Hoje estava sendo um dia difícil, pois a vontade era muito grande de consumir Droga. Era mais forte que eu. O relógio não muito caro em meu pulso marcava 06h45min da manhã e eu já estava na rua em busca daquilo que me consumia por inteiro. Em cada veia, em cada neurônio, eu necessitava daquilo. Com minhas roupas de grife e com a mochila nas costas onde coloco as drogas que compro, fui até a boate “Metal Dance” o dono era fabio conhecido como Binho Um homem ambicioso e ganancioso que só pensa em dinheiro.

Entrei e logo avistei Tomas, ele era Bar-man desse lugar. É também meu melhor amigo e me ajuda em tudo. Tomas não gosta do que faço, porém me ajuda assim mesmo. pois tinha largado as drogas com muito sacrificio

Subi as escadas onde dava aceso ao escritório do Mentor , bati na porta duas vezes

E fui entrando pedindo

Logo me sentei.

- Eu preciso de mais Drogas! – exclamei passando as mãos pelos cabelos que já estavam mais que bagunçados, pois já fazia séculos que eu não dormia em casa. minha mae ja tinha me largado eu era decpçaõ da minha familia era desgosto da minha mae katia

Então ele pegou um saquinho com um pó branco e outra com uma pílula. Cocaína e Êxtase.

É seu. – erguei o saquinho para entregar-me. – Mas terá que fazer um “seriviçinho” a mim... – encolhei o braço novamente e sorriu.

- Qual? – perguntei.

- Você saberá... – respondeu e me entregaram os dois saquinhos. Então me retirei do escritório, desci as escadas. Fui até o balcão onde tomas preparava as bebidas e limpava o lugar. Sentei-me na cadeira ali dos clientes.

tomas, me dê um copo d’água? — pedi a ele que fez careta, mas fez o que pedi.

- Não sei por que insisti em usar essas porcarias, diego – reclamou ele me entregando o capo com água. – Isso ta acabando com a sua vida!

- Você sabe como ninguém que eu tentei de todas as formas possíveis e impossíveis largar essa vida! – falei. – E além do mais... Minha vida acabou quando minha Mãe brigou comigo e a giovana me traiu! – complementei com seriedade.

Ele revirou os olhos. – Aiai diego!

Deixei a conversa de lado e ingeri a pílula e a água. Logo senti um alivio nos meus músculos e em minha mente. Uma louca adrenalina veio de repente percorrendo todo o meu corpo.

Respirei fundo. – Vou ao banheiro! – falei a ele, mas provavelmente ele saberia o que realente eu iria fazer.

Entrei no banheiro, tranquei a porta, peguei a cocaína guardada em meu bloco da calça jeans surrada. Coloquei a própria no lavatório de comecei a cheira-la.

Nesse instante meu cérebro rodou, eu já não estava no meu normal. Guardei o resto novamente em meu bolso e sai de lá de dentro. Pedi um gole de Vodka ao Tomas, despedi dele e sai da boate.

Caminhei com as mãos no bolso e olhando para o chão. Estava sem rumo, não que eu não tenha uma casa. Sim, eu tenho. Porém me traz lembranças, ruins, boas e tristes. As ruas estavam movimentadas no centro da cidade. O bairro Rio de Janeiro que era onde eu morava ficava perto daqui, mas nem por isso ele era livre de Drogas e violências.

Eu nem sabia como estava conseguindo andar, pois minhas pernas não tinha controle sensato. E meus olhos estavam me enganando, pois estava tudo rodando e por isso acabei trombando em uma garota loira linda que a caiu no chão.

- PReSTE MAIS ATENÇÃO AONDE ANDA! – gritou ela ainda caída no chão.

Retirei as mãos de meu bolso e ajudei-a a se levantar. Peguei-a pela cintura.

- ME SOLTE! – gritou ela libertando-se de meus braços. – Não quero sua ajuda! – completou mais calma um pouco.

Meu deus como são irritadas as mulheres.

Me perdoe! – pedi colocando as mãos no bolso novamente. – Eu não lhe vi! – expliquei firme.

Ela suspirou. – Tudo bem, eu também exagerei... – disse. – Hoje está sendo um dia. – comentou.

- Concordo o meu também está uma merda. – falei sorrindo fracamente. – Espero que o seu melhore. – lhe desejei de coração.

Não sabia por que, mas tinha gostando do jeito dessa moça.

Oh obrigada. – agradeceu mostrando a fileira de dentes bancos e perfeitos. – Espero que o seu também. – complementou.

Bom eu já vou indo... Até qualquer dia. – despedi dela.

- Até... – disse a loira linda .

Passei por ela. Eu devia voltar e pergunta-las seus nomes? Não, nada a haver. Eu nem a conhecia. E ter trombado com a garota não significava que iríamos ser amigos ou algo parecido. Eu nem poderia lhe proporcionar uma boa amizade...