E Se... Eu e você... 2
31 Capítulo 31
Notas iniciais
Eu gostaria de agradecer a todos que deixaram reviews, inclusive os leitores fantasmas... muito obrigada mesmo, eu amei todos... Gostaria agradecer especialmente a 'alec e nessie forever' pela linda recomendação da primeira temporada dessa fic... muito obrigada mesmo, eu amei. 0______0
Tbm gostaria de pedir desculpas pela demora e principalmente por ter divido o capítulo, mas eu tive que fazer isso por dois motivos... O primeiro é porque eu ainda não terminei o capítulo e eu acho que vocês já devem estar querendo me matar pela demora, e o segundo é porque eu achei que o capítulo iria ficar muito grande e eu não gosto de postar capítulo muito grande, acho que fica cansativo... desculpem... =)
Boa leitura.
“A dor muda às coisas, e dependendo de como você encara, te muda e te deixa mais forte.”
(Dr. House)
– E então? Não vai responder a minha pergunta? – Perguntou o irlandês.
– Nós não... Eu... Sim. – Respondeu em um sussurro. – Mas não era um simples caso. O que sentíamos um pelo outro era amor, amor de verdade.
- Era?
Lucas o olhou nos olhos, não queria ter que responder aquela pergunta. Na verdade ele não queria nem pensar naquela resposta, quanto mais dizer em voz alta. Ouvir tais palavras saindo da sua boa só fazia com que doesse ainda mais.
Abriu a boca várias vezes para responder, para negar o amor pelo tio, mas não conseguia, não podia. Sentiu as lágrimas arderem em seus olhos e um nó se formando em sua garganta, a dor em seu peito parecia que ia consumir todo o seu corpo. “Porque ele tinha que vir até aqui? Por quê?” Repetia essa pergunta mentalmente.
Imediatamente sentiu os braços do maior em volta do seu corpo, o apertando contra si, e nesse momento foi impossível segurar o choro preso na garganta, o abraçou de volta com força, como se ele fosse o galho de uma árvore que o impedia de ser carregado pela forte avalanche que havia se tornado a sua vida. Começou a soluçar alto enquanto grossas lágrimas desciam dos seus olhos e o seu corpo tremia com violência.
– Calma Lucas, está tudo bem, eu estou aqui com você. – Bryan dizia enquanto o guiava para dentro de casa, pegando as chaves da sua mão trêmula e abrindo a porta para que ambos entrassem. – Ei, não fique assim. Não precisa responder se não quiser. Está bem?! Eu não vou pressioná-lo a dizer nada que não queira, ou que o machuque.
– Eu... Eu... – Tentava falar em meio ao soluço, a voz rouca e chorosa, deixando o irlandês com o coração partido com o estado do menor.
– Está tudo bem... Não precisa falar se não quiser.
– Eu tentei... Juro que tentei... – Falava entre soluços. – Mas eu não... Consigo... Esquecê-lo... Eu... O amo tanto.
– Então porque o deixou ir embora sem falar com ele?
– Eu não sei... Eu simplesmente não consegui dizer nada... Ele... Ele me olhou com tanta decepção. – Falava em sussurros.
– Pelo jeito ele ainda o ama, caso contrário não teria vindo até aqui e não teria ido embora daquele jeito após nos ver abraçados.
– Ele deve ter pensado que a gente... Droga... Eu só faço merda.
– Eu não entendo, se vocês se amam tanto, porque terminaram?
– Por que... Uma ex do Ian resolveu chantageá-lo... Ela estava grávida e ameaçou fazer um aborto, caso o Ian não me deixasse para se casar com ela... – Disse entre soluços.
– Aí ele o deixou para se casar com a ex?
– Não. Ele não queria terminar, mas... Ela estava dando a ele a única coisa que eu nunca poderia dar... Ele sempre sonhou em ser pai... Eu não podia tirar isso dele. Eu não tinha esse direito.
– É claro que tinha, você era o namorado dele. Deveria ter colocado essa vagabunda no lugar dela.
– Você não entende, o Ian é completamente apaixonado por crianças. Se ele perdesse esse filho, com o tempo ele iria acabar me culpando e eu não podia deixar isso acontecer.
– Lucas, aprende uma coisa, no amor e na guerra, tudo é válido. Você deveria ter colocado a vadia em seu devido lugar e não entregue o seu namorado em uma badeja de prata.
– Você fala como se fosse fácil.
– E é, nós é que temos essa mania idiota de dificultar tudo, sempre.
– O que será que ele veio fazer aqui? Será que ela perdeu o bebê, ou algo parecido?
– Porque você não liga pra ele e pergunta?
– Está maluco? É claro que eu não vou fazer isso.
– Porque não?
– Você viu o olhar dele, viu como ele saiu daqui. Ele não vai atender o meu telefonema.
– Então nesse caso, porque você não vai até o Brasil para descobrir pessoalmente? Ser quiser eu posso ir com você.
– Eu não sei se é uma boa ideia. Eu vim para a Irlanda com o objetivo de ficar longe do Ian, de esquecê-lo. Se eu voltar para o Brasil agora, não sei se conseguirei me afastar dele novamente. E o que é pior, se ele ainda estiver com a Fernanda, eu vou sofrer ainda mais e eu não sei se irei aguentar passar por tudo aquilo novamente.
– E por medo você prefere ficar aqui, sofrendo em silêncio? Desculpe dizer isso, mas tá aí uma coisa que eu nunca imaginei que você fosse, covarde. Sempre o vi como um garoto corajoso, que lutava pelos seus objetivos, pelos seus sonhos, pela sua felicidade, mas pelo jeito eu estava enganado.
– É fácil para você me julgar, me condenar, mas só eu sei tudo o que eu passei, o quanto eu sofri por esse amor impossível. Não quero ter que passar por tudo aquilo novamente, dói demais e eu não aguento mais sofrer.
– Mas quem disse que você tem que sofrer novamente? Caramba, o cara veio até aqui para procurá-lo, para mim isso é mais que uma confirmação que ele ainda o ama e que provavelmente está disponível e louco para voltar para você.
– Você acha?
– Se eu acho? Eu tenho certeza.
– E você vai mesmo comigo, caso eu resolva voltar para o Brasil para lutar pelo Ian?
– Está brincando, eu estou louco para conhecer o Brasil. Você tem amigos interessantíssimos. – Disse com um sorriso no rosto e um brilho nos olhos, o que fez com que o menor acabasse rindo.
– Você é um caso perdido.
– Mas eu sei que você me ama, afinal, fui eu quem cuidou de você com todo o carinho do mundo quando você chegou aqui todo deprimido?!
– E eu tenho certeza que você não vai me deixar esquecer isso nunca.
– É claro que não, principalmente quando eu quiser algo de você. – O mais alto respondeu com um sorriso no rosto, fazendo com que o menor desse um alto suspiro e balançasse a cabeça.
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– Então ela morreu antes mesmo do bebê nascer? – Lucas perguntou ao tio, perplexo com o que havia acabado de ouvir.
– Sim. Ela bateu muito forte com o carro em um poste, após tentar atropelar a Jane e acabou não resistindo aos ferimentos e morreu na hora.
– Mas, porque a Jane?
– A Jane infernizou a vida da Fernanda, fazia questão de provocá-la o tempo todo, dizendo que o Ian nunca iria ser dela, que era você que ele amava e que isso ela nunca iria conseguir mudar, que ela nunca teria o amor dele. – A Carla disse e depois completou. – Ela pirou completamente, não podia nem sequer ouvir a voz da Jane, quanto mais vê-la. Não sei como o Ian suportava ouvir as discussões delas todos os dias. – Ela olhou profundamente nos olhos do Lucas e depois deu um sorriso largo antes de dizer a seguinte frase. – Sabia que durante todo o tempo em que a Fernanda morou no apartamento do Ian, ele dormiu no seu antigo quarto?
– Ele... Ele... Então eles não?
– Não, e isso a estava enlouquecendo. – A Carla respondeu com um grande sorriso no rosto.
– Então durante todo esse tempo ele não... Ele não teve relações com ninguém?
– Não que eu saiba, e como você bem sabe, ele sempre me conta todos os seus segredos sórdidos.
Lucas não conseguiu evitar que um sorriso surgisse em seus lábios. O seu maior medo no final das contas era apenas um pesadelo e nada mais. Ele não o traiu com a Fernanda e isso era simplesmente incrível. Pensava que algo do tipo era impossível, pelo menos quando se tratava do Ian, afinal, ele não conseguia ficar mais que uma semana sem sexo, Lucas descobriu isso após resolver fazer uma greve de sexo depois que o Ian teve uma crise de ciúmes e o ofendeu, não demorou nem dois dias e o mesmo estava subindo pelas paredes, praticamente se arrastou aos pés do Lucas pedindo perdão.
– Eu não acredito... Ele não me traiu...
– Não. Ele continuou sendo fiel a você mesmo depois que você o deixou e foi morar na Irlanda. O Ian nunca deixou de acreditar que vocês iriam ficar juntos novamente e por isso, assim que a Bia recebeu alta e pôde vir para casa ele pediu para que eu e o Dan cuidássemos dela para que ele pudesse ir até a Irlanda para trazê-lo de volta, mas aí ele chegou lá e o encontrou abraçando o Bryan de maneira tão íntima e parecendo estar realmente feliz que, bem, a primeira coisa que ele pensou foi que você tinha o esquecido e estava com outro. Ele voltou arrasado.
– Eu não imaginava que tudo isso tivesse acontecido e, eu nem acredito que ele deu o nome da minha mãe para a filha dele.
– Ele fez isso pela Bia, mas principalmente por você. Ele ainda te ama, Lucas. Ele queria homenagear a irmã e mãe do seu grande amor.
– E eu estraguei tudo. — Disse com tristeza.
– Ainda pode concertar tudo. Só depende de você.
– Eu não sei como fazer isso... Tenho medo de ser desprezado por ele, você não viu a maneira como ele me olhou, tinha tanta decepção naqueles olhos que eu senti como se ele tivesse me dado um soco, doeu tanto.
No dia seguinte Lucas estava tomando o café da manhã com o Bryan e as crianças quando a campainha tocou, viu quando a tia foi atender e ao ouvir uma voz tão familiar, uma voz que iria permanecer para sempre em sua memória, Lucas sentiu o seu coração acelerar, batia tão forte que ele podia jurar que o mesmo iria rasgar o seu peito e sair pulando pela casa a qualquer momento. Levantou-se e encaminhou-se até a sala a tempo de ouvir parte da conversa do Ian com a Carla.
– Me desculpe Carla, sei que estou abusando da sua boa vontade, mas eu não posso faltar mais um dia de trabalho e, eu não tenho com quem deixá-la, eu ainda não consegui uma babá e a Jane também não pode faltar ao trabalho e para completar a minha falta de sorte, a Maria não pôde vir hoje porque a sua mãe está passando mal.
– Não tem problema Ian, vai ser um prazer cuidar da Bia, ela é tão boazinha e as crianças adoraram a temporada dela aqui.
– Obrigado! Eu não sei nem como agrade... – Parou de falar assim que viu o Lucas e o Bryan passando pela porta.
Ian olhou para o menor com uma dor tão visível nos olhos que era impossível não perceber a sua tristeza. Ele estava de frente para o grande amor da sua vida e não sabia o que fazer ou dizer, pela primeira vez.
Olhou para o lado e o ciúme lhe corroeu por dentro ao ver o irlandês ao lado do garoto. Não conseguia acreditar que tinha perdido-o para aquele cara, e o que é pior, que ele teve coragem de trazer o infeliz para dentro da casa do seu irmão. Não era justo, não depois de tudo que ele fez para ficarem juntos.
– Oi. – Ouviu o Lucas cumprimentá-lo com a voz rouca.
– Oi. – Respondeu de volta, da maneira mais fria que conseguiu. – Eu não sabia que havia voltado. – Completou.
– Eu cheguei ontem à noite.
– Hum... Bem, eu preciso ir, ou vou chegar atrasado ao trabalho. – Disse enquanto dava um beijo na testa da filha e entregava a mesma a Carla, logo em seguida virou-se em direção à porta.
– Ian... – Lucas o chamou meio incerto.
Ian o olhou novamente, parado onde estava, perto da porta.
– Eu... Eu sinto muito pela Fernanda. Eu não gostava dela, mas também não desejava que ela tivesse um fim tão trágico.
– Eu sei... – Ian responder enquanto dirigia-se em direção a porta.
– Ian... – Chamou novamente, fazendo com que o maior o olhasse por sobre o ombro. – Eu...
- Hã. Eu acho melhor colocar a Bia na cama. – A Carla falou enquanto saia de fininho.
– E eu, bem, eu... Acho que vou voltar para a mesa do café da manhã. Vou fazer companhia para as meninas. – Disse o Bryan, dando uma desculpa qualquer para sair da sala e deixá-los a sós.
Ian e Lucas permaneceram calados, olhando um para o outro, ambos sem saber o que dizer. O coração batendo tão forte que parecia uma escola de samba dentro do peito. Tinha tantas coisas para dizer um ao outro, mas não sabiam por onde começar.
– Eu preciso ir embora. – Ian disse após passarem alguns segundos apenas se olhando. Foram apenas alguns segundos, mas que pareceram séculos.
– Espera, por favor. Eu... Eu queria falar sobre o que você viu na Irlanda...
– Eu não quero saber. Não existe mais nada entre a gente. O que você faz da sua vida, ou com quem você sai, não é mais da minha conta. Você tem todo o direito de ficar com quem quiser, de ser feliz.
– Ian, eu...
– Eu realmente tenho que ir... Tchau.
– Mas... – E ele se foi. Ian saiu sem sequer olhá-lo nos olhos novamente e isso doeu tanto quanto o olhar decepcionado que ele havia lhe direcionado.
O Garoto sentiu os olhos arderem e a dor em seu peito aumentar ainda mais, seus pensamentos estavam tão distantes que só foi perceber que estava chorando quando ouviu um soluço alto saindo da sua garganta.
– Ei, não fica assim. – A Carla falou enquanto entrava na sala e abraçava o sobrinho.
– Eu o perdi... Ele nem sequer consegue olhar pra mim direito e quando olha, tudo que eu vejo é decepção.
– Ele vai voltar mais tarde para pegar a filha e quando ele voltar, aí vocês podem conversar com mais calma. Vai dar tudo certo, Lucas, você vai. Confie em mim.
– Não vai, eu sei que não vai. O Ian é muito teimoso e quando ele enfia uma coisa na cabeça, ninguém tira. Eu o perdi tia, eu sei que o perdi. Ele não vai acreditar em mim.
– Você ainda não perdeu nada. O Ian é e sempre será seu, lembre-se sempre disso. O amor de vocês chega quase a ser uma obsessão. Eu nunca vi nada parecido. Nunca vi duas pessoas lutarem tanto para ficarem juntas como vocês. Esse é o tipo de amor que não devemos jogar pela janela, pelo contrário, é o tipo de amor que merece que enfrentemos o universo se for preciso. Não deixe de ser feliz por medo, ou orgulho, Lucas. Eu sei que você já passou por tanta coisa por causa do Ian e vice-versa, também sei o quanto você já sofreu por causa dele, mas vocês se amam e merecem ser felizes. – A mulher dizia enquanto limpava as suas lágrimas. – Lute por esse amor, lute pela sua felicidade.
– Eu não sei o que fazer, como chegar até ele, não sei o que dizer.
– Apenas seja você mesmo, seja sincero com ele, diga o que você está sentindo. Siga o seu coração.
– E se mesmo assim ele me rejeitar?
– Ele não vai fazer isso.
– Mas e se fizer? – Perguntou em um sussurro.
– Se ele fizer isso, o que eu não acredito que ele vá fazer, então nesse caso, ele não merece o seu amor. – Respondeu a tia.
Algumas horas após o Ian sair, Lucas recebeu a visita do seu melhor amigo, o Pedro, e isso o animou um pouco mais, não apenas por estar vendo novamente o seu grande amigo, mas também pela conversa que tiveram, no qual o Pedro lhe contou tudo que aconteceu no dia em que ele foi morar na Irlanda. Contou sobre como o Ian reagiu à notícia e o desespero do mesmo ao ser impedido de entrar no avião onde o Lucas se encontrava sentado, apenas esperando a aeronave decolar.
– Ele foi atrás de mim no aeroporto e fez um escândalo? – Perguntou incrédulo. Não conseguia acreditar que o Ian teve coragem de fazer isso, ele não era o tipo de pessoa que costumava fazer escândalos, quer dizer, menos quando estava com ciúmes do Lucas com alguém, aí ele virava uma fera. Aí de quem mexesse com o garoto. O Lucas era a única pessoa que conseguia tirá-lo do sério. O mais velho não suportava a ideia de outra pessoa tocando no que era seu, principalmente quando se tratava do Lucas.
– Eu nunca pensei que fosse vê-lo daquele jeito algum dia, ele ficou devastado, confesso que até fiquei com muita pena dele, vê-lo jogado no chão daquele jeito, chorando feito uma criança que havia acabado de perder o seu brinquedo favorito. – O Pedro ia falando enquanto avaliava a expressão no rosto do amigo. – Ele quase foi preso pelos seguranças, eu tive que arrastá-lo para o estacionamento e levá-lo de volta para casa.
Lucas apenas o ouvia, não conseguia expressar nada, pois estava se sentindo tão mal, tão culpado por não tê-lo procurado para despedir-se. Não queria que ele sofresse tanto, apenas queria esquecê-lo e vice-versa, mas parece que o seu plano traçado em momento de desespero só trouxe mais sofrimento aos dois.
– Foi nesse momento que eu acabei me aproximando do Ian, nós meio que ficamos amigos, embora nenhum dos dois tenha admitido um para o outro. – Pedro deu um meio sorriso. – Eu até fui visitar a filha dele quando ela saiu do hospital e ele me deixou segurá-la por alguns minutos, enquanto ele terminava de arrumar as suas malas e contava sobre o seu plano de ir atrás de você para trazê-lo de volta ao Brasil, para trazê-lo para perto dele, para voltar a morar com ele.
Lucas não disse nada, mas sentiu os olhos arderem novamente e teve certeza que ia acabar chorando mais uma vez. “Droga, eu tenho que parar com isso. Estou parecendo uma adolescente apaixonada que acabou de levar um fora do namorado e não consegue parar de chorar.” Repreendeu a si mesmo por seu comportamento tão constrangedor. Odiava ficar chorando feito um bebê a cada vez que se lembrava ou falava do Ian.
Notas finais
O capítulo não ficou realmente como eu gostaria, para variar, e eu estou com muita dificuldade para escrever exatamente do jeito que eu pensei, mas estou tentando e espero conseguir passar tudo para o papel, digo, PC... rsrs
Espero poder atingir as expectativas de cada um, isso é, se eu sobreviver até lá né, pois eu já posso ver olhares mortais direcionados a minha humilde pessoa... socorro... :'(
Ah!!! Estou pensando em escrever um epílogo depois que eu postar o próximo e último capítulo, o que vcs acham da idéia?
E para quem acompanha a fic "Amar é..." e estava perguntando quando irá sair o próximo capítulo, eu falei com a xGoldenFairy e ela disse que está escrevendo o restante do capítulo, então estaremos postando o mais rápido possível.
Bjos e até o próximo capítulo.
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