Doce Prostituta
3 Manhã péssima, dia péssimo.
Notas iniciais
Boa leitura, gatitos e gatitaas. *--*
Aviso SUPER rápido lá em baixo. u.ú
Puxei-a para dentro do quarto e fechei a porta. Beijava-nos vagarosamente, sentindo cada movimento da língua e lábios.
Fomos aos beijos e abraços até chegarmos à cama, onde a prostituta já largara sua bolsinha no chão e deitou a cama me puxando para mais perto de si, gemendo baixinho.
Meus batimentos cardíacos já começaram a acelerar e minha respiração também. A gostosa prostituta começou a tirar minha camisa de um jeito sensual, mas, ao mesmo tempo de um jeito meigo. A acompanhei tirando seu vestido.
Já estava muito excitado, tirei os sapatos e as meias, ela sua sandália. Tirei seu sutiã cuidadosamente, dando leves beijos em seus seios e pescoço. Por sua vez, ela tirou minha calça e cueca. Fiquei por um instante envergonhado, mas, logo a excitação falou mais alto.
Desci sua calcinha vagarosamente, acariciando suas coxas. Ao jogar sua calcinha para longe é que me deparei.
“Oh, céus! Ela está nua! ’’
Já deveria ter sacado, mas o meu espanto foi repentino, mas, logo passou.
Deitei sobre ela e a penetrei. Fazia movimentos suaves, acariciava suas nádegas. Ela segurava firme nos lençóis da cama, agora dando gritinhos abafados.
Fui aumentando a velocidade dos movimentos, cada vez mais forte. Já estava quase no ponto do orgasmo. A prostituta gemia. Ela já tinha chegado ao orgasmo, e eu, por instantes seguintes cheguei também.
Deitei ao seu lado, ambos recuperando o fôlego. Quanto a excitação estava mais fraca ela ficou de quatro e a penetrei novamente, mas agora com estacadas mais intensas. A prostituta gemia muito.
Exaustos, deitamos abraçados e logo caímos em sono profundo...
[...]
Na manhã seguinte, acordei com uma mulher esgoelando. Fui levantar para ver o que estava acontecendo, mas fui impedido pela forte dor de cabeça. –Que caralho de ressaca.
Fiquei meio abobado, mas fui tomando a consciência. Espreguicei-me bastante, quando resolvo levantar esbarro em uma coisa, ou melhor, uma pessoa.
– Ai desgraça! — Berrei
– Nossa, mas que jeito de me acordar. – Falou a mulher.
– Quem é você? O que estou fazendo aqui? E que lugar é esse, em? – Perguntei totalmente desorientado.
– Ai, mas que bosta em!? Faz as coisas e depois banca de desentendido. – Falou, debochada. – Mas eu vou te orientar. Bom, meu nome é Isabella Swan, mas, pode me chamar de Bella, você está em um motel, e tem certeza que precisa de eu te dizer o que você fez em ummotel? – Falou, procurando alguma expressão em meu rosto.
– Claro que quero! E pode começar a explicar como você me trouxe até aqui. – Disse já nervoso.
– Já que quer saber... – Disse, dando um suspense ao que dizia. – Você é quem foi me procurar, e foi você mesmo que me trouxe para cá. E na real? Que fogo é esse, em? Banca de um homem de família, mas ficou com uma prostituta? Não foi assim que você se referiu a mim? – Falou irônica.
– Nunca que trairia minha mulher e logo com você. – Disse, já pensando nas consequências do que fiz na noite passada.
– Mas você traiu sua mulher com essa aqui. Não tenho culpa de você descontar seus problemas bebendo. Só fiz o meu trabalho. – Falou. – E já que não tenho mais nada pra fazer aqui, pode me dar a grana. – Falou estendendo a mão pedindo dinheiro.
Quando ela estendeu a mão para mim, reparei o quanto essa mulher que eu nem fazia ideia de quem é, era incrivelmente linda. Traços suaves e belos par de olhos verdes.
– Ei. – Bella gritava. – Quero a grana.
Quando acordei do transe, percebi que ela já recolhera a mão e colocado á cintura. Já estava nervosa.
– Eu não vou te pagar...
– O que? – Disse quase pulando em cima do meu pescoço.
– Que...quer dizer. Vou te pagar, mas não agora. Vou te levar onde te peguei. – Disse, desesperado para completar a frase.
– Ah, agora se mostrou um cavalheiro. – Falou.
– Ah é? Sempre fui cavalheiro. – Disse, me defendendo.
– Já que diz...
– E outra. Você iria embora assim? – Falei olhando seu corpo de cima para baixo e novamente para o seu rosto. Ela olhou para seu próprio corpo e exclamou um “Oh!”.
Comecei a rir e ela também. Pena que esse momento durou somente alguns instantes. Tomei uma ducha e ela em seguida. Bizarro não tomarmos juntos, mas não estava mais bêbado e a vergonha foi muito. Vesti a roupa e ela também. Bebemos um suco que havia no freezer.
Em seguida descemos.
Ela foi para a recepção pagar, enquanto pegava o carro, no estacionamento. Esperei-a na saída do motel. Liguei o som para dar uma relaxada enquanto esperava. Passado um tempo minhas costas já estavam ficando doloridas de ficar esperando. Olhei no relógio e deparei que já estava esperando há vinte minutos.
Desci do carro e fui atrás dela. Chegando à recepção, não havia ninguém além dos funcionários. Perguntei a mulher se as horas já estavam pagas e descobri que não. Pronto! A prostituta com quem transei me deixou esperando meia hora, roubou meu dinheiro, faço a mínima ideia de onde encontra — lá e estou com uma ressaca da porra. Paguei a porcaria do motel e fui embora.
[...]
Antes de chegar em casa e enfrentar a fera, resolvi passar no escritório para pegar uns papéis de uns processos que precisava analisar. Minutos depois, estacionei em frente ao escritório. Na verdade é meu e do meu sócio Seth Clearwater que é também meu melhor amigo.
Entrei, cumprimentei brevemente Alice nossa secretária e entrei na minha sala. Nosso escritório é pequeno, apenas de um andar. Mesmo sendo simples, só eu sei o que esse escritório significa para mim. Uma mudança de vida...
Foi fácil encontrar o relatório dos processos, estavam em pastas aleatórias de acordo com cada nome. Peguei as de que precisava, e sai. Liguei o carro, mas alguém enfiou na frente. Olhei assustado e ele percebendo rodeou o carro e foi “conversar”comigo.
– Ora, ora. Quem diria! O lobo mal bancando de um empresário? – Falou debochado.
– Cai fora. Some! Não tenho mais nada haver com antigamente! – Falei.
Liguei o carro e sai acelerando.
Droga, já não basta o que aconteceu e a dor de cabeça horrível, esse vagabundo tem que me atormentar.
Notas finais
Beijos da Natch
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