Dont Look Back In Anger.
3 Lembranças...Amargas lembranças.
Notas iniciais
E se houver erros ortográficos peço que me perdoem também.
Eu sei que eu tô enchendo o saco mas preciso dizer que estou extremamente grata a todos os leitores. Nunca imaginei que eu pudesse ser digna desse privilégio que poucos tem.
Um muito obrigada sincero e cheio de emoção a todos! São vocês que fazem a diferença!!!
Boa leitura meus amores *+*.
7 de março, Londres, Inglaterra.
''Seus olhos estavam cheios d' água. Pedindo clemência...Algo que eu não poderia dar.
–Por favor eu-
Não deixei que ela terminasse.
Até que ouvi seu ultimo sopro de vida.''
Todos na sala já estavam mortos. Suas respirações foram cessadas lentamente... Olhei para baixo e vi a garota que devia ter seus 14 anos. Seus olhos estavam abertos e fitavam o nada. O sangue dela estava se espalhando pelo piso branco.
Até que chegaram aos meus pés.
5 horas atrás.
Era quarta-feira. Não era um bom dia para os negócios. Mas tinha que fazer o que eu e meus homens planejamos. Matar.
Depois daquele humilhante dia em que chorei na frente do Chaz, fui direto para o meu quarto e dormi durante horas. Uma coisa que eu odiava era chorar, por isso sempre tento me manter o mais frio possível. Mas tem dias, como por exemplo o dia em que meus pais morreram, que é muito difícil me manter calmo.
Não gosto muito de pensar na morte dos meus pais. Pois sempre que penso, os meus olhos já começam a se embaçar com as lágrimas acumuladas.
Eles morreram no dia 12 de fevereiro de 2007. Eu só tinha 13 anos. Era apenas uma criança, como todas as outras. Me lembro que eles tinham saído para fazer compras. Eu queria ir com eles, mas estes disseram que eu só sairia se fizesse o dever de casa ( pais..humph!).
Então fiquei em casa e fiz a porra da lição.
Já estava anoitecendo e nada deles voltarem. Pensei que eles iriam me ligar avisando onde estavam, mas nem isso eles fizeram. Liguei para o celular da minha mãe...Só chamava. Resolvi discar o celular do meu pai, e ocorreu a mesma coisa.
Comecei a ficar realmente preocupado, meus pais sempre avisavam onde estavam. Jamais iriam fazer isso de propósito.
Sentei no sofá da sala e liguei a tv. Estava passando Bob Esponja...Até que foi interrompido por um plantão de notícias. Eu já ia mudar de canal, mas o que eu tinha ouvido na tv me fez ficar petrificado.
http://www.youtube.com/watch?v=Yly7lI-HcSI( por favor ouçam!)
‘’Hoje as 19:00 acorreu um trágico acidente de carro. Não sabemos o que ocorreu, mas investigadores que estão trabalhando no caso disseram que o freio do carro estava cortado. O carro capotou e caiu em direção a um rio. Ainda não identificaram os corpos, mas só descobriram que quem estava no carro era um jovem casal...''
A repórter continuou falando, mas eu já não conseguia ouvir mais nada. Sem perceber deixei o controle remoto cair ao chão. Eu estava em choque. Meus olhos olhavam sem nada ver o que se passava na tv. Só a imagem criada pela minha mente de um carro afundando em um rio.
Eu não podia acreditar que eu estava órfão. Eu não merecia isso. Eu... Eu estou sozinho agora.
Já estava chorando de novo. Droga, Justin. Para de ser viadinho.
Levantei-me da cama e fui direto ao banheiro. Fiz toda a higiene matinal que estava acostumado a fazer.
[...]
Já havia anoitecido o suficiente para sentir o frio desgraçado que já era de costume acontecer em Londres. Mesmo dentro do carro o frio não cedia.
Iriamos seguir uma família podre de rica. A Familía Scarter. Famosa por ter um prestigioso banco na cidade.
Eles estavam indo a uma ópera que já devia estar acabando.
– Ah que sono.
Olhei para trás e vi Chaz todo largado no banco de trás. Esse cara só sabia dormir.
– Parece que alguém não dormiu direito a noite. – Scooter caçoou.
Virei-me de volta. Não estava muito afim de conversar.
– O que há com o J? – Scooter perguntou.
– Acho que ele só está com fome. — Chaz brincou. – Não é, J?
– Só estou cansado de esperar aqueles porcos milionários. – disse enquanto tentava inutilmente me aquecer com as mãos.
Depois disso todos ficaram quietos.
30 minutos mais tarde:
Eles já haviam saído da ópera e seguiram em direção do carro. Eles estavam em três. O pai, a mãe e a filha.
Depois que o carro deles saiu, seguimos logo atrás. Depois de alguns minutos seguindo eles, acelerei o carro até estar do lado do dele.
Chaz e Scooter atiraram nos pneus do carro. Fazendo assim, este parar abruptamente.
– Isso vai ser mais fácil do que imaginei. – sussurrei.
Saímos do carro já armados e com as máscaras já postas em nossos rostos.
A família Scarter já estava fora do carro.
– O que você quer desgraçado?- O senhor Scarter disse com raiva.
Ri e mirei a arma contra sua cabeça. – Quero a sua vida...Senhor Scarter.
To be continued...
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