Dragon Ball UD

10 O desafio do Deus da Destruição Toppo


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No Universo 7, a vida seguia tranquila…

Gohan revivia memórias de Namekusei, enquanto Kuririn, N°18 e Marron compartilhavam um jantar em família. Mas no fundo, todos sabiam… a paz era apenas aparente.


No Universo 11, o verdadeiro inferno havia começado!

Tapion perdeu o controle… e o demônio do Makai finalmente despertou: Hirudegarn!

A fera colossal devastava cidades inteiras, sua presença mergulhando o planeta Konatsu em puro desespero!


Piccolo ascendeu ao poder do Piccolo Orange, enfrentando o monstro frente a frente!

Kahseral e Dyspo arriscaram as próprias vidas, enquanto Tapion confiava a lendária espada sagrada a Uub!


E num momento decisivo, Uub, carregado pelo legado de Majin Buu e pela esperança de seu mestre Goku, atravessou o peito do demônio com a lâmina sagrada, selando sua derrota em um Kamehameha explosivo!


Mas antes de desaparecer, o espírito de Hirudegarn deixou uma mensagem enigmática… sobre o Makai e um nome perdido: Marba.


Com a chegada de Toppo e da anja Marcarita, os feridos foram curados e a verdade revelada: duas Super Esferas do Dragão estão no Universo 11!

Uma já em posse dos heróis… e a outra guardada pelo próprio Toppo!


Mas antes de entregá-la, o novo Deus da Destruição fez um desafio:

— “Quero testar a força de vocês… se realmente estão prontos para os horrores que ainda virão!”


E a revelação final caiu como um raio:

Jiren não está no Universo 11… ele está no Universo 7!


Em algum lugar remoto do Universo 7…


No interior de uma ampla sala escura, o único som era o sussurro mecânico dos motores da cadeira voadora de Freeza.


Ele se encontrava reclinado, a mão delicadamente segurando uma taça de vinho rubro. A luz suave refletia na superfície da bebida, como se fosse sangue líquido. Seus olhos semicerrados observavam o progresso do próprio plano com a frieza de um predador à espreita.


À frente, um enorme monitor exibia a imagem distorcida de um ser de aparência impecável, pele azul enrugada, bigode alaranjado e óculos de lentes assimétricas. Dr. Myuu.


Apesar da postura curvada e do sorriso quase servil, seus olhos carregavam uma ambição tão venenosa quanto a de seu interlocutor.


Freeza ainda recordava a visita recente ao planeta M-2. Seus soldados, como sempre, haviam se mostrado lamentáveis, sendo facilmente destruídos pelas chamadas “máquinas mutantes”. O mais forte delas, o arrogante General Rild, ousou confrontá-lo.


O resultado? Um massacre. Freeza o reduziu a sucata retorcida antes mesmo de perder o interesse. Foi nesse momento que Myuu surgiu, oferecendo um acordo que chamou sua atenção.


— E então, doutor… — Freeza quebrou o silêncio, girando levemente a taça e apreciando o aroma metálico do vinho. Sua voz era suave, mas carregada de veneno. — A tecnologia que forneci foi… útil?


— Mais do que útil, Lorde Freeza… — respondeu Myuu, os cantos da boca tremendo num sorriso quase doentio. — Graças à fusão dos avanços do Universo 3 com minhas próprias criações, as Máquinas Mutantes atingiram um nível nunca antes visto. E, com isso, o Projeto Baby avançou exponencialmente.


Freeza manteve o olhar frio, mas um brilho sádico atravessou seus olhos ao ouvir aquele nome.

Baby. Uma entidade parasitária projetada para possuir corpos e sugar forças vitais. Uma arma que não apenas mataria… mas corromperia, destruindo por dentro, como um parasita.


— Excelente. — murmurou, levando o vinho aos lábios. — E quanto tempo até ele estar… pronto?


— Poucos meses, meu senhor. — a voz de Myuu quase tremia de excitação. — O DNA real dos Tsufurujins, preservado pelo Dr. Raichi, foi a chave. Baby carregará não apenas o poder, mas o ódio de todo um povo destruído pelos Saiyajins. Ele não descansará enquanto não exterminar cada um deles.


Freeza sorriu, aquele sorriso fino e gelado que tantas civilizações conheceram antes de serem obliteradas.


— Continue… e não falhe. — sua voz cortou o ar como uma lâmina.


A transmissão foi encerrada, e a sala mergulhou em silêncio. Até que, das sombras, uma figura angelical emergiu. O sorriso em seus lábios não tinha nada de bondoso.


— Son Goku está a caminho de M-2. — disse ela, com um tom quase divertido. — Não seria sensato avisar o “querido” doutor?


Freeza não desviou o olhar do vazio à frente.


— Avisar? — um riso curto escapou. — Meu caro, esse tal Baby é perigoso até para mim. Um parasita com a astúcia de um estrategista e a sede de vingança de um povo inteiro… Se ele ousar me possuir, nossos planos serão comprometidos. Melhor deixar que Son Goku o enfrente. Que eles se destruam mutuamente.


A anjo inclinou a cabeça.


— Como desejar. Mas saiba que eles já reuniram duas das sete Super Esferas.


— Maravilhoso. — Freeza apoiou o queixo na mão, o sorriso se abrindo de forma quase predatória. — Quando todos estiverem ocupados com a caçada, nós agiremos. Desta vez, não haverá falhas. O regime daqueles dois anões histéricos vai ruir. Eu vou me assentar sobre eles… e reclamarei o trono como o verdadeiro soberano deste e de todos os universos, eu, o Grande Freeza.


A figura angelical não respondeu. Limitou-se a recuar para as sombras, desaparecendo como um sussurro.


Sozinho, Freeza levou a taça aos lábios e murmurou para si mesmo, num tom baixo e venenoso:


— Tudo… no momento certo.


De volta no universo 11 – Planeta do Deus da Destruição.


O céu roxo acima do templo de Toppo parecia pesar sobre o grupo.


O próprio Toppo, com sua postura imponente e braços cruzados, encarava os quatro guerreiros do Universo 7. Ao lado, Marcarita observava tudo com seu sorriso enigmático.


Uub, que já havia recuperado a consciência, sentia a pressão esmagadora daquele ki divino.


— Quem será o primeiro? — a voz de Toppo ecoou grave como um trovão distante. — Não tenham medo. Não matarei ninguém… ainda. Isto é apenas um teste para medir o real poder de vocês.


Uub deu um passo à frente… mas Pan o ultrapassou. Seus olhos brilhavam com a determinação herdada de Goku e Gohan.


— Eu começo! — disse ela, fechando os punhos.


Antes que Toppo pudesse reagir, Pan disparou contra ele como um míssil, a velocidade criando ondas de choque. Ela lançou uma enxurrada de golpes, socos, chutes, cotoveladas, joelhadas, cada ataque ecoando como um trovão no ar daquele planeta.


Toppo, porém, permanecia imóvel. Nem mesmo piscava. A diferença de poder era absurda.


— Vai ter que fazer mais que cócegas, pequena guerreira.


Pan não recuou. Saltou alto, a aura branca explodindo em torno dela, e disparou um Kamehameha rugindo:


— KAAA… MEEE… HAAA… MEEE… HAAAA!!!


O feixe atingiu Toppo de frente, cobrindo-o numa explosão imensa que sacudiu o chão e ergueu uma nuvem de poeira que obscureceu o campo.


Quando a fumaça baixou… Toppo estava lá. Intacto.


Num piscar de olhos, ele surgiu diante de Pan e encostou a ponta de um dedo na testa dela.


O impacto foi como o de um cometa.


O corpo de Pan foi arremessado para o solo, rompendo a superfície e formando uma cratera gigante.


— Com… um dedo… — murmurou Goten, incrédulo.


Toppo pousou suavemente.


— A garota está fora de combate. — sua voz não carregava arrogância, apenas constatação. — Quem é o próximo? Venham com tudo.


Goten deu um passo à frente. O olhar dele já não era o do garoto despreocupado. Era sério. Determinado.


Ele se transformou em Super Saiyajin, a aura dourada rugindo ao seu redor.


Foi impossível não pensar na promessa que fizera a Caulifla. De que ficaria ainda mais forte.


— Certo… vamos ver do que sou capaz! — ele se lançou para o alto para começar o seu ataque. Enquanto Piccolo e Marcarita socorriam Pan.


Disparou várias rajadas de ki, que explodiram em uma sequência ensurdecedora contra o corpo de Toppo. O planeta inteiro tremeu, mas quando a fumaça se dissipou, Toppo permanecia parado, braços cruzados, sem um arranhão.


— Filho de Son Goku… este é todo o seu poder? — disse o Hakaishin, flutuando até ele.


Antes que Goten respondesse, sentiu um punho esmagar seu abdômen. O ar escapou dos pulmões. A dor queimava.


— Eu esperava mais. — Toppo o chutou pelas costas, lançando-o ao chão como um boneco.


— Goten! — gritou Uub.


Cambaleando, Goten se levantou. Sangue escorria pelo canto da boca. Seu corpo inteiro pedia para desistir… mas ele não o fez.


Imagens surgiram em sua mente: Majin Buu, Freeza dourado, Cell Max… sempre lutando ao lado de outros, sempre ficando para trás, enquanto Trunks brilhava. Sempre.


Ele sentia que… sempre era “o segundo”.


O ki de Goten começou a ferver. O chão ao redor dele se rachou. Ele pensou no pai, em Gohan, nos momentos em que ambos romperam seus limites para proteger todos. Ele também queria sentir isso.


Toppo percebeu a mudança. Pousou no chão e sorriu levemente.


— Vamos, garoto. É só isso? Filho de Son Goku, irmão de Son Gohan… vai passar a vida inteira na sombra deles? E se eu destruísse seu mundo agora, sem eles para defendê-lo? Morreria como um fracassado? Ou lutaria para sobreviver?


— CALE A BOCA! — rugiu Goten.


Sua aura dourada explodiu, raios dançando em volta do corpo. Seus cabelos ficaram ainda mais espetados, o chão sob seus pés desabou.


— O Super Saiyajin 2... — Uub comentou, impressionado com o feito do amigo.


Ele avançou com uma fúria nunca antes mostrada, seus golpes rápidos e pesados forçando Toppo a erguer um dedo para bloquear cada ataque.


— Impressionante… então este é o seu verdadeiro poder. — Toppo decidiu liberar mais energia para acompanhar o jovem.


O céu rugiu quando os dois colidiram em alta velocidade. O ar se distorcia, criando redemoinhos de energia. Cada golpe ecoava como um trovão distante.


Goten encaixou um chute no abdômen de Toppo, seguido de um martelo no rosto, lançando-o ao chão. Sem dar tempo, disparou uma tempestade de rajadas de ki. Explosões gigantescas engoliram o local.


Mas Toppo emergiu das chamas com um sorriso. Num instante, apareceu diante do rapaz e, com um simples peteleco, o jogou através de várias árvores colossais, afundando-o no solo.


— Acabou. — murmurou Piccolo…


Mas ele se enganou.


Goten ressurgiu como um raio, um brilho de pura determinação nos olhos.


— Eu nunca vou ficar atrás de ninguém mais! — rugiu, canalizando todo o seu ki num único soco.


O impacto atingiu o rosto de Toppo com tanta força que… ele realmente se moveu alguns centímetros para trás. O silêncio caiu por um segundo. Até Marcarita erguer levemente as sobrancelhas.


Goten caiu logo em seguida, exausto. Toppo o segurou antes que tocasse o chão e o colocou deitado no chão com cuidado.


— Ele é realmente filho de Son Goku… mas seu coração ainda carrega um peso que o impede de ir além. — disse, virando-se para o resto do grupo. — Muito bem… quem será o próximo?


O vento pesado carregava a pressão esmagadora do ki divino de Toppo. Uub deu um passo à frente.


Seu coração batia rápido. Até agora, histórias sobre Bills e outros Deuses da Destruição eram só isso: histórias.

Mas agora, ele estava diante de um.


— Sou o discípulo de Son Goku… É uma honra lutar com o senhor! — disse Uub, fazendo uma breve reverência antes de assumir a pose de combate.


— Veremos se essa honra é recíproca. Quero saber exatamente o que Son Goku ensinou a você, garoto. — Toppo cruzou os braços, o olhar calmo, mas firme.


A tensão partia o ar.


— Ele quer que eu ataque primeiro… — pensou Uub, cerrando os punhos.


Sua aura explodiu num tom vermelho vivo.


— KAIO-KEN… VEZES DEZ!


O solo sob seus pés se despedaçou. Ele disparou como um míssil, uma rajada de ki já voando de suas mãos.


A esfera explodiu contra Toppo, cobrindo-o em fumaça, mas Uub não perdeu tempo: apareceu na lateral, socando com força o maxilar do Hakaishin.


Nada. Nem um arranhão.


— Tsc… — Uub recuou, saltando para aumentar a distância.


Toppo ergueu a mão lentamente e, com um movimento quase preguiçoso, agarrou o pé de Uub no ar. Sem esforço algum, girou-o como um brinquedo, lançando-o contra o solo com força suficiente para erguer colunas de poeira.


O jovem cambaleou, mas não caiu. Assistira Goten ir além de seus próprios limites. Agora, ele faria o mesmo.


Ainda que seu corpo não fosse o de um Saiyajin, seu espírito não cederia.


— KAIO-KEN… VEZES QUINZE!!! — rugiu, sentindo músculos e ossos gritarem de dor instantaneamente.


O aumento brutal de velocidade permitiu que ele chutasse a mão de Toppo, se soltando. Mas o deus da destruição avançou imediatamente.


Uub se esquivava dos socos devastadores, cada um capaz de partir montanhas, mas sentia claramente: Toppo ainda estava pegando leve.


— Preciso quebrar essa defesa…


Então se lembrou de um ensinamento antigo de Goku. Colocou dois dedos na lateral do rosto e gritou:


— TAIYOKEN!!!


Uma explosão de luz cegou Toppo. Pela primeira vez, ele reagiu, levando o braço aos olhos.


— Tsc… O quê?!


Era a abertura que ele precisava.


Uub mergulhou na brecha como um raio, acertando dezenas de golpes em alta rotação. Cada soco parecia carregar sua vida inteira de treino e luta. Finalizou com um gancho monumental, fazendo Toppo recuar metros no ar.


— KAAA… MEEE… HAAA… MEEE… HAAAAA!!!


O feixe azul engoliu o Hakaishin numa explosão que rachou o planeta até o núcleo. Ondas de choque varreram o horizonte.


Quando a poeira baixou… Toppo emergiu. Sua aura roxa de destruição agora flamejava com intensidade, distorcendo o espaço ao redor. Seu olhar estava mais sério.


— Bela técnica… — disse, voz grave. — Agora… vou responder à altura. Sobreviva… se conseguir.


Ele estendeu a palma da mão.


Uma pequena esfera púrpura de Hakai se formou. O poder ali contido parecia querer apagar a própria existência de Uub.


O jovem mal teve tempo de reagir. Cruzou os braços em um “X” e liberou todo o ki que restava, tentando se proteger.


— HAAA! — gritou Toppo, liberando a minúscula esfera de destruição.


O impacto foi apocalíptico.


A energia divina passou ao lado de Uub como um meteoro, explodindo atrás dele e apagando metade do planeta em um clarão roxo. As ondas de destruição viajaram pelo espaço, arrancando pedaços da crosta como se fossem grãos de areia.


Quando a luz cessou… só restavam poeira e fragmentos flutuando.


No meio deles, uma figura cambaleava. Uub ainda estava vivo… mas seu corpo estava destroçado, queimaduras e cortes por todo lado, respiração ofegante. Isso apenas com um ataque de raspão.


Antes que seu corpo caísse na gravidade zero, Marcarita surgiu, envolvendo-o numa luz suave. O planeta reconstruía-se atrás dela como se o tempo fosse revertido.


— Ele me surpreendeu. — disse Toppo, olhando para o discípulo de Goku. — Sobreviveu a um ataque indireto de um Deus da Destruição… e ainda me atingiu com força. O garoto é digno do título que carrega. Eu o reconheço.


Piccolo já estava pronto para enfrentar Toppo quando, de repente, Marcarita ergueu o cajado. Uma voz grave e carregada de tensão ecoou dali, era Jiren.


Toppo parou no mesmo instante, prestando atenção total.


A expectativa era de boas notícias… mas o tom de Jiren dizia o contrário.


— Estou me aproximando do alvo… dentro de alguns dias estarei lá — disse ele. — Minhas buscas me levaram até o planeta M-2. Algo grande está para começar. Prepare-se, Toppo… e mobilize todos, o perigo é real.


A comunicação cortou abruptamente. O silêncio que se seguiu foi pesado. Toppo suspirou fundo.


— O teste acaba aqui. — anunciou, voltando-se para o grupo. — E antes que partam, quero deixar algo para cada um de vocês.


Ele apontou primeiro para Pan.


— Pequena Pan… seu estilo de luta é previsível. Mas… sinto dentro de você uma energia latente, como uma chama esperando para ser acesa. Se a despertar, será capaz de enfrentar inimigos muito maiores do que imagina. Talvez possa até superar seu avô um dia.


Depois, seus olhos se voltaram para Goten.


— Filho de Son Goku… esse poder que despertou hoje, não o perca. Domine-o. Sei que pode ir muito além e terá que ir, porque tempos sombrios estão se aproximando, se torne forte por aqueles que ama.


Por fim, encarou Uub.


— Discípulo de Son Goku… gostei do seu estilo ousado e do uso daquela técnica. Você me surpreendeu. Mas… ainda pode evoluir muito mais. Sinto em você um ki divino natural. Se aprender a controlá-lo, alcançará níveis que hoje nem consegue imaginar.


Em seguida, Toppo se virou para Marcarita e fez um leve aceno.


A anja ergueu o cajado, invocando Whis. Em instantes, o anjo do Universo 7 surgiu diante deles.


— Senhor Whis… a terceira Super Esfera do Dragão está logo ali. — disse Toppo. — Pode levá-la. O Universo 11 agradece o esforço de vocês para restaurar o equilíbrio.


— Eu que agradeço. — respondeu Whis com um sorriso contido. — Levarei esta esfera para o sistema solar do Universo 7, onde estão as demais.


E num clarão, Whis e a esfera desapareceram.


— Três esferas! — comemorou Pan, erguendo os braços. — Estamos indo rápido!


— Logo, voltaremos à Terra. — pensou Goten, já imaginando mostrar para sua mãe… e para Trunks… o quanto havia mudado.


— E qual será o próximo destino? — perguntou Toppo.


Piccolo checou o Super Radar do Dragão.


— Universo 2.


Toppo cruzou os braços.


— O universo de Ribrianne… ouvi dizer que elas estão com problemas por lá. Mas não sei que tipo de problema, lamento. Só sei sobre isso, mas com tudo que vi hoje, posso garantir que estão preparados para continuarem a jornada. Estaremos torcendo e rezando pelo sucesso de vocês. Boa sorte universo sete.


Marcarita bateu o cajado e trouxe a nave do grupo até o planeta divino.


— Até a próxima, senhor Toppo. — disse Uub, fazendo uma reverência. — E… obrigado pela luta.


Toppo apenas sorriu de canto, mas seus olhos diziam que já estava pensando no alerta de Jiren.