Don't Call Me Daddy
27 The best
Notas iniciais
Depois de tanto tempo tendo exatamente o que ele queria diariamente, isto é, perversões, Sanji com certeza não ficou nada feliz em receber um trabalho para o qual precisaria viajar ao outro lado do país. Claro, era uma ótima oportunidade e ficava em uma das cidades mais glamourosas do país e seus olhinhos com certeza brilhavam um pouco ao falar daquilo. Mas Zoro podia ver claramente o bico fofo se formando nos lábios do garoto cada vez que mencionava a viagem e o tempo que passaria fora. Era um pouco estranho que o garoto tivesse se apegado tanto a ele, mas também familiar e natural de um jeito que Zoro não conseguia explicar.
Durante o tempo que passou fora, Zoro teve que aguentar a quantidade exagerada de ligações e chamadas de vídeo, bem como os malditos áudios a cada segundo e exigências para que olhasse as atualizações que postava em suas redes sociais. Zoro se arrependia cada vez mais de ter aceitado aquele celular, porque aparentemente sua capacidade de apenas dizer não evaporava toda vez, e ele sempre acabava fazendo os caprichos do garoto irritante.
Às vezes Sanji ligava para falar que estava com vontade de um cigarro e eram as que Zoro ouvia mais atentamente, passando quantos minutos fossem necessários na linha para o garoto se acalmar. Às vezes o garoto o contactava apenas para irritá-lo e tirá-lo do sério, o chamando de velho e insistindo que Zoro estava sentindo sua falta. Mas as vezes mais irritantes eram aquelas em que tinha que aguentar as perversões de Sanji. O garoto estava subindo pelas paredes porque era um pirralho desesperado e hipersexual que não aguentava dois segundos sem transar. Sanji o irritava sem parar para mandar fotos indecentes ou ficar em posições indecentes em suas chamadas de vídeo, mas até parece que Zoro faria algo assim. Ele apenas encerrava o assunto e lidava com o temperamento terrível do outro depois de ser negado.
A cada dia que se passava, Sanji chegava mais à conclusão de que era mais fácil ficar sem cigarros do que sem sexo. Bom, ao menos sua necessidade atual não estava relacionada à nicotina. Ele precisava, desesperadamente, transar com Zoro. Poderia ficar com qualquer mulher que conhecesse durante aqueles dias que estava longe? Provavelmente sim, afinal, não é como se ele e o marimo estivessem realmente juntos. Porém, não sentia realmente vontade de ninguém além daquele velho estúpido, o que era bastante irritante. Sem contar que era inegável que ele e Zoro estavam tendo algo, e da mesma forma que sabia que o moreno jamais sairia com outras pessoas nesse tipo de situação, Sanji também queria se mostrar confiável a esse nível.
Parecia que as coisas estavam se tornando mais sérias entre os dois e isso poderia ser um problema, seu último relacionamento fixo não acabou nada bem... Tudo que se passava em sua cabecinha pervertida era o desejo de ter o corpo tocado por aquelas mãos grandes e nada delicadas, o pescoço marcado com a boca faminta, os lábios sugados e mordiscados e seu adorável pau chupado com tanta gula. Ah, sim, sem dúvidas ele estava viciado em boquete... E não era em receber um.
Desde o dia em que colocou Zoro na boca pela primeira vez, Sanji se sentiu incomodado por não o fazer gozar apenas o chupando, sabendo que havia feito um péssimo trabalho e isso o irritava, afetava muito seu orgulho. Seu boquete fora completamente frustrado e o fato de ter gozado tão rápido na boca do moreno logo em seguida, o feriu completamente. No mesmo dia, assim que chegou em casa, ele começou a ver centenas de vídeos relacionados a oral, percebendo que realmente havia mamado sem nenhuma vontade e completamente meia boca.
Ele não queria que isso se repetisse, então começou a estudar. Quando notou, havia comprado dezenas de dildos de diversos tamanhos e grossuras, e, envergonhado, começou a usá-los para se acostumar. Zoro era grande, ele já sabia muito bem disso, e grosso, muito grosso, mas ele não tinha nenhuma capacidade ainda de metê-lo completamente na garganta, então preferiu começar com algo menor e ir se habituando aos poucos.
Para sua própria surpresa, ver seu reflexo no espelho na cabeceira de sua cama, engolindo um pinto de borracha com tanta vontade, o deixava com mais tesão do que vergonha. Ele gostou de ver sua própria evolução, passando do minúsculo, para algo levemente maior. Médio. Grande... Aumentando o tamanho, a grossura. Ele acabou viciado na coisa, desenvolvendo certa fixação. Ainda não havia associado que era devido a sua fixação oral que gostava tanto e surpreendentemente esquecia completamente dos cigarros quando estava com a boquinha babando tão safado em um pau de silicone.
Em duas semanas, ele percebeu que já estava quase perfeito. Era obsceno e sujo, mas delicioso. Seu pau pulsava toda vez que abocanhava o cacete imensamente grosso, engolindo-o até as bolas, só não conseguindo metê-las também por não ser algo macio e real. Muita saliva escorria toda vez que ele chupava, em alguns dias ele poderia finalmente colocar em prática todo aquele treino com o pau que verdadeiramente desejava mamar.
Infelizmente, por mais que suas aulas tivessem acabado, o mesmo não poderia ser dito para seu trabalho como modelo e ao surgir uma oportunidade incrível de última hora, ele precisou viajar, uma viagem bem mais longa do que estava acostumado. Por duas semanas teve que ficar longe de Zoro, mas a prática oral não fora interrompida e se com metade do mês ele já se sentia quase perfeito, atualmente parecia que havia atingido vários níveis acima da perfeição. Ele sentia muita a falta de Zoro, até tentou tirar uma casquinha dele nas incontáveis chamadas de vídeo que faziam, mas o marimo era muito regulado em se mostrar. Ao menos o fato dele não conhecer a existência de camisetas era favorável, já que podia aproveitar bem aqueles peitões musculosos.
Há alguns dias, seu pai Zeff havia pedido para que fosse direto para casa assim que voltasse de viagem, que precisava urgentemente da ajuda dele no restaurante antes que os funcionários inúteis falissem o lugar. Sanji teria realmente ido se fosse algo relacionado a sua mãe, mas o Baratie não iria falir por ficar distante apenas mais algumas horas, sabia que aquilo era tudo drama do velhote.
Não havia nenhuma possibilidade de ele aguentar mais um segundo sem engolir o pau de Zoro, então diferente do pedido por seu pai, Sanji foi direto para a casa de Zoro sem avisar a Zeff.
Assim que chegou, ficou impaciente tocando a campainha cinquenta vezes, já que aquele imbecil deveria ter se perdido dentro da própria casa e não encontrava a porta de entrada. Um idiota por completo, como sempre. Mas não iria se estressar, assim que finalmente ele abriu a porta, só de ver o corpo moreno, obviamente sem nada cobrindo o peitoral já que era uma planta exibicionista, os olhos do loirinho brilharam.
Ele empurrou Zoro parado como um imbecil na frente de seu caminho e assim que fechou a porta e deixou sua preciosa mala jogada em qualquer canto, ele avançou no maior e atacou seus lábios gostosos com extrema luxúria. Deveria ser só um beijo, se ao invés de abraçar ou enlaçar o pescoço do outro, Sanji não tivesse agarrado aqueles peitões enormes e começado a apertá-los. Talvez aquela fosse a parte do corpo de Zoro que mais amava... Ou talvez fosse seu pau.
O beijo não durou nem um minuto, afinal, não estava ali para beijá-lo, precisava de uma coisa bem maior em sua boquinha. Ele empurrou o idiota até o sofá e o jogou com força contra o móvel, sorrindo maliciosamente enquanto se ajoelhava no meio das pernas dele.
— Abaixa a calça, marimo. — Sanji ordenou, a voz autoritária e carregada, não tentando esconder o tesão absurdo que sentia por nenhum instante. A linguinha safada percorreu os próprios lábios, sem perceber que talvez estivesse sendo muito sensual... Ou quem sabe fazendo tudo de propósito para terminar de enlouquecer aquele homem e fazê-lo perder completamente a sanidade. No canto de seus lábios havia um pequeno vestígio de saliva escorrendo, não era forte o suficiente para conseguir esconder o quanto estava desejando meter aquele caralho em sua boquinha faminta.
Zoro sabia exatamente que horas Sanji chegaria porque o moleque havia avisado a ele modestas centenas de milhares vezes. E, ao chegar no aeroporto Sanji perguntou se ele estava em casa, ao que Zoro respondeu que sim estava e rebateu a pergunta com um por quê. Sanji apenas digitou Não saia de casa. e não disse mais nada. Zoro apenas tinha voltado a cochilar na sala e desistiu de entender a loucura daquele pirralho. No entanto, quando acordou e abriu a porta, foi atacado tão repentinamente que não conseguia nem raciocinar direito, ainda com o cérebro sonolento.
Não que fosse ruim obviamente ou sequer estranho Sanji ser tão entusiasmado e excitado. Parecia ser um padrão daquele garoto idiota, chegar na sua casa sem avisar com mala e tudo direto de uma viagem. E era de se esperar que o garoto estivesse tão absurdamente necessitado depois de ter que aguentá-lo reclamando disso aqueles dias todos.
Mas Sanji estava incomumente autoritário, a voz carregada de soberania exatamente como Zoro ouvira tantas vezes quando o garoto estava cozinhando. Estava se comportando como se estivessem em sua cozinha e ele fosse o chefe, quem manda e quem deve ser obedecido. O que talvez fizesse Zoro franzir a testa, mas havia outra coisa deliciosamente incomum no comportamento de Sanji, e era o fato de estar ajoelhado no meio das suas pernas sem nenhum pudor.
— Duas semanas sem me ver e já chega pedindo isso. — Embora Zoro soubesse muito bem que não era um pedido coisa nenhuma. Era uma ordem e Zoro obedeceu mesmo provocando, os olhos seguindo hipnotizados a língua rosada que passeava nos lábios de Sanji. Zoro não sabia se era apenas sua imaginação ou seu desejo, mas o loiro parecia estar salivando em antecipação o que o deixava tão excitado quanto confuso. Ele realmente não achava que o garoto iria ter interesse em repetir a performance depois do outro dia, ainda mais com tanto ímpeto e fome.
Sanji estava com muito tesão para sequer ouvir o que o moreno falava. Então, ele simplesmente ignorou. Seu cérebro não funcionava naquele instante, apenas existia um pensamento coerente e este era o pau de Zoro. O pau mole que acabava de surgir em seu campo de visão, que mesmo caído, ainda era enorme. Ele salivou ainda mais, ficando hipnotizado alguns segundos por seu objeto de desejo. Sabia bem o que fazer, mas encará-lo estava sendo bastante agradável também.
Seu rosto estava levemente corado, mas definitivamente não era vergonha o que sentia. Tudo se resumia ao mais puro tesão, tanto que ele nunca sentiu antes. Desejava fazer as coisas mais sujas com aquela rola e ver Zoro estremecendo naquele sofá e gemendo por ele e mais ninguém.
Ele moveu a mão para tocar, no entanto, assim que se deu conta do que iria fazer, interrompeu-se e apenas apoiou as duas mãos nas coxas grossas, segurando-as com vontade e força, apertando-as. Se usasse as mãos, Zoro gozaria facilmente, Sanji não ficaria satisfeito enquanto não sentisse uma boa esporrada em sua boquinha causada apenas por ela.
Continuou encarando por mais alguns momentos, observando toda a extensão suculenta, sentindo desejo até mesmo por todos os incontáveis pelos que estavam ao redor daquele caralho. Zoro parecia tão mais saboroso do que se fosse lisinho como o próprio loiro era. Era bastante absurda a ideia de se excitar por uma rola peluda. Bom, começando que já era um absurdo se excitar por uma rola, ele não ligava mais, nada fazia sentido, então se deixaria levar e aproveitaria cada instante, retirando tudo que conseguisse até a última gotinha, em uma perfeita ordenha.
Discretamente olhou para cima, vendo o olho do moreno carregado de desejo em expectativa, tão lindo, Zoro o desejava tanto. Sanji sorriu e logo em seguida abriu a boca, derramando muita baba que se acumulou enquanto salivava ao observá-lo e em um segundo todo o cacete estava dentro de sua boquinha. Ele fechou os olhos e o inundou em toda sua saliva melada, banhando-o aquele pau mole em baba. Os lábios se fecharam com força enquanto ele penetrava lentamente, até as bolas encostarem em sua boca, logo sendo abocanhadas também.
Com tudo dentro e o rosto tão enfiado na virilha do moreno, sentia facilmente os pelos pinicando seu rosto delicado e bem cuidado, mas ele não se importou, muito pelo contrário. Além disso, o cheiro de Zoro era muito forte, não deixando que Sanji sequer tentasse enganar sua mente de que estava com uma mulher. Ele estava chupando o pau de um homem que cheirava como macho e era delicioso. Sugou com vontade, fazendo os barulhos mais obscenos que um dia ouviu, então liberou primeiramente as bolas e começou a retirar vagarosamente o pau da boca, pressionando cada nervo e o sentindo começar a pulsar lindamente. Era tudo tão lento e intenso que parecia mais que a ideia era torturar o moreno, não o fazer gozar. Talvez fosse.
Zoro realmente estivera muito enganado todo esse tempo. Assim como subestimara grosseiramente a perversão de Sanji. Qualquer dúvida que ainda tivesse foi evaporada no ar quando o garoto se propôs a chupar seu pau ainda flácido e pouco atraente. Sanji não chupava por obrigação ou de mau grado, ele chupava com vontade, como se não houvesse nada mais delicioso no mundo e como se tivesse feito aquilo a vida toda. O olhar de Zoro no garoto se intensificou enquanto tentava processar a origem daquela mudança, sua única hipótese sendo a de que a falta de sexo havia afetado o cérebro do garoto.
Mas não era apenas mero entusiasmo. Havia habilidade com certeza, e para quem não havia engolido muito mais que sua glande agora não parecia se refrear em colocá-lo por inteiro na boca. Zoro observava sua ereção crescer obscenamente na boquinha pequena e mal podia esperar para preenchê-la por completo, para saber se o garoto realmente aguentava tudo como sua atitude parecia afirmar.
Sanji abriu os olhos e ainda viu o outro o observando atentamente, então não desviou o olhar ou tentou fechá-los, apenas fixou os orbes azuis naquele único olho que ainda enxergava e continuou a retirar a rola aos poucos. O processo estava claramente demorando mais do que quando meteu, já que Zoro crescia e seu tamanho praticamente dobrava. A sensação de ter aquele pau crescendo em sua boca, apenas de engolir rapidamente, era perfeita.
Mais alguns segundos, ele finalmente sentiu a textura um pouco diferente, uma elevação maior e sabia que era a glande, que estava exageradamente inchada naquele instante. O pequeno loirinho demorou um pouco mais naquela parte sensível, fechando bem a boquinha safada e sugando intensamente a glande, sentindo o gosto do outro. Tão saboroso. Com um estalo alto, a cabecinha escapou de sua boca, fazendo o loiro imediatamente encarar de frente a ereção pulsante.
— Que pintão gostoso... — Com os olhinhos brilhando, Sanji disse ao ver o caralho enorme escorrendo pré-gozo e baba, imediatamente colocou a língua para fora posicionada estrategicamente, esperando que pingasse nela, para saborear mais do sabor perfeito antes de engolir o cacete grosso mais uma vez por inteiro.
Seus olhos azuis estavam firmes, apenas uma íris fina contornando as pupilas exageradamente dilatadas pelo tesão, e Sanji estava um pouco corado, mas não parecia hesitante, parecia confiar muito mais no que fazia e nas reações que queria arrancar de Zoro, olhando fixo para ele como se pudesse saborear sua expressão de surpresa tanto quanto saboreava o pau em sua boca.
— Será que sua boquinha aguenta? — Zoro falou, a voz tão carregada que soava pouco familiar até seus próprios ouvidos. O garoto maldito sabia perfeitamente o quanto o afetava fazendo aquele tipo de coisa, e fazia de propósito com certeza.
A provocação de Zoro fez o pau de Sanji pulsar tão forte que ele achou que ia gozar... Ou talvez ele tenha até gozado em sua cueca, no momento nem mesmo conseguia focar em seu próprio corpo para descobrir, a ereção pulsando bem na sua frente o tirava totalmente os pensamentos de seu próprio corpo. Era absurdo o quanto se excitava só de ouvir a voz carregada do moreno, perceber que o outro estava morrendo de tesão tanto quanto ele mesmo. Era comum que ficasse envergonhado ao ser provocado daquela forma, mas a última coisa que sentia no momento era vergonha.
— Vou provar que aguenta te fazendo gritar de prazer. — Ele retribuiu a provocação com a voz bem mais rouca do que o normal e um sorriso completamente depravado nos lábios rosados. Sanji lambeu a glande melada ao finalizar a frase, seu olhar ainda estava fixo no olhar do maior e ele não pretendia desviá-lo tão cedo, porque devorar aquele caralho enquanto observava cada reação do moreno era o que mais desejava.
Sanji voltou a se focar, usou uma das mãos apenas para levantar a rola e ter a visão das bolas inchadas e peludas. Ainda sorrindo, ele colocou a língua para fora e aproximou o rosto, passando-a desde as bolas até a glande. Sentiu Zoro pulsar outra vez só com aquilo, considerando o moreno a criatura mais fácil de todas. Com a língua suja de pré-gozo, ele lambeu os próprios lábios, espalhando o líquido viscoso por eles. Era saboroso e ele poderia se viciar facilmente naquilo. Sem aviso, sua boca abocanhou um dos testículos e passou a sugá-lo com vontade, fazendo os barulhos mais obscenos de todos. A mão que apenas segurava o pau pesado com um dedo formigava com vontade de tocá-lo, mas não o faria dessa vez. A boquinha gulosa enfiou facilmente a outra bola e repetiu os movimentos prazerosos com ainda mais desejo. Estava com a boca cheia de tão inchado que Zoro estava.
Ele afundou o rosto no meio das pernas do outro, sentindo os pelos pinicando seu rosto tão delicado, mas não se importou, muito pelo contrário, Sanji desejou mais. Ao respirar, o cheiro forte de homem invadiu suas narinas, fazendo-o revirar os olhos de excitação. O cheiro de Zoro era muito diferente do dele, parecia que ele exalava testosterona o tempo inteiro.
Quando se afastou, as bolas escaparam de sua boquinha e sentiu um monte de baba escorrer em sua calça social novinha que havia pagado tão caro durante a viagem, e Sanji só ficou ainda mais excitado com o pensamento de estar sendo sujo por um ato tão obsceno. Sanji passou um tempo apenas encarando a rola enorme pulsando em sua frente e sorrindo pervertido, era tão lindo o desespero do outro, poderia ficar horas e horas apenas admirando aquele belo cacete grosso que implorava por sua garganta. Tão adorável. Ele sorriu para Zoro e era perceptível o sadismo naquele sorriso desgraçado.
No entanto, Zoro resolveu ceder ao desespero e assim que Sanji abriu a linda boquinha para engolir o que tanto desejava, ele empurrou levemente a cabeça loira em direção a seu pau num impulso, ansioso pela resposta e ainda um pouco incrédulo. Sanji apenas acomodou tudo em sua boca perfeitamente, descendo até a garganta e Zoro podia jurar que o desgraçado estava sorrindo ao redor de si, como se já soubesse que conseguiria. Sanji não desviava o olhar nem por um segundo, fazendo Zoro se sentir pateticamente observado, porque ele realmente deveria parecer patético no momento, não sabendo nem disfarçar o quão excitado estava com a habilidade do garoto.
Por mais que aquela rola fosse muito bem vinda em sua garganta, e que ele tenha adorado ver o moreno se desesperando e socando o cacete de uma vez, Sanji estava com o cenho franzido em uma clara irritação. Zoro era um idiota apressado que nem deixava que se divertisse por alguns minutos. Um marimo burro e sem nenhum controle. Ele olhou realmente feio para o outro e deu um forte tapa na mão morena segurando seus cabelos. Claro, ele desejava muito ter a boca fodida daquele jeito, que o outro o puxasse contra sua virilha e socasse fundo o pau em sua boquinha, mas, não nesse dia. Era Sanji quem mandava naquele instante.
Resolveu que era melhor inutilizar aquelas mãos atrevidas, então puxou as coxas do moreno para seus ombros, mesmo que fossem bastante pesadas, e se posicionou melhor para conseguir chupá-lo e segurar seus pulsos para que não se movesse. Estava estampado em sua expressão que ele faria apenas o que quisesse, quando quisesse e da forma que quisesse, Zoro teria que ser bastante paciente e aguardar que o proporcionasse prazer como bem entendesse.
Sanji passou os braços por baixo das coxas torneadas e alcançou os pulsos do moreno, segurando-os com força e firmeza, mostrando quem mandava. Quando Zoro acatou com a posição, demonstrando que se comportaria, o loiro começou com os movimentos gostosos. Primeiro ele retirou o pau quase completamente, para então engolir quase por inteiro outra vez. Sua cabeça se movia com força para cima e para baixo, bem rápido. Os olhos azuis brilhando ao encarar o orbe do outro que estava tão luxurioso quanto os seus. Inconscientemente, ele apertava mais o pulso a cada vez que o engolia.
Era um tanto irritante o fato de Zoro quase dobrar de tamanho quando estava duro, acabava sendo bem mais difícil para engolir quando ele estava tão duro, mesmo que tivesse treinado por tanto tempo com um dildo bem grande e grosso, era diferente com uma rola de verdade. Sua garganta estava bem acostumada, ainda que não conseguisse fazer uma garganta profunda propriamente dita, mas estava se encaminhando para tal e com a ajuda daquele cacete seu treinamento seria bem mais proveitoso. Sanji conseguia engolir completamente o pau, colocá-lo em sua garganta por um segundo antes de retirá-lo por inteiro para recuperar o ar, e ter toda a própria saliva escorrendo e manchando mais sua roupa. Nem acreditava no que estava fazendo, especialmente por estar sentindo tanto prazer ao ter uma rola na garganta, era muito bom, não havia comparação entre algo de borracha e a coisa real, só de ter o gosto saboroso de Zoro ali já melhorava em muito o boquete e o deixava mais sedento para continuar.
Conforme sua boca engolia profundamente, sua língua não parava de se mover nunca, a todo instante lambendo a extensão e estimulando vários pontos sensíveis do outro. Costumava contornar as veias saltadas no pau, sabendo o quão sensíveis eram, tudo como um bônus para fazer o moreno sair de si ainda mais. A cada metida os cantos de sua boca transbordavam em baba, escorrendo até o chão e seu corpo já totalmente imundo, mesmo assim ele voltava a engolir com vontade, socando-o até sua garganta e o pressionando com os lábios.
Os cantos de seus olhos estavam cheios de lágrimas, que escorriam cada vez que ele piscava, era muito intenso, muito bom, não havia como se conter. Em um momento, seus dentes pressionaram sem querer na glande sensível e antes que pudesse tentar se desculpar, ouviu um gemido bem mais alto e a expressão do outro transbordando em prazer, além do pau pulsar mais forte do que qualquer outra vez em sua garganta. Seus olhos se arregalaram em surpresa, não esperava que Zoro fosse apreciar aquela dor, mas desde então sempre que tinha a oportunidade ele pressionava com cuidado os dentinhos para dar mordidinhas na extensão e principalmente na glande que babava tanto apenas para ele.
Não demorou para sentir o moreno estremecer e pulsar ainda mais violentamente sem parar, e logo em seguida preencher sua boca com a porra espessa e viscosa, que Sanji fez total questão de engolir cada gota com muita vontade e sorrir extremamente largo e feliz por seus feitos. O treinamento teve resultados melhores do que o esperado e agora poderia provocar aquele homem o quanto desejasse por ele ter gozado ainda mais rápido do que Sanji normalmente gozaria. Não duvidava que o velhote não tivesse durado nem um minuto, no fim Zoro era o mais fácil, muito mais que o loirinho.
Zoro estava completamente morto no sofá. Seu corpo inteiro se derretia e relaxava como se fosse se fundir ao móvel. Estava espantado com o quão rápido aconteceu e principalmente com o quão intenso foi. Estaria envergonhado por não ter durado muito caso não fosse inteiramente justificável. Era humanamente impossível que ficasse impassível diante da recém adquirida habilidade do garoto.
Enquanto da última vez fora relativamente fácil se manter calmo e deixar que Sanji conduzisse como quisesse, respeitando sua hesitação de principiante, desta Zoro perdeu o controle e quis aproveitar tudo que aquela boquinha faminta tinha a oferecer, o que levou o garoto a restringi-lo, aumentando ainda mais seu tesão apesar da frustração. Não que o garoto tivesse lentamente o provocado, muito pelo contrário. Ele chupou habilidosamente rápido e forte, enchendo toda a boquinha pequena com seu pau, com a arrogância de um profissional, determinado a conseguir arrancar as piores reações e gemidos de Zoro, o que foi um sucesso. Embora ainda pudesse perceber que o loiro evitava engolir a ereção por completo por mais de alguns segundos.
Sanji lacrimejava um pouco e Zoro nunca viu coisa mais linda. A trilha de lágrimas descendo pelo seu rostinho perfeito combinava perfeitamente com toda saliva que escorria pelo seu queixo. Aquele rosto molhado fazia Zoro querer libertar seus braços e voltar a conduzir sua cabeça até engasgá-lo. Ele mal podia imaginar que tipos de sons maravilhosos Sanji faria ao se engasgar com sua rola, mas não importava mais, porque ele havia gozado extremamente rápido sem precisar disso. A combinação daquele rostinho bonito se arruinando por ele com o quão bem Sanji fazia aquilo não deu a ele a mínima chance de aguentar muito tempo, esporrando dentro da boca quente e safada do mais novo mais rápido do que pretendia.
— Como você?... — Foram as únicas palavras que conseguiu pronunciar enquanto ainda tentava se recuperar do orgasmo, embora a visão de Sanji completamente convencido e imundo de saliva e porra tornasse a recuperação ainda mais difícil. Talvez Zoro nunca mais se recuperasse. Talvez estivesse perdido para sempre.
Sanji estava extremamente satisfeito com seu trabalho muito bem feito, Zoro estava literalmente sem palavras e uma completa bagunça, lindo de se observar. Todo o treinamento intensivo acabou dando em ótimos resultados e o deixava muito feliz, agora poderia sempre dar todo o prazer do mundo ao marimo quando bem entendesse.
Ele finalizou com perfeição o boquete, chupando o pau grosso até estar novamente flácido e bem menor. Da mesma forma que Zoro cresceu em sua boquinha, ele também diminuiu e era agradável fazer o serviço completo. Seu sorriso ardiloso não poderia estar maior e mais provocante, mesmo que suas pernas trêmulas denunciassem a própria necessidade ao se levantar do chão e se sentar no colo do outro, posicionando direitinho o pau mole no meio de suas nádegas.
— A melhor mamada de sua vida? — Sanji perguntou presunçoso e convencido, fazendo questão de usar o palavreado mais depravado de todos, se sentindo demasiado excitado por isso. Ele emaranhou seus dedos nos fios verdes do outro, enquanto se aproximava do rosto não muito atraente do velho e passava a língua fervendo em seu queixo, sentindo a barba pinicando-o.
— Com certeza. — Zoro respondeu automaticamente sem se dar conta da munição que estava entregando ao garoto contra si próprio.
— Você parecia estar em outro mundo. — A voz do loiro estava ainda levemente carregada e ele se aproveitava do estado pós-orgasmo do outro para atiçá-lo ainda mais. Uma das mãos foi brincar na orelha sensível que Zoro usava os brincos, mas apenas até substituir os dedos pela boca. — Eu ouvi muito bem você gritando gostoso.
Ele mordeu com força o lóbulo sensível, fazendo questão de deixar bem marcada aquela parte do corpo do outro que estava sempre visível, quase como se estivesse marcando território, assim como um cão.
— Cala a boca... — Zoro falou enquanto ainda era mordido. — ...Pirralho convencido.
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