Don't Call Me Daddy
24 Nipples
Notas iniciais
Nas guias abertas, só havia pornô e isso surpreendeu bastante o loirinho que não esperava por isso. No entanto, o que menos imaginava era que os vídeos eram todos da categoria de... Twinks... Sanji engoliu em seco sabendo que estava fodido, com grandes chances de ser literalmente.
Mordendo o lábio inferior, ele começou a assistir os vídeos e nos primeiros segundos já sentia o início de uma ereção crescendo em sua calça. Aqueles vídeos... A forma como o cara grande metia o pau enorme no cuzinho rosa do twink... Droga... Sua cueca estava cada vez mais melada e sua respiração mais acelerada, era tão fácil e patético que chegava a ser vergonhoso.
Sanji notava que seu próprio cuzinho virgem estava se contraindo desesperadamente e ele sabia o motivo. Assistir aqueles vídeos o deixava com vontade de ter Zoro fazendo o mesmo com ele. Quando olhou para baixo, viu os mamilos saltados na camisa branca totalmente justa no corpo esguio e o atrito entre a pele sensível e o tecido o excitava, querendo se estimular ali.
Zoro demorou um pouco para fazer o que Sanji havia pedido. Não porque fosse difícil ou complicado, mas obviamente que ele tinha que se perder dentro de casa tanto na ida quanto na volta. Às vezes Zoro se perguntava porque apenas não alugou um apartamento de um cômodo só, não era como se fosse ser muito menor que o seu. Quando finalmente conseguiu trazer a maldita mochila de volta, encontrou Sanji fazendo exatamente o que já era esperado que ele fizesse. Mas as coisas que ele estava vendo eram pessoais demais.
Sanji estava tão hipnotizado que não notou quando o moreno voltou, mas assim que o percebeu se virou em sua direção, mostrando-se ofegante e entregue. O rosto corado, a saliva escorrendo pelo cantinho da boca, tudo indicando que era um completo pervertido.
— Heeh... — Aquilo definitivamente era um gemido. — Eu realmente sou seu tipo
Rapidamente o rosto irritado de Zoro ficou bem mais apreensivo e quente. Não era como se fosse um segredo ou algo vergonhoso, mas ele não tinha algum tipo de fixação com isso ou algo assim, e não queria que o moleque irritante achasse isso, exatamente como havia feito antes quando estupidamente o chamou de twink.
Maldito moleque que não sabia ficar calado. Zoro não tinha um tipo. Ele só gostava de assistir, de ver a diferença de tamanho e isso não era crime. Na verdade, não estava nem um pouco envergonhado com isso... Ou ao menos tentava repetir isso para si mesmo.
— Não eu... Faz anos que nem uso esse computador... — Era uma mentira tão péssima. Do tipo que expõe ainda mais que a verdade. Porque além de expôr o fato em si ainda revela a vergonha daquela exposição toda.
Os gemidos indecentes do vídeo pornô ecoavam por todo quarto em um áudio de má qualidade do computador antigo. Ver Zoro tão constrangido por algo tão normal apenas deixava Sanji com vontade de provocá-lo ainda mais, para que cada vez pudesse apreciar mais e mais as expressões adoráveis daquele cacto. Inconscientemente ele lambeu os lábios e sorriu malicioso.
— Engraçado... Está marcado que foi acessado há dois dias... Bem no dia em que eu não pude vir aqui. — O loiro era terrível, sem dúvidas o pior de todos. A linguinha sem vergonha ficava brincando com os lábios que estavam mais rosadinhos por antes ter mordido para conter o tesão. — Será algum tipo de coincidência, velho tarado?
Claro que aquele adolescente irritante tinha que fazê-lo parecer pior ainda de alguma forma. Por um momento, Zoro nem tinha resposta. Sim, era verdade. Talvez, apenas talvez, ele estivesse fazendo isso mais frequentemente desde que conheceu Sanji. E ainda mais desde que eles começaram... Seja lá o que isso fosse entre eles. Era como se o maldito garoto tivesse o viciado no ritmo pervertido dele ou algo do tipo. Então não podia evitar de buscar algum alívio quando ele não estava ali, por mais patético que aquilo soasse em sua mente.
— Você sabia, alga? — Sanji começou, acessando o histórico do celular do moreno direto no computador. Diferente do trambolho, havia pornô vistos de poucas horas atrás quando ainda não havia aparecido na casa do mais velho e parecia que era só para isso que o pervertido usava tecnologia: Punhetas. — Daqui eu posso ver tudo que você andou vendo no seu celular. Não é incrível?
O sorrisinho desgraçado de Sanji apenas aumentou. Quase todos os vídeos eram nomeados como "twink alguma coisa" e os que não eram, ainda havia um twink dando deliciosamente para um cara musculoso. Sanji babava com aqueles vídeos, muitos já até mesmo havia homenageado em seus momentos de lazer em casa.
Mas, ele esqueceu das provocações quando clicou em um dos vídeos indecentes e neste o loirinho minúsculo estava sentado no colo do homem moreno, com as costas estreitas apoiadas no peitoral imenso, a cabecinha deitada em seu ombro todo manhosinho, enquanto o homem bem maior abusava com tanta vontade dos mamilos rosados que Sanji só pôde salivar em desejo. Aquilo... Seus próprios mamilos começaram a doer em desespero, ele não conseguia nem desviar o olhar.
Felizmente para Zoro, Sanji se distraiu rápido com as perversões no computador e parecia mais interessado em observar aquele twink se contorcer com os toques do homem grande do que em irritá-lo. Só então Zoro esqueceu da sua vergonha anterior e pôde perceber que Sanji estava num estado muito irônico para estar chamando Zoro de tarado.
Ele claramente estava gostando muito daquilo e as milhões de abas abertas diziam isso, além do fato do garoto observar a tela hipnotizado. Zoro abaixou o olhar para observar, sem surpresa, a ereção marcada na calça do loiro e a mão segurando com firmeza na coxa, como se aquilo fosse a única coisa que estivesse o impedindo de bater uma naquele momento. Parecia um convite perfeito para dar o troco pela provocação idiota e Zoro pretendia fazer exatamente isso.
Então, ele se posicionou atrás da cadeira, abaixando para encostar a cabeça no ombro do garoto, que involuntariamente buscou mais daquele contato. Sanji era realmente muito fácil quando estava excitado. Zoro levou as mãos até o corpo esguio dele, subindo pelas laterais até atingir o objetivo. Mamilos completamente durinhos e incriminatórios que pareciam querer perfurar a pobre camisa do loirinho.
Zoro apenas provocou os dois com um toque muito leve, mas foi o suficiente para ganhar uma reação muito desesperada, o corpo de Sanji praticamente tremendo com o mísero contato. Então tudo que havia era aquilo e tudo que seu cérebro queria era mais.
— Quer que eu diga o quê? Hm? — Zoro disse no ouvido dele, enquanto imitava por trás da cadeira o que acontecia no vídeo que Sanji assistia. Esfregando de forma torturante os polegares sobre aqueles mamilinhos inchados. — Que estava batendo punheta pensando em você?
O loirinho não esperava por aquilo, pelo moreno atrás de seu corpo, por aquela voz tão próxima de sua audição, pelas mãos pervertidas percorrendo seu pequeno corpo e muito menos por aquele estímulo em específico. Se antes tentava se conter e não se excitar com o vídeo, mesmo que claramente já estivesse excitado, agora se encontrava no estado mais patético de todos. Ao sentir a pressão nos mamilos, a surpresa o fez abrir os lábios e liberar o gemido alto que estava preso na garganta. Bastou uma rodeada para ele tombar um pouco a cabeça para trás e se entregar completamente.
— E se eu... Ahh droga... — Sanji tentou provocar, mas aqueles dedos movendo-se tão lentamente por cima de seus mamilos que eram mais sensíveis do que um dia ele poderia ter imaginado, fizeram com que ele perdesse facilmente o raciocínio. Era tão desesperadamente bom que ele só sentia vontade de liberar todos seus gemidos e se entregar àquele prazer orgástico.
Desesperado e quase em transe, Sanji desabotoou a calça que esmagava sua rola e abaixou o zíper e a peça em seguida, mostrando o imenso volume na cueca rosa. Sem nenhum controle a puxou o suficiente para libertar seu pau e bolas e começou a se masturbar sem controle.
— Não! — Ele gritou em um gemido manhoso quando o toque em um dos mamilos sumiu e a mão do moreno apanhou seu punho, sussurrando Sem tocar. O pau gotejou pateticamente, escorrendo até suas bolas e consequentemente até seu... Desviou o olhar sem querer pensar naquele buraco se contraindo outra vez, ao mesmo tempo que conduzia a mão de volta para seu mamilo abandonado e segurando os dedos grossos, apertou-os ao redor do biquinho sensível e choramingou com o quão bom aquilo era. — Quando bate... Hmn, fuck... Em mim... Pensa...
Seus pensamentos não faziam sentido, ele só queria sentir aquilo pela primeira vez na vida, aprender que aquelas coisas que andavam ficando duras com frequência deveriam ser abusadas constantemente, da forma mais prazerosa e só por Zoro.
— Tão fácil... Mal consegue falar. Assim quase não tem graça. — Zoro falou tentando fingir desapontamento, apesar da sua excitação e da sua voz exageradamente carregada dizerem exatamente o contrário. Ele beijava e sugava cada pedacinho de carne em que conseguia pôr a boca, se intoxicando com aquele desespero todo, os gemidos manhosos, a forma como Sanji mal conseguia formar frases coerentes. — Mas eu vou dar o que você quer.
Sanji queria mandar aquele velho abusado se calar e prestar atenção no que estava fazendo, não que achasse que Zoro não estivesse totalmente focado nele, era só que ser provocado daquela forma tão excitante estava deixando-o ainda mais fora de si. Seu pau pulsava em desespero, chorando pré-gozo e implorando por um orgasmo, que o loiro sentia que já estava ali batendo na porta.
— Eu penso sim. Penso nesse seu corpo minúsculo e em tudo que poderia fazer com ele. — Zoro disse, os lábios encostando nas orelhinhas quentes de Sanji enquanto pronunciavam cada sílaba num tom grave, apertando de leve os mamilos a cada palavra. — Te segurar sem o menor esforço.
Todo o corpo de Sanji tremia, cada palavra sussurrada daquele jeito injustamente rouco por Zoro o fazia perder totalmente a consciência, era muito bom, ele não conseguia focar muito nas palavras, mas depois do merecido orgasmo, quando se desse conta de que o marimo havia falado que se tocava pensando nele, morreria de vergonha... E claro, provocaria aquele homem por ser o mais pervertido de todos.
— Abusar desse seu corpo lascivo até te fazer perder a consciência. — Zoro sequer notava o quanto sua voz estava se tornando mais baixa e rouca, mas Sanji entre seus braços parecia notar cada um desses detalhes. — Te fazer gritar meu nome e implorar por meus toques. Só por mim, cook.
Sanji estava sentindo tanto prazer, com tanto tesão, tanto tesão... Ele não enxergava mais, há muito não estava prestando atenção no vídeo, seu único pensamento resumia-se em gozar, forte e desesperado. Precisava, ansiava, estava entorpecido em todo aquele prazer, se drogando, viciando. Aqueles toques eram absurdos, não havia como explicar o quão bem ele se sentia, o quão perfeito aqueles toques eram. Só conseguia babar pateticamente, curvar as costas em busca de mais contato. Se era tão insano por cima da camisa, se perguntava se conseguiria manter-se vivo quando Zoro o tocasse diretamente.
— Gosta assim? De se entregar em meus braços e receber todo o meu desejo nesse seu corpinho obsceno e vulgar? — Zoro nem percebia as perversões que saiam de sua boca, mas não é como se ele fosse se filtrar caso notasse. Era excitante ver seu garoto agindo daquele jeitinho indecente só para ele.
Depois de Zoro parar de torturá-lo e começar a definitivamente circular os pequenos mamilos com as mãos grandes e prendê-los entre seus dedos, apertando num ritmo constante, o twink do vídeo parecia comportado em comparação com Sanji. Pelo reflexo na tela Zoro podia ver, sentia o quanto o garoto se contorcia em seus braços, os sons perfeitos e ansiosos que ele fazia enquanto era abusado por cima do tecido da camisa, quanto ele babava por seus toques. Como se fosse morrer se não continuasse a ser tocado. Era tão fácil perceber como aqueles mamilos estavam carentes e negligenciados. Logo Sanji estava completamente arqueado na cadeira, querendo se inclinar aos seus toques por completo.
— Aposto que são virgens, hm? Muito hétero pra tocar... Cook? — Zoro questionou, torcendo os mamilinhos entre seus polegares e indicadores para provar seu ponto e ouvindo gemidos que iam direto para seu próprio pau, à essa altura já fazendo uma bagunça de pré-gozo na cueca.
— Velhote... Fuck... — Sanji odiava ter que admitir que o idiota estava correto. Sim, ele se considerava muito hétero para tocar seus mamilos, mas antes não sentia tanta vontade de tocá-los, então a culpa era daquela planta pervertida que abusava de seu corpo inocente e puro. — Maldito...
Na mente do loirinho, ele ainda acreditava que suas palavras faziam algum sentido, o que na realidade não faziam nenhum e ele só estava uma completa bagunça patética. As lágrimas de prazer absurdo e desespero escorreram pelo rostinho perfeito, sentia até mesmo sua bunda tremendo e nem estava mais conseguindo ficar quietinho e sentado, estava em transe e precisando com todas as forças liberar seu prazer. Se olhasse para baixo, veria a camisa branca totalmente transparente, o tecido se colava ainda mais com o corpo lascivo e incrementava na estimulação perfeita dos dedos grossos nos mamilos tão sensíveis.
E como sempre, Sanji não aguentou mais que míseros minutos e se despejou com o único estímulo do moreno pervertido abusando de seu pequeno corpo. Ele gritou tão alto que teve a certeza que os vizinhos ouviram facilmente e quem disse que se importava? Estava chorando vergonhosamente, com as pernas tão trêmulas e bambas que não se aguentaram manter-se em pé e o fez cair outra vez na cadeira, ofegante, exausto e com o sorriso mais satisfeito que um dia mostrou a alguém. Se odiou por ser tão rápido e não poder apreciar mais os toques... Talvez não estivesse tão satisfeito assim.
Com o orgasmo, sua porra juntou-se a sua baba e lágrimas na camisa que custou tantos dólares e só havia um problema. Ao olhar para baixo, ainda enxergava o pau muito levantado para um pós-orgasmo, era suposto estar bem menor, mole e murcho, apontado para baixo, mas era o oposto, como se tivesse levado uma injeção na rola e nunca mais fosse abaixar aquela ereção. Mais...
Antes da planta pensar em se afastar, Sanji coletou o sêmen escorrendo pela camisa e subiu os dedos até os de Zoro ainda apertando levemente seus mamilos para intensificar seu orgasmo. Com os dedos por cima dos do moreno, ele começou a apertar e fazê-lo continuar tocando aquela parte deliciosa.
— De novo, marimo... — O loirinho implorou, olhando para trás com os olhinhos azuis brilhando de desejo.
Depois daquela reação tão perfeita e desesperada, Zoro faria aquilo quantas vezes Sanji quisesse. O único problema era que ele próprio estava muito necessitado para apenas continuar abusando do garoto naquela posição. A não ser que ele quisesse pateticamente começar a se esfregar na cadeira, o que definitivamente não era o caso.
Zoro abandonou os mamilos de Sanji e virou a cadeira para que o garoto estivesse olhando diretamente para ele.
Sanji babou, literalmente, no corpo escultural do moreno, secando cada um daqueles gominhos enormes no abdômen perfeitamente trincado. Não que ele já não visse aquele corpo o tempo todo, mas parecia que assim que o outro tirava a calça e mostrava o pau que parecia tão apetitoso e suculento babando por sua indecência, ele começava a reparar naquele corpo que era puro pecado.
O garoto parecia uma bagunça aos olhos de Zoro, e sequer havia tirado a roupa. Toda a blusa molhada denunciando o orgasmo delicioso que havia acabado de ter, seu pauzinho rosa pra fora e mais uma vez chorando por estímulo.... Que Zoro não negaria.
— Fácil... — Zoro disse de maneira pouco convincente, devido à pressa com a qual tirou as roupas de baixo, finalmente libertando sua ereção e sentou nas coxas do rapaz.
Obviamente Zoro não soltou seu peso em cima do corpo pequeno, ainda se sustentava um pouco graças às suas coxas musculosas. A expressão de Sanji denotava que não estava esperando nem um pouco por isso, por ser preso pelo corpo maior daquele jeito.
Zoro desceu o olhar e viu seus paus tão próximos, seria tão fácil agarrar os dois e fazer ambos gozarem em sua mão... Mas ele não faria isso. Sanji havia pedido por mais e era exatamente o que ele iria dar. Então ignorou sua vontade e mergulhou para agarrar um dos mamilos que transpareciam na camisa branca.
Não havia como Sanji não ficar surpreso com a posição, era a primeira vez que Zoro se sentava em seu colo e isso o excitava muito, não que tudo já não o excitasse muito. Seus olhos atentos percorreram pelo corpo maravilhoso, desde o rosto com o sorriso obsceno, até as coxas grossas flexionadas que tentavam não sentar totalmente em cima de suas pernas. Claro, aquilo o irritou, mas ver o corpo lascivo se curvando para abocanhar seus mamilos o fez perder a razão e esquecer por uns segundos e ficar apenas a apreciar a boca safada que chupava tão bem... Não seria Sanji se os pensamentos não tivessem ido àquela boca mamando sua rola...
Zoro começou a pressionar o mamilo ainda duro com a língua, sentindo todo o peito de Sanji estremecer com o contato e seus gemidos recomeçarem. As mãos de Sanji se ancoravam em seus cabelos grisalhos e Zoro apreciava saber que o loiro parecia querer o máximo de contato possível, mas ao mesmo tempo, havia outras coisas mais urgentes que Sanji poderia fazer com elas. Ele agarrou um dos pulsos finos do garoto e levou até seu próprio pau, encorajando o loiro a tocá-lo.
Como tudo que é bom dura pouco, os devaneios de Sanji sumiram assim que o monstro verde puxou sua mão até o pau molhado dele, que pareceu estremecer só com o contato com sua mão. Ignorou por um momento o estímulo perfeito em seu mamilo, pois estava irritado com a estupidez do outro de não sentar completamente nele.
— Eu não sou fraco. — Parecia sem sentido, mas assim que Sanji meteu as mãos nas coxas enormes do outro e o forçou para baixo, fazendo-o sentar-se de fato em cima de si e liberar todo o peso gigantesco em suas pernas que eram a parte mais forte de todo o corpo pálido, ele se arrependeu levemente. — Minhas pernas são bem fortes, você já deveria saber disso.
— Se você diz... Twink. — Zoro disse realmente soltando todo seu peso no garoto magrelo e ouvindo ele gemer por algo que não fosse perversão.
Sanji sorriu zombeteiro, mesmo que Zoro não pudesse ver o sorriso naquele momento pois estava muito ocupado sendo o velho mais safado de todos, não que o pobre loirinho inocente estivesse reclamando. Assim como afastou as mãos, rapidamente Sanji voltou a tocar o pau melado, espalhando a quantidade exagerada de pré-gozo por toda extensão imensa e sorrindo pervertido a cada pulsada. Claro, seu estado era ainda mais vergonhoso, mas ao menos ele era só pervertido, não velho.
No entanto, ele não quis ser tão bom com Zoro, então resolveu torturá-lo um pouco. Há dias havia notado o quanto o moreno apreciava suas mãos, o que modéstia à parte eram perfeitas mesmo, então é claro que iria se aproveitar. Levando o pré-gozo com uma das mãos, Sanji desceu até as bolas inchadas e as apertou com força, ouviu o outro gemer e o sorriso obsceno aumentou, aquele masoquista dos infernos. Mas assim também seria dar o que Zoro queria, então ele apenas ficou massageando levemente o saco com a ponta dos dedos esguios, tentando não se perder no prazer absurdo que era aquela boca faminta torturando-o tão perfeitamente.
Sentia os pelos macios naquela parte tão inchada raspando em sua mão e sentia até um pouco de inveja, já que suas bolas eram lisinhas como o bumbum de um bebê. A outra mão subiu até o peitoral enorme, mas ele também não tocou nos mamilos, apenas ficou apertando um por vez por algum tempo até trocar para o outro, como se fossem os peitos de uma bela dama, massageando da mesma forma que fazia com os testículos.
Claro, ele fingia estar com algum controle, agindo como se não estivesse uma completa bagunça desesperada, tentando transmitir tranquilidade, mas a verdade é que nem pensar conseguia, só agia movido pelo tesão, enquanto a cabeça estava tombada para trás e a boca aberta soltava os gemidos mais indecentes que com certeza um dia Zoro ouviu e, honestamente, Zoro merecia aqueles gemidos, porque puta que pariu, como ele era bom usando a boca em seus mamilos sensíveis. O loiro quis muito que os dentes que às vezes se apertavam naquela parte rasgassem o tecido e que fosse chupado diretamente, assim como merecia por ser o melhor garoto de todos.
Sanji não geralmente fazia isso, tocar suas bolas. Bom, não que eles estivessem fazendo aquele tipo de coisa há tanto tempo assim, mas ele parecia focado em não tocá-lo de propósito, talvez por também estar sendo negligenciado, optando por em vez disso apertar suas bolas da maneira mais injusta e satisfatória que existia. Nem mesmo Zoro geralmente fazia isso, contentando-se em simplesmente bater uma punheta rápida, sem explorar muito mais que isso. Talvez por isso estivesse tão fodidamente sensível. Todo lugar por onde aquelas mãos habilidosas passavam parecia derreter aos toques, por mais que não quisesse admitir que estava tão excitado sem nem ter seu pau tocado.
Sanji por sua vez estava entorpecido em todo o prazer que o moreno o proporcionava, era insano e absurdo como uma parte tão pequena e que até então achava insignificante em seu corpo podia ser tão desesperadamente prazerosa. Ele tentava manter a consciência, mas estava bem difícil, a boca de Zoro parecia saber bem o que estava fazendo, tão bem que irritava o loiro. Pensar no outro fazendo aquilo com outro homem o deixava puto, então ele sem pensar apertou com força os testículos inchados, afundando não só os dedos como toda a mão na região sensível.
Para evitar os sons, Zoro mordia os pequenos mamilos do loiro sem pena, fazendo Sanji se contorcer contra si. Mas, usar a boca nos mamilos de Sanji estava sendo muito pior do que usar os dedos, simplesmente porque deixava ainda mais óbvia a presença do tecido incômodo que separava seus lábios famintos do garoto. Ele queria sentir a pele sensível diretamente abaixo da sua língua, poder lamber e morder sem nada atrapalhando.
Zoro se afastou e tentou então levantar a camisa para ter acesso ao peito de Sanji, mas foi parado extremamente rápido por uma das mãos dele.
Estava tudo perfeito para o loiro, as sensações, a quase punheta, o estímulo nos mamilos... Tudo. Até Zoro tentar retirar sua camisa o fazendo agir por impulso e segurar bruscamente suas mãos, impedindo que fizesse. Seu coração ficou mais acelerado e sua respiração ofegante. Agiu de forma exagerada, mas se deixasse Zoro tirar sua roupa, se ele visse como seu corpo era horrível, aquelas marcas nojentas, acabaria broxando.
Zoro olhou no olho azul e dentro daquele mar de luxúria, havia também uma gotícula de medo muito perceptível. Zoro soltou a camisa do rapaz, se rendendo e mostrando que não iria fazer nada que Sanji não quisesse, enquanto beijava rapidamente os lábios rosados antes de descer novamente para os mamilos. Com isso, Sanji soube que poderia confiar nele. Não que antes duvidasse, Zoro não era aquele tipo de homem.
E claro, isso o tornou ainda mais manhoso do que já era. Com a mão que o impediu, Sanji o abraçou com todo amor e carinho, quase como se estivesse pedindo desculpas em silêncio. O beijo que deveria ter durado um segundo, o loirinho prolongou um pouquinho, como se sentindo de seus lábios todo o carinho que transmitia por eles, o moreno entenderia. Teria intensificado o ato, mas estava desesperado, assim como o outro que pulsava em sua mão. Voltou a fechar os olhos e se esbaldar no estímulo nos mamilos.
O pau moreno pressionava o seu, quase como se estivesse movendo-se sozinho em busca de contato. Fofo. Zoro tão desesperado, mesmo sem perceber, era a coisa mais fofa do mundo. Com certeza não daria o que ele tanto queria. Qual a graça de apenas uma punheta?
A mão habilidosa retomou a massagem, algumas vezes segurando apenas uma das bolas, outras vezes as duas ao mesmo tempo e as esfregava deliciosamente. Sanji tentava ignorar seu prazer, mas era absurdamente grande e cada vez mais parecia que Zoro aprendia como chupá-lo melhor. Ele não chorou dessa vez, assim como sua mente tentou enganá-lo dizendo que não estava uma bagunça patética, mas a verdade é que a baba escorria aos montes, tanto que sentia seu pescoço molhado e alguns rastros deslizando por ali, os olhos estavam molhados e quase estava chorando. Quase.
Porém, seu quase não durou muito tempo, porque assim que o moreno começou a apertar a pontinha de um mamilo e morder bem forte a pontinha do outro, Sanji perdeu o juízo e gozou pateticamente rápido novamente, esparramando sua porra pelos dois corpos, enquanto investia o quadril contra o pau grosso roçando no seu em busca de mais daquele contato desesperador, enlouquecendo a cada pulsada conjunta. Ele gozou forte gemendo alto e desesperado o nome do outro em transe, parecendo uma boa putinha safada.
Mesmo em seu orgasmo, ele não parou de estimular o saco de Zoro, apertando-o com mais força devido a estar fora de si, afundando a mãos nos pelos e cedendo à vontade de abusá-lo mais e apanhando um dos mamilos em seus dedos habilidosos, maltratando-os.
Zoro se impressionava com o quanto as mãos do garoto sabiam como tocar nele perfeitamente, mesmo com tão pouco tempo de prática. O torturavam de forma lenta e impiedosa e depois davam tudo que ele queria de uma vez, fazendo o ar de seus pulmões se esgotar com tanto estímulo repentino. Zoro não gostaria de admitir, mas aqueles estímulos o deixaram muito mais próximo de gozar do que inicialmente previra. Embora ele tivesse certeza de que aquilo tinha sido muito mais culpa do orgasmo de Sanji do que dos estímulos em si. Sentir pelos tremores o garoto sentindo tanto prazer, gemendo tão alto e despudoradamente, tudo por sua culpa, por um mísero contato com seus mamilos cobertos, fazia seu ego inflar e sua rola pulsar forte, desesperada por algum contato.
Mas as pernas de Sanji estavam bambas abaixo dele e o loiro sentia cada vez mais as forças abandonando seu corpo.
— Levanta um pouco... Tá dormente...
— Ok... — Zoro soltou o mamilo já exageradamente sensível e falou com a voz carregada. Ele queria ter a presença de espírito para chamar aquele twink magrelo de fraco, mas estava com o pensamento nublado demais para isso.
Sua teoria de que o orgasmo de Sanji era o que acabava com ele só ficou mais forte assim que levantou e já não tinha mais as mãos de Sanji em si, mas a visão dele completamente extasiado em seu estado pós-orgasmo fazia Zoro pulsar descontroladamente. Ele imediatamente começou a tocar o próprio pau, observando aquela carinha vermelha e toda babada a meros centímetros da sua ereção.
Zoro movia a mão rapidamente em busca do próprio orgasmo, pensando no quão bom seria gozar naquele rostinho perfeito, arruiná-lo um pouco mais, bagunçá-lo por completo.
Sanji parecia ainda um pouco aéreo e fora de si, mas Zoro com certeza não esperava aquela lambida hesitante na pontinha do seu pau, que tremia pelas estocadas rápidas em sua própria mão. Sua língua se movia delicadamente, roçando deliciosamente bem na abertura, fazendo Zoro se sentir muito estimulado.
O cozinheiro parecia estar provando algo, como alguém que põe um pouquinho de uma comida na boca para ver se gosta do sabor, lentamente e sem pressa, o olhar curioso e envergonhado. Mas, se existia uma coisa que Zoro tinha, era pressa.
Estava quase no seu limite devido ao ritmo incessante em que se tocava e quando sentiu que não aguentaria mais, levou a mão aos cabelos dourados de Sanji, puxando o garoto para trás com certa força e o mantendo no lugar enquanto esporrava deliciosamente no rosto pequeno, fazendo questão de não derramar uma gota sequer que não fosse naquelas feições delicadas.
Sanji queria ter abusado mais daquele corpo safado do moreno, mas o velhote não aguentou se segurar nem mais um pouco. Queria beijar cada partezinha do corpo perfeito dele, marcá-lo e tocá-lo de formas bem prazerosas, mas não deu e rapidamente Zoro estava gozando, só não era tão rápido quanto ele mesmo que gozou duas vezes antes do moreno... Ou talvez fosse só um garoto em plena juventude.
Ver Zoro se masturbando era lindo, mas o que era ainda mais lindo e perfeito era vê-lo gozar de tão perto... Tão perto que jorrou tudo em seu rostinho de anjo depois de apenas uma chupada inocente na cabecinha tão linda e inchada que babava implorando por sua linguinha virgem. Foi algo inconsciente e sem sentido o que havia feito, no entanto, estava mais do que satisfeito em sentir, pela primeira vez, que Deus o ouça, de muitas, o gosto perfeito daquela rola saindo direto da fonte.
Zoro ficou um tempo ofegante, ainda segurando o cabelo de Sanji para trás e apreciando a visão, quando finalmente soltou gentilmente os fios loiros e manteve a mão ali afagando o cabelo.
— Uh, eu... Me empolguei um pouco. — Ele disse, tentando decifrar que tipo de expressão Sanji fazia por baixo daquela bagunça e torcendo para o garoto não ter odiado muito.
Com seu rosto todo gozado escorrendo porra, nada restava ao loiro se não fazer o óbvio: Levar um pouco até a boca e lamber com vontade, engolir a porra deliciosa de seu macho gostoso. E foi exatamente isso que fez.
Colocou a língua para fora e coletou o que escorreu até a boca. Depois, Sanji melou um pouco os dedos e começou a chupá-los, com os olhos fechados e imitando movimentos de um boquete, quase igual a quando fez escondido no banheiro, mas com claramente mais experiência.
Aparentemente Zoro não havia exagerado como pensou, porque o garoto não parecia nem um pouco desgostoso com o que havia acontecido, muito pelo contrário. Era um pouco tímido ainda, mas não havia como não perceber o quanto ele estava gostando daquilo e provocando de propósito com as piores intenções possíveis. Zoro ficou hipnotizado. Queria aquela boca para si, chupando sua rola ao invés daqueles dedos finos, se alargando para acomodar tudo dentro.
Sanji olhou para o moreno e com o sorriso mais pervertido de todos, voou em cima dele ao terminar a limpeza e friccionou seus paus moles outra vez.
— Eu estou longe de estar satisfeito. — Ele disse sorrindo e atacou o pescoço grosso do outro, se intoxicando com o gosto natural de seu corpo misturado ao suor. Queria arrancar tudo de Zoro, até a última gota.
— Pervertido. — Zoro disse incentivando a cabeça do moleque contra seu pescoço. Mas ele não estava reclamando nem um pouco. Talvez apenas preocupado em conseguir saciar aquele ritmo frenético do mais novo. — Pelo menos me dá uns dez minutos... Talvez mais.
Já estava muito acostumado a aguentar as reclamações de Sanji, que parecia querer foder 24h por dia igual um coelho e insistia em chamar Zoro de lerdo a toda oportunidade. Mas Zoro apenas não tinha culpa de não ser um maldito twink de 19 anos.
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