Duplicidade

23 Na mira do inimigo


Notas iniciais
Oie!!! Meus amores como vocês estão? Espero que bem e felizes! Dois meses e todo mundo deve ta louca querendo me matar, né? O pós recesso foi meio louco para mim, então leiam sempre o perfil, tô deixando lá as informações importantes sobre o cronograma semanal. Vamos lá que este capítulo está tenso, vcs vão querer me bater no final, mas é sobre isso! Quem ainda não viu, terminei WILAY e TEMPESTADE, estou na reta final de OITO ANOS e estou reeditando NÓS SOMOS NOSSOS, alguém lembra? Boa leitura!

— Bella? – Eu digo ao entrar em casa, cansado de um dia exaustivo de audiências. O cheiro delicioso me indica que Bella deve estar na cozinha. Deixo meu material no aparador e me encaminho para lá.

Encontro Bella mexendo uma panela no fogão. O vestido azul simples lhe cai perfeitamente, trazendo um ar de menina a sua silhueta. Seu cabelo está solto, meio úmido de algum banho recente. E em seus pés está um par de meias coloridas. Minha menina graciosa.

— Oi amor! – Ela fala ao me encontrar parado na entrada encarando-a. Ela desliga o fogo e vem até mim sorrindo. Me inclino aceitando o seu abraço e o seu beijo suave. – Como foi o seu dia?

— Intenso, cansativo... – Eu respondo – E o seu? – Eu pergunto enquanto ela retorna para a sua panela.

— Ness veio aqui, ficou boa parte do dia comigo. – Ela fala e percebo uma certa tristeza em sua fala. Me aproximo dela por trás.

— Oh amor, eu sei que deve ser difícil para você ficar trancada aqui o tempo todo. – Eu digo lhe fazendo um carinho – Mas agora não podemos arriscar como das outras vezes.

— Eu sei amor! – Ela fala – Não quero parecer uma chata e eu gosto de ficar aqui e te receber no fim do dia... – Ela fala e se vira para mim. – É que eu não sei não fazer nada, entende?

— Eu sei meu amor, mas que tal pensarmos em algo que você gosta de fazer, que você poderia fazer daqui ou em algum lugar seguro?

Bella sorri para mim e assente. Eu resolvo ir tomar um banho já que ela dispensa a minha ajuda na cozinha. Quando eu retorno, ela já está com a mesa posta. Jantamos tranquilos, com ela me contando como foi a visita de minha irmã e eu a atualizo das últimas novidades que Biers andou descobrindo.

Bella está em minha casa há 10 dias, e com isso, o seu desaparecimento ganhou os meios de comunicação e imprensa. Por isso se tornou ainda mais difícil que ela saia de casa. O único lugar onde fomos foi ao Violet, pois é um lugar extremamente seguro. Mas depois daquele jogo com Hale, não jogamos mais, fomos apenas nos divertir um pouco e ficamos na minha suíte. Depois do jantar, nós dois limpamos tudo juntos e depois vamos para o quarto. Porém eu volto para a sala para pegar minha pasta e mostrar algo a Bella.

— O que é isso? – Ela pergunta quando lhe entrego um livro grosso e antigo.

— Abra, acho que você vai gostar. – Eu digo e me sento ao seu lado na cama.

Bella abre com cuidado e arfa ao ver uma foto sua na capa. É ela cerca de 10 anos antes, cercada de colegas da escola. Ela está com um sorriso lindo e genuíno no rosto.

— Eu fui líder de torcida! – Ela pergunta retoricamente. – Onde conseguiu isso?

— Biers conseguiu o anuário escolar do ano letivo antes do seu desaparecimento. – Eu digo e ela sorri emocionada. – Acho que talvez possa te ajudar com algumas lembranças e também a se conhecer melhor.

— Obrigada, Edward! – Ela diz – Isso é incrível!

Ela me beija apaixonadamente e eu a abraço com carinho.

— Bella... eu marquei com os seus pais. – Eu digo devagar encarando os seus olhos verdes ansiosos. – vamos nos encontrar na sexta feira no meu gabinete. Se tudo der certo, eu os trago aqui. – Eu digo e Bella suspira.

— Como será que eles vão reagir? – Ela pergunta apreensiva.

— Eu tenho certeza de que eles ficarão muito surpresos e extremamente felizes, meu amor. – Eu digo tentando acalmá-la.

— Tomara, meu bem! – Ela diz e se aconchega em mim.

Continuamos dando uma olhada no anuário escolar dela e Bella vai absorvendo tudo o que ela era quando adolescente. Volta e meia ela se lembra de uma coisa ou outra e fica radiante de estar avançando nas lembranças. Ela tem continuado a terapia aqui em casa, já que graças ao sigilo profissional, podemos contar com o apoio de sua psicóloga, que ficou horrorizada com as descobertas de Bella.

Meu telefone toca e eu vou atender. Jacob me avisa que tenho um agendamento no Violet, com Amy e Kate. Me pego pensando em Bella e em como tudo está diferente agora. Peço para que ele aguarde um pouco antes de confirmar e que ligaria em poucos minutos.

— Bella?! – Eu a chamo voltando para o seu lado.

— Oi amor, quem era no telefone? – Ela pergunta erguendo seu olhar para mim.

— Jacob. – Eu digo e ela aguarda que eu prossiga – Tenho um jogo agendado com um casal de amigas. – Eu digo devagar e vejo Bella se recostar lentamente.

— Ah.

— Tudo bem? – Eu pergunto.

— Claro, Edward... eu só...

— Fala, amor. – Eu digo querendo enfim conversar sobre isso.

A questão é que os jogos são parte de mim, tem a ver com quem eu sou. Inclusive, Bella me conheceu por causa disso. Ela me encara e revira os olhos.

— Eu não estou com ciúmes, Edward. – Ela fala – É que é estranho saber que não estarei junto, não estarei vendo... Eu gosto de te ver jogar — Ela diz mordendo o lábio inferior. Eu sorrio torto.

— Vamos fazer assim? – Eu digo. – Vamos jogar somente como casal agora. Ou seja, sempre estaremos juntos, seja jogando ou só assistindo. – Eu proponho e ela assente em seguida, me dando um selinho.

— Certo... então quer dizer que vou poder assistir vocês? – Ela fala com uma expectativa genuína. É nesses momentos que eu me encanto ainda mais com ela.

— Sim, baby. – Eu digo já mandando uma mensagem para Jacob acertar o agendamento com as meninas. E avisando sobre mudar o meu perfil e o de Bella para casal.

— Edward...

— Sim, baby? – Eu digo me virando para ela. Seu olhar é penetrante.

— Se os meus pais não gostarem do que eu me tornei? – Ela pergunta devagar, expressando o seu maior receio com o encontro com seus pais.

— Bella, não há como eles não se apaixonarem pela mulher incrível que você é! – Eu digo a trazendo para perto de mim e roçando nossos narizes. – Eu te amo, Bella, e estou com você até o fim do mundo, não importa o que aconteça.

— Eu te amo Edward. – Ela diz emocionada – Em toda essa loucura, essa é a única certeza que eu tenho sobre mim. Que eu amo você com tudo que há aqui dentro.

O beijo é fulminante. Caímos deitados na cama, eu sobre ela. Com um chute o anuário cai com um baque no chão, mas não nos importamos muito. Nossos corpos estão ocupados demais entregando tudo si para o outro.

Logo o vestido de Bella e jogado ao longe. Chuto minha calça de moletom em seguida, enquanto desço pelo corpo sinuoso da mulher da minha vida. Ela geme coisas incompreensíveis quando minha boca se aprofunda em sua carne sensível e úmida.

— Oh amor! – Ela geme quando a invado com minha língua. Sua mão se agarra aos meus cabelos com força e a sinto arrepiar sob mim.

— Ah pimentinha... – Eu digo estimulando-a com dois dedos na sua entrada – Gostosa do caralho!

— Edward! – Seu desespero latente anuncia que o primeiro orgasmo está vindo – Oh Deus!

— Vai, baby, goza pra mim... só pra mim...

—Ahhh!

Eu me delicio com o orgasmo delicioso que Bella me entrega. Arfante, ela me puxa em sua direção e eu lhe dou o beijo que ela procura. O seu gosto se espalha entre nós como um veneno inebriante e eficaz. Logo, ambos estamos sucumbindo ao desejo e Bella nos vira para montar sobre mim.

— Sua safada... – Eu digo segurando o seu quadril com precisão. Bella cavalga com maestria e dá tudo de si para me satisfazer.

— Oh céus! – Ela exclama ofegando. Sua boceta sobe e desce em meu membro como que automaticamente, como se aquilo fosse a coisa para a qual foi feita.

E de fato é.

— Você nasceu para ser minha, baby! – Eu digo acelerando minhas investidas nela – Seja Madison, ou seja Isabella... – Eu olho em seu olhar intenso e entregue – Você é minha!

Ao mesmo tempo e completamente presos um no outro, um orgasmo avassalador nos atravessa. Nosso grito se mistura enquanto acolho o corpo de Bella que cai sobre o meu. Ambos ofegamos enquanto nossos fluido se misturam mais uma vez e nossos corações aceleram no mesmo compasso. É real, nascemos um para o outro e até mesmo os nossos corpos sabem disso.

Os dias passam sem nenhuma novidade, e na sexta feira Bella está um pouco mais confiante, apesar de nervosa. Quando a deixo no meu apartamento pela manhã, ela me deseja boa sorte com os seus pais e me pede para que a avisasse se eles vão vê-la ou não antes de ir para casa.

— Bom dia Srta Stanley! – Eu digo à minha secretária que já se levanta com a minha chegada – Preciso que confirme com o casal Lincoln a nossa sessão as 16h, será o meu último compromisso do dia, né isso?

— Bom dia, Dr Cullen. – Ela diz me acompanhando até a minha sala com a agenda nas mãos – Sim, é o último compromisso agendado do dia. Eu já confirmei com eles. – Ela fala — Porém, o Reitor Volturi deseja uma reunião com o senhor hoje a tarde.

Eu estaco ao ouvir o nome do Volturi e logo um ânsia me toma. Respiro fundo e disfarço.

— O assunto? – Eu pergunto – Reunião a sós?

— Sim, doutor, somente os dois no gabinete dele, as 14h30. – Ela diz – Tive que remarcar a revisão com os estagiários que era neste horário para 11h30. Porém temos o Caso do Sr Bailey...

— Affs! O que será que ele quer comigo? – Eu digo mais para mim do que qualquer coisa. Suspiro – Faremos assim, Jessica: deixe a agenda da manhã e coloque os estagiário as 12h30. – Eu digo me sentando na minha poltrona.

— Mas e o seu almoço, doutor?

— Alguém consegue comer algo antes de uma reunião de surpresa com o chefe? – Eu gracejo e a minha secretária assente solidária. – Mais alguma coisa fora do roteiro? – Pergunto e ela nega. – Ótimo. Vou me preparar para a audiência das 8h30 então.

Ela logo se vai e eu me pego pensando no que Aro pretende nesta reunião. Resolvo empurrar isso para o fundo da minha mente e me concentrar na minha rotina. Eu levo tudo direto e nenhuma atraso acontece de modo que as 14h eu tô mentalmente cansado e fisicamente faminto. Peço um café para a Jessica enquanto troco mensagens com Bella e com Biers.

— Srta Stanley, um senhor por nome Biers virá me procurar hoje a tarde – Eu digo quando passo pela mesa de minha secretária. – será no meio de minha conversa com o casal Lincoln. Você pode deixar ele entrar sem anunciá-lo e após a chegada dele, você está liderada. A reunião pode extrapolar o horário de expediente.

— Sim, doutor. Entendi perfeitamente.

— Obrigado. Agora vou para a reunião com o reitor.

Assim que atravesso o portal da sala, sinto a imponência do ambiente pesar sobre mim. Toda a decoração do lugar é fria, escura e pesada. Aro me espera sentado confortavelmente em sua cadeira de espaldar alto. Seu olhar não suaviza um só instante, como se estivesse em alerta para uma ameaça.

— Boa tarde, reitor! – Eu o cumprimento polido.

— Ah Cullen! Que bom que nosso encontro pode acontecer. – Ele diz levantando-se lentamente. – Por favor, sente-se aqui. – Eu dou dois passos na direção de sua mesa e da cadeira que ele me indica à sua frente. – Deseja alguma coisa?

— Não, senhor. Estou bem. – Digo me sentando de forma séria.

— Ótimo, então. – Ela diz sentando-se também. – Deve estar se perguntando o motivo do meu chamado.

— Senhor, acredito que deva ter seus motivos e por isso estou aqui. É o meu dever. – Eu digo sustentando o olhar no dele. Não posso vacilar um só instante diante deste monstro. Ele não pode nem cogitar a possibilidade de eu conhecer sua podridão.

— Sempre tão eficaz com as palavras, Cullen. Não é a toa que tem se destacado aqui no Supremo. – Ele diz e seus olhos ficam como duas fendas por um momento. Ele está me avaliando, tenho certeza.

— Agradeço, senhor, mas creio serem apenas impressões exageradas. Tenho feito apenas o meu trabalho da melhor forma que sei fazer.

— Claro, claro – Aro sorri frio, um sorriso que não chega ao rosto – E tem se saído muito bem, acredite. Até mesmo na Corte Suprema essas... como você disse? Impressões chegaram. – Aro usa um tom diabolicamente calmo. Sinto uma mudança no clima.

— Senhor, é a primeira vez que ouço falar disso.

— Imagino que sim. – Ele diz se recostando lentamente em sua cadeira. – Assim como posso imaginar que também não saiba que eles exigiram um relatório completo de suas habilidades e competências a mim. – Eu mantenho o olhar sereno apesar de surpreso. O que a Corte Suprema Federal quer comigo?

— Senhor, nunca sequer imaginei algo parecido. – Eu digo – Ouso-me ao perguntar, mas por que tudo isso?

— Você é um homem inteligente, Cullen, deve entender que para algumas pessoas cargos não devem passar muito tempo nas mãos de uma mesma pessoa. – ele fala, desviando seu olhar pela primeira vez. – Um pensamento, se me permite a minha opinião, completamente retrógado e idiota.

Me abstenho da fala, esperando que ele prossiga.

— Bom, você sabe que estou neste cargo a quase 15 anos, quando você nem sequer sonhava com um tribunal, não é mesmo, Cullen? – Ele prossegue – E acredito que muitos devam pensar que o meu tempo aqui já passou da hora de acabar. – É visível a raiva em suas palavras. Ele se levanta de repente. – Mas estão errados. Tanto sobre isso, como sobre o fato de que permitirei que você assuma o meu lugar.

Ergo o meu corpo lentamente. A Corte que substituí-lo! Isso é fantástico, provavelmente não sou o único que desconfia dele.

— Senhor reitor...

— Entenda, Cullen. – Ele me corta frio e maligno – Não é nada contra a sua pessoa. Mas isso não vai acontecer, eu vou garantir isso. – A certeza em sua voz me causa náusea. Eu deveria ter medo, mas tenho asco.

— Se o senhor acredita que isso não vai acontecer de qualquer forma. – Eu digo sério e potente – Qual o sentido dessa reunião? – Ele dá uma avaliada em mim antes de responder.

— A Comissão deve te chamar em breve para uma audiência avaliativa. – Ele diz me olhando penetrante – Eles já estão com seu relatório e currículo impecáveis. Só vão recuar quando souberem que você não almeja o cargo. – Ele dá um meio sorriso frio.

— Eu não almejo o cargo. – eu repito sua frase lentamente.

— Sabemos que é o melhor. – Ele diz ainda com aquele sorriso diabólico. – A vida de um reitor é arriscada... Até mesmo em candidatura, sabe. Coisas podem acontecer. Famílias podem acabar chorando sem necessidade, essas coisas. – Ele dá de ombro e depois me encara novamente – Esme é uma mãe carinhosa e Carlisle é um pai dedicado. Eles não merecem nenhum tipo de sofrimento, não é mesmo? – Ele aumenta um centímetro daquele sorriso asqueroso e tudo que me vem a mente é no melhor jeito de acabar com ele. Respiro lentamente.

— Até breve, senhor reitor! – Eu digo mantendo o olhar e encerrando a conversa.

— Até breve, Cullen. – Ele diz e eu me viro para a saída. Quando estou passando o portal, ouço sua voz.

— Ah mande lembranças minhas ao casal Lincoln. Espero que mostre a eles que não mais nada a ser feito para a família deles. – Eu o olho com nojo, mas seguro minha língua. Apenas me viro novamente saio dali pisando forte e rápido.

Me jogo em minha poltrona com a certeza de que estou na mira do Supremo Juíz Aro Volturi. Mas ao invés de medo, sinto ainda mais gana de destruí-lo inteirinho.

— Droga! – Eu xingo e nesta hora o meu telefone toca. – Diga Stanley!

— Doutor, o Sr e a Sra Lincoln estão subindo. – Ela diz.

— Certo, pode trazê-los direto para a minha sala e quando o Biers chegar faça como combinamos. – Eu digo tentando me recompor um pouco. – Obrigado, Stanley.

Pego o meu celular e disco o número novo de Bella.

— Ei pimentinha! – Eu digo assim que ela atende.

— Oi amor! – Ela é carinhosa, mas sinto seu nervosismo.

— Eu te amo! – Eu digo urgente – Seus pais estão subindo para a minha sala. Assim que terminar eu te aviso.

— Está bem. – Ela fala e pauso um instante – Por favor, deixe que eles saibam que eu quero muito vê-los.

— Farei isso, meu amor. Fique bem! – Eu digo – Vou desligar agora.

— Boa sorte meu amor. – Ela diz – Te amo e obrigada!

Assim que descanso o meu celular na mesa ouço uma batida, seguida da abertura da porta do meu gabinete.

— Doutor, o Sr e Sra Lincoln! – Minha secretária anuncia e o casal adentra no ambiente. No rosto deles eu vejo a expectativa e curiosidade. Mal sabem eles que terão a maior notícia da vida esta noite.

— Obrigada, srta Stanley! – Eu digo me levantando e indo cumprimentar o casal. – Sejam bem vindos, como estão?

— Estamos bem, doutor! – O Sr Lincoln responde quando trocamos um aperto de mão. – Só curiosos e ansiosos.

— Imagino. Senhora? – Eu estendo a minha mão para ela que me olha com profundidade. Ela parece ler a minha alma. Eu sorrio minimamente e seus olhos brilham de felicidade.

— Você descobriu a verdade, meu filho? – Ela pergunta emocionada.

Meu peito se aquece e eu assinto.

— Venham, sentem-se. – Eu digo apontando para o pequeno sofá e eu puxo uma cadeira para ficarmos mais à vontade.

— Diga-nos doutor, o que descobriu? O que aconteceu com a nossa menina? – o Sr Lincoln pergunta abalado.

— Senhores, a história que vou lhes contar é surpreendente e até mesmo cruel — Eu lhes digo sério. – Preciso que me ouçam até o final. Mas acreditem, é tudo verdade e nestas pastas aqui vocês verão as provas. – Eu aponto para os dossiês em minha mesa. Respiro fundo e os encaro. – Sr e Sra Lincoln, a filha de vocês está viva.

Notas finais
É amores, hora da verdade! Porximo capítulo é o encontro da família verdadeira de Bella e o começo da queda de James e Aro. Acho que todo mundo quer muito isso né? Estamos em reta final... temos menos de 10 capítulos apenas. Salvador, 24 de agosto de 2022, por DC Anjos. Beijinhos!