Doce Londres

26 Volta Para Londres


Notas iniciais
Tenho uma péssima notícia: Está quase acabando a história Ç.Ç
Mas aproveitem que ainda tem alguns caps.! Boa leitura!

Quando finalmente chegaram à estação de Trem de Manchester, Michael Green fora comprar as passagens — que obviamente eram de primeira classe para terem mais privacidade — E depois, quando chegou à hora do trem partir, eles entraram no vagão. Esse vagão era totalmente diferente do qual Holmes, Catherine e Watson pegaram para ir para Manchester — havia apenas dois longos sofás que ficavam nas extremidades do vagão, janelinhas por todo canto, uma mesinha que ficava no centro do vagão com revistas, bule, xícaras e uma bacia de biscoitos e um vaso de margaridas -.

– Inspetora? — começou Holmes, quebrando o silêncio.

Catherine olhou para Holmes.

– Por um acaso, já tem um nome falso? — prosseguiu Holmes se acomodando nos sofás.

– Não, isso nem tinha passado pela minha cabeça. Mas já sei aonde você quer chegar com isso — sorriu para Holmes — Meu nome pode ser Isabella Furtado. Sempre quis ter esse nome e sobrenome.

– Excelente escolha, Inspetora. — disse Watson.

– Obrigada. — respondeu Catherine.

– Como o nosso plano é breve e está ao fim, devemos chegar a Londres o mais rápido possível. — comentou Michael pegando um dos biscoitos em cima da mesinha. — Robert Parker pode planejar algo durante nossa ausência em Londres. — e então mordiscou um pedaço do biscoito — Cate, você recebeu o bouquet de rosas que eu te mandei? Eu o mandei só para me certificar que você ainda estava viva.

– Recebi sim, só não entendi o que você quis dizer com aquele bilhete. — respondeu Catherine.

– Que bilhete? — perguntou Michael se curvando para frente quando escutou a resposta de Catherine.

– Um bilhete que estava escrito: "Caso eu te deixar brava ou chateada, veja esse bouquet como um pedido de desculpas.". -respondeu Holmes, demonstrando desinteresse na conversa.

– Mas eu só enviei as flores e não o cartão! — protestou Michael.

– Era o que eu temia. — respondeu Catherine atraindo olhares curiosos dos três rapazes. — Eu e Michael quase nunca brigávamos, e não tinha porque ele me deixar brava ou chateada, pois não somos videntes e não sabemos se ele vai me deixar chateada ou brava, certo? — Michael balançou a cabeça positivamente. — Isso quer dizer que, o nosso espião, colocou no bouquet á pedido do alfa. E esse alfa é meu tio, Robert Green. Traduzindo: Ele já tem um plano para nos destruir.

– Exatamente! — respondeu Holmes, sorrindo. — Mas acabamos de descobrir uma vantagem disso. O plano dele é nos destruir, certo? Então, o plano que bolei vai funcionar direitinho! — Agora, ele parecia uma criança que estava orgulhosa por ter tirado um A em uma prova de matemática.

– Mal posso esperar para chegar em Londres para poder cumprir o plano logo! — exclamou Michael não conseguindo conter sua felicidade.

– Tenha calma. Já fizemos uma boa parte do plano, e foi até um milagre conseguir a autorização dos pais de Catherine para casar. — disse Holmes.

– É verdade. — afirmou Watson.

– Talvez agora devêssemos descansar, e até dormir. Pois quando chegarmos em Londres, talvez não conseguiremos tirar nem uma hora de sono. — comentou Catherine.

– Concordo com você, Inspetora Parker. — disse Holmes.

– Bem Holmes, agora que a gente vai casar, pode me chamar de Cate mesmo. — disse Catherine antes de rir.

Rir era a última coisa que eles fariam naquele momento. E, além do mais, era a primeira vez que Catherine ria naquela investigação.




Notas finais
Gostaram? u.u