Don't Be Afraid

1 Capítulo 1 - Swan Song - Parte I


Notas iniciais
Oi tortinhas.
Espero a aprovação de vocês, geeks do meu coração e boa leitura. 💟

Deus, o Pai distante, estava enfurecido com oque um de seus filhos estariam fazendo. Castiel, um dos anjos que Ele mais admirava, estaria unindo forças com um demônio mesquinho para ganhar uma guerra desnecessária. Deus, que havia sido expulso do Céu por um feitiço feito por um infiel, estava cansado de ver seus filhos brigarem pelo comando do Céu.

Chuck resolveu confiar a justiça à Jane, a garota gerada basicamente do casamento de um arcanjo com uma deusa, para arrumar a bagunça de seus filhos.

Deus não via Jane desde seu nascimento. Ela era uma garota muito distante de todos. Depois da morte de seu pai, Baraquiel, ela nunca mais foi vista.

Chuck preferiu procurar por ela do que mandar uma mensagem. Ele fez um esforço e achou a localização da garota.

Jane Prior

Manhattan, Kansas

Eu, que à muitos não conseguia dormir, peguei no sono às 02:35 da manhã. Acordei às 06:40, para o meu turno no hospital, que começa as 08:20. Tomei um banho rápido e botei umas calças jeans e uma camiseta verde água, prendi meu cabelo num rabo de cavalo e botei alguns grampos para deixar "tudo no lugar". Peguei a chave do meu Civic preto e sai do meu apartamento 206 no Grandview Hills. A mesma rotina desde que me mudei para cá, à 5 anos atrás. Fui até o restaurante da Miah, minha amiga/mãe.

- Oi, raio de sol.-disse ela toda alegre, vindo em minha direção e me abraçando. A Miah era conhecida como a mulher que estava sempre feliz. Como alguém pode estar feliz às 07:00 da manhã?

- Olá, Miss sorriso. -eu resmunguei em seu ouvido. Ela se se afastou e deu o seu maravilhoso sorriso. A Miah era parecida com uma dessas modelos da Victoria's Secret.

- O de sempre?-ela gritou de trás do balcão.

- O de sempre. — respondi. O "de sempre" é um queijo quente e um café. Eu amo café.

Havia um jornal em cima da mesa. Eu folheei as páginas e uma notícia chamou a minha atenção.

O que aparenta ser uma única nuvem de tempestade que se projeta ao longo dos EUA, provocando raios e chuva de granizo constantes, intriga cientistas.

Eu ainda não mencionei aqui que eu caçava, não animaizinhos indefesos mas sim monstros. É difícil para a maioria das pessoas acreditar nisso mas eu vou te contar, demônios, vampiros, lobisomens, bicho papão, bruxas, toda essa porcaria existe mesmo, eles se escondem, são cruéis e não são confiáveis. Os demônios são os menos confiáveis, na verdade, as pessoas é que são idiotas. Ao invés de lutarem contra os problemas da vida, num ato de desespero, elas fazem pactos. Pensando bem os demônios não são as piores das criaturas.

"Jane, se os demônios não são os piores, quem é?"

Vou dizer. Prometa que não vai me me condenar ao inferno. São os anjos, meus caros meio — parentes. Eles são os piores. São uns filhos da puta (desculpe a expressão) engravatados. No fim de tudo, não passam de abelhas operárias, meros filhinhos de papai estúpidos. Eles matam a própria espécie, muitos não tem sentimentos e a humanidade pouco importa para eles, tirando o fato de que eles praticamente soltaram Lúcifer na Terra. Eu não sou totalmente inimiga de Lúcifer como a maioria, eu até o entendo um pouco. Imagine amar seu pai de todo o coração e ser expulso do Céu por isso...

É claro que existem exceções, alguns anjos não são totalmente escrotos, alguns se permitem sentir. Um exemplo? Castiel. Esse cara é um anjo. Lutou contra Céu e Inferno para salvar oque importava para ele. Nós nos conhecemos à alguns anos, lutamos lado a lado contra um anjo, seu nome era Anna. Uma babaca que queria se redimir com o Céu.

Mas parando de relembrar o passado, vamos voltar para o presente. Eu achei a noticia um tanto estranha, com certeza eram os anjos. Pobres e iludidos cientistas que não sabem da verdade. Meu café e meu queijo quente haviam chegado. Eu agradeci e comecei a comer. Um dor forte percorreu meu corpo e uma voz falou alto na minha cabeça.

"Jane, minha querida, sou eu, Chuck, eu preciso da sua ajuda. Venha me encontrar, por favor."

Ai droga, toda vez que eu tentava fugir dos assuntos do Céu, eu era puxada de volta como uma praga. Para Deus me chamar a coisa devia ser grande. Eu paguei a comida e peguei um café para a viagem. Saí da lanchonete e olhei em volta para ver se não havia ninguém. Fui até à localização correta.

Notas finais
xoxo