Notas iniciais
No capítulo anterior: -Tudo bem, deve ser só o estresse do dia-a-dia, você precisa de um drink para relaxar – respondeu. -Eu não posso, estou em serviço – falou a garota, fria. -Besteira! Uma dose não vai fazer mal – disse o homem enchendo o copo e empurrando-o até Katherine – por sinal, me chamo Stefan. Stefan Salvatore.

–Katherine. Katherine Pierce. – disse a menina

–Então, Katherine, há quanto tempo trabalha aqui? – perguntou Stefan

–Bem, tem uns 5 anos eu acho, não é o melhor emprego do mundo, mas dá pro gasto – respondeu

Katherine observou que Stefan estava usando uma aliança e logo se alertou. Não gostava de se envolver em problemas, mas ele era tão atraente para ela, que continuou a conversa:

–Você é casado? – perguntou Katherine

–Ah, sim, tem dez anos, mas parece um século – respondeu, brincando.

–E o que o traz aqui? Sua esposa permite que seu marido venha a bares, sozinho, e fique conversando com outras mulheres? – falou, irônica

–Na verdade nós brigamos feio hoje. Ela tem uma mania compulsiva de controle e eu estou farto. Mas não consigo deixa-la – respondeu Stefan

Ao ouvir essas palavras, Katherine não sabia descrever o sentimento. Era uma mistura de decepção com raiva e tristeza. Ela se virou e falou:

–Acho melhor eu voltar para o trabalho

–Certo – disse Stefan — e é melhor eu ir para casa – disse, virando-se de costas e saindo do bar.

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A noite se passou e apenas os dois bêbados estavam lá. O Sr. Petters os colocou para fora e mandou Katherine levar o lixo para fora. Era um dos trabalhos que ela mais odiava. Duas horas da manhã e ela precisava levar lixo. Claro, não era a vida dos sonhos, mas contanto que ela estivesse segura, ela aceitava.

Saindo do bar não ouviu nenhum som a não ser os bêbados indo embora pela estrada, que estava vazia. Não havia nenhum automóvel e logo as vozes dos homens se foram, deixando Katherine no silêncio absoluto.

“Melhor eu andar logo com isso” – pensou

Estava atravessando a rua quando viu. Um vulto. Uma coisa preta extremamente rápida passou pela floresta na margem da estrada. Katherine adiantou o passo e... Novamente, desta vez sentiu o vento soprar em suas costas, como se algo estivesse a cercando. Ela estava no meio da estrada quando começou a correr em direção a caçamba de lixo que ficava do outro lado da rua, na margem da estrada, em frente à floresta.

“Merda de caçamba, merda de emprego, merda de Sr. Peppers. Por que esta droga de caçamba não pode ser ao lado do bar?” – pensou, irritada.

Chegou e jogou o lixo rapidamente na caçamba e tomou um susto quando se virou:

–Stefan? O...o que faz aqui?

–Eu sei o que você é – disse o homem

Nesta hora, Katherine gelou. Era como se todos os seus ossos virassem água e seus órgãos derretessem. Ela não tinha reação:

–Do que v-você es-stá falando?

–Você sabe exatamente do que estou falando

Katherine viu que estava encurralada e correu. Mas não normalmente, ela utilizou sua habilidade de velocidade para chegar do outro lado da pista, em frente ao bar. Mas quando chegou, ele estava lá também, na frente dela:

–Você é igual a mim também? – perguntou Katherine

–Sim, e eu posso te ensinar a viver com seus poderes em harmonia. Podendo utilizá-los e viver bem, como eu. – respondeu Stefan

Katherine ficou em dúvida. Será que ela deveria ir com aquele homem que acabara de conhecer, ou ficar e continuar com sua vida normal? A última coisa que ela queria era prejuízo para ela mesma:

–Eu não vou te machucar, venha comigo – disse Stefan.

–E sua esposa? Você não é casado? Pra que você quer que eu vá com você? Eu sou apenas mais uma vampira nesse mundo, o que há de tão especial em mim? – perguntou, cheia de dúvidas.

–Eu explicarei tudo quando chegarmos, agora vamos, rápido. Ele está vindo Katherine, não podemos perder tempo. – respondeu com pressa

–Stefan, não! Eu não posso simplesmente ir com um est...

E a última coisa que Katherine ouviu naquela noite foi o barulho do estalar de seu pescoço.

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Stefan continuou apreensivo e olhando para todo lugar.

“Ele está perto” – pensou

Pegou Katherine desacordada e colocou no banco traseiro de seu carro, presa com correntes. Sentou-se no volante e começou a dirigir rapidamente na estrada em direção a sua casa, ou melhor dizendo, sua mansão.

Quando olhou o bar no retrovisor, ele estava lá. O homem que assassinou seus pais sem nenhuma piedade e agora estava livre, após anos preso. Seu inimigo mortal. Damon Salvatore. Seu querido irmão.

Notas finais
Semana que vem tem mais!