Doce Prostituta
2 Prostituta Sensível !?
Notas iniciais
OBS: Capítulo ainda não foi betado. Fiquei tão empolgada para postar, que não teve como minha Beta Divaa, betar. Ok?
Até lá embaixo... u.ú
Aquela perfeita mulher me deixou fora de mim, totalmente embasbacado.
– “Aí, meu Deus. Não posso fazer isso com Renesmee”
Fiquei escorado em um muro, somente observando a linda prostituta. Já estava ficando meio zonzo, provavelmente conseqüência da bebida. Até que, subitamente, inesperadamente, atravessei a rua e fui até ela.
Ela conversava com algumas prostitutas, enquanto segurava uma bolsinha de glítter vermelha. Enquanto me aproximava, algumas apontavam para mim, e depois viravam e começavam a conversar, olhando para mim.
Aproximei-me da linda prostituta, por quem me interessei, ou talvez meu coração também tenha interessado.
Umas de suas amigas vagabas começaram a ficar me esfregando, e desataram a falar para que eu a levassem á algum motel qualquer.
Como não suporto isso, gritei:
– Saíam daqui, suas vadias! Não é por vocês que estou interessado.
Digamos que me arrependi profundamente de ter dito isso. Mas ao menos, funcionou. Elas se afastaram, e assim pude ver quem eu realmente fui procurar, ela estava por incrível que pareça, rindo disso tudo. Também sorri, sem jeito, e aproximei-me dela. Meu instinto masculino não suportou aquele corpão todo na minha frente, e meu pênis já ficou ereto.
Abracei-a e a guiei junto ao meu corpo, para a rua onde havia deixado o meu carro. Fomos andando abraçados, passamos por alguns bares, casais e prostitutas, logo alguns olharam, mas depois voltaram ao o que estavam fazendo.
Andamos mais alguns metros, até que avistei o meu carro. Surpreendi a mim mesmo por saber onde havia deixado o carro, o whisky já estava me deixando tonto.
Destranquei o carro. A linda rodeou-o e entrou, e eu fiz o mesmo. A prostituta, pouco falou enquanto íamos para o motel. E de fato, estranhei seu comportamento. Não sei como as prostitutas geralmente fazem, mas algum instinto me diz que as tais, não costumam agir assim. Tentei colocar um ânimo no ambiente, colocando o cd da banda Guns N’ Roses. Até que falei:
– Sou fã deles. Você curte? – Perguntei em seguida
– Gosto. – Falou a prostituta, sem um pingo de animação.
Percebendo o descaso dela com minha banda preferida, não falei mais nada...
[...]
Chegando a garagem do motel, estacionei-o entre uma das vagas, e ambos desceram. Sei que seus clientes já pegariam em seus seios e a beijaria de um jeito totalmente selvagem, como se ela fosse um produto qualquer. Mas resolvi que mesmo sendo uma prostituta, ela é uma mulher, e toda mulher deve ser tratada com o devido respeito.
Abracei-a cuidadosamente e ela retribuiu agarrando-me na cintura, enquanto saíamos da garagem.
Logo, na recepção, peço pelo melhor quarto.
– Por quantas horas? – Perguntava a recepcionista
Sem saber o que responder, olho para a prostituta, em busca de respostas. Ela logo percebe e responde baixinho:
– A noite toda.
Confirmei com um gesto para ela, e falei que seria uma noite para a recepcionista. Peguei a chave do quarto e subimos. Ao chegar, destranquei a porta e deixei-a passar primeiro, logo depois passei e tranquei-a novamente.
Quando virei, avistei a prostituta sentada na cama, pegando uma bebida no mini freezer que tinha ao lado. Claro que já sabia por que as pessoas vão ao motel, mas, mesmo sabendo o foco principal, estava sem jeito. A prostituta logo percebendo meu estado de nervosismo, talvez, abriu o freezer e me ofereceu uma bebida, aceitei.
Sentei-me ao seu lado, totalmente sem jeito. Bebi um pouco de suco (por incrível que pareça, foi o que ela me ofereceu. Talvez por que tenha percebido que já estava bêbado).
Fiquei rodando a garrafa do suco no mesmo lugar, observando o líquido girar também. E de repente, do nada, ela disse:
– Você me chamou e me trouxe até aqui, não foi para transarmos, foi?
– Claro que foi. O que fazem as prostitutas? – Falei.
– Mas não é o que parece. Você está aí parado. – Falou ela, normalmente.
– É só por.. É por que prostituta quem toma a atitude. – Falei, gaguejando.
– Não sabia que atitude era ingerível. – Disse, debochando.
– Não se banca a engraçadinha, você sabe muito bem o que eu quis dizer. – Disse, alterando um pouco o tom de voz.
– Calma aí, estressadinho. Eu tenho atitude sim, mas não é só por que sou prostituta preciso ter atitude. – Relatou ela.
– Mas você, de certa forma é paga pra isso. – Desabafei.
– Por acaso você acha que estou aqui por que quero? – Falou, levantando-se da cama, e ficando de frente a mim.
– Acho. Não te obriguei a vim, veio por que quis. – Falei ficando de pé também.
– Você está muito enganado. Quer dizer, muito não. Totalmente enganado! Estou aqui por que preciso da grana, e aceitei por que achei que você seria diferente de outros caras, iria transar com carinho, e não igual aos bruta montes que sou obrigada a suportar. Mas achei errado, você não transou igual aos brutamontes que quase arregaçam minha vagina, mas me machucou bem pior. – Gritou, apontando o dedo na minha cara.
– Eu não tive a inten... – Tentei falar, mas fui interrompido.
– Você acha que as pessoas entram nesse mundo da prostituição IMUNDO, por que querem? Não! Estou nisso por que não ouve outra saída. Era isso ou morreria de fome. — Gritou.
– Desculpe se eu te magoei. Não queria ter dito isso, foi da boca para fora. Perdoa-me. – Falei, em tom de voz suplicante.
– Dizer é fácil, “perdoa-me”, é por que não é você que está nesse mundo sujo, é por que não é você que tem que fazer sexo com pessoas que nunca viu na vida, para ter o que comer no outro dia. Você ainda não viveu o suficiente, veio com uma prostituta com certeza só por que teve uma briguinha com sua mulher. E provavelmente ela teve razão na briga, não é? Você é um insensível! – Berrou.
– Como você sabe que briguei? – Perguntei.
– Está escrito na sua testa, idiota! – Falou brava.
Sei que foi uma grande burrice, mas cheguei a passar os dedos na minha testa para checar se estava tudo ok, e de fato estava.
– E tem mais, não vou ficar aqui escutando essas baboseiras. Se fosse só sexo, tudo bem. Agora ficar escutando esses desaforos, desculpe-me, mas não vou. Passar bem. – Disse ela, determinada já pegando sua bolsinha vermelha e indo a direção à porta.
Já que estava numa loucura mesmo, o que me custava ser um pouco mais louco?
Segurei firme em seu braço, e ela instintivamente se virou, e assim pude ver que a bela prostituta chorava. Realmente não aguentei ter uma linda mulher em meus braços e não fazer nada. Simplesmente, beijei-a.
Notas finais
Espero que vocês também fiquem loucos para comentarem sobre o que acharam. u.ú
E até o próximo capítulo *-* (Mas somente se estiver reviews, em?). Beijos, Natch.
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