou mais uma madeirada nas costas do nosso atirador e correu. Assim que todos nós entramos, a parede se fechou como uma boca, nos prendendo na escuridão.

Estávamos de volta ao labirinto.

Notas finais
Pessoal, tive uma ideia de colocar o Máskara na historia. (O que é que tem haver né?) kkk mas é só uma IDEIA, tipo, ele aparecia no labirinto e lutava com os nossos heróis, mas depois acabamos fazendo amizade com ele, e no final, ele ajuda a gente na batalha que vai acontecer (Spoiler.). hehe, iai o que acham? Se for uma ideia ridícula, e sem sentido, eu entendo.