Dramione - Fotografias
23 Feliz Ano Novo
Notas iniciais
Pov. Draco Malfoy
Peguei os gêmeos no jornal de Luna e os levei para casa. Mione não estava na sala quando entramos, eu estava em alerta máximo, havia irritado ela demais num dia só. Já estava bem tarde quando chegamos, já se passava das sete e meia. Era para termos chegado mais cedo, mas os dois tinham me feito passar na Gemialidades pra escolher alguns foguetes para Jorge levar.
—Vão tomar banho que daqui uns minutos – falei enquanto subíamos as escadas – Pops, irá ajuda-los a se arrumar.
—E a mamãe, papai? – Perguntou Sophia.
—Eu não...
—Papai o senhor está ferrado – me interrompeu Enzo rindo – O que o senhor fez?
—Do que...
Parei no meio da frase ao ver uma elfa com as roupas que eu iria usar no braço, parada na porta do quarto.
—O que está acontecendo aqui? – Perguntei a Pops.
—Minha senhora pediu para entregar e para o senhor se arrumar no quarto dos gêmeos – ela respondeu – Ela não quer que o senhor entre, só as crianças para ela os arrumar.
Sophia colocou a mão na boca tentando segurar o riso, enquanto Enzo ria abertamente da minha cara. Quem ela pensava que era para me deixar do lado de fora do quarto? Era nesses momentos que eu sentia raiva da teimosia dela.
—Alguma coisa o senhor fez para irrita-la. – Acusou-me Sophia.
—De que lado você está? – Perguntei pegando minhas roupas.
—Lado nenhum papai – ela riu – Mas que ela está irritada, está.
Sophia e Enzo entraram no MEU quarto enquanto eu fui para o deles me arrumar, tomei um banho rápido no banheiro de Enzo e troquei de roupa rapidamente, era apenas o básico de Réveillon, uma calça e camisa de mangas longas, fresca. Mesmo nevando a tenda da festa era aquecida.
Desci as escadas meia hora depois e Pops preparou algo para eu comer enquanto lia o Pasquim de novo no sofá, não tinha como negar, ela estava realmente muito linda! O ar superior, os olhos focados que pareciam realmente olhar para mim enquanto o sorriso sexy se formava em seus lábios vez ou outra na fotografia que se mexia.
Enzo e Sophia desceram meia hora depois, todos perfeitamente arrumados. Sophia vestia um vestido rodado todo de renda branco e seus cabelos cacheados estava com uma tiara de flor amarela igual a fita na cintura, parecia uma pequena princesa e se jogou no meu colo animada para a primeira virada de ano em família.
Enzo estava a minha cópia perfeita, com a mesma roupa, o mesmo sapato e a única coisa diferente eram os cabelos. Ele mesmo tinha escolhido aquela roupa para ficarmos parecidos e devo confessar que estava gostando muito de ver como ele sempre se espelhava a mim. Tirando o fato de querer ser goleiro, ao invés de apanhador, quase tudo que eu fazia ele me pedia para ensina-lo e até o modo de vestir estava começando a se parecer mais comigo.
Olhei no relógio irritado, já se passava das nove e meia, os gêmeos já tinha descido a mais de uma hora e nada da mãe deles descer.
—Desse jeito a gente vai assistir os fogos pela televisão Mione – gritei estressado, odiava me atrasar – Dá pra descer logo.
—Eu desço quando estiver pronta. – Ela berrou lá de cima fazendo os gêmeos rir.
—Ela está com muita raiva do senhor papai. – Riu Enzo.
—O senhor deve ter conseguido algum recorde. – Falou Sophia.
—Ela é uma turrona isso sim.
Os dois ergueram a mão em sinal de rendição e voltaram a zarpar pela televisão trocando de canal.
—Mione vou na frente com as crianças se você continuar demorando desse jeito.
—Olha aqui Draco Malfoy, eu não estou escutando as crianças reclamarem. – Ela falou descendo as escadas, furiosa – O que foi?
Certo, agora eu entendia porque demorou tanto. Estava fabulosa! Nunca tinha visto o cabelo dela daquele jeito, ela havia feito uma trança estilo desleixado para o lado oposto a da tatuagem com o nome dos gêmeos. Usava um batom rosa claro e uma maquiagem bem leve, mas o que mais chamava a atenção a centenas de metros de distância era o vestido. Era branco com tule no busto até o fim do decote cavado que ia até o umbigo, deixando os seus seios extremamente sensuais vistos as laterais deles pelo fino tecido e o cumprimento dele ia até o meio das cochas.
Com a trança de lado, a rasteira de franjas creme e a pequena bolsa de contas, também de franjas e com alça comprida, ela conseguiu deixar seu look despojado e ao mesmo tempo provocante.
—Estou perguntando, o que foi Draco? – estralou os dedos na minha frente fazendo os gêmeos rirem, estes estavam fascinados com a tatuagem dela sendo vista pelo tule.
Eu nem conseguia me concentrar, ela estava tão... tão...
—Você não vai sair daqui com esse vestido — cruzei os braços.
—Como é que é?
—Olha o modo como você esta vestida? Tem dó Mione.
—Eu sempre saio assim, e outra Sr. Malfoy, eu visto o que eu quiser na hora que eu quiser quando eu quiser, sabe por quê? PORQUE EU QUE MANDO EM MIM – ela gritou e respirou fundo – Pare de implicar com tudo que eu faço. Qual o seu problema?
—Problema algum, mas...
—Não tem mais, nem menos. – ela falou se virando para os gêmeos – Peguem seus casacos.
Eu tentei pensar em algo para falar, mas era impossível. Ela caminhou pela sala, me deixando ainda mais excitado e nervoso, se eu estava assim imagina os outros? Imagina o troglodita. Aff. Eu odeio minha vida.
Entramos na lareira e fomos direto para a sala da Toca que estava vazia enquanto um barulho muito alto vinha do lado de fora. As crianças saíram correndo para encontrar com Ted e Victoria, assim que chegamos á tenda, montada na frente do lugar.
—E aí senhor compromissado demais para os amigos – cumprimentou-me Blás – Fiquei sabendo das novidades, virou pai agora.
—Não enche Blás.
Meu melhor amigo, e virou para a minha insuportável mulher.
—Você está um espetáculo Mione. – Elogiou Blás e eu soquei seu braço.
—Muito obrigado, você está ótimo também.
Ela deu as costas para nós e saiu desfilando, para o meio da festa dando uma olhada nas crianças e indo conversar com Gina e Harry. Muito bem Hermione, uma pessoa comum anda, você tem que desfilar?
—Nossa cara! Ela está muito gostosa.
—Eu não vou me importar de usar algumas maldições em você, Blásio Zabini.
—Eu sabia! – ele falou rindo – Carlinhos está certo, você foi fisgado pela morena, está morrendo de ciúmes dela.
—Que ciúmes o que? Faz algo mais produtivo e me dá uma dose de Whisky, porque a noite vai ser longa.
Rony não estaria na festa para dar suas olhadas furtivas, mas ainda tinha que me preocupar com certo troglodita. Blás pegou um copo para mim e colocou uma dose que virei de primeira.
—Se não é ciúmes, é o que então? – Blás continuou me irritando.
—Não é nada, só proteção. Ela é mãe dos meus filhos.
—Então é verdade, você se tornou o pai dos gêmeos – ele falou mais sério – Duas coisas que nunca pensei ouvir de você “eu te amo” para uma mulher e “meus filhos” para os amigos. Pelo menos um ainda você não disse, mas não vai demorar muito com todo esse ciúme.
—Eu não estou com ciúme. – virei-me irritado para ele.
—É mesmo? Então você não se importa de ver Rafael falando tão próximo dela do outro lado da tenda.
Olhei para onde ele apontou e me levantei com raiva seguindo naquela direção.
—É claro que é ciúmes. – Gritou Zabini e eu o ignorei.
O troglodita falava bem perto dela próximo da mesa de comida, estava com uma mão em seu ombro e toda hora se aproximava para falar algo no ouvido dela.
Hãhã, arranhei a garganta.
—E aí Draco! Tudo bem? – Perguntou Rafael.
—Está sim – falei o olhando de lado e para a mão no ombro dela, que ele fez questão de tirar – A conversa estava boa, podem continuar.
—Só estava...
—Eu só estava me oferecendo para ele, eu não sou oferecida? – Mione o interrompeu.
Rafael arregalou os olhos assustados.
—É claro que não Mione – falou o troglodita – Er...
—Ainda aquela história da terapia? – revirei os olhos.
—Eu infelizmente tenho uma boa memória.
—Você entendeu errado. Deixa de ser teimosa!
—Eu não sou teimosa.
Ela me deixou sozinha com o troglodita e foi ficar com os gêmeos. Tá vendo, teimosa!
—Que história é essa de oferecida? – Perguntou Rafael.
—Não é nada! E só que as mulheres são o bicho mais demoníaco da face da terra.
Ela passou o jantar inteiro com Enzo enquanto eu fiquei com Sophia perto de Zabini e Susana, que pareciam finalmente ter se acertado. Na contagem regressiva ela se aproximou segurando a mão de Sophia enquanto os fogos das Gemialidades faziam a contagem no céu junto com todos nós. As crianças com suco de abobora e os adultos com champanhe apenas esperando para brindarem...
Assim que explodiu o FELIZ ANO NOVO, eu senti os braços de Enzo me abraçando pela cintura e o abracei também colocando a taça na mesa.
—Feliz ano novo pai. Nosso primeiro ano novo junto. – Ele me falou enquanto Sophia abraçava a mãe.
—O primeiro de muitos que vão vir, eu prometo.
Ele foi para os braços de Mione e eu peguei Sophia que tinha os olhos brilhando.
—Feliz ano novo, feliz ano novo. – cantarolou enquanto apertava meu pescoço num abraço de urso.
—Pra você também.
—Eu te amo papai, o senhor me ama?
Ela me encarou com os olhos brilhando, como não ama-la?
—Claro que te amo, você é minha princesa.
Ela me apertou ainda mais num abraço e escorregou para o chão para abraçar os tios e os amiguinhos. Mione me olhava com um sorriso no canto dos lábios.
—Feliz ano Novo. – toquei nossas taças.
—Pra você também!
—Vem cá só um pouquinho.
Bebi todo o champanhe e a puxei para um abraço, sentindo o corpo dela muito próximo ao meu e os braços dela ao redor do meu pescoço enquanto sentia o aroma delicioso dos cabelos dela.
O abraço deve ter durado muito tempo, mas mesmo assim eu não queria solta-la. Com esforço a libertei aos poucos, e ela sorriu tímida para mim bebendo seu champanhe, procurando pelas crianças com o olhar.
—Eu... – Comecei.
—Vou cumprimentar o Harry.
Ela se virou e saiu me deixando sozinho. Fiquei o tempo todo na mesa dos solteiros, alguns acompanhados, bebendo. Hora ou outra eu olhava para ela que dançava com as crianças junto com Gina, Luna e Harry que cansavam as criaturinhas para elas irem dormir.
Já se passava das duas da madrugada quando Zabini foi embora com Susana, e das três quando eu me levantei para pegar Enzo que dormia sentado numa cadeira.
—Vamos leva-los para casa? – Perguntei a Mione que segurava Sophia.
—A Sra. Weasley pediu para deixa-los aqui, amanhã ela vai leva-los cedo ao parque com Ted e Victoria. – Ela falou e a Sra. Weasley veio ate nós.
—Pode coloca-los no antigo quarto de Rony – falou a bondosa senhora – Harry e Gui acabaram de levar Victoria e Ted para o quarto de Gina.
—Obrigado Sra. Weasley – agradeci pegando Enzo.
Entramos na Toca e subimos até o quarto que Mione nos guiou sem nos falarmos, ela colocou Sophia numa das camas e depois terminou de embrulhar Enzo, nem deu tempo de tentar falar com ela, a mula turrona desceu as escadas desligando a luz e me deixando no escuro com as crianças.
Algumas pessoas ainda estavam na tenda e me juntei a Carlinhos e Rafael para tomarmos Whisky de fogo enquanto os outros ainda dançavam. Mantenha seus amigos por perto, seus inimigos mais ainda.
Fiquei observando apenas uma pessoa no meio de várias, Mione. E não era o único. Olhei para o lado e tanto Carlinhos quanto Rafael secava ela com olhos que estava de costas para nós. Pigarrei, não adiantou. Arranhei a garganta, não adiantou. Eles nem pareciam notar que o marido dela estava ao lado deles. Finalmente ela se virou, mas quem disse que os descarados pararam? Aquilo já estava me irritando, eu sabia que aquele vestido dela iria me dar muito problemas. Trinquei os dentes e me levantei indo até ela.
—Vamos embora. – Chamei.
—Por quê? – continuou dançando.
—Porque já está tarde, você não está cansada?
—Eu não.
Aquilo estava me deixando mais irritado e excitado, o modo como ela se remexia de um lado para o outro... E se eu estava me sentindo assim, imagina os dois na mesa.
—Para de me provocar Mione. – a puxei pela cintura para dançar mais perto de mim.
—Eu não estou fazendo nada!
—Eu falei para você não usar esse vestido, chama muito a atenção... O troglodita não tira os olhos de você.
—Você está com ciúmes? – Ela perguntou rindo e eu não via outra forma de tira-la de lá.
—De você? – ri forçado e ela fechou a cara para mim – Tenho coisa melhor para fazer, só estou falando porque você está muito oferecida.
Ela me empurrou com uma mão e me olhou furiosa, os dentes trincados, os pulsos fechados e com ódio exalando pelos olhos. Eu não devia ter dito aquilo, porque a raiva dela, deu lugar a outra coisa... Bem pior do que raiva, eu preferia ver ela com ódio do que com os olhos cheios de lágrimas.
Eu sabia que ela era orgulhosa, e vi a batalha dela trancado o maxilar para se segurar para não chorar. Eu era um verdadeiro idiota, o maior idiota do mundo.
Ela caminhou, quase correndo, indo para trás da Toca e eu apenas corri atrás dela, me odiando ainda mais pelo que tinha dito. Nem me importei com os olhares em mim, apenas a segui sabendo que a tinha magoado.
—Mione...
—Não fala comigo. – Ela gritou de trás da Toca, onde ficava a garagem.
—Espera Mione, eu falei aquilo apenas para irmos embora – segurei seus dois braços.
—Conseguiu. Parabéns! Agora me solta e me deixa ir embora.
—Não vou te soltar, me desculpa Mione. Eu não queria dizer aquilo, foi a maior idiotice que eu já te falei – falei rápido enquanto ela tentava se soltar – Para com isso, e vamos conversar.
—Eu.Não.Quero.Falar.Com.Você. – falou pausadamente – Não me entendeu?
—Mas eu quero falar com você. Foi apenas burrice da minha parte falar aquilo, eu sei que te magoei...
—Precisa de muito mais para me magoar. – Mentiu virando o rosto.
—Claro que não precisa, você está magoada por que fui eu que disse aquilo. Pare de fingir de durona, eu sei que te machuquei, me desculpa – falei com certa urgência – Eu nunca deveria falar aquilo para você, você é tudo, menos oferecida – soltei um dos seus braços e passei a mão no rosto dela tirando uma mexa do cabelo – Você não é oferecida, porque não precisa ser isso. Você é linda e está mais linda ainda hoje.
—Eu... Eu não te entendo – me fitou – Por que de tudo isso?
—Porque eu estava com ciúmes e não quis admitir. – Confessei.
—E porque você estava com ciúmes? – Perguntou confusa.
Nem eu sabia daquela resposta.
—Eu sei lá... Deve ser porque você está ainda mais linda hoje. — passei a mão livre na nuca dela e senti os seus pelos se eriçarem.
—Para de brincar assim comigo Malfoy, uma hora me maltrata, outra hora me enche de elogios.
—E você? Também está brincando comigo Mione, fica fugindo de mim, me ignorando. A gente faz o melhor sexo da minha vida e depois você me ignora.
Acho que falei algo errado porque ela se virou de costas desfazendo a trança com raiva.
—Olha pra mim. – Pedi.
—Pra que? Pra você usar sua persuasão em mim? Qual é a sua Draco? Você não tinha o direito de falar nada daquilo para mim – falou entredentes – E se eu for oferecida mesmo? Não é da sua conta, se eu quiser posar pelada não é da sua conta. Quer saber? Eu vou posar pelada.
—E quando foi que essa conversar foi para em você posa pelada? É claro que você não vai.
Muito bem Malfoy, você piorou sua vida.
—Você não manda em mim. Se lembra do acordo que fizemos de sem se meter na vida um do outro? Que dia que me meti na sua?
—É diferente.
—Diferente uma ova, quer saber, se eu quiser posar pelada eu poso. Se eu quiser andar pelada na rua, eu ando. Se eu quiser dar pra quem eu quiser eu vou dar, e quer saber eu vou atrás do Rafael pra prov...
Não vai não, eu não ia deixar isso acontecer agora. Segurei seus pulsos com força e a pressionei na porta da garagem.
—Me solta – pediu.
—Só quando você parar de falar essas besteiras.
—Não é besteira. A vida é minha, faço o que eu quiser...
Não a deixei terminar de falar, juntei seus pulsos e os meus lábios tomaram o dela com violência. Separei suas mãos e as levei para a cabeça encostando nossos corpos enquanto pedia passagem com a língua, ela tentava resistir, mas eu não desisti e ela cedeu.
Minha língua invadiu sua boca e a dela invadiu a minha, a raiva que ela sentia dando lugar a outra coisa, dando lugar ao prazer. Soltei uma das mãos e desci até sua cintura apertando-a com força enquanto sua foi para os meus cabelos. Nossas línguas brigando por nossas palavras e meu corpo exalando prazer.
—Desculpe-me, eu não queria ter dito nada daqui... – Falei quando nos separamos.
Fui interrompido e puxando de volta para ela. Merlin! Desci as mãos pelas suas cochas enfiando a mão por baixo do vestido e apertando seu bumbum com força. Gemi e me afastei dando três passos de distância fitando-a de cima a baixo enquanto ela ofegava encostada no muro.
—Devo confessar que esse vestido te deixa muito mais bonita. – Falei a puxando e caímos no gramado com um pouco de neve.
Meus lábios desceram para o seu pescoço, ora mordendo, ora beijando enquanto minhas mãos apertavam suas coxas e sua cintura sem parar. Ela era tão boa de se apertar que aquilo me deixava fora de si. Desci os beijos para seu busto e massageei seus seios por cima do tecido, tão durinhos e macios. Em seguida sorri malicioso e arranquei todo o tule facilmente.
—Eu gosto desse vestido!
—E eu gosto dos seus seios.
Minhas mãos circularam ao mesmo tempo os dois onde estava apenas o resto do tule rasgado. Afastei o tecido mais grosso do vestido descobrindo seu seio esquerdo. Perfeito! Desci e o beijei, em seguida fiz o mesmo com o outro e o abocanhei causando uma enorme onda de calor em meu corpo e no dela mesmo estando bem frio.
Peguei a varinha e usando o pouco de sanidade que me restava, enquanto mordia seus seios e ela se contorcia na papa gelada e molhada, e isolei o local da neve o aquecendo um pouco. Ela desceu as mãos até meu membro e o apertou por cima da calça. E Merlin! Ele estava trincando.
Nos levantamos e ela me jogou contra a parede com brutalidade arrancando a minha camisa já descendo minha braguilha e revelando o meu membro pulsante por baixo da cueca branca.
Mione beijou meu pescoço e eu encostei a cabeça na parede gemendo baixo quando seus lábios tocaram a minha barriga e foram descendo até o cós da minha cueca, ela acariciou por cima dela apertando e me torturando.
Mordendo a beira da cueca, abaixou apenas um pouco cheia de quartas intenções. Passando a mão pela sua nuca, segurei seus cabelos enquanto ela beijava a ponta do meu membro, arfei, quando ela o abocanhou fazendo movimentos de vai e vem sem parar.
Senti-me se retrair um pouco e vi que estava bem perto de gozar, apesar de querer vê-la engolir tudo, eu queria mais ainda sentir-me dentro dela de uma só vez num jato único e forte. Puxei seu cabelo para cima e a coloquei em pé, tomando seus lábios nos meus.
Beijei seu ombro e descei a mão até sua calcinha branca que estava completamente molhada. Os meus dedos deslizaram até sua entrada e eu gemi contido ao invadi-la daquela forma, segurando sua cintura a virei de costas para mim enquanto meus dedos a invadiam da forma mais evasiva e gostosa possível.
Ela se remexia em meus dedos aproveitando aquela sensação boa e a senti tendo o primeiro orgasmo daquela noite, eu sabia que viria mais, eu a faria ter mais. Tirei os dedos dela e assim que ela me olhou os lambi e dei para ela fazer o mesmo.
—Está vendo o quanto você é gostosa? – Perguntei quando ela lambeu meus dedos lentamente.
Ela apenas sorriu maliciosa arqueando uma sobrancelha a deixando ainda mais sexy, se isso fosse possível.
—Você brinca com fogo, Hermione.
Puxei sua coxa e ela enlaçou suas pernas ao redor da minha cintura. A encostei na parede e arredei sua calcinha colocando-a de lado, rocei nossas intimidades e a adrenalina de podermos ser pegos a qualquer momento, apenas tornou aquilo ainda mais prazeroso. Entrei nela lentamente sentindo seus dentes em meu pescoço para esconder o gemido e eu fiz o mesmo em seu ombro.
Mione escorreu por cima de mim, enquanto eu a erguia mais um pouco para estoca-la com mais tranquilidade, mas eu ainda tinha que me vingar dela pela noite da véspera de Natal. Estoquei forte uma, duas, três, quatro vezes enquanto ela gemia baixo nos meus lábios com os braços ao redor do meu pescoço. Estoquei forte mais duas vezes e resgatando toda a força que eu não tinha, afastei nossas intimidades e a coloquei em pé.
Os olhos castanhos dela estavam maliciosos e pensando que íamos trocar de posição, mas eu apenas fechei minha braguilha, peguei minha varinha, minha camisa e o tecido que rasguei do seu vestido no chão.
—O que você está fazendo? – sua ficha finalmente caiu.
—Me vingando.
—Você vai onde Draco? – ainda encostada na parede, com a respiração ofegando, perguntou.
—Para casa, e se você quiser mais vai ter que vir atrás de mim – falei confiante – Eu falei que ia me vingar.
Subi em cima da cerca de madeira dos Weasley e pulei para fora da proteção.
—Eu se fosse você vinha logo, não seja orgulhosa Hermione.
Falei e Aparatei.
Pov. Hermione Granger
O vi aparatar e fiquei sem saber o que fazer, meu corpo estava em chamas, eu precisava estar com ele dentro de mim de novo e só de lembrar que em menos de um minuto ele se estocava em mim, me deixava maluca.
Eu não tinha opções, meu vestido estava rasgado e ele levou o pano, fora que eu estava em brasas e mesmo que eu desse sorte de achar alguém para apagar isso era ele que eu queria de uma forma tão desesperada que a única coisa que eu pensava naquele momento era SEXO.
Não pensei. Peguei minha varinha e pulei a cerca dos Weasley igual ele e aparatei no portão de casa que já estava destrancado. Segurando meu decote abri, e entrei o procurando, as luzes todas apagadas menos a que tínhamos deixado na sala.
E se ele não estivesse ali? Caminhei numa combinação de ódio e desejo pelas pedras até a porta de casa, não tinha nenhum barulho por ali toquei a maçanete, mas fui puxada para trás e senti minha cintura ser apertada.
—Eu sabia que viria correndo. – Ele falou no meu ouvido – Agora só precisa se redimir.
—Eu já vim até aqui Draco, não espere mais que isso.
Senti o membro dele ainda duro, Merlin! Como isso era possível?
Minhas costas sofreram o atrito na parede da varanda e eu senti minha calcinha ser destruída brutamente. Os lábios de Draco tomaram os meus, me deixando maluca, estava me sentindo completamente submissa a ele.
—Pra quem você falou que ia dar, Hermione? – perguntou levantando uma das minhas pernas e eu enlacei as duas em seu quadril.
—Para o Rafael. – Respondi, provocando-o.
—E isso vai se repetir?
—Claro...
—Tem certeza?
Ele passou o membro pela carne encharcada e eu molhei apenas por senti-lo tão perto.
—Não. – Respondi fraca.
—Exatamente, agora me fala, quem é que faz mais gostoso?
—Você. – Respondi ofegante.
Agora eu sabia o que era tortura.
—Muito bem – ele riu e passou a língua no bico do meu seio – Você quer que eu entre em você?
Apenas concordei com a cabeça.
—Quer muito isso? – Ele perguntou.
—Tudo que eu quero agora é que você entre em mim seu idiota.
—Tá vendo o quão é bom uma vingança?
O senti entrando de uma vez e me permiti gemer alto. Ele segurou de cada lado do meu quadril e me levantava e descia no ritmo dele. Tirou uma das pernas da sua cintura e com apenas uma perna levantada ele se estocou em mim.
—Mione... – ele gemeu entrando bem devagar – Você está tão molhada.
—É mesmo? – perguntei sorrindo – Então vem aqui...
O sentei no banco da varanda e me sentei sobre ele de costas descendo suavemente. Ele gemeu mordendo a pá das minhas costas e segurando no meu quadril foi me ajudando a levantar e subir. Aquilo estava me levando aos céus, literalmente, a boca dele nas minhas costas, sua mão me tocando na frente e eu o sentindo entrar e sair no ritmo criado pelos dois. Foi demais.
Me mexi mais rápido sentindo todas aquelas sensações de prazer enquanto gozava e sentia ele gozar dentro de mim.
Fale com o autor