Notas iniciais
O desenrolar da história chega ao clímax, onde as decisões poderão definir o verdadeiro desfecho de tudo o que pode acontecer com o grande reino. Takashi, Kenji, Sarah e Emily precisam correr para impedir o pior.

Uma região desolada, completamente abandonada por uma civilização há muito esquecida. Árvores despontando-se de maneiras indecisas e consumindo todo o perímetro ao qual encontra-se construções antigas, com escrituras rúnicas, relevantes. Naquele local, talvez, estivesse o ''tesouro'' roubado, que colocaria fim as preocupações estabelecidas. Kenji aproximara-se daquele âmbito completamente desolado, acompanhado de Emily. Após percorrerem um longo caminho e enfrentarem criaturas completamente incompreensíveis a simples mente de uma criança, acabaram por encontrar um lugar desconhecido. Eis que, então, um barulho o despertara, vindo de uma direção completamente oposta. O garoto fizera com que sua amiga fosse levada para além dos escombros, onde pudera escondê-la devidamente. Sua lâmina, já embainhada — no instante em que ouvira os ruídos-, reluzia de maneira única. A sombra fez-se presente, por entre à mata, e ele avançou na direção daquele ''ser''. Porém, fora rebatido, com outra lâmina, deparando-se com um olhar fulminante. Então percebera, por fim, que tratava-se de Takashi.

Os amigos deixaram a contenda de lado, ao desfazerem-se do mal entendido. Todos estavam completamente desconfiados de tudo o que vos acercava, mantendo-se alerta as possibilidades de um ataque iminente. Sarah chegara, por fim, completamente desesperada, para agarrar-se às costas de seu protetor. Emily, então, saíra de seu esconderijo e recebera os amigos. A elfa, escondida atrás de Takashi, parecera ficar feliz com a presença da amiga. No entanto, as comemorações cessaram-se, para que chegassem a uma conclusão.

– O que temos aqui, gente? — Emily analisou símbolos espalhados pelas diversas construções, consumidas, de modo que pudesse concluir o que acontecera naquele perímetro afetado. Mas, para crianças, aquilo não passava de escombros, apenas lixo. Todavia, para olhos aguçados, estava claro que era algo importante.

– Pelo que estudei, com o meu pai, bem como fui instruído pelo meu irmão, há algumas civilizações que foram esquecidas. Trata-se, também, de bases fundamentais, onde acreditavam na existência de um pergaminho, ao qual lhes levariam a existência de um deus. — Dera ênfase ao pergaminho, para concluir o seu pensamento. Ou seja, estavam, possivelmente, no lugar indicado. Conquanto, não existia evidências de que ''bandidos'' poderiam estar ali.

– Mas é um local abandonado. — Sarah dissera, com a voz abafada, enquanto analisava a região. Seus cachos, dourados, mantinham-se sobre a face, deixando apenas seus lábios avermelhados avista. Seus braços estavam atrelados ao peito de Takashi que, por sua vez, mantinha-se focado ao enigma.

– Mas o que poderemos encontrar aqui? — Sua resposta fora respondida, então, com um abalo sísmico que separara o solo, onde encontravam-se, separando-os novamente. Dessa vez, não caíram, mas observaram a manifestação de uma energia ininteligível, que emanara daquela cratera. Profundo era o enorme buraco, agora existente, bem como expelia um calor descomunal. O tremor manteve-se constante e, então, mãozorras fincaram-se no solo, ao beiral, dando apoio para uma criatura considerada extinta. Pouco a pouco, revelava-se, de maneira colossal. Seu corpo, escarlate, devidamente trabalhado, com músculo expostos. Estava nu, ultrapassava os quarenta e cinco metros de altura e chifres despontavam de sua fronte. Uma cauda, enorme, projetava-se de sua retaguarda, balançando de maneira desmedida, derrubando às árvores que encontrava no caminho.

Na sua destra, um pergaminho, o tesouro ao qual as crianças buscavam. Eis que, languidamente, o objeto fora desatado e, abriu-se, estendendo-se por quilômetros incalculáveis. E deste objeto, uma luz fora emanada, deixando-os completamente ''cego'', por um tempo equivalente a trinta minutos. Ao conseguirem visualizar, novamente, depararam-se com uma enorme espada, capaz de arranhar o céu. E, subitamente, o local moldou-se a pressão exercida pela energia daquele objeto. A criatura colossal parecia ignorá-los pois, de fato, seguira numa direção oposta. Takashi encontrava-se escondido, bem como os demais, mas podiam ser facilmente encontrados. Logo, assimilharam a direção em que deslocava-se crendo que, naquele momento, dirigia-se ao vosso reino — Manãthren.

O local era simplesmente consumido a cada passo realizado pela imensa criatura, sendo completamente devastado. Ficaram desesperados ao concluírem que a missão fora falha e que, naquele instante, diversas pessoas corriam perigos. Deveriam chegar a tempo, para conseguirem avisar do iminente desastre que lhes aguardavam pois, naquele instante, uma terrível batalha aguardava a rainha. Muitos poderiam morrer, caso não conseguissem concluir o objetivo final. Agora dependia deles e de todos os cidadãos, a vida daqueles que visavam alcançar um mundo melhor.

Notas finais
Por enquanto é isso, peço desculpa pela demora- estava desanimado-, até a próxima.