Notas iniciais
Capa: マキナ Esse site é morto, então se você gosta dessa história por favor considere ler e apoiá-la no wattpad : https://www.wattpad.com/story/211942733-don%27t-call-me-daddy

Zoro o chupou de bom grado até Sanji parar de se contorcer e começar a se acalmar. As coxas ainda pareciam determinadas a não soltá-lo e Zoro precisou afastá-las com as mãos para conseguir finalmente dar uma última chupada e se afastar um pouco para recobrar o ar que faltava. Enquanto isso, Sanji tentava desajeitadamente limpar toda a baba que havia escorrido pelo seu queixo e pescoço, claramente ainda um pouco tonto.

O garoto parecia mais sem ar do que ele, o que era impressionante já que era Zoro quem esteve com um pau enfiado na garganta e coxas esmagando sua cabeça. Mas Zoro realmente gostava do quão desesperado ele se tornava por um orgasmo. Mesmo se negasse antes e depois, durante os momentos em que sentia prazer Sanji não possuía uma gota de controle em todo seu corpo pequeno. E era lindo de se testemunhar, por isso Zoro mantinha sempre os olhos e os ouvidos bem abertos.

— Achei que ia arrancar meus cabelos, moleque. — Zoro reclamou sem nenhuma irritação, sorrindo um pouco pelo garoto aparentemente ter gostado tanto e se aproximando para acolhê-lo junto ao seu peito.

— É tudo culpa sua, daddy. — Sanji retribuiu a provocação com a mesma brincadeira de sempre. Se iria ser tratado como uma criança, então o trataria como um velho de centenas de anos que já tem filhos. — Foi você que saiu por aí sendo uma completa vadia de esquina chupando qualquer um que aparecia para se tornar tão bom com a boca, desgraçado.

Por mais que tenha tentado disfarçar o ódio em sua voz, estava claro o ciúme. Não entendia o motivo de estar sentindo isso, nem fazia sentido, ele mesmo já havia feito exatamente o que havia dito, só que a diferença é que era com mulheres, mas o pensamento de Zoro no meio das pernas de qualquer outro homem que não fosse ele o deixava mais puto do que deveria. Honestamente, saber que Zoro já tinha se deitado com milhares de caras o irritava tanto que o fazia espumar pela boca como um cão raivoso.

Ainda irritadinho, Sanji voltou a se ajeitar no sofá, parando de se expor tão vergonhosamente e cruzou os braços emburrado. Ainda sentia sua bundinha melada, assim como o sofá e tentava ignorar esse fato. Zoro era um idiota mesmo, em todos os sentidos, de qualquer ângulo que olhasse. Marimo estúpido. Tudo bem que o que tinha de imbecil, tinha de gostoso, mas isso não compensava nada, só tornava a situação ainda pior.

— Do que merda você tá falando? — Zoro já tinha perdido o sorriso e sua cara estava completamente fechada de novo, maldito moleque e sua mania de tirá-lo do sério. Até quando o elogiava Sanji dava um jeito de ser irritante. — Você sabe que não é assim. A gente já falou sobre isso. Não que seja da sua conta, pivete insuportável.

Zoro não fazia ideia como Sanji era capaz de pensar tantas baboseiras nem como ele ter acabado de chupar seu pau havia se transformado em acusações idiotas. Mas entender o que se passava na mente do garoto nunca foi exatamente seu forte. Preferia continuar a vê-lo satisfeito e extasiado, não bufando e todo irritadinho, como se Zoro tivesse acabado de ofender toda a sua família.

— Claro que é da minha conta, ancião estúpido. O fato de imaginar você engolindo tão gostoso o pau de tantos outros milhares me irrita pra cacete. — Sanji continuava emburrado e seu tom de voz aumentava a cada palavra, era tão óbvio que estava morrendo de ciúme que se percebesse isso, morreria de vergonha e sairia correndo daquela casa. — Por que você tinha que ser uma puta rodada que pegava qualquer um? Não custava me esperar um pouco? Imbecil de merda.

Claramente ele havia se esquecido de que já haviam tocado naquele assunto antes e que de fato não era como sua mente louca estava fazendo com que acreditasse e já faziam anos que o velhote estava na seca. Mas quem disse que ciúme do passado de alguém fazia sentido?

— Pervy daddy...

— Pare de me chamar disso. — Zoro disse, aborrecido com o apelido idiota sendo chamado pela segunda vez em poucos minutos.

— Não paro porra nenhuma, daddy, daddy, daaaaddy. — Ele chamou pelo apelido idiota outras vezes, agindo como um pirralho mimado e muito infantil, não se dava conta de quão estúpido estava sendo por toda a situação. A única coisa que ele sabia era que se Zoro odiava aquele apelido, iria usá-lo com ainda mais frequência. Sanji só queria voar no pescoço de Zoro e marcá-lo com tanta vontade e tão profundamente que mais ninguém olharia para ele com desejo.

— Inacreditável. — Zoro suspirou. Sanji estava se comportando como se fosse ainda mais moleque, absolutamente possessivo e mimado. Era exasperante, mas um pouco, bem pouco mesmo, quase nada, fofo. Talvez fosse o jeito como ele franzia a testa numa expressão tão azeda para um rostinho tão bonito, ou a clara falta de maturidade, tão irônica para alguém que odiava ser chamado de criança e sempre queria ser levado a sério. — Faz mais de dez anos que eu não fico com alguém, eu te disse.

Sanji já havia perguntado aquele tipo de coisa quando mal se conheciam direito e Zoro achava que tivesse ficado claro o suficiente que ele, ao contrário daquele pivete exageradamente pervertido e romântico, não tinha muito interesse nisso.

— Eu só transei algumas vezes quando era mais novo com o único propósito de alívio. E tentei namorar uma vez depois da minha última recaída, quando estava num momento muito ruim, mas não rolou. — Ele disse, torcendo para que Sanji parasse de insistir naquilo. Não que ele tivesse algum problema em falar sobre aquele tipo de coisa, não tinha nenhum pudor. Mas o garoto nunca parecia satisfeito com nenhuma resposta.

As palavras de Zoro fizeram Sanji se lembrar da conversa que tiveram no dia em que Sanji ligou para ele no meio da noite, depois de apenas uma semana que se conheceram. É verdade, ainda havia provocado dizendo que ele não conseguia mais subir... Agora sabia que não era bem assim, só nunca compreenderia como alguém passava dez anos sem dar umazinha.

Os olhinhos azuis brilhavam enquanto o maior compartilhava sua história com ele, mas claro que aquele cacto só tinha capacidade de pronunciar meia dúzia de palavras e nunca dava tantas informações quanto gostaria de saber.

— Por que não rolou? — Ele perguntou curioso, sem deixar a oportunidade de conhecer mais do moreno passar. No entanto, o namoro não dar certo não era bem o que Sanji havia ficado mais interessado. — ...Quantos?

— Poucos. Não sei quantos. E antes que você abra essa boca maldita pra dizer que é porque são muitos: É porque eu não ligo. Nunca liguei. Eles eram o mesmo do que um objeto inanimado. — Zoro disse com firmeza.

— Eu não ia falar nada, idiota. — Sanji emburrou ainda mais, se é que era possível, como Zoro podia ser tão estupidamente imbecil? Odiava que ele sempre se esquivava de suas perguntas e mesmo respondendo era vazia e sem conclusão. Claro que ele queria saber com quantos a planta havia se deitado, porque era algo importante e obviamente que sem um número ele acharia que seria muitos para se contar. Marimo idiota. Qual a média de pessoas significavam "poucos" para aquele idiota?

— Agora a primeira pergunta. Bom, ele tinha expectativas que não dava pra atingir. Desde, uh, sentimentos e essas merdas, até transar, por exemplo, já que eu nunca senti muita vontade. — Zoro comentou sem desviar o olhar dos olhos azuis, atento e talvez preocupado com sua reação que poderia ser com o costumeiro exagero de um adolescente.

Ele só havia realmente começado aquilo por certa insistência do ex, na época seu colega. E Zoro achou por um segundo que fosse uma boa ideia, que pudesse preencher um pouco do vazio que Kuina havia deixado. Depois que ele voltou a beber para acalmar a dor e em seguida ficou sóbrio de novo, era difícil de lidar. Como um vazio constante que o perseguia durante todos esses dez anos. Mas ele deveria ter percebido que ela era sua melhor amiga e nunca haveria nenhum outro.

Entretanto, Sanji gargalhou com a piada que o mais velho soltou, exageradamente alto. Zoro só podia ser um comediante.

— Você? Não sente muita vontade de transar? — Cada vez mais ele exagerava nas risadas, era um completo absurdo. Tudo bem que ele aguentou por dez anos ou mais, mas todo o tempo sem estava sendo descontado no corpinho inocente e virgem de Sanji, aquela era a maior mentira do universo. — Conta outra, marimo, você é um completo pervertido viciado em sexo. Minha bunda ainda está melada com sua porra.

Sanji não percebeu o que estava falando, até se dar conta e sentir o rosto queimar por completo.

— Digo, eu não... Ah, droga de marimo retardado.

— Ah é? Deixa eu ver então.

— Vai se foder, velho tarado.

Sanji apenas voltou a ficar irritado com toda a perversão do outro e Zoro não aguentava mais vê-lo com aquele biquinho fofo e odiava todo o drama e exagero que aquele pirralho sempre fazia, então apenas o arrastou para seu colo como se não pesasse nada. O garoto tentava fingir que estava ainda mais emburrado com aquilo, mas Zoro desconfiava que ele gostava do fato do mais velho conseguir levantá-lo com facilidade.

— Ei — Zoro perguntou segurando o corpo tão leve e magro pelas coxas grossas e lembrando de como Sanji havia o apertado com elas há pouco. — Como você pode ter coxas tão fortes sendo magrelo desse jeito?

Sanji ainda estava visivelmente puto e manhoso, ser agarrado e colocado no colo de Zoro apenas piorava a situação, mesmo que aos poucos ele fosse se tornando bem mais mansinho, especialmente com o carinho gostoso da mão morena em suas coxas. Por mais que estivesse irritado ao ser chamado de magrelo, ele sorriu com o elogio e abraçou o pescoço do outro, quase como se tivesse perdoado sua idiotice.

— Então o velhote tem tesão nas minhas coxas, é? — Sanji disse provocante e colocou a própria mão por cima da do moreno e o fez apertar gostoso a parte que era mais macia, soltando um gemidinho baixo ao sentir a mão enorme praticamente a segurando por completo com vontade. — Acha que esse corpinho perfeito se mantém sozinho, velhote? Eu pratico yoga diariamente.

— Você é muito convencido pra um pirralho. — Zoro disse, mas preferia Sanji convencido e irritante do que emburrado e irritante, já que a irritação era uma constância da qual nunca conseguia se livrar, aparentemente.

— Admite que eu também sou gostoso e que morre de tesão no meu corpinho perfeito. — Sanji provocou, sorrindo malicioso e deslizando os dedos pelo peitoral forte do outro. Contornou seus mamilos escuros e escorregou os dedos para o início da maior cicatriz que atravessava todo o tronco.

Zoro continuou segurando as coxas brancas, apreciando como elas contrastavam com seus dedos morenos. Fez um pouco mais de pressão afundando na carne e refletiu que poderia deixar seus dedos marcados em vermelho facilmente naquela pele tão branquinha, o pensamento o agradava bastante.

Ao invés disso soltou as coxas e deixou as mãos subirem mais um pouco, os polegares adentrando na camisa de Sanji e acariciando a pele embaixo. Ainda parecia um pouco estranha ao toque, quase como sua própria pele maltratada e cicatrizada, mas, ao contrário da sua, era muito macia e agradável.

Sentir a mão tocando suas próprias cicatrizes cobertas fez Sanji puxar a mão do outro para fora de sua camisa, da forma mais discreta e controlada que conseguiu no momento, tentando não dar muito na cara de que se envergonhava daquilo, diferente de Zoro.

Sanji continuava com as mãos no peitoral moreno e cicatrizado de Zoro e, aos olhos do loiro, aquela era a mais bonita e também mais visível, sentia vontade de tocá-la desde a primeira vez que viu Zoro com o peito exposto. Era linda e ele gostava de dedilhar por completa. Talvez naquele momento estivesse tornando o ato em algo mais pervertido do que deveria.

— O que aconteceu com você, hm? — Ele perguntou curioso, dessa vez fazendo espirais por toda a linha quase reta na diagonal da cicatriz do mais velho.

— Ah, isso? Aconteceu na prisão. — Zoro disse se aproximando bem do ouvido do mais novo, apoiando a cabeça em seu ombro. — Digamos que eu era um tanto violento quando tinha a sua idade.

Zoro não tinha exatamente muito orgulho disso, mas também não se importava em falar sobre aquilo. Era de uma época em que ele se importava muito pouco com qualquer coisa e antes de começar a canalizar sua força para algo produtivo como kendo. Continuou com o rosto próximo da orelha do garoto sem ter muita disposição para encará-lo. Não era como se fosse um segredo, mas ele havia se acostumado com as reações não-amigáveis das pessoas durante todos esses anos.

Sanji arregalou os olhos surpreso com a resposta tão direta e aparentemente sem nenhuma vergonha. Parecia que cada vez mais ele percebia que não sabia nada de Zoro e isso estava o incomodando.

— Prisão? O que você aprontou? — Deveria ser normal alguém olhar para Zoro e imaginar que ele era um ogro agressivo e bruto, mas ele não era agressivo... Os outros adjetivos eram verídicos. O loirinho colocou a mão na orelha do outro, passando os dedos pelos três brincos, quase como se afirmasse que não se importava com aquilo e que ele não precisava se esconder, não iria julgá-lo, independentemente do que Zoro tenha feito quando era jovem.

— Geralmente eram brigas, já que eu nunca recusava nenhuma. — Zoro disse com uma risada fraca. Ele nunca exatamente foi atrás de violência, mas certamente nunca reclamou quando a oportunidade se apresentava. Quando era jovem estava sempre na rua, a garrafa de bebida na mão e a atitude arrogante, uma combinação perfeita para o desastre. — Mas a última vez foi por dirigir bêbado.

Era a única da qual ele realmente se arrependia, a única que o fez tentar mudar sua forma de agir, mesmo que ainda tivesse sido completamente teimoso e cabeça dura.

— Queria ter te conhecido quando era um adolescente fofo, idiota e inconsequente. — Sanji disse baixinho um tanto melancólico, mesmo que não verdadeiramente. — Agora só restou o idiota.

— Cala a boca, Cook. — Zoro disse o punindo por ser péssimo com um tapa, ao mesmo tempo em que ficava aliviado pela resposta do outro. Sanji não se importava com seu passado e até mesmo fizera uma brincadeira idiota sobre conhecê-lo naquela época. Talvez não tão idiota... Quando o conheceu, Zoro acreditava que jamais se dariam bem na idade dele, mas talvez estivesse enganado. Talvez seu eu mais jovem aprendesse um pouco depois de tomar uns bons chutes daquelas coxas fortes.

Sanji suspirou e quando sentiu o tapa forte em sua coxa grossa teve a reação exatamente contrária, não foi dor que ele sentiu e sim tesão, acabando por gemer um tanto obsceno. Ele sorriu maldoso e lambeu os lábios se insinuando ao outro, claramente sendo o pior e mais pervertido de todos os garotos.

— Mas já que você perguntou sobre a minha cicatriz... — Havia algo que deixou Zoro curioso, até mesmo naquele momento, em que estavam ambos praticamente pelados, exceto, como sempre, pela camisa de Sanji. Ele sabia que o loiro não se sentia inteiramente confortável com seu corpo, só não entendia o porquê. — A textura na sua barriga... O que é?

Sanji arregalou os olhos e todo seu corpo congelou ao ouvir aquela pergunta. Seu tesão anterior havia falado mais alto e ele acabou deixando que Zoro o tocasse por dentro da camisa. Na hora, ele não pensou que aquela mão fosse passear por seu corpo, era para Zoro apenas abusar de seus mamilinhos sensíveis, mas ele o tocou e agora que se dava conta, sentia-se um idiota por ter permitido.

Ele ficou estranhamente em silêncio e não o costumeiro e agradável, era pesado e demonstrava o quão diferente o clima havia ficado. Sanji abaixou o olhar e colocou a mão por cima de suas feridas, apertando com uma força exagerada e desnecessária sua barriga, quase como se tentasse causar alguma dor. Seu olhar parecia distante e vazio e ele apenas saiu do transe quando sentiu a mão maior envolvendo a sua e o obrigando a parar de se apertar.

Olhou para o rosto de Zoro e sorriu com sua atitude, sentindo-se acolhido pelo amigo ou seja lá o que fossem. Aproveitando-se do contato, ele entrelaçou os dedos, segurando a mão junto a sua e a puxando até seus lábios para beijá-la.

— Eu confio em você, mas ainda não estou pronto para isso. — Por mais calma que fosse sua voz, havia uma clara insegurança, o medo da rejeição era maior, até as palavras de sua ex voltavam o tempo todo em sua mente toda vez que olhava para aquelas marcas grotescas e por mais que Zoro provavelmente não se importasse com isso, Sanji precisava antes se aceitar para mostrar-se ao outro.

— Não tem problema. — Zoro disse, sua voz um pouco mais suave do que o normal, os dedos apertando um pouco mais forte a mão menor. Ele esperava algo do tipo pelas reações anteriores do garoto. Talvez nem devesse ter perguntado aquilo, mas felizmente Sanji não havia ficado tão desconfortável depois do susto. Zoro não ligava muito na verdade. Se o garoto quisesse passar o resto da vida sem contar a ele, ele respeitaria sua escolha do mesmo jeito.

Sanji sorriu de leve com a aceitação do outro, sabia que ele compreenderia, ou não teria se entregado de formas tão constrangedoras àquele homem. Ao menos, estavam tão íntimos que mesmo com toda a situação pesada, logo voltaram a agir normalmente, não sendo afetados por algo que já estava no passado.

E claro, Sanji ainda não estava satisfeito de sua dose quase diária de marimo, então minutos depois ele voltou a se insinuar obscenamente, sorrindo safado e a atacar faminto os lábios do outro, brincando com a língua na boca dele. Em minutos estava duro outra vez, então encaixou a bundinha ainda melada no pau mole do velho e lambeu os lábios.

— Já é o suficiente para o seu pequeno subir outra vez? — Ele perguntou com a voz luxuriosa, dando uma estranha ênfase na palavra "pequeno", mesmo que ainda mole Zoro estava muito longe de ser pequeno, o que na realidade agradava bastante o loirinho guloso.

— Com toda certeza que não. — A resposta hilária do velhote o fez rir baixinho, ele sabia que ia demorar mais alguns minutos para conseguir fazê-lo subir novamente. Durante esse tempo, deixaria que o moreno apreciasse seu pequeno e lascivo corpo o quanto desejasse, porque Sanji ainda era apenas um adolescente com os hormônios à flor da pele que precisava de muitos orgasmos por dia para ficar satisfeito.

Ele tinha plena consciência de que não era gay, mesmo que recentemente ele estivesse batendo muita punheta para sexo entre dois homens e especialmente só pensando em fazer as coisas mais pervertidas e indecentes com outro homem, alguns segundos do dia até se esquecendo de quanto ele amava corpos femininos, mas só por meros segundos mesmo. E na realidade ele não estava mais se importando com esse rótulo idiota, ele sentia tesão em homens, morria de desejo por Zoro e queria ficar com ele, então que se dane se ele era ou não gay, só queria foder bem gostoso com o marimo, independente do gênero dele ou qualquer outro detalhe.