E Se fosse verdade?

41 Descubro um chalé secreto.


Notas iniciais
Iai galeraa!! Como estão? Vocês esperaram (ou não) e aqui está. hehehe Novo capitulo! Está um pouco longo, espero que não sintam preguiça de ler até o final kkk, mas ok. XD Divirtam-se! o/

Naquela noite, enquanto jantávamos, Quíron nos deu um aviso que me pegou de surpresa.

— Logo após o jantar haverá o Capture a Bandeira.

Murmúrios e conversas animadas encheram o ambiente. Todos começaram a tagarelar sem parar. Matheus, Marcos e Stefferson que estavam na mesa de Hermes, me olharam com a testa franzida. Barbara e Beatriz pareciam pouco a vontade na mesa de Afrodite, mas de vez em quando conversavam com algumas garotas.

Restava somente Israel, sentado sozinho na mesa de Zeus. Ele me olhou e me dirigiu um sinal de legal com o polegar.

— Calma. Silêncio! — gritou Quíron.

Virei-me para Percy que estava comigo na mesa de Poseidon.

— Que dia é hoje?

— Pelo visto deve ser sexta-feira. O jogo sempre acontece na sexta à noite.

— O que é Capture a Bandeira? — perguntou Igor.

— É um jogo que, se você não estiver equipado e preparado, vai sair ferido e surrado. — explicou Percy.

— Que jogo divertido. — murmurou.

— Como todos sabem, — disse Quíron. — no ultimo jogo, o chalé de Apolo foi o vencedor.

Palmas se ergueram da mesa de Apolo.

— As equipes já foram separadas. Então... Armem-se!

As mesas se cobriram com escudos, armaduras e espadas.

— Nossa! — disse Igor impressionado.

Todos começaram a se equipar. Quíron começou a anunciar as equipes. O nosso time seria Hefesto, Apolo, Atena e Zeus. Não era muito grande, mas pelo menos tínhamos um bom numero. O time inimigo era composto por Ares (óbvio.), Hermes, Afrodite, Deméter e Dionísio.

Quando todos já estavam armados, fomos correndo para os bosques. Durante o trajeto, Matheus veio falar comigo.

— Ei, que jogo é esse? Eu não sei de nada.

— Calma, cara. — disse eu. — Fique junto de seus companheiros. O objetivo do jogo, como diz o nome, é Capturar a Bandeira.

— Nem tinha percebido. — resmungou ele. E foi se juntar aos seus companheiros.

O nosso time se juntou dentro do bosque. Dandara acenou para mim, e depois saiu com alguns de seus irmãos.

O ambiente estava úmido e grudento. Minha armadura pesava, mas pelo menos me acostumara um pouco.

— Ei, venham por aqui. — chamou Percy. — Sei de um lugar em que a gente pode entrar no lado inimigo sem eles saberem.

— Legal. — sussurrou Igor.

Ao longe, ouvi Quíron dando a ordem para o jogo começar. Gritos e sons de metais e espadas se chocando ecoaram por toda a parte. Percy nos guiou a uma parte que eu não estava reconhecendo.

— Isso é pesado. — resmungou Igor ajeitando a armadura e o capacete.

— Depois você se acostuma. — falei.

Observei alguém correndo para dentro de nosso território. Dei de ombros. Os outros poderiam impedi-lo. Cruzamos o regato e adentramos ao território inimigo.

— E se alguém nos pegar? — perguntou Igor. — Temos que lutar de verdade?

— Sim. Lute de verdade. — respondi.

O barulho de luta ficava mais forte a cada segundo. Uma luz verde explodiu ao longe.

— Bem, vai ser fácil. — disse Percy. — Vamos fazer assim: Vocês dois distraem os adversários e eu pego a bandeira.

— Não. — contrariou Igor. — que tal a gente fazer assim: Você não pega a bandeira.

— Eu consigo pegar a bandeira mais rápido que vocês. — insistiu ele. — Tenho experiência com isso.

— E por que eu não posso pegar? — perguntei.

— Por que quem vai pegar sou eu. — disse uma voz.

O ar tremulou, e Annabeth apareceu do nosso lado.

— Que susto garota! — exclamou Igor.

— Vocês não sabem falar baixo não é? Fazem mais barulho que um Dragão etíope com dor de barriga.

— O que está fazendo aqui? — perguntou Percy.

— Eu vim ver como estava se saindo a outra parte da equipe.

— Estamos bem.

— Não, não estão. — concluiu ela. — Eu sei de uma boa estratégia para vencer o jogo.

Olhei para Percy.

— Bom, então diga.

— Vocês distraem os outros, que eu pego a bandeira.

Igor riu.

— Nossa, que estratégia perfeita.

— Vou ficar invisível e pegar. — disse ela.

— Até que num é uma má ideia.

Nesse momento, alguma coisa se mexeu por entre as arvores.

— Se escondam! — exclamou Annabeth, e pôs seu boné na cabeça. Fácil pra ela.

Ficamos em guarda, até que seis garotos do time adversário nos cercaram.

— Olha só. Temos alguns prisioneiros aqui. — sorriu um garoto.

Eles avançaram para cima.

Ergui meu escudo, e uma espada ricocheteou nele. Empurrei o escudo com toda a força, fazendo-o cair.

— Procure a bandeira! — gritou Percy se defendendo.

Eu tentei correr, mas me chutaram bem no peito que eu caí.

— Eu pego! — gritou Igor, e correu em disparada. O garoto que eu derrubara com o escudo, apontou para Igor e gritou:

— Não deixe que ele escape.

Levantei-me rapidamente, e dei-lhe uma rasteira. Ele caiu de costas.

— Eu vou ajudar o Igor! — gritei para Percy.

— Eu consigo detê-los. — disse ele. — Vá!

Dei um ultimo golpe em um dos garotos e corri. O capacete ficava atrapalhando minha vista, então eu o tirei. Desci uma pequena colina, quando alguém esbarrou em mim. O peso da armadura foi o suficiente para eu rolar no chão.

— A-há! Te peguei!

Era Stefferson. Ele desembainhou a espada.

— Foi mal, mas me disseram que era para levar o jogo a sério.

Eu estava ofegante. Levantei-me cambaleando para o lado.

— Quem lhe disse isso?

— Foram alguns garotos... Hã... Filhos de Ares, eu acho.

Aproveitei o momento de distração e o empurrei. Senti um pouco de pena, mas se quisesse vencer teria que fazer aquilo.

— Desculpe! — gritei.

Corri a toda velocidade. Um filho de Deméter fez a grama se prender aos meus pés. Eu a cortei com a minha espada. Escondi-me por entre alguns arbustos, até que finalmente eu pude ver a bandeira. Estava entre dois guardas que nem olhavam para mim. Aquilo era injusto. Era permitido ter somente um guarda. Se Quíron soubesse disso...

Andei mansamente, quando alguém atrás de mim sussurrou:

— Quer ajuda?

Olhei, e vi Dandara, já com o seu arco armado.

— Claro.

Ela veio até a mim.

— Sabe como pegar a bandeira?

— Eu... Estou pensando nisso ainda.

— Eu tenho um plano então. — disse ela. — Vou atirar uma flecha de fumaça. Aproveite e pegue a bandeira. O que acha?

Concordei, achando um ótimo plano.

— Muito bom. É com você.

Dandara apontou a flecha mirando entre os pés dos dois guardas da bandeira... E atirou. Assim que a flecha atingiu o solo, ela explodiu em uma nuvem de fumaça cinzenta. Os dois começaram a tossir. Corri entrando no meio da fumaça e peguei a bandeira, mas minha sorte durou pouco tempo, pois um deles correu atrás de mim.

— Me dê à bandeira! — gritou.

Eu reconheci aquela voz. Era Marcos.

— Venha pegar então. — provoquei.

Desviei de galhos, pulei sobre pedras e continuei a correr. Estava me sentindo confiante. Clarisse, graças aos deuses, não estava ali. Mas de repente, mais e mais guerreiros saíram do nada e começaram a me perseguir.

— Ah, droga! — gritei.

— Pega ele! — gritavam. — Ele está com a bandeira!

Eu comecei a ficar com um pouco de medo. Se eles conseguissem me pegar, não tinha duvidas de que iam me surrar todo. Consegui correr mais alguns metros quando eu, sem querer, tropecei em alguma coisa. Cai de cara no chão, engolindo terra.

— Ele caiu! — riram os meus perseguidores.

Eu me levantei, cuspindo terra. Eles me cercaram. Um deles tirou a bandeira das minhas mãos.

— Então, perdedor. Deu para saborear o gostinho da terra?

— Sim, mas falta açúcar. — murmurei. — Se bem que eu nunca provei terra doce.

Um garoto impacientou-se e me deu um chute certeiro. Eu caí para trás.

— Ai. — gemi. — Não podia dar um aviso?

— Vamos ensiná-lo a não tentar... — Ele não pode terminar a frase, porque de repente algo o empurrou para o lado, tomou a bandeira e saiu em disparada.

— É Annabeth! — gritaram.

Quase fui pisoteado quando todos passaram por cima de mim e começaram a persegui-la (Ou iam tentar perseguir.). No segundo seguinte, Igor apareceu ao meu lado.

— O que aconteceu? Eu estava pronto para pegar a bandeira, mas ela não estava mais lá?

Eu me levantei mais uma vez.

— Depois eu lhe conto! — exclamei. — Venha!

Nesse momento ouviram-se gritos animados. Chegamos ao local no exato momento em que a bandeira vermelha de Ares tremulou e mudou para uma bandeira cinza com o símbolo de uma coruja.

Tínhamos vencido.

Olhei para Annabeth que estava sorrindo até as orelhas.

— Você viu aquilo? — perguntou Igor apontando para a bandeira.

Nos juntamos ao nosso time, comemorando a nossa vitória. Os campistas aplaudiram Annabeth. Ela olhou para mim e por cima do barulho disse:

— Obrigada por pegar a bandeira. Facilitou meu trabalho.

Eu fiz uma careta.

— Não se acostume. Da próxima vez vai ser diferente.

— Claro que vai. —riu ela.

***

Depois da nossa vitória, todos se recolheram para dormir. Eu estava me sentindo cansado, mas pelo menos tínhamos vencido.

Percy, Igor e eu fomos para o nosso chalé. Um vento fresco e agradável entrava por nossa janela. O barulho do mar a distancia era um calmante para mim.

— Que dia hem? — murmurou Igor. — Até que esse lugar não é tão ruim quanto eu pensava.

Eu deitei-me em minha cama. Sentia saudades de casa e da minha mãe. Agora que soube que ela estava viva, sentia mais vontade ainda de ir para casa. Fiquei olhando fixamente para cima, mas quando pensei que não, meus olhos já estavam se fechando.

Nessa noite, sonhei com aquela mesma caverna a beira de um abismo enorme e escuro. Sabia que ali era o Tártaro. Fiquei com um arrepio enorme, quando ouvi a voz de Cronos.

— Não fique achando que tudo está acabado meio-sangue. — sussurrava ele. — É só o começo de muitas coisas horríveis que está para vir.

A temperatura do ambiente caiu drasticamente. Eu tremia de frio. A voz de Cronos riu.

— Sugiro que você abra os olhos daqui em diante. Irá pagar pelo o que fez, destruindo o meu hospedeiro. Não baixe a guarda garoto, e se prepare daqui em diante... Pequeno herói.

O sonho se dissolveu. Acordei com alguém me sacudindo.

— Raphael. Ei, cara... — Percy me sacudia.

— Huuummm... — disse eu, ainda com os olhos fechado.

— Acorda. Você tem que ver uma coisa.

Abri os olhos. Percebi que ainda estava de noite. A luz da lua entrava pela janela.

— Por que você me acordou a essa hora?

Ele apontou para o lado de fora. Observei, e vi algumas pessoas andando de fininho.

Franzi a testa.

— O que está havendo?

— Tem alguns campistas indo para dentro da floresta. — sussurrou Igor olhando pela janela.

Alguém bateu na nossa porta. Percy a abriu.

— Ei. — era Annabeth, juntamente com Barbara e Beatriz. — O que estão fazendo ai ainda?

— Hã... — Percy ficou sem palavras.

— Não era para todos estarem dormindo? — perguntei.

— Eu disse para ela. — resmungou Barbara.

Annabeth olhou para Percy.

— Me sigam.

Trocamos de roupa e seguimos Annabeth. Eu estava com medo. Vai que as Harpias descobrissem que vários campistas estavam fora dos chalés. Seria uma carnificina total.

O acampamento inteiro estava escuro. Olhei para o céu que estava deslumbrante com milhares e milhares de estrelas enfeitando-o.

— Quíron sabe disso? — perguntou Igor.

Annabeth revirou os olhos.

— Só ande.

— Ah, foi mau sabe-tudo. — resmungou ele.

Annabeth o olhou como se fosse dá-lhe uma voadora com as duas pernas. Nesse momento escutei alguns sons.

— Ei... Estão ouvindo isso?

— O quê? — perguntou Percy.

Ouvi mais atentamente. Era musica. Musica eletrônica tocando em algum lugar. Fiquei totalmente confuso.

— Tem música tocando. — murmurei.

— Isso. — afirmou Annabeth.

— Pra onde está nos levando? — perguntou Beatriz.

— Para uma festa bem legal.

Entramos na floresta, andamos mais alguns metros até finalmente chegarmos ao local da musica. Eu arregalei os olhos.

Havia um chalé grande no meio da floresta, com luzes cintilando por toda a parte. A parte da frente era pintada de branco, com duas colunas feitas de mármore. Alguns garotos e garotas estavam fora, na frente da porta. O telhado era vermelho. Em cima, havia o numero do chalé.

— Chalé 69? — perguntou Barbara.

— Existe o chalé 69? — perguntei a Annabeth.

— Não existia, até um dia desses. — sorriu ela.

Percy parecia mais confuso do que eu.

— Quem construiu?

— Alguns filhos de Hermes. — respondeu ela. — Venham, vamos entrar.

Andamos lentamente até a porta. Olhei para dentro. Estava repleto de campistas dançando. Havia uma bola prateada presa no teto, que rodava lentamente. O espaço era realmente grande. No lado direito, havia mesas cheias de salgadinhos, fatias de pizza, refrigerantes e outras coisas. No lado esquerdo, havia um banco daqueles que ficam grudados na parede.

Silena Beauregard e Beckendorf estavam na porta convidando todos para entrarem.

— Vamos, entrem! — convidou ela.

Sorri para ela timidamente, e entramos. Minha mente estava bastante confusa com aquilo. Varias perguntas ficavam rodando a minha mente. Como Quíron e o sr. D (Que havia voltado do Olimpo.) não estavam ouvindo isso? E onde estavam as Harpias? Será que iriamos ser pegos de surpresa por alguém?

Um flash de luz tirou-me dos meus pensamentos. Percy e Igor conversavam com Barbara e Beatriz.

Olhei para Annabeth.

— Você sabia disso tudo? Desse chalé?

Ela assentiu.

— Bem, antes eu não sabia, mas ouvi algumas garotas conversando.

— Então aqui é tipo um motel? — perguntei, olhando para um menino e uma menina que se agarravam desesperadamente.

— Claro que não. — disse ela imediatamente.

Contraí os olhos.

— Hum... Sei.

— O que está querendo dizer?

— Ei pessoal! — gritou um garoto. — Hora de dançar. Escolham um parceiro e divirtam-se!

Uma musica lenta e suave começou a tocar. A luz do ambiente ficou azulada e com tons de roxo. Todos pegaram as suas companheiras e começaram a dançar. Fiquei olhando para baixo, sem saber o que fazer.

— Hã... Então. — murmurei, sem jeito.

— Então o quê? — perguntou Annabeth.

— Bem... Você quer...? — Eu já ia convidar Annabeth para dançar, quando de repente...

— Annabeth? — Percy a chamou. — Hã... Você quer... Sapatear? Não... Quero dizer...

Ela sorriu imediatamente.

— Quero sim, cabeça de alga. — Ela pegou a mão dele e o arrastou.

Fiquei sozinho, me sentindo um idiota. Se bem que eu já devia estar acostumado. Sentei-me no banco só observando os outros dançarem.

— Oi, cara! — Israel sentou-se ao meu lado, juntamente com Matheus, Marcos e Stefferson.

— Ainda bem que não sou o único que está sozinho. — murmurei.

— Quem diria que existisse um chalé de festa aqui. — sorriu Stefferson.

Vi Igor andando para a pista de dança de mãos dadas com uma garota. Ele olhou para mim e veio em minha direção sorrindo até as orelhas.

— Oi galera. — disse ele. — Quero que conheçam Brenda.

A menina ao lado dele acenou para nós. Ela tinha cabelos pretos, e olhos castanhos claros. Pele meio escura e um sorriso deslumbrante.

— Oi. — falamos.

— Então... vamos indo. — disse ele para ela. — Vamos dançar.

Eles se foram, se misturando com a multidão.

— Ei, olhem! — disse Israel. Ele apontou para Beatriz e Barbara que estavam em pé, encostadas na parede sem fazer nada. — Apostam quanto que eu consigo chamar a Barbara para dançar?

Matheus riu.

— Aposto mil reais. Digo... Dracmas né.

Observamos um garoto, que era Will Sollace, chegar perto de Beatriz e convidá-la. Ela sorriu e aceitou.

— É melhor se apressar. — falei.

Israel se levantou e caminhou até Barbara. O ouvimos perguntar se ela gostaria de dançar.

— Claro. — disse ela no maior sorriso.

Ele olhou para nós com o nariz empinado, e foi para a pista de dança.

— Safado! Ele conseguiu. — murmurou Marcos.

Eu sorri.

— Acho que vou andar um pouco. — disse eu.

Levantei-me, passando por entre a galera inteira dançando, e fui explorar o chalé.

Havia um corredor mais adiante no lado esquerdo. Olhei, e vi várias portas de madeira em ambos os lados. Entrei no corredor passando por entre as portas. Pensei que aquilo era um corredor comum, mas depois de ficar ali alguns segundos, não achei isso mais.

Ouvi gemidos de prazer e alguns gritinhos vindo de trás de quase todas as portas. Não posso falar o que ouvi detalhadamente, mas posso dizer que Annabeth estava errada ao dizer que ali não era parecido com um motel.

— Oi. — disse alguém.

Virei-me, e me deparei com uma garota que, por incrível que pareça, era parecida com Annabeth, com cabelos loiros e olhos cinzentos.

— Hã... Oi. — disse eu.

— É... Eu o vi aqui sozinho e pensei... Se você gostaria de dançar?

Senti meu peito estranho, como se meu coração estivesse dançando a musica eletrônica de antes.

— Claro. — respondi.

Fomos os dois juntos para a pista de dança.

— Qual o seu nome? — perguntou ela.

— Raphael.

— Ashley.

Ficamos de frente um para o outro, coloquei minha mão em sua cintura e começamos a dançar. Eu não sabia dançar, mas até que fui bem. Para mim, aquela foi a melhor noite que eu já tive.

Notas finais
Até o próximo (E ultimo) capitulo! o/