Notas iniciais
Esse capítulo ficou grande, aproveitem ! ^^
Á propósito, a fanfic já está acabando. Esperam que tenham gostado.

– Recebemos uma carta anônima dizendo que seus pais... Foram sequestrados. — respondeu Leah.

- Como assim eles foram sequestrados? — perguntou Catherine, arregalando os olhos de preocupação.

- Não sabemos! Apenas recebemos esta carta enviada anonimamente dizendo que eles foram sequestrados! — exclamou Leah.

- Me dê esta carta! — disse Catherine pegando a carta da mão de Leah e lendo em seguida — Canalha! Por que ele envia anonimamente se eu sei que é ele?

- O que iremos fazer? — perguntou Natasha, demonstrando um pouco de espanto e ignorando completamente o que Catherine dissera.

- Eu vou á procura de meus pais. — respondeu a Inspetora firme e se dirigindo até a porta, segurando o vestido branco para não dificultar para dar seus passos firmes e pequenos.

- Obviamente, você não pode ir, Cate! — teimou Lydia ficando na frente da Inspetora. — Sossegue, por favor!

- Mas onde arranjaremos uma coisa velha e uma coisa azul? — perguntou Leah.

- Eu darei um jeito. Fiquem calmas. — respondeu Natasha.

- E quem entrará com ela na igreja? — Leah perguntou novamente.

- Eu arrumarei alguém na igreja para fazer este papel. — respondeu Natasha novamente.

- Vão procurar um coche enquanto isso. Eu irei procurar algo velho e algo azul dos vizinhos para emprestarem-nos. — disse Leah.

Após Leah dizer isso, as três secretárias saíram do quarto, deixando Catherine sozinha.

Catherine se sentou na cama e começou a refletir: Esse seria um momento perfeito para ela fugir, mas havia alguma coisa que a fazia permanecer ali, parada, sem nenhum intuito de fugir. Ela olhou ao seu redor, á procura de algo no seu quarto que lhe tirasse a atenção por alguns segundos, mas nada do que ela via todo dia lhe tirou a atenção quanto uma bolsa que ela achou em cima de sua cama.

Catherine abriu a bolsa. Lá, ela achou duas pistolas carregadas, um colar de ouro velho com uma safira azul embutida, um bilhete e um canivete. O que chamou sua atenção foi o bilhete, que estava escrito:

"Cara Cate,

Espero que leia esta mensagem antes de sair para a igreja. Nesta bolsa, que você aparentemente acabara de abrir, coloquei duas pistolas carregadas e uma canivete para sua proteção. Na igreja — apesar de ser um local sagrado — alguém derramará seu sangue — e se não for à igreja, será em algum outro lugar mais dramático — ainda hoje. Não gostaria que essa pessoa fosse você. Além do canivete e das pistolas, nesta bolsa você também encontrará um colar de ouro velho com uma safira azul da minha família, só para seguir a tradição.

Se cuide — muitas coisas ruins estão para acontecer.

Sherlock Holmes”

Catherine levou uma mão na boca. Como que alguém iria derramar seu sangue numa ocasião dessas? — justamente, quando Sherlock Holmes, John Watson e Catherine Parker estavam trabalhando na segurança de um país inteiro de um homem tirano e ambicioso como Robert Parker — Esse alguém tinha que ser Catherine Parker. Ela, a causadora de todo esse problema, tinha que dar um jeito nisso tudo, e se ela tivesse que ser dizimada para a proteção de um país inteiro, ela morreria com honra.

Catherine se levantou da cama, com um intuito de esquecer sobre esse assunto e pensar positivamente, que ninguém será morto, ninguém será ferido. Tudo ocorrerá bem. Apesar de Catherine estar enganando a si própria, ela preferiria acreditar que tudo acabaria bem.

De repente, passos que não lhe eram estranhos, mas Catherine não gostaria de reconhecer começavam a fazer barulho entre a sala, depois as escadas e finalmente seu quarto.

- Cate? Vamos? — perguntou Natasha.

Catherine se virou, em um ato súbito.

- Vamos. Espere só um segundo. — respondeu a Inspetora.

Natasha assentiu em silêncio e desceu as escadas.

Catherine pegou as pistolas e a canivete e as colocou na sua meia — calça colocou também o colar que estava dentro da bolsa e saiu de sua casa. Sentiu a adrenalina queimar em suas veias. Era uma sensação maravilhosa. Mas, ao mesmo tempo, seu coração acelerava a cada segundo, esperando pela hora em que seu sangue será derramado e sua vida sairia de seu corpo.

Ela entrou no coche, que estava na frente da sua casa e, em seguida, as três secretárias entraram. Durante o trajeto até a igreja, a Inspetora tentava se acalmar.

Ela já trabalhara com esse tipo de coisa — no sentido de derramar seu sangue em várias poças — Mas não tratando das vidas de um país inteiro. Agora ela sentia a responsabilidade pesando em suas costas. Milhares de homens, mulheres, crianças, jovens, idosos e bebês estavam sob responsabilidade dela e de Sherlock Holmes naquele exato momento. Se ela falhar, provavelmente, as consequências serão ruins. Muito ruins.

.

- Pronto Cate! Você já pode entrar! — exclamou Natasha, saindo com Michael Ludwhite da igreja.

Catherine foi até Michael, deu um sorriso e seus braços automaticamente se engancharam.

Quando, de repente, as portas da igreja se abriram para Catherine entrar, todos se levantaram e começaram a olhar com desdém ou curiosidade para Catherine Parker, que entrava na igreja acompanhada com Michael Ludwhite calmamente.

- Você está maravilhosa, Cate. — elogiou Michael não retirando os olhos do altar.

- Obrigada. — respondeu Catherine corando um pouco.

Em seguida, quando Catherine menos esperava, ela já estava no altar, em frente com Holmes que segurava suas duas mãos, e o padre atrás dele, iniciando a cerimônia. Holmes e Catherine se comunicavam por meio de sinais e olhares, enquanto mantinham o sorriso.

Para Catherine, a cerimônia estava passando muito rápido. Para Holmes, estava durando uma eternidade. Ele queria ação, ele queria terminar tudo isso logo.

Até que, de repente, o padre pergunta:

- Sherlock Holmes, aceita Catherine Dobrev Parker como sua futura e legítima esposa?

- Eu aceito. — responde Holmes dando um sorriso torto.

- Catherine Dobrev Parker, aceita Sherlock Holmes como seu futuro e legítimo esposo?

Catherine deu um suspiro. A hora chegou.

- Eu aceito. — respondeu Catherine.

Quando o padre abriu a boca, as portas da igreja se abrem violentamente chamando a atenção de todos presentes.

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Notas finais
Estou pensando seriamente se escrevo um prólogo. Estão afim de um prólogo?