Doom!

5 Primeiras impressões.


Notas iniciais
OLAAAAAAAA. Demorei um dia a menos que da outra vez, o capitulo ia sair na terça, mas minha internet me zuou e só deu pra sair agora. Um Mega pedido de desculpa para Mary que estava esperando o capitulo terça. Bom aproveitem. Cinco dos oito digiescolhidos vão se reunir de uma forma muito esquisita.

Capitulo 5 – Primeiras impressões

Digimundo:

Yuki ficou olhando o estranho monstrinho vermelho parecido com um filhote de leão, porém ele era meio humanóide, tinha na testa e nos pulsos algo que parecia discos de fogo.

A garota não estava com medo, levando em conta que ela havia atravessado um portal, depois de ter conversado com uma voz que falava na sua cabeça e ainda ter visto o irmão, seu único parente e a pessoa que ela mais ama, sendo seqüestrado por um monstro, falar com aquele digimon não era assustador.

– Qual o seu nome? – o monstrinho a olhou confuso – você disse que é um digimon, mas deve ter um nome, não tem?

– Coronamon – ele disse normalmente.

O objeto com o qual Yuki havia aberto o portal começou a brilhar no bolso de seu casaco, quando ela o tirou do bolso viu que a tela estava mostrando:

Analisador Digimon:

Nome: Coronamon

Tipo: Digimon Fera

Atributo: Vacina

Nível: Rookie

Descrição: Ele tem uma personalidade pura e com um forte censo de justiça, é cheio de energia e tem uma grande dose de curiosidade. Ele tem o poder de fogo e é bom em perfurar o inimigo com um punho de energia.

Curiosidade: Ele nasce a partir de dados solar.

– O que é isso? – pergunta Yuki.

– O digivice – responde coronamon, deixando a garota confusa – então é você mesmo – diz se aproximando – você é minha parceira.

– O que? Sua parceira? Do que você está falando?

Assim que coronamon toca no digivice uma luz se espalha por poucos segundos.

– É isso. O digivice não mente. Você é, sem duvidas, minha parceira.

– O que? Que historia é essa de digivice e parceira? Eu não to entendo. Me explica.

– Vai demorar um pouquinho.

– Me explica – repetiu Yuki.

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Os irmãos Tsubasa ainda estavam em choque, não conseguiam entender o que os digimons tinham dito, porém quem estava mais assustado era Ren, pois era o único que podia ver como as criaturas eram.

Angel estava curiosa, queria saber o que eram as criaturas que falavam com eles, ela pode perceber que não eram normais, pois seu irmão não a largava e sempre a empurrava mais para trás, como se quisesse afastá-la de algo.

– Quais são os nomes de vocês? – Angel perguntou.

– Sou candlemon – respondeu o Digimon com animação.

No bolso de Ren começa a brilhar um aparelho preto e cinza, assim que ele o pega vê a tela brilhando:

Analisador Digimon:

Nome: Candlemon

Tipo: Digimon chama

Atributo: Data

Nível: Rookie

Descrição: Parece um vela acesa, ele tem em sua cabeça uma chama que parece com o DemiMeramon, e se essa chama apagar Candlemon morre. É um Digimon muito animado e sapeca, gosta de fazer amizades e é muito leal.

Curiosidades: Muitos acreditam que o verdadeiro corpo de Candlemon é a chama e que a parte da cera é só um chamariz.

– O que é isso? – se perguntou Ren, enquanto candlemon o olhava encantado.

– Eu sou renamon – responde a Digimon.

No bolso de Angel um brilho surgiu, Ren retira o objeto branco e amarelo e lê o que estava aparecendo na tela.

Analisador Digimon:

Nome: Renamon.

Tipo: Animal

Atributo: Data

Nível: Rookie.

Descrição: Este Digimon tem como parceiro a habilidade e rapidez, ela está sempre com muita calma, porém quando à hora da luta chega mostra que sua aparência doce de raposa nada mais é do que só aparência. Usa suas habilidades para brincar com o inimigo.

Ren devolve o objeto para Angel.

– Eu disse renamon. São eles, os digivices provam isso. – fala candlemon

– Só vou ter certeza quando fizermos a prova – responde a Digimon raposa.

– Do que vocês estão falando? – pergunta Ren e tem como resposta candlemon correndo até ele e pondo a mão sobre o digivice do garoto, fazendo o objeto brilhar.

– É você, você é meu parceiro Ren. – diz candlemon muito feliz.

– O que? – pergunta o humano.

Renamon anda calmamente até Angel e coloca a mão sobre o digivice da menina, fazendo o mesmo brilhar.

– Então é você. – fala renamon normalmente.

– Sou sua parceira? – pergunta Angel.

– Sim.

– Espera que história é essa de parceiros? – pergunta Ren, se aproximando das duas – e se afasta da minha irmã.

– Não precisa disso Ren – fala candlemon – elas são parceiras, renamon nunca a machucaria.

– Vocês podem explicar o que significa nós sermos parceiros e onde estamos? – pergunta Angel.

– Claro – responde candlemon.

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Hana e Ryo olhavam espantados para as duas criaturinhas, uma parecia um cachorro e outra um coelho.

Hana estava com medo, queria gritar e sair correndo, mas parecia que lhe faltava voz e força nas pernas. Ryo estava calmo, mesmo que as criaturas fossem estranhas e falassem, elas não pareciam que fariam algum mal para ele e para Hana, mas ele ainda tinha certo receio por causa de não saber onde estavam.

– Seus nomes? – perguntou Ryo.

– Lunamon – disse a Digimon que parecia um coelho. Ryo tirou o digivice do bolso, pois ele estava brilhando.

Analisador Digimon:

Nome: Lunamon.

Tipo: Mamífero.

Atributo: Data.

Nível: Rookie.

Descrição: Um Digimon mamífero nascido pela fusão dos dados da lua observante, que tem a forma de um coelho. Ela pode ouvir sons a qualquer distancia, através das suas grandes orelhas. É muito amável e esperta.

Ryo ficou confuso, tanto por causa do que leu como pelo motivo do aparelho ter ligado, pois quanto tentou não havia conseguido.

– Salamon – responde a Digimon tirando Ryo de seus pensamentos.

Analisador Digimon:

Nome: Salamon

Tipo: Mamífero

Atributo: Vacina/Data

Nível: Rookie

Descrição: Um Digimon que parece um cachorro, mas com orelhas de coelho. É naturalmente inseguro, mas é muito valente e protege os que gosta.

Dessa vez foi o digivice de Hana que mostrou as informações.

– O que está acontecendo aqui? – pergunta Hana.

– Temos que saber de quem é qual. – fala lunamon para salamon

– Certo – salamon caminha até Hana, que estava tão confusa com o digivice e não percebe a proximidade até a pequena Digimon estar bem perto e tocar o digivice da menina, que começa a brilhar.

Lunamon fez o mesmo com Ryo. Caminhou até ele e tocou em seu digivice, fazendo-o brilhar.

As duas digimons ficaram olhando e sorrindo para os humanos, deixando os dois ainda mais confusos.

– Será que vocês podem explicar para gente o que foi isso? – perguntou Ryo.

– Essa foi a confirmação que vocês são mesmo nossos parceiros – responde lunamon.

– Confirmação que nós somos seus parceiros? Certo, isso faz todo sentido – diz Hana irônica.

– Claro que faz sentido, foi por isso que nós encontramos vocês. – responde salamon sem perceber a ironia de Hana.

– Esse cachorrinho da brincando comigo? – pergunta para Ryo.

– Não sou um cachorro, sou uma Digimon, sou salamon – diz a Digimon calmamente.

– Certo – resmunga Hana

– Vocês podem explicar pra gente essa historia de parceiros, digimundo e digimons? – pergunta Ryo para lunamon.

– Claro.

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Coronamon explicou o básico para Yuki. Ele disse que digimons são seres digitais, criados de dados de computador, mas que eram feitos de carne e osso, tinham sentimentos, vontade própria e que existiam digimons bons e digimons maus. Explicou que eram parceiros, pois o digivice da menina reagiu a ele, mas que sempre a esteve esperando.

– Nossa. – disse Yuki, impressionada após a explicação de coronamon. – e quando você diz sempre, é desde quando?

– Desde que eu nasci, acredito.

– Certo, mas somos parceiros de que?

– Não sei te explicar isso.

– Mas você mesmo disse que somos parceiros.

– Sim, eu sei que somos parceiros da mesma forma que eu sei que te esperei desde sempre e sei que hoje eu vim até aqui te encontrar, mas não sei explicar, só sei que sou seu parceiro Digimon.

– Parceiros seria algo parecido com aliados? – pergunta ao se lembrar do que conversou com a voz antes de entrar no portal.

– Mais ou menos.

“Será que era dele que a voz estava falando? Bom, não vejo mais ninguém que possa me ajudar aqui.”

– E onde estamos? Sei que é no digimundo, mas quero saber um ponto especifico.

– Estamos em uma floresta ao redor da cidade em que eu moro.

– Tem uma cidade aqui perto?

– Sim, a cidade de babamon

– Babamon?

– É uma Digimon bem legal e é a líder da cidade.

– E essa cidade é um lugar seguro?

– Sim, mas por que está me perguntando tudo isso? – Yuki virou o rosto – nós somos parceiros, já te falei quem sou e o que são os digimons, então acho que é a sua vez de falar.

A garota virou para o Digimon e respirou fundo.

– Meu nome é Matsui Yuki, tenho 16 anos, estou no segundo ano do colegial, moro em um orfanato que fica em odaiba, Japão. Meu único parente é meu irmão, Hiroshi. Hoje de manhã ele foi seqüestrado por um monstro, que agora eu sei que é um Digimon, e por isso eu estou aqui, para encontrar e salvar o meu irmão.

Os dois ficaram em silencio, Yuki não olhava para coronamon, pois nunca tinha contado tanto de sua vida para uma pessoa, ou Digimon, que mal conhecia. Coronamon estava tentando entender o que significava tudo o que sua parceira humana havia dito.

– Eu vou ajudar você – fala o Digimon, quebrando o silencio e assustando Yuki.

– O que?

– Eu vou ajudar você a encontrar seu irmão.

– Por quê?

– Eu já disse, somos parceiros.

Yuki riu.

– Mas eu não faço idéia de onde ele esteja.

– Vamos falar com babamon. Ela é muito sabia, vai nos ajudar.

A garota olhou para o Digimon, parecia que ele confiava em babamon e qualquer chance que ela tivesse de achar o irmão ela não iria recuar, principalmente agora que tinha seu primeiro aliado, seu parceiro, e sabia o seu primeiro destino.

– Está bem. Vamos. Você na frente.

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– Nossa – essa foi a reação de Ren após renamon explicar o que são os digimons.

– Então vocês são feitos de dados, mas são de carne e osso, assim como nós? – perguntou Angel.

– Sim. – respondeu candlemon

– E temos vontade própria e sentimentos. Alem de existirem digimons bons e maus. – acrescentou renamon

– E quando vocês falaram que estavam esperando a gente, queriam dizer que sabiam que estaríamos aqui hoje? – perguntou Ren

– Na verdade, nós sempre estivemos esperando por vocês. – respondeu candlemon.

Ren estava em choque, aquilo eram informação de mais para um dia. Angel estava animada, cada vez que eles respondiam uma pergunta, mais três se formavam em sua cabeça.

– Não tem nenhum lugar para que nós possamos ir? Ficar no meio da floresta sem poder me localizar é desconfortável.

– Claro, nós podemos voltar para cidade, babamon deve estar nos esperando.

– Babamon?

– Sim, ela é a líder da cidade em que vivemos.

Ren olhou para irmã e, mesmo que ela não mostrasse, estar naquele lugar estava fazendo-a mal.

– Então vamos para lá. Se vocês dizem que é um lugar legal, vai ser bom para nós. – Ren vai até a irmã e cruza seu braço no dela para poder guia-lá. – vão na frente.

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Ryo e Hana seguiam as digimons para a cidade da babamon. Os dois haviam ficado confusos com a explicação de lunamon, mas resolveram não perguntar muito e seguir as digimons até a cidade, pois seria melhor já que a noite já se aproximava.

Hana reclamava de três em três minutos e Ryo estava muito incomodado, ele entendia que era estranho e assustador o que eles estavam passando, mas reclamar não ajudava em nada.

– Ainda falta muito, lunamon? – perguntou quando não agüentou mais as reclamações.

– Não. Mais um pouco e chegamos ao caminho principal e logo estaremos na cidade.

– Finalmente. – reponde Hana

Lunamon, que ia mais a frente, para do nada, assustando os outros.

– O que foi? – pergunta salamon.

– Escutei alguma coisa.

– Provavelmente foi só o vento batendo nas folhas. – diz Hana

– Tenho certeza que eram passos – ela olha em volta – e talvez eu tenha pegado o caminho errado – fala baixinho, mas Hana escuta.

– Como assim você pegou o caminho errado? – pergunta a menina quase gritando.

– Não grita Hana – fala Ryo.

– Mas você ouviu que...

Antes de ela terminar a frase, todos escutam um barulho alto.

– O que foi isso? – pergunta Ryo

– Talvez, tenhamos entrado no território de tyranomon – responde lunamon.

Hana abraçava Ryo com medo.

– Por aqui. – chama salamon. – vocês dois se escondam aqui.

Os dois foram até salamon.

– Mas e vocês? – pergunta Hana, quando percebe que as digimons não se esconderiam com eles.

– Nós vamos ver se é mesmo tyranomon e se for tentar conversar com ele. – responde salamon para parceira

– Mas não é perigoso? – pergunta a humana.

– Nós somos digimons, sabemos lidar com isso. – responde lunamon – fiquem aqui até eu chamá-los.

As digimons deixaram os humanos sozinhos. Os dois trocavam olharem preocupados, pois, mesmo que não admitissem, se importavam com as digimons. Ficaram sem trocar uma palavra até escutarem um grito.

– Lunamon!

– Salamon!

Os dois humanos correram para ver o que tinha acontecido, mas não viram nenhuma batalha. Eles viram lunamon e salamon conversando animadamente com outros dois digimons, um parecia uma raposa e o outro uma vela, renamon e candlemon. Lunamon olha para traz e vê os dois olhando-os confusos.

– Olha eles lá. – disse apontando para os humanos. – eles são nossos parceiros.

Os dois humanos se aproximaram desconfiados.

– Esses são renamon e candlemon – falou salamon apontando para os digimons, mas eles não eram o foco dos dois, mas sim os outros humanos que estavam com eles, Ren e Angel.

Hana ficou olhando os dois com desconfiança, mas com uma ponta de felicidades, já que ela e Ryo não eram os únicos humanos naquele lugar. Ao contrario da amiga, Ryo observou bem os dois, pela maneira que o garoto ficava protetoramente na frente da menina ele pode ver que eles já se conheciam e tinham laços, os perceber a semelhança entre os dois presumiu que eles eram irmãos. Percebeu que a menina era um pouco tímida pela forma com que colocava o braço na sua frente. A única coisa que o intrigava era o olhar perdido de Angel, mas quando percebeu a bengala que a menina carregava notou que era cega.

Os digimons conversavam, mas nenhum dos humanos dizia uma palavra. Ren também analisou os outros humanos que encontraram. Percebeu na hora que os dois tinham uma amizade e que a garota não estava satisfeita só com isso, somente olhando para a maneira em que eles seguravam as mãos. O que mais lhe confundiu foram os olhos negros da menina. Com Ryo as coisas foram mais fáceis, ele era basicamente um livro aberto, ao ver a forma com que ele colocava a menina mais para trás dele percebeu que ela a queria proteger, mas não passava disso, um sentimento fraterno, quase como o dele com Angel, e isso o fez notar que Ryo não percebia os sentimentos de Hana.

– Então vamos todos juntos para a cidade – a frase de candlemon fez todos prestarem atenção nos digimons.

– O que? – perguntou Hana

– Vamos todos juntos para cidade de babamon, afinal, eles também estavam indo pra lá. – respondeu salamon.

– Certo, então vamos logo. – disse Ren

Os humanos foram calados até chegarem ao caminho principal para a cidade.

– Agora seguimos esse caminho e não precisaremos mais entrar na floresta. – avisa lunamon.

– Certo – todos respondem.

Andaram mais um pouco em silencio.

– Vamos mesmo ficar calados como se fôssemos mudos? – pergunta Angel.

Todos pararam e ficaram olhando um para o outro.

– Que tal se nos apresentarmos primeiro, sempre é bom começar por ai. – sugeriu Ryo

Antes que qualquer um respondesse, o barulho alto de folhas se mexendo chama atenção de todos.

– Me diz que dessa vez não entremos no território de tyranomon. – pede Hana

– Eu tenho certeza que não entramos no território dele, pode ser só outro Digimon inofensivo. – disse lunamon.

Todos recuaram alguns passos com medo de que fosse outra coisa e não um simples Digimon inofensivo.

O que saiu do meio da floresta não foi um simples Digimon, mas sim um Digimon acompanhado por uma humana. A menina era branquinha e tinha curtos cabelos loiros. Yuki estava ofegante e olhava tão fixamente para sua frente que não percebeu o grupo de humanos e Digimons a sua esquerda.

– Coronamon. – chamou lunamon.

Yuki se virou para eles, olhando primeiramente para os digimons e depois para os humanos e parando seu olhar sobre Ryo, o mesmo também não parava de olhar para menina. Mesmo de longe ambos podiam ver a cor dos olhos do outro, Yuki se perdeu na imensidão que eram os olhos cinza do garoto. Ryo ficou encantado com os brilhantes olhos verdes da loira. A troca de olhares foi interrompida por um rugido vindo de dentro da floresta. A garota olhou para floresta e sem pensar ou falar nada, agarrou coronamon e saiu correndo na direção dos outros adolescentes, mas não falou nada com eles, somente passou direto. Antes que alguém perguntar algo, um grito de salamon os alertou.

– Tyranomon. Corram.

Todos começaram a correr pelo mesmo caminho que Yuki.

– Achei que tyranomon foi um Digimon pacífico. – diz candlemon.

– E ele é. Provavelmente está estressado. – responde lunamon

Renamon, que ia à frente de todos, se virou para esquerda e entrou em uma árvore.

– O que foi isso? – pergunta Hana

– Entrem lá. É um esconderijo – fala lunamon.

Todos os humanos e digimons entraram na arvore e observaram tyranomon se afastar. Quando saíram de dentro do esconderijo estavam todos assustados e ofegantes.

– Tenho certeza que não invadimos o território de tyranomon, não entendo o porquê de ele estar atrás de nós. – fala lunamon.

– Ele não estava atrás da gente. Estava atrás daquela menina que saiu correndo e nem se deu o trabalho de nos avisar que tinha um Digimon com raiva e do tamanho de um dinossauro vindo atrás. – responde Hana.

Antes que qualquer um comentasse, Yuki e coronamon aparecem do lado deles, ambos estavam encima da árvore.

– Sinto muito. É que quando eu vejo um dinossauro eu perco a fala. – diz Yuki irônica.

– Então, encontre-a da próxima vez. – responde Hana cruzando os braços na frente do peito.

– Não gosto de procurá-la.

As duas garotas ficaram se encarando, deixando o clima tenso. Os olhos de Hana eram incrivelmente negros e intimidadores, mas Yuki nem piscou, para ela o olhar da menina era de uma simples menininha que reclamava de tudo. Para Hana as coisas já eram mais difíceis, o olhar da loira era indecifrável, há uns minutos pareciam meigos e espantados, mas agora eram totalmente assustadores, mas a azulada não era de desistir fácil.

– O importante é que aquele Digimon foi embora e estamos todos bem. Certo? – pergunta Angel.

Ryo e Ren assentem, mas as garotas nem desviaram o olhar, dava para perceber que a cada segundo a tensão entre as duas ficava maior.

– Hum – foi a única coisa que Hana disse antes de ir para perto de Ryo. A menina tinha percebido a rápida troca de olharem entre o amigo e a loira e não havia gostado nada.

Yuki não se atreveu olhar novamente para Ryo, enquanto ela corria de tyranomon, percebeu que havia sido muito idiota por olhá-lo daquela forma, mesmo que os olhos cinza fossem encantadores, não poderia olhar para eles novamente. Por sua vez, Ryo só queria ver os lindos olhos brilhantes de Yuki novamente. Ele achou-a linda no mesmo segundo que a viu, os cabelos loiros com comprimento nos ombros combinavam com o estilo casual dela, o que a deixava encantadoramente comum e linda, enquanto aos olhos, ele parecia que havia ficado hipnotizado por eles.

O silencio reinou novamente e depois que os digimons garantiram que tyranomon não estava mais por perto, Angel o quebrou.

– Como foi que você disse mesmo? Que deveríamos começar nos apresentando?

– Sim, foi o que eu disse – respondeu Ryo

– Então eu começo – diz Angel – Meu nome é Tsubasa Angel, tenho 15 anos, moro em odaiba, Japão, estou no primeiro ano do colegial, minha parceira Digimon é renamon. – renamon apareceu ao lado de Angel.

– Meu nome é Sasaki Ryo, tenho 16 anos, também moro em odaiba, Japão, estou no segundo ano do colegial, minha parceira Digimon é lunamon – lunamon sorriu e acenou para todos.

– Meu nome é Tsubasa Ren, tenho 17 anos, sou irmão da Angel, moro, obviamente, em odaiba, Japão, estou no terceiro ano do colegial, meu parceiro é candlemon.

– Muito prazer – disse candlemon, alegre como sempre.

– Meu nome é Sakurai Hana, tenho 15 anos, estou no segundo colegial, também moro em odaiba, Japão, minha parceira Digimon é salamon – salamon deu um sorriso tímido.

Yuki respirou fundo, ela achava apresentações formais muito chatas e sem importância.

– Meu nome é Matsui Yuki, tenho 16 anos, moro em odaiba, Japão, estou no segundo colegial, meu parceiro Digimon é coronamon.

– Agora que estamos todos apresentados, podemos ir juntos para a cidade – fala lunamon.

Angel, Ren e Ryo não viram problemas, mas Hana não queria ir para nenhum lugar com Yuki, mas sabia que não ganharia nada reclamando, então ficou quieta, queria chegar à cidade e sair imediatamente daquele lugar.

Yuki também não se sentia à-vontade em ir com eles, mas também não reclamou, afinal, eles só iram juntos ate a cidade, não passaria mais do que o tempo que levariam até a cidade com eles, pois tinham caminhos diferentes.

Notas finais
Yuki e Ryo? Yuki vs Hana? Porque tyranomon seguia Yuki e coronamon? O que esperar da cidade de babamon? Quero saber o que vocês acharam. Ficou bom? Ficou ruim?Sejam sinceros nos comentários. Finalmente a primeira fase de apresentação acabou, ainda tem mais 3 personagens para entrar e um deles ainda tem vaga aberta. Mas a ação vai começar a partir dos próximos capitulos. Se a imagem não aparecer no final, clica nela para ver como são todos os digimons. Vagas abertas: 1 Meninos: 0 Meninas: 1 Ficha a ser enviada, por MP: Nome: (nome japonês) Descrição Física: (cor do cabelo, olhos, corpo) Descrição da personalidade: Roupa casual: ( você vai usa-la a historia quase que inteira) Brasão: (Sinceridade) Historia de vida: (família, amigos, amor, algum trauma, vida perfeita) (Quero adolescentes problemáticos, mas nem tanto) Lembrando que a ficha deve ser mandada por MP, responderei aquelas que forem escolhidas. (Mais vagas serão abertas em breve) SPOILER: Ao chegar na cidade de babamon, os escolhidos não vão se separar como achavam, amizades e inimizades começam a nascer junto com um romance diferente.