Don't Stop Be Strong

9 Is love for of a Daughter.


Notas iniciais
Olá, eo de novo.. Vou perturbar vocês com mais um capítulo, pequeno, mais um capítulo. Ninguém vai entender o motivo do titulo ser: Por amor a sua filha . Duvido quem vai acertar. Façam suas apostas :3 Boa leitura ^^

Violetta recordou-se do que tinha que responder, por isso tirou seus pensamentos aleatórios de sua mente e focou em qual afirmação ela teria que dar ao doutor.

– Não vou pra uma clínica. E vocês não vão me obrigar. — Afirmou cerrando suas pálbebras e suspirando fundo, como se aquilo fosse meio que uma especie de tentação ao se aliviar de tal resposta, dada a segundos atrás.

– Você deve ir — Leon interveio, fazendo Violetta levar seu olhar até ele, e em seguida a Jade com o Doutor, e virando a cabeça encontrou Fran e Ana, com uma expressão fria quanto a sua resposta.

– Não quero, por favor. Não quero ficar meses em uma cama, recebendo remédios e injeções, eu estou bem do jeito que estou. Estou bem, apenas não estou feliz. Minha mãe morreu há cinco anos, meu pai me xingou a vida toda, e hoje queria me matar e acabou morrendo também. Só tenho a Demetria , meus amigos e o Leon. — Desabafou fitando os olhares de cada um dos seres que estavam naquela sala. — Eu morri a cinco anos, e não é depois de cinco anos que eu vou querer viver. Sabe o que mais me irrita? Eu me matei lentamente e ninguém viu, eu chorava todas as noites, me calava sempre com as zoações que ne faziam, meus olhos lacrimejavam quando eu respondia que estava tudo bem, eu sentia o sangue dos meus cortes sair quando eu finjia um sorriso falso. Eu era suicida, e ninguém tinha percebido. A cinco anos. — Finalizou, deixando todos, principalmente o psicologo que estava lá completamente sem falas, não queriam interver em um assunto tão delicado para Violetta.

– Suicidas vão pro inferno, sabia? — indagou Jade, fazendo a garota querer ter um distúrbio de palavrões sobre ela agora.

– Onde você acha que eu estou , Jade? Estou em um inferno desde a morte da Maria. Estou em um maníconio de julgamentos agora. Só Deus pode me julgar, então cale a boca. — afirmou, e lágrimas se lançaram para fora de seus olhos, fazendo ela levantar seu braço para enjugá-las, mas Leon fez essa tarefa mais rapidamente, substituindo seus dedos.

– Então você não vai? — o psicologo indagou.

– Não. Vai me colocar uma camisa de força e me arrastar até a Rehab? — Revelou sua sugestão irônica.

– Não. — afirmou em um tom de desgosto.

– Ótimo. Eu quero sair daqui. — Revelou, levando seu olhar até o do médico.

– Pode ir, senhorita Castilho. — afirmou o médico, arrancando um suspiro de sua paciente.

...

Violetta caminhava por uma praça com um braço rodeando seus ombros, um corpo reconhecido e uma voz completamente doce. Ela prestava atenção nas indagações feitas por ele.

– Quando será o enterro? — Perguntou, fitando os olhos sombrios da pequena suicida.

– Amanhã. — murmurou em um tom de desgosto. — Sabe, eu amava ele. Apesar de tudo. Não sinto falta dele, mas eu chorei por descobrir que ele queria me matar. O que ele queria? Pular do carro quando houve a batida? — indagou, lembrando de tais momentos que passou dentro daquele carro

O que Violetta sentia era diferente. Ela amava seu pai, mais o odiava mais do que gostava. Ela nunca imaginava que seu pai, gostaria ou pretenderia mata-la.

– Bom, provavelmente sim. Poderia explicar a polícia que estava sobre os efeitos do alcool, só que quando fosse preso por dirigir embreagado pagasse fiança, se livrando de você e da prisão. — Afirmou, apertando mais seus dedos sobre o ombro de Violetta, como se fosse um modo que ela nunca escapasse de suas garras confiáveis. — Eu tenho vontade de matá-lo. — Fitou os olhos castanhos da Castilho, e assim Violetta fitou os seus, que agora estavam sombrios, com um brilho escuro.

– Me admira quase não conhecermos e você ter um carinho tão especial por mim. — esboçou um sorriso suave em seus lábios, usando os mesmos como um imã, usando eles para selarem os lábios de Leon em um beijo sereno e calmo.

– Quero te perguntar uma coisa. — afirmou, voltando a caminhar ao lado de Violetta, que assentiu rapidamente. — Bom, nos beijamos, nos amassamos.. E eu gostaria de saber uma coisa mais.. — Violetta fitou a expressão de Leon, que era uma expressão corada e linda. — Bom, queria saber se você quer que continuamos com essa ficada, ou se quer dar um passo mais adiante. — Finalizou com um suspiro.

– Prefiro a ficada. — murmurou ela, em um tom de vergonha, mais seu coração não lhe permitiria um namoro, ou uma relação mais séria do que ela tinha com Leon.

– Está bem. — afirmou em um tom sereno, agarrando a cintura daquela mulher novamente.

Os olhos de Violetta fizeram a tarefa de examinar a praça, o local onde estavam. Eles fitavam com tanta persistência um local, ou melhor, uma escola, onde na frente se dispunham adolescentes com caixas de som, alguns com as capas e violões, e um certo grupo de pessoas conhecidas por aqueles olhos.

A morena do grupo virou sua cabeça, encontrando o olhar de Violetta. As duas sorriram, e Violetta reconheceu a morena querida. Francesca.

– Leon, vamos ali, por favor. — Sugeriu, recebendo um assentimento de Leon, e logo estavam caminhando sobre o enorme calçadão da escola, em poucos metros, Violetta correu para abraçar a amiga, e logo recebeu do silêncio monótono uma afirmação.

– Violetta, eu estudo aqui. Meu pai me colocou nessa escola a alguns anos, mais desde que me mudei pra Guadalajara não frequento. Hoje, que voltei para Buenos Aires recomecei de novo, e encontrei meus amigos de antigamente. — Recordou Fran dos velhos tempos com pessoas desconhecidas que Violetta nunca tinha conhecido, ou ao menos visto. Ela olhou para cima , encontrando a enorme placa, escrito Studio ON BEAT.

– Está tendo vagas? — indagou Violetta para sua amiga, recebendo um sinal positivo com a cabeça. Ela logo olhou para Leon, meio que buscando ajuda nas decisões que tomaria por meio da sua expressão.

– Se você for eu vou também. — Afirmou, fazendo Violetta esboçar um enorme sorriso suave, como se agradecesse a Leon por ser tão prestativo em questões de ajuda como naqueles momentos de dúvida.

– Perfeito! Irei falar com o Antônio, pera aí. — Fran falou e logo se pôs a caminhar até um idoso, de aparência pelo menos. Ela observou com seus olhos a amiga indagar algumas coisas com o velho, até que ele se virou, encontrando a expressão preocupada e de medo da garota.

Aquele velho se pôs a caminhar, na direção daquele casal, e logo começou suas instruções de como ser integrante daquela escola.

– Componha uma música, os dois. Cada um. Ou seja, próxima semana venham para os testes. Fran depois me passará os nomes de vocês. Terça feira que vem, as três da tarde. Boa sorte! — afirmou, e quando aquele velho sumiu no meio daqueles adolescentes, Violetta se virou para Leon novamente, abraçando forte seu companheiro.

Ela sabia qual seria o tema de sua apresentação para o teste, sabia com toda a certeza. Botaria fé que tudo o que ela faria para entrar naquela escola seria ao luto, força e boa vontade.

Ela poderia ter perdido a batalha, mais não teria perdido a guerra, ainda.

Notas finais
Bom, até mais, acho que hoje só tem mais esse, não sei não. :3 Até, e reviews queridos, amo vocês :*