Notas iniciais
Oiee!!
td bem com vcs?
Desculpem a demora em postar capitulo novo e desculpe os erros ortográficos, mas o meu pc esta com defeito e só essa semana eu consegui um pc emprestado ate o meu ficar bom, então, esse pc é importado e eu ainda não descobri onde fica todos os acentos... ç.ç
Obrigada a todos que comentaram... vcs são uns amores. =)
Espero que gostem do capitulo e que deixem mais reviews.
Boa leitura.

– Muito bem, hora de levantar. Vamos acabar de uma vez com essa palhaçada. – A Jane ia falando enquanto acendia a luz e puxava o cobertor do Ian.

– Jane, ficou louca? – Perguntou o Ian. Odiava ser acordado daquele jeito.

– Não, eu não fiquei, mas tenho certeza que você sim. Como pode ter coragem de ficar com essa mulher, depois de tudo o que ela fez? Como teve coragem de magoar o Lucas dessa maneira?

– Do que você esta falando Jane? O que a Fernanda fez?

– Ah! Claro, você tinha que se esquecer disso também. — A Jane disse exasperada, levantando os braços.

– Da para você falar o que esta acontecendo aqui? – Perguntou o Ian, enquanto pegava a cueca que estava caída perto da cama e tentava se vestir.


A Fernanda parecia paralisada após a ruiva entrar no quarto parecendo um furacão e tratar o Ian como se fosse o seu filho adolescente que precisava de uma bela bronca por ter aprontado.


– Eu vou te dizer o que esta acontecendo. Graças a sua brilhante idéia de transar com essa vagabunda...

– Epa! Vagabunda não. – Gritou a Fernanda, partindo para cima da Jane.


Ao perceber a intenção da Fernanda, a Jane se antecipou e parou o tapa que iria receber, no meio do caminho.


– Vagabunda sim. A sua atitude para com o Ian, tanto há dois anos atrás, quanto hoje, não foi a atitude de uma mulher de respeito, mas sim de uma vagabunda, de uma piranha.

– Sua... – Tentou mais uma vez acertar a Jane, mas tudo que conseguiu foi ser jogada contra a parede e logo em seguida despencar feito um saco de batatas no chão.

– Jane, pare com isso. – Ian queria separá-las, mas ainda não possui forças o suficiente para ficar de pé e separá-las. – Qual é o seu problema, Jane?

– Qual é o seu problema, Ian? – Jane tinha vontade de socar o Ian, mesmo sabendo que ele não se lembrava do que a Fernanda havia feito. – Essa mulher tentou separá-lo do Lucas antes mesmo de vocês começarem a namorar e agora ela armou mais uma vez para separá-los e, você caiu feito um patinho. Eu odeio quando você age feito um idiota Ian. Como um cara tão inteligente pode ser tão burro às vezes, me diga?

– Como assim? Por que se acha no direito de me ofender dessa maneira?

– Você sabe o que a sua amiguinha fez hoje, Ian? – Gritou a Jane. – Ela mais uma vez armou para separá-lo do Lucas e adivinhe só? Dessa vez ela conseguiu.

– O que quer dizer com isso?

– Eu quero dizer que o Lucas foi embora Ian. Ele não mora mais nesse apartamento. – Falou a ruiva, tendo o prazer de ver a expressão do moreno mudar de furiosa para surpresa, depois decepcionada e por fim, uma expressão de tristeza.

– Como assim não mora mais aqui? Para onde ele foi?

– Não morando oras... – Falou a ruiva. – E, eu não faço a mínima idéia de para onde o Lucas possa ter ido. – Mentiu. Ela queria fazê-lo sofrer de propósito. Queria que ele percebesse a grande burrada que havia feito.

– Não sabe para onde ele foi? Esta me dizendo que o Lucas saiu daqui, dizendo que ia embora e você nem ao menos o perguntou para onde estava indo? – Ian praticamente gritou, tamanho o seu nervosismo.

– Para começo de conversa, abaixe o tom da voz porque eu não sou surda e muito menos uma dessas piranhas que você costuma levar para a cama. – Falou, dirigindo um olhar significativo para a Fernanda. – Em segundo lugar, o único culpado por tudo isso estar acontecendo é você. Terceiro, é claro que eu perguntei para onde ele estava indo, mas ele não quis dizer.

– Você deveria ter me chamado na mesma hora.

– Claro, e interromper o acasalamento dos pombinhos? Sim, porque foi isso que o Lucas viu, você agarrando essa mulherzinha ai.

– Droga. Eu preciso ir atrás dele. Preciso conversar com ele e explicar as coisas. Eu não entendo, porque ele odeia tanto a Fernanda? O que você fez de tão terrível para o Lucas odiá-la tanto? –Perguntou, dirigindo o seu olhar para a Fernanda.

– Eu não fiz nada. Eu juro. – A Fernanda disse, logo em seguida desviando o olhar. – Essa mulher é louca, completamente louca. – Mentiu descaradamente.


Ian não deu ouvidos ao que a Fernanda falava, apenas se preocupou em terminar de se vestir e ir atrás do sobrinho, precisava encontrá-lo e trazê-lo de volta para casa. Tentou falar com o Lucas pelo telefone, mas o mesmo encontrava-se desligado.


Desceu e parou o primeiro taxi que passou, entrou no carro e voltou a tentar falar com o Lucas, ao perceber que seria inútil continuar ligando para o sobrinho, resolveu ligar para o irmão, precisava de alguma noticia do menor, ou iria enlouquecer.


Os telefones, tanto o fixo, quanto o celular do Daniel e da Carla também chamavam, mas ninguém os atendia. – Droga, porque ninguém atende essas porcarias desses telefones? – Reclamou.


Ao chegar à casa do Daniel, o Ian tocou a campainha, a mão tremia fortemente quando apertou o botão da campainha, o medo de não encontrar o sobrinho só ia aumentando com o passar do tempo. Pediu mentalmente a Deus para que o Lucas não estivesse sofrendo por sua causa e que estivesse na casa do Daniel.


A porta foi aberta e quando ele viu quem a havia aberto, Ian não pode evitar o sorriso que se apossou de sua face. Estava se sentindo aliviado por ver que o sobrinho estava bem, por saber que ele estava em segurança e, o que é melhor, longe do loiro que tanto o irritava.


– Oi! – Ian disse, abrindo ainda mais o sorriso. Lucas, eu... – Antes que pudesse terminar a frase, a porta do apartamento foi fechada em sua cara.


oOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOo



Quando Daniel abriu a porta e se deparou com o Lucas cheio de malas e chorando, não soube o que dizer, pra dizer a verdade, tudo o que ele conseguiu proferir foi o nome do sobrinho e ficar o olhando parado na entrada da porta.


– Será que eu posso ficar aqui alguns dias? Será apenas por alguns dias, não mais que isso. Prometo que assim que eu encontrar um emprego e um apartamento que não seja muito caro, eu vou embora.

– Hum... Claro que pode ficar. Você pode ficar o tempo que precisar e, não precisa se preocupar em procurar outro lugar para ficar, pois tenho certeza que a Carla e as crianças não vão se importar em lhe hospedar em nossa casa.

– Obrigado, tio.

– O que foi que aconteceu dessa vez? – Daniel perguntou, deixando claro a preocupação na voz.

– Não dá para eu continuar morando naquele apartamento.

– Mas o que foi que aconteceu para fazê-lo desistir do Ian?

– Ele esta tendo um caso com a Fernanda. – Respondeu com a voz embargada.

– A gostosa que encontramos junto com o Ian no restaurante, antes de vocês ficarem juntos? – Perguntou o tio, mas logo se arrependeu, pois a cara de dor do sobrinho e o tapa que levou da esposa, dou muito. – Ai. Será que da pra você parar de bater em mim? – Reclamou com a esposa e logo em seguida olhou para o Lucas. – Desculpe Lucas.

– Se fosse para não doer, eu não teria batido. – Respondeu a Carla.

– E você vai simplesmente desistir do Ian e entregá-lo de bandeja para a Fernanda?

– Eu tentei de tudo, tia, mas eu não consegui conquistá-lo. Eu sei quando é a hora de desistir. Eu perdi, devo me conformar logo de uma vez. Será muito melhor para mim, se eu me afastar dele agora, do que ficar sofrendo toda vez que os ver se beijando, ou algo pior.

– Mas você o ama. Não pode desistir simplesmente. Lute por ele. Lute pelo homem que você ama.

– Eu lutei e perdi. Devo admitir de uma vez por todas e tirar o meu time de campo. Foi burrice achar que poderia reconquistá-lo, só percebo isso agora, mas é como diz o ditado, “Antes tarde, do que nunca”.

– Eu concordo com a Carla, Lucas. Desistir agora é burrice, o Ian esta começando a gostar de você. Não o entregue de bandeja para a Fernanda, ela não será capaz de fazer o meu irmão feliz. O Ian a conheceu muito antes de vocês ficarem juntos e nunca quis namorá-la, por isso eu tenho certeza absoluta que ele não a ama, apenas esta procurando uma distração, alguém que o faça tirar você da cabeça e do seu coração. Eu conheço o meu irmão, posso ver o olhar apaixonado dele a quilômetros e eu vejo esse olhar no rosto dele toda vez que ele o vê, ou quando fala sobre você, mesmo ele negando tal fato.

– Eu não vou voltar para aquele apartamento, mas se eu for incomodar, caso fique aqui, eu posso procurar outro lugar. – Falou o garoto, mudando de assunto.

– Não fale besteiras, até parece que vamos deixar você ficar andando por ai. A casa é grande e tem um quarto sobrando, você pode muito bem ficar nele. – Falou a Carla. – Anda, vamos guardar as suas coisas. – Falou enquanto pegou uma mala e saiu arrastando até o quarto de hospedes.


Quando estavam se preparando para o jantar, ouviu a campainha tocar. A pedido da tia, o Lucas foi atender a porta e quando viu quem estava parado na mesma, simplesmente não acreditou. Viu quando o Ian abriu um sorriso nervoso ao vê-lo, mas ele não queria papo com o ex-namorado, tudo que queria era ficar longe dele e não vê-lo nunca mais.


– Oi! – Ouviu o Ian dizer, abrindo ainda mais o sorriso. — Lucas, eu... – Antes que pudesse terminar a frase, o Lucas fechou a porta na cara do Ian e correu para o seu novo quarto. Ouviu quando a Carla o chamou, mas não conseguiu responder, entrou no quarto e trancou a porta.



Notas finais
Então, o que acharam?
Por favor deixem a opinião de vcs... assim que der eu respondo os reviews... eu realmente estou sem tempo... desculpem...
Se alguém quiser recomendar, ficarei imensamente feliz.
bjos e ate o próximo capitulo.