Don't Call Me Daddy
28 Possessiveness
Notas iniciais
Por mais agradável que fosse ficar sentadinho no colo de Zoro, Sanji sentia necessidades também e sem dúvidas naquele momento ele precisava desesperadamente de um orgasmo. No entanto, por mais que desejasse ser retribuído da mesma forma, ter o cacete sendo metido em sua boca só fazia seu pau pulsar em desespero para se enfiar em um buraquinho também. Sabia que estava fora de cogitação foder o moreno, então teria que dar seu próprio jeito e foder só a mão dele não seria o suficiente. Precisava de algo bem mais apertado, que fizesse pressão o suficiente e o permitisse se esparramar dentro.
— Onde está o fleshlight que eu deixei aqui, marimo? — Ele perguntou sem tentar fingir que não sabia que havia esquecido ali, porque ele sabia sim e talvez até mesmo tenha deixado de presente para o outro se aliviar, já que Zoro era sempre muito tenso e precisava relaxar.
— Uh... — O cérebro de Zoro debilitado pelo orgasmo, e principalmente pela natureza, tentou pensar o mais rápido que conseguiu em uma resposta convincente mas nenhuma desculpa que prestasse conseguiu ser criada exceto uma mentira tão óbvia que era praticamente como contar a verdade. — Eu não sei do que está falando.
Zoro inocentemente ou burramente, havia acreditado que Sanji não havia percebido que tinha deixado o objeto ali. Imaginava que o garoto nem sentira falta, o que era uma possibilidade plausível para alguém que deveria ter uma quantidade suficiente de brinquedos para não se importar com o paradeiro de um em particular. Ou ainda que tivesse consciência de que tivesse perdido, mas que achara que foi na casa dele, ou em algum lugar para onde viajou. Mas certamente Zoro não imaginava que aquele Fleshlight iria ser rastreado até sua casa, ao seu empréstimo ou furto descarado, dependendo da interpretação de cada um.
Era absolutamente vergonhoso admitir aquilo, já que eles sequer se relacionavam sexualmente na época, e Zoro considerava dizer que estava com o objeto praticamente era a mesma coisa de dizer que havia fodido o brinquedo pensando naquele garoto incontáveis vezes. Pensando justamente naquela bundinha que estava posicionada perfeitamente sobre si, graças à fixação de Sanji em montar no seu colo, o que não melhorou em nada a própria fixação de Zoro em imaginar o quão bom seria meter dentro dela.
Sanji estava impressionado com o quão sutil Zoro conseguia ser. Tanto quanto um elefante verde usando um vestido amarelo com bolinhas rosas e pisando em cima de taças de cristal. Era engraçado e fofo. Se em algum momento desde que esqueceu o fleshlight ele cogitou que Zoro não tivesse fodido o objeto, o que obviamente não aconteceu, com aquela reação exagerada facilmente perceberia que ele tinha sim metido no buraquinho apertado e aparentemente bem mais do que o loiro um dia poderia sequer imaginar. Parecia que ele não era o único completamente pervertido ali.
Ele continuou com as provocações na orelha sensível do moreno, chupando, sugando, mordendo, lambendo, fazendo tudo que tinha direito e mais um pouco. Sentia os pelinhos finos do pescoço se arrepiando, então passava longamente a língua para abaixá-los. Zoro era tão fácil e adorável, queria excitá-lo mais e mais, até enlouquecer aquele velho tarado.
— Vai, marimo... — Sanji sussurrou extremamente dengoso no ouvido do maior, contornando a cartilagem com a língua. — Não quer meter em um buraquinho apertado?
A voz estava mais sensual e provocante que antes, bem diferente de quando estava o chupando que era só banhada de tesão.
— Colchão... Quarto. — Assim como o previsto, Zoro cedeu, por ser uma planta fácil que não conseguia resistir aos encantos do loirinho. Sanji deu um beijinho rápido nos lábios do maior e saiu de seu colo, caminhando rapidamente até o quarto da alga e pegando o seu brinquedinho preferido do lugar que o outro havia escondido. Debaixo do colchão, nada mal para alguém sem cérebro. Em instantes ele retornou para a sala e o idiota ainda estava com a cara tonta dele, fazendo-o rir baixinho. Era um cacto burro mesmo.
Sanji abaixou a própria calça juntamente com a cueca de corações e voltou para o colo do marimo, dessa vez usando um dedo para levantar o pau moreno e deixando-o apoiado no seu, que estava enorme e tão duro que machucava. Só então Sanji finalmente olhou para seu brinquedinho, vendo que estava bem diferente de quando ele era o único que havia usado. Certo, não que não usasse exageradamente e tivesse arrombado o buraquinho em poucos dias, mas Zoro estava de parabéns, porque estraçalhou tanto o negócio que nem poderia mais chamar no diminutivo. Mesmo que ele fosse bem grosso, o ponto ali era a quantidade de vezes e a forma que usou, não a grossura.
— Você acabou com meu negócio. — Sanji disse meio triste, enquanto aproximava o buraco do objeto da boca e cuspia dentro, além de circular a língua nas aberturas dos dois lados completamente largas. Seu rostinho lindo estava manhoso, e isso durou instantes até o sorriso mais ardiloso surgir e ele meter o pau de Zoro pela abertura inferior em um instante, apertando tão forte que poderia esmagar o pau mole.
Zoro não sabia sinceramente porque cedia aos caprichos do garoto. Talvez fossem os olhinhos azuis injustos, ou talvez a promessa de um prazer que ele não conseguiria negar, todo controle se esvaindo entre seus dedos como fumaça assim que ouvia uma provocação tão injusta próxima do seu ouvido.
— Já estava acabado. — Zoro revirou os olhos para desviar a atenção do fato de que realmente havia utilizado exageradamente o brinquedo. — Está elogiando meu tamanho, pirralho?
— Nem tem tamanho a ser elogiado, marimo. — Sanji retrucou em uma óbvia mentira e apertou o brinquedinho para engolir o pau mole de Zoro, provando que sua teoria era real, mesmo que nem fizesse sentido e Zoro fosse deliciosamente enorme.
Sanji era inacreditável. Mesmo quando estava em seu limite, claramente dolorosamente duro e querendo muito gozar, ainda conseguia arranjar tempo para provocá-lo. Mas Zoro sabia bem como calar aquela boca. Sanji poderia provocar e tentar transferir aquele título para Zoro o quanto quisesse, mas era o garoto quem era extremamente fácil ali. E não era difícil de provar. Zoro tirou a mão do loiro do fleshlight substituindo pela sua própria e forçou o garoto a meter ali, espremendo-se junto com ele na abertura larga. O sorriso presunçoso de Sanji imediatamente sumiu ao ser estimulado, dando espaço à expressão desesperada que Zoro tanto conhecia enquanto a mão morena movia o objeto transparente. Patético e fraco. Exatamente como devia ser.
Sanji moveu os lábios para provocar atrevidamente o marimo, no entanto, ao ter o pau socado dentro do brinquedo e sentir o aperto que era causado devido a ter duas rolas ali dentro, ele só conseguiu gemer vergonhosamente e tombar o tronco para frente até apoiar as mãos nos ombros do maior e o rosto em seu pescoço. Enquanto Zoro movimentava a mão, ele movimentava violentamente o quadril e liberava os gemidos mais indecentes no ouvido do moreno, algumas vezes tentando abusá-lo, mas não conseguindo manter o foco por mais que um segundo.
Foi rápido, intenso e desesperador, em segundos ele esporrou dentro do buraquinho apertado e gritou em êxtase, perdendo totalmente o controle do próprio corpo até cair completamente em cima do outro. Sua porra banhava os dois paus, agora moles, e o loiro estava completamente morto em cima do maior.
Zoro adorava vê-lo exatamente desse jeito. Sanji era rápido e fácil por natureza, mas especificamente nos momentos em que ele já havia aguentado por tanto tempo que bastava um pequeno estímulo para que perdesse qualquer tipo de coerência se entregando completamente ao prazer. Surpreendentemente não eram tão comuns assim, já que o garoto era orgulhoso e gostava de provocar e sair sempre por cima, mas quando estava necessitado o suficiente parecia que nada mais importava e ele apenas faria tudo que fosse possível para gozar bem gostoso.
Sanji continuou ofegante e acabado por alguns minutos, apenas agarradinho no maior de forma exageradamente manhosa, como o garoto mimado que era. Claro, felizmente, diferente de certas pessoas, era um homem jovem e saudável, com tudo em cima e não durou nem cinco minutos o seu momento de descanso.
Assim que controlou a respiração, ele se sentou comportadinho, fingindo ser alguém decente e abraçou carinhosamente o moreno, aproximando-se para beijá-lo com amor e carinho. Claro que era tudo um golpe perverso e injusto, que Zoro caiu como um patinho, como sempre caia.
Se Sanji era um escravo do prazer, Zoro, por outro lado, era um escravo da carência daquele garoto ardiloso. E negar-lhe todos os beijos e carinhos manhosos que queria sempre parecia bem mais impossível que controlar sua libido. Mesmo que sempre fosse apanhado na armadilha que era aquela teia tecida com carícias fofas tal qual um pobre mosquito que não é páreo para a aranha.
O carinho no pescoço, em poucos minutos se tornou arranhadas que deslizaram até o peitoral imenso do outro e consequentemente as mãos de Sanji se encheram com aquela carne apetitosa que amava abusar. Seus dedos habilidosos rodeavam os mamilos escuros e Sanji ainda ousou em abaixar o corpo para chupar um, acabando por morder nem tão sem querer quando Zoro o afastou. Sorriu angelical, como se não tivesse feito nada e quando olhou para baixo, seu pau havia crescido outra vez.
A melhor visão deveria ser as duas rolas meladas com sua porra, esmagadas em um local tão apertado, mas o fato de estar maior e mais grosso que o moreno era como uma vitória. Sorrindo maldoso, Sanji levou a própria mão até o fleshlight e começou a apertá-lo com vontade, vendo o gozo subir até as glandes e deslizar para a extensão outra vez.
— Céus, seu pau é tão minúsculo, um pequeno e adorável marimo. — Ele fez uma voz infantil e provocante, menosprezando o moreno só por ele não ter conseguido subir ainda, problemas de idosos. Se fosse uma pessoa em seu juízo normal, ele com certeza deveria estar há quilômetros de distância ao falar aquilo, porém, o fato de estar cutucando o tigre com vara curta era o mais excitante de toda a situação. — Nem parece aquela rola suculenta que eu mamei com tanta vontade, deve ter sido de outro cara...
— Você é abusado demais para alguém que acabou de durar dois segundos, garoto. — Zoro rebateu irritado com a brincadeira idiota do loiro e posicionou as mãos na bundinha pequena para apertá-la como castigo. Não precisava se irritar demais com isso, no entanto, tinha certeza que o moleque sabia bem que quando Zoro crescesse novamente iria faltar espaço ali dentro. — Aliás, voltando ao assunto, como você fez aquilo mais cedo?
— Aquilo? Não sei do que está falando, daddy. — Sanji falou inocentemente, fingindo-se de desentendido, mesmo que soubesse exatamente do que o mais velho estava falando. Ele sorriu bobamente ao ver Zoro irritado por estar fingindo que não sabia do que ele falava, sendo que era óbvio que sabia perfeitamente e a linguinha abusada contornando os lábios rosados o denunciava. — Andei treinando, sabe.
Indecentemente, o loiro fechou a mão e a levou na frente da boca, fazendo movimentos rápidos de vai-e-vem enquanto emitia ruídos propositalmente vergonhosos para acabar ainda mais com a paciência do moreno. Sanji sentiu o pau alheio pulsar contra o seu ao observar sua demonstração obscena. Interessante.
— Treinando? — Zoro repetiu a palavra como se fosse veneno em sua boca, cuspindo cada sílaba enquanto agarrava o pulso do garoto para que interrompesse os movimentos indecentes. Ficou tão transtornado com a explicação que sequer lembrou de brigar com o moleque pelo uso daquele apelido infame, apertando aquele pulso fino com muito mais força do que precisava. — Com quem?
Para surpresa de Sanji, fora interpretado da forma mais incorreta de todas e se antes o outro parecesse irritado de brincadeira, agora ele parecia extremamente puto, como nunca vira antes. Por mais que tenha tentado conter seu orgulho, mentira, ele nem tentou.
— Heh. Daddy está com ciúme, é? — Com a ponta do polegar, Sanji dedilhou o lábio carnudo do moreno, sorrindo completamente vitorioso. Sem querer seu pau pulsou, afinal, Zoro interpretou tudo errado e achou que ele tivesse mamado outro cara. Que marimo idiota. — Não gosta de me imaginar com a rola de outros na minha boquinha tão gulosa?
A voz se fingia de inocente, enquanto ele puxava de leve o lábio inferior do moreno com a ponta dos dedos e a outra mão estava no próprio pescoço, para transmitir uma imagem angelical, mas durou por segundos até ele subir aos lábios e tocar o inferior, mas diferente do que fazia no momento com o moreno, ele contornou a ponta do dedo com a linguinha abusada da mesma forma que antes fizera na glande do maior, totalmente obsceno.
— Não teste a minha paciência, garoto. — Não, Zoro não gostava nem um pouco daquilo. Ele passou a apertar aquela bundinha para dar ênfase no que dizia, com muito mais força do que havia feito antes.
Provavelmente aquilo nem devia ser verdade, do contrário o moleque não estaria falando aquelas coisas em seu tom habitual de provocação, mas Zoro não conseguia sentir menos ciúme só por haver uma explicação racional. Seu cérebro não estava nem perto de raciocinar alguma coisa enquanto estava tão puto e ouvia Sanji falando sobre chupar outros caras.
O monstro do ciúme crescia dentro de si e devorava suas entranhas enquanto Sanji ria de sua cara e Zoro não estava acostumado com esse tipo de sentimento. Claro, não é como se ele adorasse dividir suas coisas, mas Sanji era uma pessoa, não um objeto. Uma pessoa que não tinha nenhuma obrigação com ele. E mesmo assim Zoro abominava a ideia de dividi-lo e deixava fluir em meio à sua raiva a ideia tola de possessão. O que deveria estar pateticamente estampado em seu rosto, pela resposta do garoto.
— Não sabia que o daddy era tão possessivo assim... Pelo visto quer que essa boquinha tão safada apenas engula o caralho dele... Uma pena, porque paus são tão gostosos... — Sanji continuou com as provocações, talvez passando um pouco dos limites, especialmente por Zoro estar quase esfumaçando de ódio. Era engraçado e o fazia se sentir ainda mais desejado pelo outro, ficava feliz que o moreno queria que usasse suas habilidades orais apenas nele, não é como se estivesse planejando sair por aí mamando qualquer um. Seu corpo havia se empinado inconscientemente ao ter a bunda apertada com tanta vontade, Zoro queria marcá-lo e mal sabia aquele marimo burro que o que o loirinho mais desejava era exatamente isso.
— Chega. — Zoro esbravejou. Sanji estava fazendo aquilo de propósito, se divertindo às suas custas como sempre fazia e Zoro não iria mais ouvir uma só palavra. Antes que o loiro pudesse dar outra resposta obscena e enfurecedora, Zoro se inclinou para um beijo, mas ao invés de beijar o loiro apenas tomou sua língua para si.
Se satisfez imensamente com o gemido de surpresa que ouviu de Sanji enquanto chupava vorazmente a língua pequena do garoto. Aos poucos o corpo de Sanji parecia ceder completamente, relaxando como uma boneca de pano em seu colo, a saliva escorrendo sem controle enquanto sua boca se mantinha aberta para Zoro continuar a devorar sua linguinha. Era delicioso. Mas não apenas isso. Era como se pudesse engoli-lo para si daquela forma, possuí-lo, e aquilo era o mais importante para acalmar seus nervos. As mãos afundavam ainda mais na carne macia da bunda do loiro, inconscientemente, ou não, arranhando sua pele imaculada com as unhas curtas de forma certamente dolorida e que prometia deixar terríveis marcas, embora Sanji não parecesse nem um pouco preocupado, ficando completamente mole no seu colo.
Zoro era sempre muito guloso e claramente desejava devorá-lo. A boca faminta praticamente engolia sua língua e o deixava sem fôlego, mesmo assim Sanji não fechou os olhos, observando o ato obsceno a todo instante, percebendo o quanto o moreno o desejava e o queria apenas para ele. Tão lindo. Os sentimentos que estava palpitando em seu coração naquele instante eram os mais puros existentes, por mais que não houvesse nenhuma pureza nos toques.
Mesmo jogando a cabeça para trás em transe de prazer quando começou a sentir sua bundinha pálida sendo arranhada com tanta força, Zoro ainda continuava atacando-o faminto.
Zoro estava sendo muito bom com o garoto, que havia sido o mais péssimo de todos. O que ele merecia certamente era que tivesse levantado e fodido sem pensar duas vezes aquela boca que, sim, apenas deveria engolir o caralho dele. Mas Zoro mimava demais aquele garoto irritante, mesmo que o fizesse passar tanta raiva ao dizer aquelas coisas. Só a mera lembrança das palavras imundas saindo da boca de Sanji o fez apertar ainda mais forte a bundinha dele, separando as duas metades sem dó e levantando uma das mãos grandes para bater na carne já tão abusada. Não sabia exatamente porque, talvez apenas quisesse castigar um pouco o moleque, mas pela reação de Sanji com certeza foi o oposto de um castigo.
Não havia como o loiro ficar ainda mais entregue ou era isso que achava, porque no momento em que suas nádegas foram separadas tão violentamente, Sanji gritou desesperado, lacrimejando e quase implorando para ser fodido. E esse pensamento era novo. Não que nunca tenha se imaginado dando bem gostoso para aquele moreno gostoso, com certeza já, talvez milhares de vezes, mas o ponto era que sempre que os efeitos de seu orgasmo passavam, ele concluía que eram pensamentos absurdos e impossíveis de acontecer por algum tempo, ele não estava preparado. Ou era assim que deveria ser, afinal, seu cuzinho se contraía tão violentamente que Sanji sabia que precisava ser preenchido.
Porém, se havia algo que o loirinho nunca achou que gostaria era de levar um tapa na bunda. Porra, aquilo era insanamente bom, seu pau pulsou desesperado, mas o que mais chamou sua atenção fora o peso do cacete de Zoro o esmagando ao ouvir seu grito de prazer descontrolado. Aquela rola estava tão imensa e deixando praticamente impossível que os dois paus continuassem a dividir o espaço apertado do fleshlight. O caralho gostoso do moreno pulsava junto ao seu e tentava expulsá-lo, mas Sanji se recusava. Ele continuou observando-os em contato por alguns instantes, até sentir outro tapa em sua bundinha e curvar as costas. Sua língua escapou da boca do outro e toda saliva escorreu para seu corpo, mas Sanji tentou fazer com que pingasse no buraquinho que dividia com o outro. Era excitante ver o moreno duro outra vez, já sentia falta daquele cacete em sua garganta.
Mordendo o lábio inferior ao se imaginar com a boquinha sendo fodida, ele levantou o rosto que estava completamente uma bagunça e se jogou para frente abraçando o moreno e atacando seus lábios, tão faminto quanto Zoro estava há pouco.
— Está tão grande... — Ele disse em meio ao beijo, derramando baba tanto na boca do moreno quanto no corpo forte dele. Os olhinhos brilhavam de tesão devido às lágrimas que se acumulavam. Seu próprio corpo pequeno começava a investir contra o brinquedinho, sentindo o outro pau praticamente impedindo que o fizesse, por mais molhados que estivessem. Enquanto isso seu cuzinho ainda piscava necessitado e o loirinho estava há um ponto de arrancar o objeto do pau alheio e se sentar nele, o que definitivamente não daria certo. — Zoro... Me diz... Diz como você conseguia foder um buraquinho tão pequeno...
Talvez ele realmente ainda não estava pronto, já que suas palavras não saíram exatamente como devia. Suas mãos desceram pelo peitoral do moreno até o brinquedo e o segurou. Suas investidas se tornaram mais suaves e lentas, mesmo que ainda intensas, por estar segurando conseguia até mesmo esmagar os dois paus e esfregá-los ainda mais. Não que sua mente conseguisse raciocinar, Sanji estava completamente fora de si e apenas gemia escandalosamente e derramava tanto baba quanto lágrimas nos corpos dos dois. Ainda assim, seus olhos estavam fixos no rosto moreno e era inevitável admirá-lo quando estava com tanto tesão.
— Ah, agora ele é grande? — Zoro disse satisfeito com o nível de entrega na voz de Sanji. Ele sequer havia notado que já estava duro outra vez, mas quando abaixava o olhar até o brinquedo a visão que tinha era perfeita. Se antes havia bastante espaço, agora seu pau esmagava o do garoto ali dentro, fazendo o silicone do fleshlight se esticar impossivelmente sobre ambos.
— Olha como o seu parece uma miniatura perto dele. — Zoro o humilhou exageradamente sentindo Sanji pulsar ainda mais contra si. As mãos famintas ainda abusavam da bunda do loiro, cobrindo toda aquela parte com as palmas sem esforço, o que o fez acrescentar: — Você é todo pequeno.
O garoto usava sua mão habilidosa para movimentar o brinquedo sobre ambos e Zoro apreciava bastante a pressão bem maior do que quando fazia aquilo sozinho. Estava muito apertado dentro do objeto agora que ambos estavam excitados, mas mesmo assim eles deslizavam deliciosamente um sobre o outro, cobertos de muita saliva de Sanji e um pouco de seu gozo anterior que se espalhava obscenamente sujando de branco a cabecinha rosada e a morena.
Zoro apenas desviou o olhar da cena hipnotizante para ocupar sua boca que insistia em gemer a todo instante. Sua boca beijou todo o pescoço suado de Sanji até sentir seu cabelo atrapalhando e colocá-lo atrás da orelha do garoto, partindo para beijá-la também em seguida. Não esperava se deparar com um objeto estranho ali o que o fez abrir os olhos e sorrir. O garoto tinha um brinco naquela orelha, mas Zoro nunca havia reparado antes graças àquele penteado peculiar, além do acessório ser extremamente minúsculo. Disposto a recuperar o tempo perdido se pôs a chupar o objeto, assim como Sanji já havia feito incontáveis vezes com os seus próprios.
Sanji deveria se sentir humilhado com aquelas palavras, era o normal, o orgulho de um homem era o tamanho de seu pau, homens possuíam um cérebro minúsculo e julgavam que o mais importante era quantos centímetros possuíam, o que deveria ser realmente estudado, já que até mesmo o loiro que era tão inteligente pensava assim. Mas naquele momento, com Zoro falando que seu pau era pequeno e não só ele, como Sanji por inteiro, tudo isso enquanto o abusava, fazia o loiro querer desesperadamente concordar várias vezes seguidas, afirmando que ele era sim pequeno, mesmo que não fosse verdade.
Não negava que sua bunda talvez fosse um pouco pequena, mas o problema não era seu pau, Sanji era até um pouco acima da média, só que Zoro era... Ele mordeu os lábios para não se entregar tão pateticamente, Zoro era um pouco maior sim, alguns centímetros, mas isso o deixava com tesão, toda vez que aquele cacete esmagava o seu Sanji se desesperava e só conseguia choramingar, como estava fazendo naquele instante. Tão fácil e entregue, completamente do moreno.
O loiro amava provocar, era seu natural que passasse horas de seu dia apenas infernizando Zoro com as provocações mais safadas. Mas o que ele amava ainda mais era ser provocado, como o moreno fazia naquele instante. Estava fora de si apenas com a fricção entre os paus e com sua bundinha levando palmadas tão deliciosas, e tudo se tornou ainda pior ao ter seu lóbulo atacado.
Estava cansado de gritar de prazer a cada novo toque do outro, de reagir exageradamente, de sentir tanto prazer, mesmo que sua boquinha implorasse a todo instante por mais. A boca estava praticamente fazendo um delicioso boquete em seu lóbulo, assim como ele mesmo já fizera tantas vezes, engolindo com vontade os brincos e Zoro repetia seus movimentos, lembrando-o do brinco minúsculo que sempre estava ali, mas normalmente se esquecia da existência. Apenas o usava para não perder o furo.
Sanji estava vergonhosamente chorando, as mãos tremiam e ele mal conseguia apertar o brinquedo e o fato de Zoro estar começando a investir também o deixava mais sem controle, até que ele desistiu e largou, abandonando o objeto e correndo as mãos para os próprios mamilos intocados até então, mas que imploravam por uma carícia. E ele começou a apertá-los por cima da camisa. Com força, torcendo-os, tentando imitar os movimentos que os dedos do moreno sempre faziam, mas nem se comparava com o prazer que ele o proporcionava. Ainda assim, ele gemia alto e chorava, perdendo totalmente o controle das suas ações, enquanto seu pau era esmagado pelo caralho enorme do moreno, enquanto ele era completamente abusado.
Zoro tirou uma das mãos da bunda de Sanji para segurar o fleshlight, já que o moleque havia completamente desistido e parecia apenas querer se enfiar freneticamente lá dentro com ele, sem coordenação alguma. Não que Zoro não quisesse o mesmo. O mais velho ouvia os gemidos tão próximos do seu ouvido aumentando e se tornando cada vez mais agudos e manhosos, à medida que Sanji perdia qualquer vestígio de compostura. E aquilo fazia Zoro perder sua própria compostura.
— Zoro... Você mete nesse buraquinho imaginando ser minha bundinha? — Sanji perguntou se enrolando com as palavras e tornando a frase confusa e ainda mais safada do que deveria, mas ele não tinha mais cérebro ou qualquer coisa que o fizesse sentir pudor.
— Todas as vezes. — Zoro revelou mais honestamente do que talvez preferisse ser quando estava raciocinando, mas naquele momento não importava quantas palavras vergonhosas saíssem de sua boca. — Desde quando você deixou aqui eu só uso ele imaginando como seria te foder. Em como você seria muito mais apertado e delicioso que ele.
E a resposta de Zoro ecoou milhares de vezes em sua mente enquanto Sanji gozava desesperado, sendo estimulado pelas metidas do outro que fazia seu leitinho se esparramar dentro do brinquedinho arrombado e lubrificar o caralho do outro. Sanji estava definitivamente morto.
Zoro o seguiu quase imediatamente, metendo com vontade no buraquinho de silicone e apertando impossivelmente forte a bunda pequena do mais novo, enfatizando o que acabara de dizer em voz alta. Que sempre pensava nela, até naquele momento. Mas parecia tanto que estava finalmente se enterrando no corpo pequeno do garoto que não conseguia conter o pensamento. Depois de ficar imóvel por alguns segundos, Zoro se afastou para contemplar a bagunça que haviam feito no objeto, mas logo se afundou novamente no pescoço do garoto, exausto e sendo abraçado de forma carente por Sanji.
Para o loiro, Zoro era, sem dúvidas, o mais terrível de todos. Falando aquelas coisas safadas para o pobre loirinho virgem, fazendo-o se desesperar com o desejo confuso de ser possuído. Sanji se sentia um completo idiota por em algum momento de sua vida ter acreditado naquela história de que ele não tinha tanto desejo sexual, não que realmente tenha acreditado, era notável o quanto o marimo gostava da coisa. Ele só não entendia o motivo de ter mentido, não havia essa necessidade e o confundia. Sanji era o tipo de pessoa que não via nenhum problema em gritar aos sete mares que sentia muita vontade de transar, o tempo todo. Talvez o outro só fosse um idiota, como ele já sabia que era.
E claro, se ao ouvir aquelas perversões saindo da boca do mais velho quando estava em transe fora extremamente excitante, agora que os efeitos de seu orgasmo haviam passado e pouco a pouco seu cérebro voltava a funcionar normalmente, Sanji se deu conta do quão vergonhoso aquilo era.
"Eu só uso imaginando como seria te foder".
Não tão discretamente ele escondeu o rosto no pescoço moreno, sentindo um calor absurdamente intenso a cada palavra que se repetia em sua mente.
"Você seria muito mais apertado e delicioso"
Sanji explodiu de vergonha e mordeu forte o pescoço suado, enfiando os dentes profundamente na carne. Zoro era um idiota sem vergonha.
— Maldito velho pervertido de merda. — Sanji resmungou depois da mordida e assim que se deu conta de sua posição se levantou de imediato e saiu do colo do outro, deixando o brinquedinho sexual ainda no pau dele. Ele sentou ao lado no sofá com uma expressão emburrada que tentava disfarçar o rosto queimando. — Idiota safado sem cérebro. Cabeça de mato.
Sua escapatória para não ficar tão óbvio o quanto estava constrangido foi começar a xingar de todos os apelidos super elaborados de seu repertório, quem sabe assim Zoro iria esquecer do que ele mesmo falou.
— Já que você já acha isso não importa o que eu faça... — Zoro falou enquanto derrubava Sanji de barriga no sofá com a bunda para cima, o que era facilitado pelo fato do garoto ainda estar fraco depois do orgasmo. — Então vou contribuir para o seu argumento.
A posição era perfeita porque escondia seu próprio rosto levemente vermelho depois de lembrar das coisas que teve coragem de revelar e porque queria muito ver o estrago feito naquela bundinha. Da última vez que quis olhar uma obra de arte pintada naquela tela macia e perfeita Sanji o negou, então Zoro nem deu a chance do moleque recusar, o derrubando de repente e o segurando facilmente no lugar com seu próprio corpo. Ele ousou passar a mão pela carne abusada daquela bunda, o mais delicadamente possível, temendo que estivesse doendo. Talvez ele tivesse exagerado ou talvez Sanji apenas fosse muito branco. Mas a pele estava completamente vermelha, como se realmente tivesse levado uma boa surra.
— Dói? — Zoro continuou passando os dedos de leve sobre a pele como uma desculpa enquanto Sanji relaxava ao toque e já havia parado de querer espernear para sair.
Sanji se debateu como qualquer pessoa normal faria ao ter um rinoceronte de trocentos quilos de músculo jogado em cima de seu corpo super leve e pequeno. Claro que Zoro era irritante e ele odiava estar naquela posição, isso até começar a gostar e sem perceber empinar de leve a bunda sentindo os toques agradáveis do outro. Talvez ele tenha gemido bem baixinho e manhoso, ou talvez tenha conseguido morder os lábios a tempo antes de emitir um ruído tão indecente.
— Gostoso... — Era a única coisa que o loiro responderia e ainda era muito mais do que aquele safado merecia. Estava completamente envergonhado ao ser tocado dessa forma e imaginava o quão vermelha sua bunda estava, pois dolorida estava bastante, mesmo que não o desagradasse.
Tudo teria ficado bem se no momento em que achou que seu corpinho puro e inocente não seria mais abusado ele tivesse continuado a morder o lábio, mas Zoro preferiu mostrar que ele realmente era tudo o que o loirinho acusava, só que num nível bem mais elevado, provando isso ao morder a bundinha empinada do menor e fazê-lo gemer manhoso.
Não era realmente a intenção de Zoro fazer algo pervertido naquele momento. Por mais que soubesse que seus últimos comportamentos não iriam argumentar a seu favor se tentasse se defender. Mas na verdade ainda estava lembrando da conversa que tiveram anteriormente. Do ciúme que havia sentido e do quão péssimo Sanji havia sido por evitar respondê-lo diretamente e apenas se divertir com aquilo. Então não pode evitar de marcar aquela bundinha tão sua mais uma vez, mesmo que ela já estivesse com cada centímetro absolutamente vermelho.
— Velhote depravado... — Sanji resmungou, mas nem ele mesmo confiava naquela irritação fingida, a mordida do outro era tão estimulante que se continuasse assim ficaria com tesão outra vez.
Infelizmente... Ou melhor, felizmente, claro, Zoro parou de abusá-lo e resolveu matá-lo de uma vez, deitando o peitoral enorme e pesado em suas costas. Mas ele não havia jogado o peso todo em cima, então conseguiu aguentá-lo e imediatamente notou ele fazendo certa... Manha?
— Quantos?... — Zoro perguntou afundando o rosto nos cabelos loiros e perfumados de Sanji. Ele não queria fazer a pergunta inteira. Por várias razões.
Porque o deixaria com raiva novamente apenas pronunciar aquelas palavras, então não deveria. E porque estava com certa vergonha de estar sendo tão possessivo e ridículo. O assunto já havia acabado há muito, mas Zoro ainda precisava de uma certeza, de saber exatamente ou não teria paz. Ele se dava conta da própria hipocrisia, já que perdia a paciência sempre que Sanji voltava a enchê-lo com o assunto de com quantos caras já tinha fodido na vida, mas era diferente porque aquilo fazia mais tempo do que aquele pirralho idiota tinha de vida.
O loirinho demorou alguns segundos para entender sobre o que ele estava se referindo, como sempre aquele monossilabismo era uma barreira para o contato entre um humano e ogro. No fim, Zoro era a alga mais fofa de todas e ele estava sorrindo bobamente.
— Não teria sentido fazer em outro cara agora. — Sanji disse mais sincero que nunca, por mais vergonhoso que fosse admitir que ele ultimamente não sentia desejo em mais ninguém além do marimo, o que era irritante. — Eu comprei alguns... Objetos para treino... Marimo idiota.
Oh. Objetos. Zoro se sentiu absolutamente idiota com a resposta.
Mas não pôde deixar de sorrir.
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