Notas iniciais
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Era bom ter feito a reserva antes, porque foram segundos na recepção para pegar a chave e em instantes já estavam no quarto. Sanji chutou a porta, não se importando de trancá-la, ninguém entraria. Seu corpo pequeno praticamente pulou em cima do de Zoro, que recuou até bater a perna na cama e cair sobre o colchão. O loirinho riu de quão fácil o moreno era e enquanto ele estava pateticamente jogado na cama, ele se ajoelhou por cima das pernas e começou a tirar o paletó e desabotoar a camisa lenta e sensualmente, lambendo os lábios para provocar ainda mais o maior. Naquele instante foi que mais sentiu tristeza pelo terno do moreno não ser ajustado, caso fosse, veria o início da ereção dele crescendo e sendo marcada na calça, realmente uma pena.

Zoro observava atentamente o show que Sanji estava fazendo para ele ao se despir daquela forma, a excitação em seus olhos e a forma como fazia tudo deliberadamente para enlouquecê-lo. Ele decidiu que precisava se lembrar desse momento sempre que seu cérebro idiota tentasse convencê-lo de que Sanji era um anjo inocente quando fazia expressões injustas e angelicais, porque isso era a coisa mais estúpida do mundo. Esse garoto era tudo, menos inocente. Ele havia planejado isso, alugado um quarto para depois da festa com perversão em mente. Não havia um só fio de cabelo naquela cabeça loira que fosse inocente.

— Por quanto tempo podemos ficar? — Zoro disse ainda seguindo com o olhar os dedos de Sanji que abriam lentamente os botões. Suas próprias mãos se movimentaram ridiculamente rápido, tentando se livrar da sua própria camisa e da gravata irritante o mais breve possível.

— 3 horas.

— Então precisamos aproveitar cada segundo. — Enfatizou ao enfiar as mãos por dentro da camisa semi-aberta do garoto, apalpando seu torso com vontade num gesto que significava que Sanji deveria se apressar em tirar toda aquela roupa.

Sanji riu com o desespero do moreno, talvez estivesse enlouquecendo-o sem querer... Não que convenceria alguém com essa história de não ser injustamente sexy o tempo todo de propósito, com o único objetivo de fazer aquele marimo burro babar em seus pés.

Zoro apenas levantou o corpo de Sanji com facilidade pela cintura para que sentasse um pouco mais perto, logo acima do seu pau que já latejava de ansiedade. Para que o garoto soubesse exatamente o quão impaciente estava, o quanto queria vê-lo e tocá-lo. O que se mostrou ser uma ideia não tão boa que dava ao garoto total controle sobre seu desespero, total liberdade para fazê-lo perder a cabeça enquanto continuava se despindo pacientemente sobre si.

Se o que Zoro queria é que fosse mais rápido, então Sanji faria exatamente o contrário, demorando-se mais no processo de se despir, mostrando pouco a pouco sua pele branca escondida pela camisa. Ele gemeu manhosinho ao sentir o pau grande em sua bundinha pequena, talvez a diferença corporal entre os dois o deixasse levemente excitado. Era a primeira vez que ele se sentia tão confortável em tirar a roupa na frente de alguém, Zoro transmitia essa confiança. Ele não se importava com as marcas horríveis que o loiro tinha em seu corpo, nunca se importou. Acabou sendo idiota por esconder aquilo, podia confiar no seu marimo preferido.

Seu quadril se moveu, as coxas flexionadas fazendo movimentos para frente e para trás para roçar o meio das nádegas no cacete gostoso que estava desesperado por ele, fazendo-o enlouquecer ainda mais. Por mais que desejasse negar, a verdade é que ele amava e estava viciado naquela rola. Claro que seu controle não durou muito, a cada rebolada gostosa suas mãos abriam os botões mais rapidamente, até que em segundos estava com a camisa sendo tirada pelas mãos grandes do moreno de seus ombros e braços. E Sanji fez o mesmo ao ver as mãos rudes voltando a tentar desabotoar a camisa larga de Zeff e começar a estourar os botões, o loirinho tomou a liderança até conseguir tirar a camisa do corpo que brilhou no bronzeado que o encantava tanto. A ideia de achar um homem gostoso ainda era estranha e confusa para ele, mas toda vez que via o moreno sem camisa era inevitável não achá-lo gostoso pra caralho.

Sanji avançou desesperado para abocanhar um dos mamilos escuros e começar a chupá-lo do jeitinho que tanto amava, juntamente com as mãos sedentas para tocar aquele corpo tão lindo, mas Zoro o interrompeu segurando suas mãos e ao olhar para cima irritado, viu o sorriso que considerava tão sensual nos lábios desejosos.

— Sua promessa primeiro. — A voz rouca fez o corpo menor estremecer de tesão. Seu pau começou a pulsar desesperadamente e ele sentia o mesmo acontecer com o que estava debaixo de sua bunda. Sanji ainda não havia notado o quão desesperado seu cuzinho estava se contraindo a cada pulsada que o pau de Zoro dava.

Antes que pudesse fazer qualquer coisa, sentiu seus braços finos sendo colocados em suas costas e o moreno amarrá-los com a gravata, o que claramente deixaria o mais novo irritado e imediatamente fez uma expressão de desgosto. Ele tinha um corpo delicioso em sua frente e não poderia tocar? Por mais irritado que estivesse, a ideia de ter as mãos restringidas o excitava para caralho.

— O que foi, cook? Será que não consegue cumprir sua promessa? — O sorriso desgraçado de Zoro o fez avançar até conseguir morder violentamente o lábio carnudo. — Não precisa das mãos para "me enlouquecer mamando apenas minhas bolas até dar uma boa esporrada nessa sua boquinha safada".

Zoro repetiu as palavras indecentes que não saíam de sua mente desde quando o garoto havia dito na noite anterior e ele pulsou desesperado só de pronunciar em voz alta tamanha indecência. Se ele achava que Sanji se envergonharia por aquilo, estava completamente certo, mas não é como se o loiro tivesse algum pudor e não fosse realmente fazer só por ser provocado, muito pelo contrário. Se Zoro duvidava que ele era capaz de fazê-lo gozar apenas engolindo aquelas bolas, se arrependeria de não confiar no mais novo.

Como se não fosse o bastante as reboladas safadas que dava em cima do pau duro, Sanji resolveu de fato matar aquele velho, se arrastando até o rosto moreno e encaixando o botão de sua calça na boca dele. Até que para alguém que não sabia lidar com botões, Zoro tirou bem rápido e fácil não só o botão como deslizou o zíper para baixo. As mãos grandes seguraram sua calça e a puxou sem nenhuma delicadeza para baixo, com tanta força que a cueca acabou indo junto. Então, completamente nu, apenas com a gravata ainda no pescoço, Sanji ficou de pé em cima do corpo maior, virou-se de costas para o rosto dele e se posicionou de quatro sobre ele, empinando bem a bundinha e mostrando o pau melado que acabava de ser pressionado contra o peitoral largo de Zoro e arrancado um gemido alto do mais novo.

— Só lembrando que você não pode me tocar também, afinal "você vai me fazer gozar bem gostoso só chupando meus mamilos". — Sanji sorriu vitorioso, dois podiam jogar o mesmo jogo, se Zoro queria restringir seus movimentos, então faria o mesmo, proibindo-o de tocá-lo enquanto estava totalmente exposto.

— Uma coisa não tem nada a ver com a outra. — Zoro tentou, em vão, argumentar. Sabia que Sanji não mudaria de ideia e aquele aviso era um aviso sério. Caso tentasse tocar o mais novo, não apenas estragaria o desafio, como também sairia perdedor daquilo.

Sanji ouviu o resmungo do outro, não prestando atenção na reclamação que não mudaria nada. Já estava muito concentrado no caralho gostoso que babava só para ele. Sanji lambeu os lábios e coletou com cuidado o pré-gozo na cabecinha, tomando cuidado para tocá-lo o mínimo possível. O gosto de Zoro era apetitoso desde a primeira vez que havia provado e era inegável que estava bastante viciado. Se fosse permitido tomaria seu leitinho quente todos os dias.

Sanji se envergonhava com seus próprios pensamentos indecentes. Sua boca salivava enquanto observava a rola gostosa pulsando em desespero, mas Zoro não queria ser chupado, não é mesmo?

— É realmente uma pena não poder socá-lo na minha boquinha... — Sanji disse injustamente e deu um beijinho na glande como se estivesse conversando com o pau moreno e não seu dono. Seu próprio pré-gozo escorria no peito do marimo em abundância, fazendo seu corpo começar a deslizar com facilidade, quase como se estivesse fazendo uma boa espanhola. Hmm... Não seria má ideia.

Nesses momentos Zoro realmente odiava aquele garoto. Quando ele o provocava de maneira tão rasteira, sabendo exatamente quais seriam os efeitos daquilo. Era óbvio que Sanji poderia apenas ter passado direto para suas bolas, mas ele precisava atiçá-lo, precisava dar um gostinho do que iria perder.

Quando moveu o corpo mais para baixo, Sanji precisou se empinar para alcançar as bolas suculentas e enfiá-las por inteiro em sua boquinha, passando a sugar com vontade e força, quase como se a intenção fosse que explodissem em sua boca. Sentia os pelos em sua língua sensível, assim como em seu pau, mas diferente da barba, os do peito e das bolas não chegavam a pinicá-lo, eram bastante macios. O cara supostamente mais hétero da face da terra amando chupar um saco peludo, parecia tão absurdo. A verdade era que quanto mais absurdo, mais ferisse sua "masculinidade", mais o deixava com tesão.

Sua linguinha se movia indecentemente em um testículo por vez, lambendo no mesmo sentido por alguns segundos, deixando os pelos penteados todos na mesma direção, para então mudar e começar a fazer exatamente o oposto, repetindo os movimentos até se dar por satisfeito e partir para o outro. Seu quadril continuava se movendo levemente para esfregar o pintinho no peito do moreno, imaginava a expressão de idiota que estava estampada em sua cara ao vê-lo fodendo seus peitos sem poder fazer nada, nem tocá-lo. A bundinha branca deslizando para frente e trás, ficando próxima o bastante do rosto que estava proibido de tocá-lo, tão sensual. Sanji não se dava conta que tais movimentos estavam não só expondo sua bunda como também a deixando bem aberta a ponto de permitir que seu cuzinho virgem fosse visto e claro que estava contraindo-o sem notar. Às vezes ele chegava a ser quase tão burro quanto o mais velho.

Zoro estava quase em seu limite. Sim, ele sabia o quão pateticamente fácil era por passar tão pouco tempo tendo as bolas chupadas e já estar desesperado para gozar. Mas o que realmente o deixava naquele estado era ter Sanji tão exposto na sua frente. Não é como se nunca tivesse visto sua bunda antes, mas certamente o garoto nunca havia ficado tão à mostra assim, e Zoro conseguia ver tudo. Via aquele cuzinho tão pequenino se contraindo, o hipnotizando, e desejava poder tocar, desejava que Sanji se inclinasse mais para trás e ele pudesse beijá-lo e violá-lo, e esses pensamentos o torturavam quase tanto quando a força que Sanji aplicava nas suas bolas.

Sanji retirou o saco da boca, causando um ruído extremamente alto e obsceno que ecoou por todo o quarto. Seus olhinhos brilhavam ao vê-lo tão inchado, tão babado. Como podia gostar tanto de engolir um pau sem nem engolir o pau propriamente dito? O que havia se tornado? Não que se importasse porque a sua língua cada vez mais habilidosa voltou a lamber, dessa vez não colocando na boca. Observava de perto o pré-gozo se derramando, escapando sem parar da glande também inchada, era bom ver alguém desejá-lo com tanta intensidade. Ele não resistiu e subiu um fio de pré-gozo até a cabecinha, coletando-o em sua língua, mas para sua surpresa, assim que encostou de leve na abertura pequena, Zoro esporrou em sua boca e rosto sem aviso, gozando em seu rostinho lindo e o melando. Sanji riu baixinho e não hesitou em engolir tudo, abocanhando o cacete e o penetrando fundo em sua garganta, percebendo que naquela posição era bem mais prático mamar todo o caralho suculento.

Por estar com as mãos amarradas, não pôde limpar o rosto, então ao se virar para olhar o rosto do maior, o gozo dele ainda escorria em suas bochechas rosadas. Não que se estivesse solto fosse se limpar antes de provocar um pouco aquele velhote tarado. Ao se ajeitar no colo, sentou com a bundinha em cima do pau que não estava mais tão duro e pouco a pouco amolecia e diminuía.

— Acho que só não foi mais rápido do que aquela segunda vez que te mamei. — E claro que toda a perversão visual não era o suficiente e precisava se tornar sonora também.

— Porque você trapaceou. — Zoro resmungou, mesmo que soubesse que isso não fazia realmente diferença e ele teria gozado do mesmo jeito, mesmo sem o estímulo na abertura da sua glande. Além do mais, não havia possibilidade de realmente ficar irritado com o comentário de Sanji enquanto ele estava com o rostinho coberto com a sua porra, que Zoro logo limpou já que o garoto estava amarrado e não poderia fazer sozinho.

— Trapaceei uma porra, seu marimo idiota! — Sanji praticamente gritou na cara do outro, irritado por aquela acusação injusta e sem sentido, mal teve tempo de tocar e Zoro já tinha despejado em sua língua, até parece que aceitaria a desculpa esfarrapada de que ele havia gozado rápido por trapaça e não por ser uma planta fácil. — Agora me solte, anda.

— Eu não vou te soltar. — Zoro disse enquanto apoiava suas mãos na cama relaxando seu peso sobre elas, já que não podia tocar o loiro. — Porque você não merece. E não me deixou te tocar.

Sanji bufou irritado com aquela afirmação, Zoro era realmente um idiota. Por que ele estava solto enquanto suas mãos estavam presas? Se ele achava que não se vingaria, estava muito errado. Claro que qualquer frase que tenha surgido em sua mente para protestar sumiu por completo ao ter a boca quente em seu mamilo, fazendo-o estremecer de imediato. Era ridículo o quão fácil era sempre ao ser tocado naquela parte tão sensível e deliciosa.

Zoro não esperou a resposta malcriada e logo beijou um dos mamilos pequenos de Sanji. Diferentemente de como fez consigo, Zoro não imediatamente começou sugando extremamente forte. Assim seria muito fácil. Ele sabia exatamente o quão sensível Sanji era naquele local, antes mesmo de poder tocar diretamente o garoto já se desesperava apenas com estímulos sobre o tecido de suas camisas, e costumava quase chorar ao ter aqueles mamilinhos apertados, sempre querendo mais e mais forte. Zoro daria o contrário, daria um tratamento lento e agonizante. Então, apenas se manteve lambendo pacientemente um dos mamilos rosados do loiro, como se estivesse saboreando um doce, sem pressa alguma. A língua pressionava levemente o mamilinho que rapidamente se tornava duro e, depois de alguns segundos, pôde começar a sentir a impaciência de Sanji, cuja respiração se tornava cada vez mais acelerada e os gemidos sugeririam que Zoro o estava torturando.

Sanji sabia que aquilo estava sendo lento apenas para torturá-lo, Zoro era um filho da puta desgraçado de merda que gostava de brincar com sua sanidade. Como se o loiro também não fizesse o mesmo, como havia feito há poucos minutos, demorando-se no processo de se despir. Quanto mais demorado, mais excitado ele ficava, o pau literalmente babando nas coxas grossas do moreno.

Quando ficou satisfeito com seu trabalho em um dos mamilos, Zoro passou para o outro, fazendo exatamente o mesmo, devagar e leve, o que fazia Sanji tremer e choramingar em cima do seu colo. O pior garoto e o mais impaciente. Zoro se afastou para observá-lo e seu rostinho arruinado estava vermelho e manhoso, o pau escorrendo e intocado e Zoro era muito fraco por aquela visão, então recompensou seu lindo garoto abocanhando um dos minúsculos mamilos e chupando de leve num ritmo constante. Sanji passou tanto tempo recebendo tão pouco que apenas aquela chupadinha parecia o suficiente para fazê-lo começar a se desesperar em seu colo, arqueando o peito para que ficasse o mais próximo de Zoro possível. Zoro sabia exatamente o que significava aquilo. Mais forte. Mais. Mais. Mais.

O loiro ainda estava com as mãos atadas com a gravata, e era melhor assim, ou tentaria puxar a cabeça verde mais para perto e o obrigaria a chupá-lo direito. A verdade era que Sanji estava delirando com a demora, a expectativa em ter algo, mais estímulo, mais intenso, ser devorado por aquela boca que sabia tão bem como tratá-lo. Além disso, suas próprias mãos habilidosas em dar nós em gravatas e retirá-los, poderiam facilmente desfazer o nó estúpido que o moreno havia feito, sem muita dificuldade, mas ter o movimento restringido sempre daria uma prazer a mais.

— Será que eu também preciso trapacear? — Zoro disse enquanto soltava um mamilo para trocar pelo outro, deixando o rastro de baba melar o torso de Sanji. — Tocar esse cuzinho que estava tão desesperado antes, hm?

Ele agarrou o mamilo com a boca, sugando e babando em todo o peito de Sanji, enquanto suas mãos foram parar a milímetros da bundinha pequena do loiro que se empinava cada vez mais, apenas para provocá-lo como havia dito. Sanji parecia dividido entre se inclinar mais para frente ou mais para trás e acabava se movimentando e rebolando sobre seu colo, fazendo Zoro perceber que estava completamente duro de novo. Estivera tão entretido com o corpo do garoto que não havia notado, mas agora parecia completamente evidente e doloroso, o que não era nada bom. Porque quanto mais Sanji rebolava em cima dele, menos ele conseguia focar, e menos controle ele conseguia ter sobre o que fazia, não conseguindo mais manter sua tortura lenta. Sua boca agia por si só, os lábios chupando com mais força a cada segundo e a língua devorando e estimulando os bicos pequenos enquanto Sanji se descontrolava em seu colo, parecendo perigosamente interessado em se esfregar no seu caralho, o que fazia Zoro mordê-lo como resposta. Sua língua já estava cansada, mas os sons que Sanji fazia diziam que o garoto morreria se ele parasse e Zoro realmente não queria parar. Queria que Sanji gozasse daquele jeito perfeito, somente com aquele estímulo improvável.

O pobre loirinho já não estava mais conseguindo raciocinar, o prazer era insano, desesperador, ele não gemia mais de forma consciente, seus movimentos se descontrolavam mais e mais a cada pulsada forte que sentia em sua bunda, cada vez que o pau moreno crescia mais um centímetro enfiado no meio de suas nádegas. Zoro ficava maior, mais grosso e melado, ajudando os movimentos do jovem que adorava se esfregar naquele cacete tão suculento. A ideia do outro babando por ele, assim como também babava por Zoro, o deixava fora de órbita. Seus olhos há muito haviam se fechado, a cabeça estava jogada para trás, as costas curvadas, ele precisava daqueles toques, daquele marimo idiota que infelizmente era um homem gostoso pra porra e sabia como dar prazer a seu corpo lascivo e enlouquecê-lo. Assim que o maior começou a morder seus pequenos mamilos, a única coisa que o loirinho conseguiu foi gritar em transe e gemer cada vez mais alto, tanto que se estivessem na casa do moreno seus vizinhos teriam ouvido com facilidade.

Ele estava choramingando, tremendo, gemendo, babando, tudo ao mesmo tempo, parecia que perderia a consciência. Mas bastou apenas o estímulo daquelas palavras, que há alguns meses o deixaria enojado e há pouco sua mente tentou fazê-lo ignorar de tão vergonhosa que era, e o leve toque as mãos grandes apenas afastando suas nádegas para que ele se despejasse com força nas coxas grossas abaixo de si.

Suas mãos escaparam da amarra da gravata e enquanto gritava em meio a seu orgasmo, ambas seguraram a cabeça verde e o puxou contra seu peito, obrigando que Zoro continuasse a chupá-lo tão deliciosamente até que se acalmasse. Mas não foi bem assim que aconteceu. Estava tão desesperado e necessitado, a voz rouca ecoando milhares de vezes em sua mente repetindo a proposta de tocar seu cuzinho que não parou nem por um momento de se contrair a cada rebolada, cada movimento que continuava fazendo, agora bem mais lento, enquanto gozava. Sim, era tudo que queria.

— Zoro... Zo... Eu quero... Quero, quero muito. — Sanji estava em completo transe. Suas mãos seguraram com força a nuca do maior e puxaram sua cabeça para cima até que pudesse beijá-lo, tão desesperado e necessitado quanto. — Dentro de mim... No meu cuzinho... Eu preciso... Soca fundo em mim, Zoro...

— Sanji... — Zoro praticamente rosnou enquanto ainda chupava o mamilo exageradamente estimulado e sensível.

Sanji estava praticamente derretendo nos braços do maior, suas mãos tocando o corpo moreno e o arranhavam com força, a nuca, costas, ombros, se alguém falasse que agiu dessa forma no dia seguinte ele não acreditaria. Mas naquele instante, com o caralho grosso enfiado tão gostoso entre suas nádegas, pulsando a cada palavra que saia de sua boca, a glande grossa babando em seu cuzinho virgem, ele sentia que se não tivesse isso sua vida não faria sentido.

— Mete seu pau em mim... — Ele falou em meio as lágrimas que desabavam por seu rostinho. A bundinha se levantando por um instante, apenas para deixar a rola de Zoro levantar e que pudesse tocá-lo, arranhando-o devido a tanto desespero. — Zoro, me fode, por favor.