Doppleganger Again
5 Capítulo 5- Sharing Secrets.
Notas iniciais
POV Misto. (Jay e Damon.)
Acordei e já estava na hora de ir para aula. Frio de novo. Tomei o banho e coloquei essa roupa: http://www.polyvore.com/mary_jane/set?id=82582612 . Fiz a maquiagem e o cabelo. Quando desci minha mãe já tinha saído e só estava Kevin me esperando. Saímos e fomos para aula. Correu tudo normalmente. Agora depois da aula estava conversando com Nate, Paul e Nina.
– Jay, você está bem? Tá meio calada hoje.- Nate disse.
– Estou sim. Só um pouco cansada.- Disse.
– Tem certeza?- Paul questionou.
– Sim.- Disse.
– Podemos ir comer naquela lanchonete de sempre. Vamos?- Nate perguntou.
– Claro. Vou ter que avisar o Kevin.- Peguei o celular e mandei um sms.– Mais tarde ele nos encontra lá.
Fui andar pela cidade, pensando em tudo isso. Será que Stefan tinha razão e estava ficando fissurado nisso de novo? Não podia. Prometi a mim mesmo não amar ninguém de novo. Só não tinha desligado por causa dele. Estava passando por uma escola e era hora da saída. Qual a possibilidade de ser a escola dela? Tinha vários grupinhos quando a vi com dois garotos e uma menina loira.
– Eu estou faminta. Será que hoje vai ter o hambúrguer?- Nina questionou.
– Eu também quero.- Fiz bico.- Aquele dia não tinha.
Eles riam e conversavam sobre comida. Ela tinha uma vida normal. Vi uma coisa curiosa. Tyler. Ninguém sabia dele depois que saiu da cidade com Klaus. Isso era estranho.
– Olha Jay. Aquele é o menino novo. É gato né?- Nina questionou.
Olhei.– Nossa, gato mesmo.
Se ele estava aqui, Klaus estava por perto. Liguei para Stefan para ver se ele sabia de algo.
– Alô?- Ele atendeu.
– Qual foi a ultima notícia que você teve do Tyler?- Perguntei.
– Acho que foi quando ele sumiu com o Klaus.- Ele disse.
– Então seria coincidência ele estar aqui na cidade?- Questionei.
– O que? Tyler? Mas se Tyler está na cidade quer dizer que...- Ele falou.
– Que Klaus deve estar aqui também.- Completei.
– Que quer dizer que ele descobriu sobre a nova duplicata.- Ele disse.
– Provavelmente, já que ele está na mesma escola que ela.- Olhava ele que saia de lá. Ele não me viu.
– Você está seguindo ela? Já está nesse ponto?- Ele questionou.
– Eu não tenho culpa se a rua que peguei era a da escola. Esqueceu que não venho a Seattle a décadas?- Questionei.
– E porque continua ai parado?- Ele perguntou.
– Por que vi Tyler.- Disse.
– Vou fingir que acredito.- Ele parou de rir.- Ela vai ter problemas com Klaus, mas você disse que a mãe dela é bruxa, vai contar para ela mais cedo ou mais tarde.
– Sim, a questão é; vamos se meter nisso de novo? Estou seriamente tentado a ir para outro lugar e deixar que se virem.- Disse.
– Isso é com você Damon. Faz o que você achar que deve ser feito.- Ele falou.
– Belo conselho. Já vou. A gente se vê na minha casa mais tarde?- Perguntei.
– Claro. Até.- Ele disse.
Desliguei. O que faria? Deixava ela a própria sorte ou interviria?
Vi Kevin correr até mim.- E ai baixinho.- Disse bagunçando o cabelo dele.
– Jay, eu já sou um homem.- Kevin disse.
Ri.- Até parece.
O irmão dela era mesmo um pirralho ainda.
Kevin se sentou no colo dela e deu um beijo no rosto dela.- A professora disse que era pra gente dizer pra todo mundo que amávamos que os amamos. Por que nunca se sabe o dia de amanha. Eu te amo Jay.
Abracei ele ainda no meu colo.- Ownn, eu também te amo amor.
Ela tinha uma família que amava, não era justo ter que passar por isso.
– Ok. Eu já volto. Esqueci meu livro de Geografia na aula.- Sai dali.
Podia pelo menos alerta-la. Sai do carro e aproveitei que ela estava andando sozinha.–Esbarramos de novo.
Era ele. De novo.- O que você quer?- Minha mãe disse que era para ficar longe dele por ele ser vampiro. Mas ele tinha o sorriso mais lindo, os olhos mais lindos, ele era o homem mais lindo que tinha visto. Para Jay.
– Meu irmão pediu para ver uma vaga para ele aqui.- Disse.
– Ótimo. Ele vai adorar aqui.- Disse começando a caminhar de novo.
– A escola é boa?- Perguntei.
– É ótima.- Eu estava ficando com medo dele e não gosto de sentir medo.
– Acho que ele vai gostar daqui então. Você está em que ano?- Perguntei.
– Último ano.- Disse.
– O mesmo dele. Talvez fiquem na mesma sala.- Disse.
Parei e me virei para ele.– O que você quer? Arrumar uma namorada para o seu irmão? Acho que ele pode fazer isso sozinho.
– Longe disso. Desculpe se pareceu isso.- Mas como vocês sempre escolhem ele, não seria surpresa acontecer de novo.
– Sério Damon, o que você quer? Você está andando comigo. Não é para falar do seu irmão, não é?- Questionei.
– Eu não quero o seu mal, se é isso que está pensando.- Disse.
– Ah... você quer o que então? Diga para o seu irmão que eu não sou a Elena.- Disse andando.
Parei. Ela sabia sobre isso?– Você sabe então?
Me virei para ele.- Que existiram mais três de mim? E que sou uma.... duplicata, certo? Sei. Também sei o que você é.
– Isso simplifica. Primeiro; não tenha medo de mim, não vou machucar você.- Disse.
– Não tenho medo. Mas minha mãe disse para não falar com você.- Me virei para sair.
– Espere, não acabei. Segundo; diga a sua mãe que Klaus está na cidade. Que tem gente dele no seu colégio, ela vai entender e dar um jeito.- Disse.
– Klaus? Quem é Klaus?- Questionei.
– Ela vai saber.- Disse.
Ia me virar e senti uma tontura. Dessa vez foi forte.
Ela quase caiu e a segurei. Não parecia nada bem.– Você tem certeza que não tá doente?
Me segurei nele.– Meu problema é outro.
– Vem.- Tinha uns bancos perto e a sentei lá.- Quer alguma coisa?
– Não, tudo bem. Isso dá e passa.- Disse.
– Vou esperar você ficar bem para ir.- Disse.
Olhei para ele.– Minha mãe me contou sobre Katherine e Elena.
Não iria pensar nelas e me arrastar para aquilo tudo. Demorei para seguir em frente e não voltaria.– Então deve ter sido uma longa conversa.
– Mais ou menos. Não quero pensar que sou parecidas com ela. Prefiro imaginar que elas nunca existiram.- Disse.
– Existiram. Sei melhor que ninguém.- Me destruíram de todas as maneiras.
Ele parecia confiável. Eu tinha que contar para alguém o que eu era.– Vou te contar uma coisa. Mas promete que não vai contar pra ninguém. É que não aguento ficar sem falar pra alguém.
– O que é?- Perguntei.
– Primeiro prometa.- Disse.
Suspirei.- Prometo.
– Ok. Isso tudo que sinto é porque...- Era difícil dizer isso.- Sou uma bruxa.
Imaginava quando vi a mãe dela.- Isso é novo para vocês.
– É e minha mãe disse que somos especiais. Podemos controlar um elemento. O meu é fogo.- Disse.
– Interessante. Talvez ajude no seu futuro, vai precisar. Já está melhor?- Perguntei.
– Sim.- Me levantei.
– Tudo bem, só mais uma coisa. Mantenha distância de Tyler Lockwood. Tem um papel? Vou te dar o meu telefone e o do meu irmão numa emergância fique a vontade para pedir ajuda.- Disse.
– Tyler? O que tem ele?- Entreguei meu celular a ele para anotar.
– Ele é a putinha do Klaus.- Anotei os telefones.- Pronto. Espero que não precise.
Ri.- Esse Klaus parece interessante.- Vi o celular dele no bolso e peguei.
– Eu pensaria diferente. Ele pode, ele será, o seu pior pesadelo.- Disse.
Anotei meu numero no celular dele.- Qualquer coisa me liga também.- Sorri e coloquei no bolso dele de novo.
Não ligaria. Hoje mesmo iria embora. Não me envolveria.– Tudo bem. Tchau e tome cuidado.
– Tchau.- E sai dali.
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