Doppleganger Again

4 Capítulo 4- Doppelganger and Witch


Notas iniciais
Olá querida,estamos com mais um capitulo,muitos chutaram o que a Jay poderia ter,vamos ver se alguém acertou? Boa Leitura :)

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POV Misto. (Jay e Damon.)

Entramos em casa.– Mãe?

– Mary, eu disse para você voltar cedo.- Ela olhou Damon.- E quem é esse?

– Desculpe mãe. Esse é Damon.- Olhei para ela apreensiva.– Eu senti aquilo de novo.

– Nos esbarramos ontem e hoje, então ela não parecia bem e trouxe para casa.-Estendi a mão.– Prazer senhora O'Maley.

– Obrigado então.- Ela apertou a mão dele e o olhou atentamente.- Mas agora preciso cuidar da minha filha, então pode ir.

– Mãe, seja educada.- Disse.

– Não querida, é errado trazer um estranho assim, não sabemos o que ele é. Pode, por favor, ir embora?

– Tudo bem.- Me virei para ela.- Espero que melhore.- Passei pela mãe e senti uma pressão. Não era possível; bruxa?

– Fique longe da minha família.- Ela disse.

– Não precisa mandar, não quero nada além de distância.- Disse.

– O que está acontecendo?- Perguntei confusa.

– Nada querida. Você esta bem?- Ela perguntou enquanto fechava a porta.

Ela sabia o que a filha era, certeza. Mas não era comigo que tinha que se preocupar. Fui embora. Liguei para Stefan e ia passar na casa dele.



POV Jay.

– Agora sim. Mas porque você tratou ele tão mal?- Perguntei.

– Você trás um cara estranho para casa e quer que eu aceite normalmente? Pode ser perigoso.- Ela disse.

Suspirei.- Mãe, me conte a verdade, por favor. Eu estou muito assustada.

– Por que? Aconteceu alguma coisa?- Ela questionou.

– Agora foi mais forte. Parecia que minhas mãos estavam com fogo, mesmo estando normais.- Disse.

– Deixa eu ver.- Ela pegou minha mão, analisando.

– Então? Alguma doença?- Perguntei apreensiva.

– Não amor, é coisa de família.- Ela disse.

– Coisa de família?- Questionei.

– Sim, venha, temos que conversar.- Kevin ficou vendo TV e subimos para o meu quarto.

– Então?- Questionei.

– Não tem como enrolar muito, então vou direto. Nossa família tem uma linhagem de pessoas especias. Que podem fazer coisas diferentes.- Ela falou.

– Como assim?- Perguntei.

– Somos uma família de bruxas, amor. Achei que pularia sua geração mais infelizmente não aconteceu.- Ela disse.

– Bruxas? Eu sou uma bruxa?- Questionei.

– É por isso que tem se sentido mal. Seus poderes estão aparecendo. Cada uma se relaciona com uma elemento diferente. Você disse que sente como fogo, não é?- Ela questionou.

– Sim, mas mãe... eu não posso ser uma bruxa, essas coisas não existem.- Disse.

– É sim e você é mais especial ainda.- Ela disse passando a mão no meu rosto.

– Por que?- Perguntei.

– Como posso dizer? Você é... um tipo de reencarnação de uma pessoa. De séculos em séculos temos uma, e a ultima é você.- Ela disse.

– Eu já tive outras vidas?- Perguntei mais confusa ainda.

– Não exatamente vidas, apenas a aparência.- Ela disse.

– Ok... eu preciso entender isso. Eu sou o que?- Questionei.

– Uma duplicata, ou cópia da família Petrova. Começou com Tatia, depois Katerina e antes de você houve Elena.- Ela falou.

– Existiram mais três de mim?- Perguntei.

– Sim.- Ela foi até o armário e pegou uma caixa escondida.- Aqui. Essa era Katherine ou Katerina.

Olhei a foto e era eu. Mas não me lembrava daquela foto.- Sou eu. Quer dizer, ela é eu. Ou eu sou ela.

– Ela era ela e você é você.- Ela disse.

– Meu Deus, isso é confuso.- Murmurei.

– Queria manter você longe de tudo isso, mas se seus poderes estão vindo você merece saber sua história.- Ela falou.

– Mas todas eram bruxas também?- Perguntei.

– Não, na verdade começamos a sermos bruxas umas três gerações. Katherine era outra coisa.- Ela disse.

– Outra coisa?- Questionei.

– Você acredita em vampiros?- Ela perguntou.

– Não, mas a 10 minutos atrás não acreditava em bruxas também.- Disse.

– Eles existem. Katherine era uma.- Ela disse.

– Meu Deus...- Balancei a cabeça.- O que mais existe? Lobisomens? Fantasmas?

– Sim e sim. Mas estamos protegidas aqui.- Ela falou.

– Existem lobisomens e fantasmas?- Me levantei.- Eu estou cada vez mais confusa.

– Absorva tudo com calma e pode me perguntar o que quiser que direi se souber.- Ela disse.

– Ok.- Me sentei e respirei fundo. Pensei em tudo o que ela me falou. E a única duvida era...- Meus poderes, quando poderei usá-los?

– Isso se desenvolverá aos poucos, só começou ontem. E você poderá decidir se quer eles ou não quando estiverem plenos.- Ela disse.

– Você é bruxa?- Perguntei.

– Já fui, mas renunciei a eles. Hoje só tenho o necessário para proteção de vocês.- Ela disse.

– Por que fez isso?- Questionei.

– Eu queria uma vida normal. Ser bruxa requer muitos cuidados. Sempre tem alguém querendo usa-los. Não queria ser escrava de ninguém.- Ela disse.

– Obrigada por me contar tudo mãe.- Disse.

– Só quero que você fique segura. Tome cuidado, principalmente com estranhos. Aquele cara que veio com você, não o encontre mais, fique longe dele.- Ela falou.

– Por que? Ele não fez nada.- Falei.

– O nome dele é Damon Salvatore, não é?- Ela questionou.

– Sim, como você sabe?- Perguntei.

– Ele é um vampiro. Katherine transformou ele e o irmão.- Peguei a outra foto.- Esse aqui junto com Elena.

Peguei a foto.- Eu conheço ele.

– Ele está na cidade também?- Ela perguntou.

– Sim. Ele e Damon estavam falando coisas estranhas e Damon dizia que não precisava de "nós " na vida dele.- Disse.

– A antiga história dos irmãos Salvatote e as Petrovas. É uma história triste no final das contas. Pobre meninos.- Ela disse.

Suspirei.- Amanha você me conta essa história, hoje estou cansada. É muita informação. Vou dormir.- Dei um beijo no rosto dela.

– Tudo bem, mas é cedo ainda não quer ficar lá embaixo com a gente?- Ela questionou.

Sorri.- Claro. Não vou resistir a sua pipoca e seu chocolate quente.

– Ótimo. Se sentir algo me diga que posso fazer passar.- Ela disse.

– Tudo bem.- Descemos e colocamos um filme. Fizemos pipoca, chocolate e ficamos ali, rindo e conversando.



POV Damon.

Toquei a campainha e Stefan veio atender.

– Então, o que foi?- Ele perguntou.

–Não me convida para entrar?- Questionei.

– Entra.- Ele disse e depois que entrei, ele fechou a porta.

– Belo lugar.- Disse tirando a jaqueta e pegando um Whisky.

– Obrigado. Gosto da vista e das vizinhas.- Ele falou com um sorriso.

–E nem me chama para apresentar, valeu.- Disse.

Ele riu.- Encontre as suas.

– Eu não tenho vizinhas. A não ser que queria voltar para os coelhos, ai trocamos.- Disse.

– Você vai me encher toda a eternidade com esse negócio de coelho não é? E não era só coelho.- Ele disse.

– Claro que não, esquilos também.- Me joguei no sofá.

– Você é um folgado mesmo.- Ele disse rindo e se sentou em outro sofá.- O que você quer afinal? Me ligou aflito.

– Esbarrei nela hoje. Parei numa cafeteria e pá; lá estava ela.- Disse.

– Nela? Nela quem seu doido?- Ele questionou.

– Nossa querida cópia.- Falei.

– Ah, ainda ela. O que houve? Ela te mordeu foi?- Ele perguntou debochado.

– Não, ela é uma boa garota, mas é parecida com as outras, deve ser genético. E a mãe dela é uma bruxa. Muito bonita por sinal.- Disse.

– Bruxa? Na linhagem Petrova?- Ele perguntou.

– Sei lá, mas é.- Disse.

– Então, se a mãe é... ela...- Ele me olhou confuso.

– Não sei, mas ela estava passando mal, por isso vi a mãe dela.- Disse.

Ele olhou para mim, parecendo me analisar.- De novo irmão?

– De novo o que? Deixa de ser implicante. Assim como você, coração sem chance de retorno.- Disse.

– Eu não disse que meu coração está sem retorno. Disse que não amei mais ninguém depois de Elena.- Ele falou.

– Então você ainda pode voltar. Eu não.- Disse.

Ele suspirou.- Ok. Não vou discutir.

– Ótimo. Então notícias da loira?- Perguntei.

– Rebekah? Ela está em LA. Novidade.- Ele disse.

– Ela é a vampira que mais gosta de praia que já vi.- Disse.

– Verdade. Eu não gosto muito. Odeio nadar.- Ele falou.

– Porque? Praia é bom para ver as garotas.- Disse.

– Isso é verdade.- Ele concordou.

Ri.- Precisamos fazer isso de novo. Férias em um lugar divertido. O Spring Break vem ai.

– Temos. Mas não me leve aquela sua sunga branca de novo. Faça-me o favor e me poupe aquela visão horrorosa de novo.- Ele disse.

– Ok. Se você não levar aquela camisa havaiana. Ficou parecendo uma floresta tropical.- Disse.

– Ah, nem é tão feia assim. Ela é bem legal.- Ele disse.

Taquei a almofada nele.- Se você levar, levo a minha sunga.

Ele jogou a almofada de volta.- Você que passa vergonha com aquela coisa horrorosa.

– Você que achou. Aquelas gêmeas acharam interessante.- Disse.

– Também, estavam mais na seca que o deserto.- Ele disse.

– Melhor que aquela russa bêbada com cara de traveco que você estava.- Disse.

– Ela nem era tão feia. Tinha um corpo maravilhoso. Só o rosto que era meio feinho.- Ele falou.

– Viu? Admitiu.- Disse.

– Não admiti nada.- Ele disse rindo.

– Porque mesmo que a gente perdeu tanto tempo brigando?- Questionei.

– Não sei. Mas tenho duas dicas; Katherine e Elena.- Ele disse.

– Ah sim.- Ri. As vezes penso como era que deixamos ter chegado naquele ponto, de nós quase nos matarmos.- Ainda bem que está tudo resolvido. É muito melhor ter alguém para pertubar as vezes.

– Concordo.- Ele ria enquanto tacava outra almofada em mim.- Quer café?

– Duplo, por favor.- Disse.

– Vamos tomar café então.- Stefan começou a arrumar a mesa.

– Aonde posso tomar um banho?- Perguntei.

– Segue o corredor, três porta a direita.- Ele disse.

– Valeu. Vou pegar uma blusa sua.- Disse.

– Tudo bem.- Ele disse.

Tomei banho e fui pegar a blusa numa gaveta. Estava mexendo quando veio algo junto com ela; uma foto. Ele e Elena. Ainda guardava depois de tanto tempo. Não me meteria assim, como ele também não se metia. Esse foi o acordo. Voltei para a cozinha.- Isso é para um batalhão?

– Eu como muito. Não tenho problema para engordar.- Ele disse.

– Adolescentes.- Disse pegando um pão.

– Vou dar uma saída, preciso comprar algumas coisas. Se quiser pode ficar aqui. Não tem nada para fazer?- Ele perguntou.

– Talvez fique, mas ainda tenho umas coisas para arrumar.- Disse.

– Ok.- Ele falou.

O resto do café foi em silêncio, mas um silêncio bom. Eu amava meu irmão e sentia falta desses momentos. Ele se levantou.

– Eu pretendo não demorar.- Ele disse.

– Tudo bem, vou dar uma olhada nas suas vizinhas.- Disse.

Ele riu.- Cuide bem delas.- E saiu.



Notas finais
Gostaram? Uma Petrova bruxa,o que será que isso vai dar? E Damon e Stefan,fofos né? Só imagino Damon de sunga branca kkkkk Obrigada pelos comentarios bjinhos :)