Don't Stop Be Strong
8 Is my armor, is made stell
Notas iniciais
– Amo seu jeito de me reconfortar com seus lábios.. — murmurou Violetta, esboçando um sorriso suave a fitando a expressão daquele homem.
– Hmm .. — murmurou em um tom quase não audivel para Violetta, onde ela apenas pode sentir seus lábios suaves pousarem em sua bochecha. — A galera tá ali atrás. Não quer ir vê-los? — indagou ele acariciando as têmporas daquela suicida a sua frente
– Não, só preciso de um cochilo de descanço. — afirmou, passando a lingua em seus lábios. Ela parecia nessecitar de umidece-los.
Violetta não ouviu nenhum pestanejo, apenas observou Leon se inclinar na poltrona, deixando ela em um modo vertical mais inclinado, e se afundar nela, como se esperasse que Violetta descansasse seu corpo em seu peitoral, ou seu ombro.
Delicadamente, ele envolveu a cintura dela com mais força, e logo após isso, ela bateu seu rosto contra o peito de Leon, sentindo e ouvindo as batidas do seu coração.
Fechou seus olhos, e as suas narinas respiraram o cheiro daquela blusa em que Leon usava, era incrível.
Assim foi o resto da viagem, ela deitada sob o peitoral daquele homem, inspirando seu ar perfumado de morangos, recebendo carícias em seu cabelo, ou afagos em seu ombro.
...
Violetta andava pelo estacionamento de Bueno Aires de mãos dadas as de Leon, recebendo as vezes o olhar sombrio de seu pai, em que simplesmente ignorava em um modo de desgosto, não aprovava seu pai querer acabar com provavelmente o melhor momento da vida daquela suicida, da vida dela.
– Violetta, preciso falar com você. — afirmou Federico, a puxando para um canto, dando tempo de Violetta murmurar: " um minuto " a Leon.
– O que houve Federico? — Indagou, tentando chegar a uma conclusão a aquilo tudo.
– Papai está bêbado. — Afirmou em um tom sombrio e sórtido.
– Ok. Problema dele. — Provocou seu meio irmão, dando as costas a ele, indo até Leon.
– O que ele queria? — indagou em um tom de preocupação.
– Me avisar que meu oai está bêbado. — Afirmou, arrancando de Leon uma gargalhada gostosa e completamente verdadeira.
Uma buzina insurdecedora ecoou pelo estacionamento, revelando o carro de German esperando por Violetta.
– Vou na vã com o pessoal, então cuidado. — Sugeriu, beijando a bochecha daquela menina, e em seguida apertando sua mão forte, a soltando em seguida.
Violetta caminhou em passos rápidos até aquele carro, e fitou os olhos de seu pai, que encontravam-se vermelhos.
Pouco deu importância, ela abriu a porta traseira, observando Federico do lado direito, sentando no lado esquerdo do carro.
Ninguém proferiu nada durante o caminho que inconsequentemente era trajado por um homem com os efeitos do alcool. Apenas se fitavam.
Cruzando a marginal, um local que era apenas estradas de Buenos Aires, German moveu o volante para o lado esquerdo, fazendo Violetta bater a cabeça levemente no vidro, e levar seu olhar até o de seu pai, que parecia o matar com os olhos e o fuzilante olhar sombrio dele pairava sobre ela. De mais duas pessoas no automóvel , German parecia só ter olhos para Violetta.
Violetta abaixou o olhar, suspirando fundo, e assim, levemente bateu a cabeça novamente no vidro do carro, só que de uma maneira completamente agressiva, olhando para o vidro do veiculo que ia para a contra mão da pista, sendo o seu lado atingido por uma carreta de auto porte. Ela involuntariarmente caiu nos braços de Federico, quando escorregou pro lado devido a gravidade da situação. Assim que sentiu o carro rodar algumas vezes, ou melhor capotar, afim quando o mesmo parou seu trajeto marcante e mortal, ela fitou seu pai, que estava inconsciente e com um pedaço de uma barra de ferro atravessada no meio do abdomen dele, aquela cena lhe despertou sentimentos por seu pai que ela nem sabia que existiam, assim que fitou Jade saindo do carro apressada, murmurando coisas não audíveis. Fitou também a expressão de Federico, que era gélida
– Olhe para o seu lado. — sugeriu, apontando para alguns metros de distancia a esquerda daqueles dois corpos. — Ele queria te matar. — afirmou, tentando sair daquele carro, que no momento pegava fogo na parte traseira.
Violetta poderia ficar lá, pairando sob aquele carro, esperando sua morte. Seu pai queria a matar, e acabou morrendo.
– Violetta! O tanque! — a voz de Leon ecoou pelos seus ouvidos, como se fosse um motivo para ela sair daquele carro o mais rápido possível.
Foi isso que ela fez. Mas inconsequentemente, ao sair daquele carro, ela desmaiou, perdendo por completo sua consciência e caindo no gramado da Marginal Chagas.
...
– Como ela pode ter feito isso todos esses anos? — a voz meio embargada de Jade meio que a despertou daquele pesadelo, que ela anciava por acordar o mais rápido possível.
– Ela tem um distúrbio bipolar e psicológico, senhorita Castilho. — a voz agora de um homem que ela nem sabia da existência ecoou pelo ambiente, onde involuntariarmente ela abriu os olhos, encontrando Ana, Francesca e Leon próximos a ela, de um lado proximo a cama, apenas Leon do lado oposto, sentado em uma poltrona e segurando a mão de Violetta.
– Ela precisa de ajuda. Não de julgamentos Jade! — Afirmou Leon, fitando o pequeno corpo de Violetta deitado sob a cama.
Assim que Violetta encontrou aquelas íris esverdeadas, era como se ela pedisse socorro. Como se ela procurasse se refugiar naquela imensidão verde.
– Vejamos que a senhora Pulsos Cortados acordou. — murmurou Jade em um tom de deboche.
Haviam descoberto. O segredo mais sombrio e gélido de Violetta havia acabado de ser descoberto por uma cambada de imbecis que só a julgavam.
– Descobriram.. — murmurou Leon , fitando a preocopação nos olhos da Suicida.
– Quando você faz isso por muito tempo, você esquece que está lá. — afirmou em um tom baixo, com vergonha daquelas cicatrizes.
– Violetta, querem te mandar pra uma clínica de reabilitação. — Disse Fran , despertando um medo e ódio em Violetta.
Se seu pai não fosse tão otário, ele não teria morrido para matar. Se ele não tivesse sido tão orgulhoso, ninguém saberia do segredo dela.
Violetta Castilho tinha se tornado um alvo para seu próprio pai. Ela tinha ódio de si mesma por ter aceitado aquele pai, German Castilho como seu pai há dezoito anos. Violetta queria se matar. Queria mais que nunca pular de algum prédio e dar uma nobre ala em sua mente morta, sua alma e seu corpo para o suicidio.
Ela poderia ter voltado seus atos a horas atrás.
Seria bem melhor ela ter enrrolado dentro daquele carro, e sido queimada nas chamas com alcool.
Talvez tinha sido melhor ela nem ter vivido a cinco anos atrás.
E é muito melhor ela não viver o hoje, o amanhã, e nem o depois.
Fale com o autor