Notas iniciais
A grande jornada chega ao ''fim'', qual será o destino daqueles que sempre buscaram tornar-se verdadeiros guerreiros, em busca de justiça e amor? Será que os grandes heróis: Takashi, Kenji, Sarah e Emily, conseguirão vencer? De fato, não se sabe.

Manãthren, um cidade completamente inusitada, com construções exuberantes, sendo considerada um dos ''reinos'' mais protegidos, ao qual sempre mantivera-se resguardado por detrás das grandes muralhas de mármore, retorcidas, como se tivessem sido construídas com esmero, através do tempo, possuindo a característica incomum, como uma obra de arte. Suas ''ondulações'', contrastavam um detalhe importante, deixando-se a sugerir que, decerto, os deuses tivessem feito àquela obra. Era como se a força eólica agisse diretamente, durante séculos, formando-as. Àqueles que olhassem, diretamente, tinham a impressão de que a construção ganhara vida, pronta para engolir a todos, num simples gesto. Paralelepípedos encombriam as calçadas, onde carroceiros passavam apressados e crianças corriam, de maneira alegre, sem se importar com os detalhes a cingi-la.
O costume de viver em uma cidade repleta de soldados, deixaram-nos com uma visão ''calma'' em relação aos guerreiros que marchavam, dignamente, zelando pela vida de todos. Elegantes, como verdadeiros heróis, trajando suas armaduras reluzentes, cujo destacava-se, em seu peito, um enorme leão, estampado. As lâminas, embainhadas, denotavam a autoridade existente naquela postura, régia. Suas bainhas, enfeitadas por traços incompreensíveis, brancos, que formavam a imagem de uma garça. E este mesmo ''animal'', mantinha-se firme, sobre o pomo da arma. Elas balançavam, enquanto a marcha seguia. Um jovem que mantinha-se atento àquele percurso, contou mais de cento e vinte, soldados. Todavia, eles ultrapassavam a casa dos mil. A marca registrada de cada homem, da guarda, representava-se pelo elmo, fechado, que apenas os permitiam visualizar o mundo, através de suas viseiras, reprimidas.

Àquela manhã havia um traço de normalidade, estando numa paz ininteligível — mas comum. Sorrisos eram distribuídos a todo o instante, acompanhados de olhares fortes e confiantes, repleto de vida. Gargalhadas, exageradas, não permitiam que a cidade fosse consumida pelo silêncio, havendo a capacidade de contagiar a todos que passassem por àquela região. Tristeza, de fato, era algo que não conheciam, esbanjando todo o amor, presente em vossos corações, prontos para abraçar a causa de todos, sem receio. Não havia mais, os traços de outrora. Sim, uma época assustadora e repleta de anormalidades, devastando a esperança da população. Um ano que custara muito a esquecer mas que, pouco a pouco, foi substituído por boas lembranças e consumido pelos sorrisos erradicantes, capazes de obstruir a passagem do mal e afastar a desconfiança de todos os corações. Houvera momentos em que Manãthren mantivera-se em constante atrito com outras nações, mas aquela realidade, agora, era distante. Acreditavam que, naquele período, nada poderia abalar a estrutura do reino e que toda a ameaça que surgisse, seria simplesmente ''obliterada'', pelo poder da bondade. Mas o mundo é completamente irregular e seus acontecimentos, imprevisíveis, sendo capaz de mudar a sorte de um país inteiro.

Lá estava Aurora, uma mulher austera, mas bela, completamente ''irritada'' com o desaparecimento das quatro- irresponsáveis-, crianças. Havia deixado claro que era proibido quaisquer envolvimento ao qual se tratasse dos limites do reino, devido o nível de periculosidade, havendo poucas informações sobre a área. No entanto, agora, culpava-se pela própria inegligência, colocando-se como àquela que permitira os acontecimentos recentes. Onde estava com à cabeça, para simplesmente acreditar que eles a obedeceriam sem contestar? Tratava-se de crianças hiperativas e, com eles, estava Takashi — o menino problemático. Por fim, levantara-se de seu trono, repleto de pedras preciosas, descruzando sua perna, que deixava exposto seu salto alto, preto, para encaminhar-se até o líder dos guerreiros. O silêncio fora estilhaçado devido aos ''toc toc'', do sapato, que ecoava pelo palácio de maneira amedrontadora. Cachos, dourados, remexendo-se diante do movimento empregado, acompanhado de olhos azuis, fulminantes. Estava bela, trajando um vestido branco, dividido ao meio, exatamente na altura de suas pernas deixando exposta suas coxas torneadas. Em seu dedo, médio, um anel destacava-se, reluzindo aos raios solares que a bainhavam graciosamente. Lábios, vermelhos, delineados com uma particularidade única, concedendo-a um ar exuberante. A rainha parara, súbitamente, levando à sestra na altura da cintura, para ''despejar'' sua ordem, sobre todos.

– Vão atrás daquelas crianças e tragam-nas até mim. É inadimissível que façam algo com eles, viso apenas a segurança de todos. — Sua voz, firme e decisiva, fizera com que suas mandatas fossem acatadas com vigor. O líder dos guerreiros, sem elmo, movimentara-se no mesmo instante, afim de colocá-los para trabalhar. Era obrigatório que achassem àquelas crianças o mais rápido possível, sem machucá-las. E uma fileira exageradamente grande de homens, trajando armaduras, seguiram para os arredores de Manãthren, buscando Takashi e seus amigos.

Todavia, naquele momento, outros problemas descorriam de modo perigoso e inusitado. A investida de um pequeno dragão, filhote, albino de olhos azuis, cuja feição mostrava-se incomum e rara, fizera com que uma criatura colossal, ficasse completamente irritada. Orion, decerto, jamais permitiria que seus amigos corressem perigo. Havia deixado o medo de lado, batendo suas pequenas asas, para elevar-se à altura do peito daquele ser. Seu corpo produzira a substância necessária para incendiar aquele gigante, descontrolado, que colocava o ''mundo'' em uma situação complicada. Seu pulmão fora preenchido com o ar da região, para ser liberado em uma fusão ''devastadora''. As chamas foram expelidas, ocupando grande parte do espaço aéreo, acertando o ''oponente'' na altura do peito. Contudo, não ocasionara nenhum estrago, como se fosse uma simples picada de mosquito. A atitude apenas deixara-o mais irritado, devido a ousadia do dragão, que atacara-o sem exitar.

Enorme, era aquele ser, de estatura ampla e uma força descomunal. Revestido por uma estrutura metálica, semelhante a uma estátua, fazendo-o parecer ainda mais assustador. Mantinha-se exposto, em sua mão, uma espada de tamanho largo e lâmina reluzente. Seu corpo, em totalidade, mostrava-se em espaços vagos, que fora preenchido por pedras de cores distintas sendo: azul, vermelho e branco. Estas, representando os três elementos; fogo, água e ar. A arma, bela, dourada, ostentava uma elegância digna de um verdadeiro deus. Pedras, preciosas, jaziam emoldurando o pomo do objeto, reluzindo as emanações calóricas do sol, que jorrava sua graciosidade sobre todos. De repente, o corpo do gigante fora revestido por uma armadura escura, com traços brancos cortando-a de fora a fora. O elmo, em seu rosto, possuía a imagem de uma ave rara: a fenix. E a ''estátua'', movimentou-se, demonstrando o seu desconforto, em decorrência ao ataque realizado pelo pequeno dragão. Takashi visualizara Dorion em um perigo real, prestes a ser atacado com uma força titânica. Eis que a lâmina, dourada, cortara o espaço à sua volta, moldando-se da maneira desejada, através da força cinética empregada naquele ato. O alvo estava claro e a esperança perdida... Seria o fim, do pequeno dragão? Não. No instante em que tudo pareceu perdido, uma sombra deslocou-se por entre às frestras do destino, passando numa velocidade inacreditável, aos olhos de todos. O filhote já não estava mais na linha de ataque, sim, havia sido retirado por alguém.

Todos mantiveram-se surpresos com o desfecho que, decerto, envolvera àquela situação. E lá estava, parado a não mais de dois centímetros de distância do referente grupo de Takashi, um jovem. Ah, sim, de características marcantes: cabelos, avermelhados, de comprimento extensivo ao qual alcançava a altura de suas costas, acompanhado de uma longa franja que interceptava-lhe o campo de visão. Não era difícil notar alguns fios espalhados pelo resto de seu rosto, dando-lhe um destaque considerável. De olhos, azuis, como o reflexo do céu, absorvido pelo mar. Trajava uma roupa elegante, preta, de gola alta, com botões desprendidos. Vestia, também, uma calça de couro que contrastava com à bota, macia, cujo usava. O seu porte físico, atlético, era de se impressionar. E os olhos das pessoas mais atentas, simplesmente recaíriam na imagem de um dragão, que encontrava-se destaco no peito do rapaz. Em sua cintura, uma espada, prateada, muito reluzente. Seu nome era...

– Hiroki, é o meu nome. — Disse, rapidamente, ao ver-se acercado de olhares desconfiados. No entanto, deixara a apresentações de lado, alertando-os do perigo que corria manãthren, tendo em vista que àquela criatura, possuía a cidade em sua meta final.

– Não há necessidade de se apresentarem. Vos conheço o suficiente para dizer que, Manãthren, corre perigo e será necessário que todos sejam avisados, para que se preparem. — Havia cortado às falas de Takashi em vários momentos, deixando bem claro o quão urgente era àquela missão. Sem dizer mais nada, fora na direção de Dorion para pegá-lo dos braços do ''desconhecido'', verificando se alguma coisa havia ocorrido com seu grande amigo.

Depois daquele encontro inesperado, fora explicado exatamente a atual situação de Manãthren, para que ficassem cientes do quão desastroso seria, caso chegassem tarde demais. Takashi, Kenji, Emily e Sarah, seguiram Hiroki após uma longa conversa para que pudesse ser decidido o proceder daquela aventura. Entretanto, sabiam que não seria fácil ultrapassar a velocidade daquela criatura, antes que ele chegasse às muralhas do reino. Ele estava ''louco'' e não conseguiram interceptá-lo. Agora, deveriam confiar com à força dos soldados e da estratégia da rainha. Mas, para isso, era necessário avisá-los.

A guarda mantinha-se completamente descontraída, sorrindo, enquanto alguns reclamavam sobre o fato de não haver nenhum acontecimento marcante. Às pessoas continuavam com suas vidas, comércios, vivendo tranquilamente e fazendo o que sempre realizaram a todo momento. Não havia cuidado, brincavam e mantinham os afazeres, sem parar para se perguntar até quando àquela paz duraria. Aurora, no entanto, já estava extremamente preocupada, angustiada, a beira de um ataque que precedia o desespero. Porém, deveria manter-se calma, afinal, era a rainha.

Noutra parte do palácio, encontravam-se os pais de Kenji, reis de Rysendragon. Ao vosso lado, o irmão mais velho, do pequeno ''príncipe''. Seus olhos, sombrios, carregavam uma natureza mortal, mantendo-se fixos naqueles que o geraram e criaram, em meio a tantos problemas. Seu braço, cruzado, escondendo um objeto peculiar: uma adaga, prateada, com símbolos rúnicos.

No limite da floresta, porém, algo acontecia. Sombras, diversificadas, irromperam-se das enormes colunas de mato e árvores, adentrando Manãthren. Porém, não pararam de correr, dirigindo-se ao palácio de Aurora, prontos para avisá-la de um risco iminente. Mas enquanto o faziam, gritavam desesperados.

– Recuem! Este lugar não será tão seguro assim, daqui a alguns segundos, afastem-se! — Passavam a toda velocidade, esbarrando em pessoas que, decerto, resmungavam, chamando-os de crianças irritantes e prepotentes. Mas, no decorrer desta trajetória, acabaram por encontrar uma Aurora emburrada, descontente com a situação. E, sem delongas, a atropelaram com palavras, interceptando a possível bronca que viria.

– Manãthren corre perigo, uma enorme criatura dirige-se a cidade, precisamos avisar as pessoas e nos preparar. -

Fora Hiroki, de maneira eloquente, que a avisara. Afinal, às crianças tremiam, mediante àquela situação. E os dias mudaram abruptamente quando, de repente, fora colocado em pauta um iminente ataque. As preparações iniciaram-se, com soldados sendo convocados, assim como cavaleiros. O ''pátio'' do reino fora preenchido por uma visão consideravelmente assustadora. Arqueiros, cavaleiros e guerreiros — a pé-, encontravam-se em suas posições. Todos, direcionando-se ao portão em um ritmo único, para impedir o progresso daquele possível ataque. Logo, todo o palco fora estruturado para uma grande batalha. As crianças, porém, foram impedidas, a todo custo, de participarem. Takashi não ficara feliz com essa decisão, mas fora necessário, pois haviam causado muitos problemas.

Hiroki, agora, comandava todos os soldados presentes no pelotão., tomando a frente. O tremor iniciou-se, repentinamente, abalando a confiança daqueles que mantinham-se naquela linha de frente, a vida de cada um deles encontrava-se em perigo constante. E, então, uma ''explosão'' definira o momento final, onde as muralhas foram simplesmente repartidas e os arqueiros, que mantinham-se acima das pedras, prontos para atacar- quando houvesse alguma movimentação-, foram surpreendidos e lançados à uma distância considerável. Hiroki, por sua vez, movimentara sua destra — destacada-, para dar o comando ao abaixá-la. Miríades de setas, abruptamente, perfuraram às nuvens, visando a criatura colossal. Conquanto, elas não chegaram a penetrar sua pele. Imediatamente, os cavaleiros agiram ao comando do líder. Lanças e cavalos, seguindo contra o gigante que atravessava a muralha, invadindo a cidade. Mas um único chute definiu, ali, um desastre inexplicável. Lanças partiram-se e corpos foram arremeçados, mas foram capazes de ocasionar danos aos pés do ''homem'' metálico. Relinchos e tropeis, de cavalos, apenas concretizavam que aquele era um campo de batalha e que a guerra iniciara. Os destroços lançados pelo gigantes, retirado das muralhas, atingiram casas de pessoas inocentes, matando famílias, crianças e idosos. E os cavaleiros lutaram afinco, com raiva, afim de vingar as famílias mortas.

Os guerreiros, por sua vez, esperaram o momento certo para que pudessem agir. Após quase todos os cavaleiros serem derrotados, é que iniciou-se o contra-ataque da humanidade. Hiroki movimentou-se junto com os cavaleiros, pronto para combater àquela criatura. Naquela altura, milhares de pessoas foram mortas, deixando sonhos jogados para trás e aniquilando vidas inteiras. O líder dos guerreiros, porém, notou que à luta apenas havia começado. A enorme criatura, naquele momento, não fazia uso de sua espada e mesmo assim ocasionara grande destruição. Eis que chegou a conclusão que, àquela luta, não seria fácil. O avanço iniciou-se com um ataque direto, espadas perfurando a perna metácila do colosso. Ele conduzia os ataques perfeitamente, fazendo com que as estratégias surtissem o efeito esperado. Mas a situação mudou quando, surpreendentemente, à espada mágica- da criatura-, fora desembainhada. E em um único movimento, a tropa antes confiante da vitória, fora aniquilada completamente. Suas armaduras, perfuradas, seus membros arrancados, o sangue escorrera pelo campo de batalha, manchando a história de Manãthren. Hiroki viu-se sozinho naquele momento, mas jamais desistiria. Avançara, sem medo, desviando-se dos ataques constantes. Cada golpe , realizado, atingia os pontos fracos, deixando o gigante vulnerável. Houvera um momento em que sua simples espada, contivera o ataque do enorme monstro à sua frente, medindo força de igual para igual. Assim, sucedeu-se por longos períodos, uma troca de golpes incessantes, onde homem e titã bailavam igualmente. Seus cabelos, avermelhados, mantinham-se sobre o rosto suado e os olhos vidrados, azuis, possuíam uma característica assustadora.
E a pressão aumentou, o solo rachou e as extremidades de Manãthren sentiram o efeito daquela batalha. Takashi conseguia sentir que, decerto, algo aconteceria. Hiroki, numa investida desesperadora, liberara todo o seu poder. Seus cabelos, outrora ''ruivos'' tornaram-se esbranquiçados, ao passo que seus olhos já assumiam uma coloração aurea. A disputa tornou-se intensa, enquanto uma luz crescia, enconbrindo o ''colosso'' . Com um sorriso a canto de lábio, Hiroki concluiu, proferindo poucas palavras.

– Você irá comigo... — E uma explosão fez-se presente, envolvendo àquela região. Às casas, já destruídas, tornaram-se pós, excluindo-as de sua existência. Do outro lado, no entanto, às crianças sentiam a pressão, confirmando o que temiam: a morte de Hiroki. E naquele instante, antes de tudo terminar, puderam ouvir a voz, dentro de seu coração. — Missão cumprida. — Jazia, naquele instante, um guerreiro que jamais seria esquecido.

Àquela tragédia jamais seria esquecida. De fato, marcaria a vida daquelas crianças para sempre, bem como de toda a cidade. Porém, no decorrer de toda aquela contenda, outra situação transcorrera-se nas sombras. Num dos quartos do palácio, uma tragédia. Kenji, já triste pelos acontecimentos, seguira na procura de seus pais. Passo após passo, seu coração parecia acelerar. Havia marcas de sangue, no chão, deixando-o ainda mais nervoso. Ao chegar em seu destino final, encotrara à porta semi-aberta, o que deixara-o ainda mais desconfiado. Embora receoso, seguiu, deparando-se com uma cena que o mudaria para sempre. Seus pais, estavam mortos. Lá estavam eles, jogados, com duas adagas cravadas em seus corpos. Todavia, seu pai ainda suspirava, sendo o suficiente para proferir suas últimas palavras.
– S-seu irmão. —
E ele simplesmente mantivera-se ali, imóvel, sem reação alguma. Lágrimas escorriam de seus olhos, mas seu corpo não se movia. Outros chegaram, logo em seguida, deparando-se com a situação. Kenji, naquele instante, fora retirado do local, afim de se acalmar.

Takashi, no entanto, entrara num constante treinamento, ao lado de Dorion, para tornar-se mais forte. Sarah, a elfa, acabara por adquirir o grande sonho de restaurar seu clã, treinando etiqueta e medidas estratégicas. Emily, por sua vez, treinou sozinha, como uma verdadeira — futura-, assassina. Crianças, com um futuro interessante.

Oito anos passaram-se, desde então e tudo mudou. Kenji tornara-se frio, afastando-se de todos- saindo de Manãthren, devido suas escolhas. Havia considerado que ficar ali já não era interessante e assumiu à culpa da morte de seus pais, a Manãthren, acusando-os de encobrir os atos de seu irmão, já que não desejavam passar nenhuma informação. Sarah, a cadia que passa, torna-se uma ótima líder. Fora ressaltado que, no decorrer de seus treinamentos, outros elfos surgiram e a consideraram a rainha deles, dispostos a ajudá-la a reconstruir tudo o que foi perdido. Takashi, porém, treinou arduamente ao lado de Dorion, tornando-se um rapaz digno. O dragão cresceu, embora não atingindo o seu tamanho total, mostrando-se uma criatura rara, sem igual. Emily, porém, desaparecera... E nenhuma notícia foi concedida.

A verdade é que o destino destas ''crianças'' sempre mantiveram-se uma incógnita. Certamente, conquistaram, pouco a pouco, o destino que lhes foram reservados. O mundo nem sempre é algo a ser considerado justo, levando-nos a uma desmedida incompreensível. A dor nos corrói e faz com que escolhas sejam tomadas, mesmo que forçadamente. Mas é princípios de ensinamento, capazes de moldar o mundo. E com eles não fora diferente, cada um seguira sua própria estrada, definindo o futuro que desejaram para si.

Notas finais
Está claro que não fiz nenhum ''sucesso'' mas me empenhei nesta história e fiz o melhor que pude. É claro que existe fios soltos, caso um dia decida fazer uma nova versão, com eles amadurecidos - o que acho difícil-, mas serviu como uma experiência para mim. Enfim, mesmo entre aqueles que sequer leram, ou os que leram e não comentaram, dentre outros, obrigado. É isso, aí, acabou.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!