Notas iniciais
Esse site é morto, então se você gosta dessa história por favor considere ler e apoiá-la no wattpad : https://www.wattpad.com/story/211942733-don%27t-call-me-daddy Capa: sora_mohu Treinamento de putinha fase 1 ;)

Sanji ainda era muito jovem e isso implicava em ser desesperado e impaciente de formas que poderiam irritar os mais velhos. Ter a vida exageradamente sexualmente ativa e amar tudo relacionado a sexo, o fazia buscar por orgasmos com mais frequência do que pessoas normais, isso significava não só diariamente como várias vezes ao dia. Estar se relacionando com um velho atrapalhava bastante sua situação.

Por mais que Zoro nunca tenha negligenciado continuar a tocá-lo mesmo depois de dois, três, quatro orgasmos, era irritante que ele fosse um idoso que demorava horas para subir outra vez. Sanji queria abusá-lo da mesma forma gostosa e prazerosa que o outro fazia tantas vezes com seu corpo sensível. E, ao mesmo tempo em que ficava impaciente, estava aprendendo a como lidar com a idade avançada do marimo.

Quando Sanji chegava na casa do moreno, imediatamente avançava nele e o atacava com beijos, até caírem no sofá, na cama ou em qualquer lugar que esbarrassem pelo caminho. Passavam algum tempo aos beijos, um tocando com desejo o outro, se amando. O loirinho sempre gozava antes, uma ou duas vezes, estremecendo nos braços do maior. Então, era a vez do marimo de gozar e parecia que cada vez mais estava adquirindo mais experiência no quesito de dar orgasmos intensos àquela planta, fosse com suas mãos, seus dedos ou com o próprio pau, apenas se esfregando de várias formas prazerosas. E claro, depois do moreno gozar, ele voltava a ser abusado e gozava mais uma ou duas vezes, às vezes três ou até mais dependendo da situação.

Depois, eles costumavam jantar algo delicioso que o loiro preparava e passavam algum tempo trocando apenas carícias leves e beijos inocentes. Costumavam ver algum filme ou qualquer coisa que estivesse passando na TV velha de tubo do marimo, até o loiro perceber que já havia deixado o outro descansar o suficiente para voltar a atacar como o ótimo predador que era. Como estava prestes a fazer naquele instante...

Estava há horas se comportando bonitinho como o ótimo garoto que era, apenas com a cabeça deitadinha nas coxas grossas do outro e assistindo a um filme em que não estava lá muito interessado. Bem, talvez só um pouco nas cenas mais quentes, como selinhos e semelhantes, qualquer coisa na visão do loiro se tornava erótica.

Seu estado comportado durou pouquíssimo, bem menos do que o planejado. Assim que seu tesão voltou, especialmente devido a uma cena exageradamente erótica de um beijo de línguas que durou três segundos, Sanji voltou a se excitar e esgueirar-se pelas coxas do outro até ter o rosto virado para onde ficava o pau e sem perceber lambeu os lábios e passou levemente a língua por cima do volume mole. Sorriu e levantou o olhar manhoso até o rosto do maior, sorrindo obscenamente.

Aquela posição geralmente era muito confortável para Zoro. Ter uma boa refeição, bom, duas boas refeições para ser exato... E depois relaxar no sofá tomando uma cerveja sem álcool e acariciando com a mão os cabelos macios de Sanji. Era uma boa forma de terminar a noite e Zoro não sabia nem o que estavam assistindo direito. Para ser sincero ele quase nunca sabia, até porque geralmente era o cozinheiro que escolhia e Zoro mal prestava atenção na maioria das vezes. Devia admitir que já estava quase dormindo quando Sanji se dirigiu a ele.

— Há alguns dias quero tentar algo novo, sabe... — Sanji murmurou fofamente e passou a linguinha outra vez pela rola por cima do tecido, encontrando a cabecinha do outro.

— Oh? Tem certeza? — Zoro de repente não sentia mais sono algum e agora observava aquele sorriso depravado que parecia dizer que sim. — Vem cá primeiro então.

Zoro o segurou pelo rosto e beijou o garoto. Não fazia tanto tempo assim que havia gozado naquela noite, então preferia ficar duro antes para que o moleque impaciente não acabasse frustrado caso demorasse. Além disso, Zoro preferia que ele visse seu pau completamente duro para poder realmente decidir se queria mesmo o colocar em sua boca pequena.

Mas, o que aquela boquinha tinha de pequena, tinha de gulosa, disso Zoro já sabia.

Sanji achava excitante o quanto Zoro sempre era aberto a suas investidas, especialmente as sexuais. Sempre deixava o loirinho com a cueca bem melada a cada vez que notava que aquele marimo era realmente um velho pervertido. Ele gostava. Não, ele definitivamente amava estar se relacionando com um velhote tarado. Sanji gostava muito de beijá-lo, sentir a língua grossa e tão quente investindo contra sua boca, beijando-o tão deliciosamente. Cada pequena atitude do outro o molhava como uma puta fácil, o que ele cada vez mais estava achando que realmente era.

Algumas vezes ele tentava ignorar o fato de que o mais velho precisava de tempo para recuperação e sempre tentava subi-lo com sua mão ou até mesmo se esfregando, mas era óbvio que não dava certo, o que realmente era uma pena, se Zoro tivesse a idade dele poderiam foder tanto quanto coelhos. Felizmente, ele nunca deixou de marcar presença. Os dedos o tocavam perfeitamente, a mão grande envolvia tão bem seu pau que parecia até pequeno ao ser apertado ali. Honestamente, quanto menor ele parecia nos braços daquele homem tão grande, mais sentia tesão. Não era algo comum para ele, costumava ser bem mais alto que suas belas damas e, com exceção dos peitos, a estrutura corporal delas também era sempre menor. Com Zoro, era totalmente o oposto, mas ele não se sentia uma mulher, o que era bom, já que Zoro não sentia desejo por mulheres.

Pouco tempo depois de começarem a se beijar, Zoro já havia atingido seu objetivo, já que aparentemente enfiar a língua na garganta de Sanji nunca falhava em deixá-lo excitado. Soltou o garoto, ofegante, e deixou que ficasse na altura do seu colo novamente, abaixando a bermuda o suficiente para retirar a ereção recém-formada.

Sanji mal havia voltado a deitar bonitinho no colinho do moreno, e quase que imediatamente o pau pulou em sua direção, enorme, grosso, molhado e visivelmente suculento. Não havia como não demonstrar uma expressão de surpresa, especialmente porque era apenas a segunda vez que ficava tão próximo daquela coisa aparentemente gostosa.

Zoro agarrou o próprio pau e começou a bater uma para deixá-lo completamente enrijecido, mas Sanji logo agarrou seu pulso e o afastou, trocando sua mão morena pela mão magra e habilidosa. Caso tivesse perdido um único instante e se deixado levar por sua perversão, Sanji apenas teria ficado observando aquele homem batendo punheta com a rola tão próxima de seu rostinho, porque a visão era maravilhosa. Mas isso não estava em seus planos, então o parou.

Claro que desejou bater ele mesmo umazinha para o outro, mas seria tão fácil para Zoro gozar assim que nem teria graça. Queria provar, chupar, envolver o cacete quente com sua boquinha e quem sabe... Talvez ainda não estivesse tão preparado, mesmo já tendo provado várias vezes a porra do outro e se deliciado discretamente com o sabor peculiar, mas engolir era outra história.

Ele observava o pré-gozo escorrer com enorme interesse nos olhos e sua respiração estava tão próxima que Zoro conseguia sentir. Zoro percebeu que seu pau nunca esteve tão próximo do rosto do garoto, a não ser quando gozou sem querer naquele rostinho e Sanji havia se atrevido a lambê-lo minimamente. Exatamente como começou a fazer agora.

Sanji apenas estimulou até que o pau estivesse totalmente imenso em sua pequena mão, para então soltar e passar a linguinha lentamente pelo rastro mínimo de pré-gozo que havia escapado. Delicioso.

Zoro observava a língua angelical e rosinha envolver sua cabeça o melhor que podia, de vez em quando passando pela abertura e fazendo Zoro pulsar, fazendo-o ter vontade de dizer para o moleque se demorar um pouco mais ali, mas optando por ficar calado por enquanto.

Junto às primeiras lambidas, outras se juntaram, inicialmente apenas com a intenção de limpar o pré-gozo, mas quando estava bem seco, ou deveria dizer ainda mais molhado, Sanji desceu sua língua para toda a extensão da rola, deslizando sua língua em movimentos sensuais e eróticos, que estavam fazendo seu próprio pau apertado pela calça e cueca pulsar em desespero.

A língua apenas deslizava sem nenhuma habilidade, demonstrando que ele definitivamente não sabia como fazer. Claro, já havia assistido milhões de filmes pornôs, especialmente de boquete que ele amava, mas fazer era totalmente diferente e se sentiu estúpido por um dia ter pensado que poderia enlouquecer o moreno só com uma chupada. Sanji tentou descer mais um pouco, apanhar as bolas, porém, isso ele não tinha nenhuma coragem de fazer, então rapidamente ele se afastou o máximo daquela parte e por impulso deixou apenas a pontinha da cabeça molhada entrar em sua boca e ele sugou com vontade, da mesma forma que fazia inocentemente com seus pirulitos para conter seu vício quando sentia necessidade de fumar, claramente sem a intenção de seduzir Zoro... Hmm... Talvez, apenas talvez aquela seria outra forma de esquecer seu vício. Interessante e muito gostoso.

Sanji parecia estranhamente inseguro fazendo aquilo, diferentemente de outras coisas que talvez fossem mais intuitivas para ele. A pele branquinha do garoto estava toda corada e ele fazia os mesmos movimentos que Zoro havia visto fazer várias vezes antes, que haviam feito seu pau pulsar e sua mente rapidamente fantasiar com aquilo. A linguinha passeava hesitante, e os lábios pequenos se esforçavam para comportar a pontinha da sua ereção, se movendo sobre ela deliciosamente. Era muito bom, mas também torturante. Ele queria mais, mas ficaria bem quietinho sem dizer nada.

Zoro sabia que dificilmente iria gozar daquele jeito, num ritmo lento e apenas com uma pequena parte sendo estimulada, pelo menos não muito rápido. Sem contar que não era seu primeiro orgasmo naquela noite, então provavelmente daquele jeito ainda iria demorar um pouco. Ele sabia exatamente o ritmo que precisava, e a vontade de preencher mais aquela boquinha o invadia a cada segundo, mas com certeza não foderia a boca de alguém que nunca havia feito aquilo antes. Se limitou então a acariciar os cabelos dourados e se controlar para não agarrá-los e incentivar o garoto bruscamente a continuar a chupá-lo.

Iria deixar que Sanji fizesse tudo no seu ritmo, como bem entendesse, sem perder a paciência. Mas, aparentemente o moleque era o mais impaciente entre os dois. O garoto parecia progressivamente cada vez mais frustrado, aquela expressão emburrada que Zoro conhecia tão bem visível em seu rosto corado. Talvez devesse dizer algo, confortá-lo, mas Sanji estava tão distraído, e determinado a não olhar para ele, que sequer ouviu quando ele tentou chamá-lo.

A boquinha de Sanji fazia movimentos confusos que ele mesmo não compreendia. Não sabia se Zoro estava gostando, mas estava dando seu melhor mesmo assim. A glande era bem maior do que seu costumeiro pirulito, se em algum momento achou que seria apenas repetir os movimentos safados... Inocentinhos que sempre fazia, estava completamente errado. O gosto do pau em si e do pré-gozo eram agradáveis e quanto mais escorria em sua boquinha, mais vontade de estimulá-lo sentia para engolir tudo. Sua linguinha se enrolava naquela cabeça tão inchada, sempre passando a pontinha pela abertura minúscula e às vezes juntando os lábios ali para sugar o doce, enquanto penetrava minimamente a língua no buraquinho.

Porém, por mais que estivesse se esforçando, a falta de reação vocal do moreno e até mesmo de seu corpo, com exceção do pau que pulsava especialmente quando deslizava por sua extensão, estava o deixando mais e mais frustrado.

Zoro estar em silêncio só podia significar que aquela chupada estava horrorosa e ele não apreciava nenhum de seus toques, aquilo o deixou irritado. Só do outro ficar acariciando seu cabelo, da mesma forma que fazia antes de se submeter a uma chupada, como se nada estivesse acontecendo. Sanji se sentiu um tanto humilhado e quis fugir e nunca mais mostrar seu rosto na frente daquele homem, nunca agiu de forma tão patética.

Sanji conhecia aquele pau com a palma de sua mão, literalmente. Ele sabia que Zoro demorava um pouco para gozar, já que era um velho caquético e mal aguentava subir duas vezes seguidas, mas aquilo havia passado dos limites. Parecia que estava o chupando há horas e nada, a única coisa que saía era o pré-gozo saboroso.

Por mais que tenha tentado, com muito esforço e dificuldade, enfiar um pouco mais do que a cabecinha e provavelmente abocanhar o caralho até a metade, Zoro continuava sem gemer, sem estar ofegante, mesmo que as pulsadas em sua boquinha fossem fortes. Então Sanji desistiu. Não fazia sentido se aquele velho não estremecesse em sua boca.

O ritmo ainda era muito lento, mais relaxante do que desesperador, mas não significava que Zoro não gostasse. Sanji estava chupando seu pau, só isso era suficiente para excitá-lo apenas em pensamento, quanto mais em carne e osso. A única coisa que Zoro realmente não gostava era que Sanji mantinha a testa franzida e o mais velho começou a se preocupar se o garoto realmente não queria fazer aquilo e só estava fazendo para agradá-lo. Até pensou em dizer que ele não precisava se não quisesse, mas antes que pudesse o loiro interrompeu o boquete, apenas confirmando suas suspeitas.

Sanji simplesmente afastou a boca, retirando a rola e abaixou com tudo a calça e cueca que prendiam sua própria ereção dolorida. Ele se sentou no colo do outro, mas não juntou os paus e sim afastou as nádegas e encaixou o pau grosso no meio, soltando-as para que o calor e aperto fossem semelhantes aos de sua boca. Aquela rola estava muito babada e melou toda sua bundinha, mas ele não se importava. Manhoso, abraçou o maior pelo pescoço e escondeu o rosto corado na curva, sentindo o aroma tão viciante do moreno.

— Usa minha bundinha pra gozar... — Sanji gemeu manhoso bem gostosinho no ouvido com os brincos de Zoro, claramente tentando evitar que ele visse a expressão frustrada em seu rosto.

O mais velho poderia passar mais um tempo pensando sobre a desistência do garoto, mas seria impossível depois de ter outro estímulo logo de cara, principalmente com aquela escolha de palavras. Zoro soltou um gemido que estava contendo há muito tempo ao escutar aquilo.

O fato do garoto enfatizar o quão pequena a própria bunda era, a forma como ele pediu para que a usasse, era demais para Zoro jamais conseguir aguentar. Ele apenas agarrou a bundinha de Sanji e investiu para cima, forçando o corpo pequeno para baixo e se movendo num ritmo mais veloz que antes, buscando seu orgasmo.

A constatação de que sua chupada estava sendo péssima foi quando só de sentar no pau do outro Sanji já o ouviu gemer, demonstrando que de fato antes daquilo ele não estava sentindo absolutamente nada. Frustrante. Seu objetivo era fazer aquele homem enlouquecer apenas com sua boca e no fim mal conseguiu arrancar um mísero gemidinho. Patético. Era irritante se dar conta do quão não habilidoso era.

Diferente de Zoro que não gemia, Sanji só de ter o cacete gostoso sendo metido entre sua bundinha o fazia gritar extasiado, totalmente vergonhoso, mas ele não se importava, o prazer que sentia estando com o maior era sem comparações. E ele queria, queria muito que aquela rola tão grossa deslizasse até seu cuzinho que se contraia em necessidade e fosse metida ali profundamente. Não era a primeira vez que sentia tal desejo, assim como não seria a primeira em que ignoraria sua mente pervertida que pensava coisas impossíveis de acontecer, ele definitivamente não estava preparado para ter aquela coisa dentro de seu corpo, era insano o pensamento, por mais que no fundo desejasse.

O pau exageradamente melado deslizava entre a bundinha e Zoro só conseguia pensar no quão bom seria estar observando aquilo, já que o garoto que escondia o rosto em seu pescoço provavelmente não o deixaria virá-lo de costas. Imaginava a bela visão do seu pau moreno se afundando entre a carne branca tão pequena, em que mal cabia... Até mesmo o pensamento completamente inapropriado de meter lá dentro invadiu sua mente, fazendo com que pulsasse dolorosamente. Já havia sido estimulado mais do que o suficiente durante o boquete, então bastaram poucos minutos para ele gozar pateticamente por toda a bunda de Sanji, desejando muito observar o resultado final.

— Deixa eu ver. — Ele disse ao ouvido do mais novo, ainda ofegante e beijando toda aquela orelhinha vermelha.

Sua bunda se tornou melada e Sanji gostou muito daquilo. Estava viscosa e até mesmo ele queria ver o resultado de toda aquela perversão. Queria provocar o outro por ser tão rápido e o teria feito, se não tivesse derramado tanto pré-gozo no abdômen dele só por seu pau estar sendo esfregado tão deliciosamente naqueles gomos musculosos.

— Nem fodendo! — Sanji gritou sua resposta, sentindo seu rosto queimar ainda mais. Nunca se mostraria daquela forma para Zoro, era muito vergonhoso até mesmo para o ser mais pervertido de todos. — Maldito velho pervertido.

Mesmo negando, ainda continuou bonitinho sentadinho no colinho do marimo bem comportadinho como o ótimo garoto que era... Claro, ótimo se levasse em consideração que as mãos abusadas não estivessem tocando o peitoral moreno com desejo, os mamilos e especialmente a enorme cicatriz que atravessava todo corpo de Zoro. Por mais que odiasse suas próprias cicatrizes, admirava muito as centenas no corpo moreno que sempre as exibia com aparente orgulho. Sanji queria ter essa coragem também. Zoro provavelmente nem notava o quão gostoso era e o pensamento dele ficar exibindo um corpo tão perfeito para qualquer um desagradava e muito o loirinho.

Quando voltou o olhar para o rosto alheio, mostrou um sorriso inocente e fofo, que em segundos se tornou no mais obsceno e pervertido que com certeza um dia o moreno viu. As mãos pequenas agarraram o pescoço grosso, percebendo que nem com as duas conseguia segurá-lo inteiro, isso só o deixava com mais vontade de marcar cada pedacinho.

— Está na hora... — Ele disse do nada e havia um brilho em seus olhos, a completa luxúria. — Me mama.

Ainda com o sorrisinho maldito, Sanji saiu do colo e sentou no sofá, afastando bem as pernas muito flexíveis e exibindo não só seu vistoso pau melado como também a porra que havia escorrido de sua bunda que continuava manchando a pele branca.

— Não sabia que estava tão carente, garoto. — O que era engraçado ele dizer, porque Zoro realmente queria fazer aquilo há muito tempo.

Até porque descobriu muito cedo que Sanji era imbatível com as mãos, então obviamente queria mostrar o quão bom poderia ser com a boca. Só não havia feito ainda já que queria deixar Sanji ditar o ritmo do que faziam, já que o garoto era novato e Zoro não sabia o que poderia assustá-lo, como o fato de não querer que o visse sem camisa de jeito nenhum ou até a hesitação com a qual o havia chupado mais cedo. Zoro precisava ser paciente e a experiência de vida, que Sanji com certeza chamaria de velhice, e toda sua meditação diária felizmente o ajudavam bastante nisso. Ainda que no fundo, tudo que seu pequeno cérebro conseguia processar era o imenso desejo em fazer aquele garoto completamente seu e corromper cada parte virgem daquele corpo minúsculo.

Entretanto, já que Sanji estava querendo tanto, ele obviamente iria atender o pedido. Se deitou preguiçosamente entre as pernas do mais novo e observou o jeito como se abria para ele, era tão entregue, quase irreconhecível. Fora o fato de ainda estar de blusa, Sanji estava completamente desinibido para si, as pernas sobrenaturalmente elásticas bem abertas, mostrando tudo e fazendo Zoro babar, especialmente vendo a única parte de todo aquele corpo que se mantinha imaculada ainda.

Ele não era o único babando, pois a ereção que Sanji ostentava orgulhosamente estava escorrendo deliciosamente carente. Aparentemente o moleque havia gostado de ter um pau grosso sendo esfregado em sua bundinha pequena. Bom saber.

Zoro não era nem um pouco tímido, então sem cerimônias, e sem controle para perder tempo provocando o garoto, lambeu toda a extensão da rola com a língua grossa, chupando ela inteira no caminho e recuperando o pré-gozo que estava sendo desperdiçado. Ao chegar na cabecinha rosa, Zoro apenas a sugou algumas vezes, a língua trabalhando habilidosamente sobre ela, antes de descer progressivamente.

Era um tanto engraçado e fofo observar o espanto na cara de Sanji enquanto ele o engolia inteiro em questão de segundos, fazendo o pau desaparecer por completo em sua boca. Não é como se Sanji fosse tão minúsculo assim, mas apenas que Zoro tinha uma certa vantagem no que dizia respeito a suas habilidades orais, afinal, não havia ganhado o título de melhor espadachim do mundo à toa.

Querendo ver mais daquela expressão tão indignada e claramente bastante excitada no rosto do loiro, engoliu um pouquinho mais até conseguir comportar as pequenas bolas depiladas na boca, apenas para mostrar que conseguia. Era demais e preenchia completamente sua boca daquela forma, mas Zoro era bom em manter a calma e a respiração tranquila, então apenas o sugava e engolia, se deliciando com a expressão de prazer estampada no rostinho de Sanji.

Diferente de Zoro, que era uma planta egoísta e não deixava que o pobre loirinho inocente ouvisse seus gemidos, Sanji era o completo oposto, só com uma leve lambida ele já estava liberando os gemidos mais indecentes de todos. O pau deslizava na boca enorme e gulosa do moreno, fazendo-o tremer desesperado, delirando de prazer. Não esperava ter seu pau junto com as bolas totalmente dentro da boca do maior, mas sentir aquilo era melhor do que um dia esperou. Era a primeira vez que alguém o chupava daquela forma tão faminta, Sanji notou que um homem mamando era bem diferente de uma mulher, ou pelo menos as mulheres com quem havia saído. E mesmo enxergando perfeitamente que era um homem ali, ele estava amando a sensação de ter Zoro o chupando tão faminto.

O menor salivava ao admirar a belíssima visão de seu pau sumindo na boca alheia, da boca de Zoro se movendo com tanta vontade só para dar prazer para ele, aquela era definitivamente a coisa mais perfeita de todas... Tão perfeita quanto a bunda empinada do outro no sofá... Ele piscou várias vezes ao notar aquilo, os olhos banhados em luxúria brilharam e sua mão abusada foi até aquele rabo imenso e deu um belo tapa forte, querendo deixar os dedos finos bem marcados na pele morena e afirmar que aquele homem era só dele.

Riu baixinho da surpresa de Zoro, claramente achava que Sanji apenas ficaria ali entregue como um garoto comportado, mas até parece, ele era péssimo e adorava abusar daquele corpo gostoso. Depois do tapa, ele encheu a mão com uma nádega saliente, apertando com força e desejo, mal conseguia segurar metade de tão grande. A bunda de Zoro era realmente enorme, assim como tudo nele, tudo mesmo. Gostoso pra caralho. Lambeu os lábios, imaginando-se com o rosto bem enfiado naquele rabão, mas claro que o outro não deixaria que o abusasse como bem entendia, e a forma deliciosa que ele intensificou a mamada provava isso.

Zoro não deveria ter ficado surpreso com aquilo, não sabia porque ainda esperava algo de Sanji que não fosse ser completamente mal-criado e mal comportado. Largou as bolas do garoto e passou a dar atenção exclusiva ao pau, intensificando a sucção e apertando a garganta ao redor dele como podia. Aquilo parecia ter ensinado algo a Sanji que se distraiu ao se tornar completamente desesperado.

Sanji tombou a cabeça para trás e abriu a boquinha para soltar seus gemidos safados, extasiado com o prazer intenso. Cada movimento que a boca do moreno fazia era ótimo e o forçava a gemer bem gostoso. Como sempre, não era o suficiente, Sanji queria mais, então procurou a mão do outro e a puxou para dentro de sua camisa, até um de seus mamilos e a deixou ali, Zoro sabia o que fazer.

Para surpresa de Zoro, o garoto deixou que tocasse por baixo de sua camisa e Zoro jamais perderia tal oportunidade. Antes de ir direto ao ponto e torcer aquele mamilo diretamente, como antes só havia feito por cima dos tecidos, sua mão passeou um pouco pelo torso magro de Sanji. A pele era macia como Zoro esperava que fosse, e os pelos mínimos e finos se arrepiavam enquanto ele continuava acariciando toda aquela parte.

Havia um padrão que Zoro não conseguia identificar naquela pele, mas os músculos abaixo da sua palma se tensionavam cada vez que dedilhava a região, e Sanji se tornava rígido. Então Zoro apenas voltou a mão para o mamilo, experimentando começar a apertá-lo de leve e se satisfazendo com a surpresa no olhar do outro em descobrir como era ser tocado ali diretamente sobre a sua pele.

Enquanto era abusado deliciosamente, Sanji voltou a abusar do corpo alheio, mas o braço em seu peitoral estreito não o permitia se esticar até a bunda enorme outra vez, então apenas deixou uma mão nos cabelos verdes e a outra passeava pelos ombros e costas, sentindo com os dedos as incontáveis cicatrizes ali, notando que por mais que o corpo enorme fosse pintado de cicatrizes, suas costas eram lisas e só haviam músculos.

Era lindo na verdade, Sanji dedilhou cada uma das cicatrizes no ombro, pescoço, braços e até nas laterais do corpo, achando-as extremamente belas, ele realmente queria sentir orgulho de suas próprias feridas assim como Zoro parecia ter.

A outra mão de Zoro segurava uma das coxas do garoto praticamente a empurrando contra sua cabeça e logo estava no meio das duas, Sanji visivelmente quase gozando e apertando sua cabeça com as duas pernas surpreendentemente fortes. Zoro poderia até achar desconfortável, lhe faltava ar e com certeza sua circulação estava começando a ficar presa, mas ele não ligava nem um pouco. Apenas continuava engolindo Sanji com vontade, num ritmo incessante e impiedoso e assim continuaria até o garoto se despejar completamente em sua garganta, quem sabe finalmente o fazendo engasgar com alguma coisa.

As sensações que Zoro provocava eram desesperadoras, Sanji odiava se sentir tão extasiado assim, parecia que cada chupada, cada lambida que sentia em seu pau o faria desmaiar de tão prazerosa que era. Por mais que sentisse vontade de continuar acariciando e abusando do corpo moreno, vez ou outra sua mente falhava, assim como viajava para pensar como Zoro havia aprendido a ser tão bom com a boca, sempre que isso acontecia ele se condenava e descontava apertando os fios verdes, agora com as duas mãos, mais forte do que pretendia, demonstrando não só todo o prazer que sentia, apesar de que isso era mais demonstrado com seu pau pulsando tão dolorido na boca quente do outro e pelas coxas esmagando o rosto malditamente bonito do mais velho, como também o ciúme e ódio que sentia de pensar em seu marimo fazendo aquilo com outro homem. Sanji odiava o quanto Zoro era um imbecil estúpido pervertido por não tê-lo esperado.

No entanto, mesmo com ódio, a cada apertada mais intensa em seu mamilo, seus olhinhos azuis reviravam de prazer e ele babava ainda mais. Se conseguisse fazer algo além de gemer, teria implorado por mais, especialmente quando notou suas pernas tremendo e as mãos afundando o rosto em sua virilha. Ele sabia que ia gozar, era até impressionante que tenha aguentado alguns minutos, especialmente depois de ter chupado com tanta vontade o pau do outro, mesmo que tenha sido claramente frustrante Sanji ainda gostou e ficou com muito tesão por sentir o gosto alheio.

Seu corpo estremeceu enquanto ele começou a investir contra a boca em estocadas fortes e violentas, demonstrando toda sua necessidade para aquilo, o quanto era maravilhoso. Talvez ele tenha gemido o nome do outro enquanto o orgasmo o possuía e ele se contorcia no sofá em desespero, não tinha como saber porque sua mente estava em branco e a única coisa que conseguia fazer era ficar pateticamente jogado no sofá bem ofegante. Suas mãos ainda afundavam mais e mais o pau até as bolas na boca gostosa, querendo se despejar até a última gota...