Notas iniciais
Desculpe a demora, pc estragfou tenho que usa do meu irmão. Quis neste capítulo mostrar o passado da Babi, o lado mais humano dela e talz. E também seu lado psicopata espero que gostem

Barbara havia mudado para cidade, com seus 20 anos, estava desbravando a vida de uma pessoa independente, morava numa república, com outras moças, tinha seu quarto sempre impecável e cozinhava de vez em quando. Sua república ficava bem no centro de Curitiba, há algumas quadras da sua universidade, ela tinha conseguido depois de tanto empenho passar na tão sonhada federal, ia estudar jornalismo, com ajuda do seu pai que toda mês enviaria dinheiro para ela pagar a república e outras necessidades pessoais e da faculdade.

A relação que ela tinha com o senhor Gonçalves, era assim que ela chamava seu pai, era uma relação muito fria, como dizia, ele era um cofre humano, que em sua vida inteira tinha comprado seu amor, com grandes notas de 100. Ele tinha abandonada a mãe de Babi grávida, depois de enriquecido com alguns negócios obscuros, Sr Gonçalves voltara para registrar a pequena Barbara, e o que ele trouxe foi dinheiro e um sobrenome, e ela ganhou uma casa linda na cidade de Arapongas, e começaria a estudar nos melhores colégios da região, viagens para fora do Brasil, cursos e etc.

A mãe de Babi, senhora Theodora Oliveira, havia sofrido muito, tinha engravidado jovem, com seus 16 anos, foi chacota de toda família, a pessoa que ela tanto amava tinha desaparecido um dia depois que tinha contado que carregava um filho no ventre, foi abandona por todos. Mais decidido ia criar aquela criança, amava tanto ela mesma no ventre, sentia um amor inexplicado. Cuidou dela durante os setes meses, só eram as duas no mundo.

–Babi você me escuta, eu sei que você me escuta, pinguinho de gente, saiba que a mamãe te ama muito, cuidarei de você para sempre, estarei lá quando andar os primeiros passos, e começa a correr para desbravar o mundo, te ensinarei a andar de bicicleta, vou te segurar quando cair. Ouvirei suas primeiras palavras, e quando você irá fazer seus discursos. Levarei na creche e estarei sentada na primeira fila quando você se formar. Você vai me contar do seu primeiro beijo, e vou estar lá do seu lado quando você for se casar. Minha promessa pequena, mais, por favor, continue ai, no meu ventre não está na hora, pequena, fique mais um pouco, por favor, minha princesa.

Uma hora depois, a pequena Babi, tinha nascido pequenina, prematura, foram tomados todos os cuidados para sua frágil vida continuar. Sua mãe tinha tido a ultima conversa com ela, senhora Theodora não havia sobrevivido ao parto de alto risco.

Barbara Oliveira saiu do hospital uma semana depois e foi para casa dos seus avós, onde ficou até seus oito anos de vida, quando seu pai voltou, para cria-la e se tornou Barbara Oliveira Gonçalves.

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Babi estava entusiasmada com seu primeiro dia de aula, aquilo era o que ela tinha sonhado há muito tempo o curso de jornalismo, era um das suas maiores vontades, era uma forma de recomeçar tudo, sentia-se de novo a Barbara, senti-se novamente forte, invencível poderia enfrentar a todos. Suas primeiras aulas universidades, não eram iguais nas boas épocas de ensino médio afinal ela tinha se transformado completamente, em lugar daquela menina brincalhona, que não leva nada a serio e extremamente sociável, agora era uma mulher seca, voltada aos estudos, e muito calada que apenas observava tudo e a todos.

A professora Lúcia era totalmente diferente de todos os outros anciões, que davam aula, ela era sempre simpática com todos, com seu visual jovem e descolado, fazia com que os alunos se identificassem todos seus alunos a olhavam não apenas como uma mera professora, mais sim uma amiga.Desde a primeira aula que Babi, teve com a jovem professora algo chamava-lhe muito a sua atenção e ela não sabia exatamente o que era, seus olhos azuis, que toda vez, Babi se afogava naquele olhar, não seu lindo jeito de menininha doce, no enorme cabelo preto que ela tinha, seu sorriso enorme, tudo na verdade a atraía.

Esperava ansiosamente todas as suas aulas, encontrava forma de sempre estar com ela. Por dentro Babi já assumia que estava apaixonada por Lúcia.

–Senhora Lúcia? – Gritava Babi correndo atrás de Lúcia.

Lúcia assim que ouviu a voz se virou para ver de onde vinham os gritos, logo viu uma adolescente desajeitada, carregando muito livros em suas mãos, mais Lúcia não pode deixar de notar a beleza daquela jovem.

–Olá, jovem. O que posso ajudar?- Disse Lúcia assim que a adolescente se aproximou dela.

–Olá Senhora Lúcia, meu nome é Barbara, eu acho que você não deve se recorda, sou uma de suas alunas, de período da manhã, do curso da manhã de jornalismo.

–Assim Barbara, como posso te esquecer, você irá se tornar inesquecível cada vez que me chamar de Senhora, peço que me chame de Lúcia, somente, afinal não sou casada e não sou tão velha assim, ou aparento ser tão velha??

–Não é lógico que não, desculpe Lúcia, é que eu preciso de sua ajuda?

–Diga o que posso ser útil?

–É referente ao trabalho de hoje, eu não compreendi, e também preciso de nota, com a Senho... com você.

–Entre garota, afinal estou com fome, e saco vazio não para em pé – Dito isto Lúcia abriu a porta do banco de passageiro para ela, o seu carro era de cor azul, um uno pequeno tudo o que um salário de professor poderia pagar- Conversaremos comendo um delicioso lanche e você me diz no que posso te ajudar ok ?

–Sim, joia.

Assim foram as duas almoçar em um restaurante perto da faculdade. Lúcia comia sua refeição com tamanha voracidade, pareciam àqueles clássicos personagens de anime, que assustava Baby, já tinha repetido algumas vezes ainda dizia que estava fome, enquanto ela mal havia terminado seu primeiro prato.

–Você costuma comer pouco assim ou é emoção de estar comigo? Disse Lúcia com sua cara de menina sapeca.

–Não, é que eu já tinha lanchado, só estou comendo de gula.

–Sei como é, mas me diga o que você precisava?

–Primeiro, eu gostaria de pedir que a senhora aumentasse o prazo do primeiro trabalho, eu não vou conseguir entrar o trabalho no prazo, estou muito apurada, trabalho e faculdade é complicado, você me compreende?

–Mais ou menos, Barbara você é uma de minhas melhores alunas sabe, mais você deve se esforçar um pouco mais, tem vários estudantes que também, assim como você trabalham e estudam, mais entregam o trabalho em dia, mas eu vou ver o que posso fazer, e o segundo pedido?

–O segundo pedido, e quê estava pensando, sabe, eu gostaria de convidar a senhora para assistir um filme quem sabe, neste final de semana, se você quiser é lógico.

–Acho você uma gracinha é lógica que sim- Dito isto Lúcia colocou a mão em cima das mãos de Babi e deu um belo sorriso.

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Babi estava longe da casa neste momento, sua mente viajava lembrando todos os momentos da vida junto com a Lúcia sentia muito raiva dela, de tudo que ela foi responsável na mudança de sua vida, todas as dores, todo o vazio.

–Ela mereceu tudo aquilo e muito mais, ela realmente merecia- Disse Babi transtornada rindo de tudo o que aconteceu, lembrando-se do melhor momento quando havia tirada a vida de Lúcia, nunca sentirá tamanha felicidade, foi o melhor momento da sua vida, poder acabar com uma vida humana, colocar um ponto final na vida de alguém, não havia sensação melhor, toda irá toda dor haviam realmente desaparecido com aquela vida insignificante.

Babi ficou a deriva da estrada por muito tempo queria ver Sophia, mais não era momento para aquilo, amanhã a veria, e saciaria o prazer da carne, deveria descansar hoje, mais estava com muita adrenalina no corpo, parecia que ter matado Lúcia foi um dos melhores energéticos, algo que tinha revigorado.

Ela ficou olhando aquele trecho de estrada, viu a movimentação dos carros, estava bem próximo do que um dia foi a moradia de Lúcia. Via a fumaça pairando, o seu serviço havia terminado ali tinha que prosseguir, nisso ligou o carro e foi para seu destino.

Notas finais
Gente demorei mais finalmente nova capítulo, criticas, elogios comentem. Gente não deu para revisar depois eu reviso os erros, to no pc do meu irmão.