Duologia de poemas desvairados
1 A Mente Desvairada do Amor
Um grupo de amigos resolveu me atazanar em busca daquela por quem o meu coração sofre uma flechada com ponta de ferro em brasa, que faz meu coração pulsar forte e sentir calor, que logo busca calmaria em meio ao alvoroço.
Trivialmente eles me perguntam por quem estou apaixonado. Por uma mulher que talvez não mereça fazer meu coração que tem medo de se apaixonar, doer; é o que eu quero lhes dizer.
Passo dias sem vê-la, minha mente se alimenta de sua ultima imagem e meu coração sofre; mas na medida em que passo sem vê-la, a dor diminui; até que a vejo e meu coração volta a doer. Minha mente se alimenta de sua imagem como se o mundo estivesse paralisado e apenas eu olhando seu lindo rosto.
Ela não dá acesso ao calor do seu corpo, a honra de sua voz ou um beijo em seus lábios. Sempre nos dizem que devemos estar com quem nos quer, e eu a quero muito! Os deuses sabem disso, até já emularam minha paixão por ela para criar poesias a suas amadas deusas.
Enquanto continuo divagando, minha paixão por ela vira amor, digno de nota nos mais belos contos de amor de todos os tempos. Enquanto isso meus amigos não me dão sossego enquanto eu não disser o nome daquela por quem eu sinto atração, que meu coração insiste em dizer que é amor.
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