Doce Londres
12 Mais Um Assassinato - parte 1
Notas iniciais
Até aí, parece que Holmes e Parker estão começando a fazer as pazes.
Depois, eles pegaram um coche e foram para a mansão Denovam. No coche, eles começavam a fazer uns planos para começar a investigar na mansão sem ninguém desconfiar.
Quando chegaram à mansão, a primeira coisa que fizeram foi iniciar o plano. Um empregado abriu o portão para eles e os guiou até a sala de jantar, onde todos ali estavam almoçando.
– Oh! Perdoem-nos por chegarmos atrasados para o almoço! — exclamou Catherine.
– Sem problemas! Apenas sentem-se e sirvam-se! — respondeu Elisa.
Holmes e Catherine se sentaram juntos. Os empregados colocaram os pratos para Catherine e Holmes, que começaram a colocar a comida no prato.
– Senhora Denovam? — começou Holmes.
– Sim? — respondeu Elisa.
– Eu e Catherine devemos ir para Manchester amanhã cedo.
Ela quase faltou espirrar toda comida para fora.
– Vocês estão abandonando a investigação? — perguntou a Sra. Denovam.
– Não. Eu recebi uma carta que dizia que devemos ir para Manchester. — respondeu Holmes.
– Vocês não podem ir para Manchester!
– Por que não, Sra. Denovam?
Após essa pergunta de Holmes, o silêncio pairou e Elisa continuou sem dar nenhuma resposta.
Holmes olhou para Catherine.
Dentro que alguns minutos os dois terminaram de comer e se retiraram da mesa. A dupla foi para o quarto e Holmes pegou a chave da porta, a trancou e escondeu a chave em seu bolso. Após, Catherine tentou abrir a porta de propósito.
– Oh não! A porta emperrou Holmes! — exclamou Catherine.
– Vamos avisar a Sra. Denovam.
E eles foram. Elisa disse que ia chamar um chaveiro, pois seus empregados estavam no horário de almoço. Enquanto eles iam, Catherine e Holmes entraram no quarto de Elisa.
Nada encontraram no quarto de Elisa. Foram até o escritório de James Denovam, que Elisa Denovam ia com frequencia.
Lá encontraram várias cartas com ameaças de morte, mas o remetente era uma sigla: KW. Eles acharam o assassino (a), mas a dúvida agora era: Quem é o assassino?
Depois, eles foram para o jardim e começaram a dar umas voltas.
– Amanhã cedo nós vamos para Manchester. Gostaria de passar na sua casa e preparar sua mala? — perguntou Holmes.
– Não será necessário, Holmes. Obrigada. — respondeu Catherine sorridente.
Após o sorriso, Catherine se viu se tornando uma amiga para Holmes. Pela primeira vez, ela estava começando a gostar um pouquinho mais dele.
Catherine estava tão avoada em seus pensamentos que até tropeçou e quase caiu se não fosse Holmes para segurá-la.
Naquele momento, os dois olhares se encontraram. Holmes pigarreou interrompendo o "transe" e isso fez Catherine se recompor.
– Preste mais atenção, Srta. Parker. — disse Holmes sorridente.
Catherine retribuiu o sorriso dando outro sorriso.
~*~
– Gostaria que eu passasse batom vermelho, Inspetora?- perguntou uma empregada.
Catherine já estava se arrumando para ir ao baile. A empregada estava terminando de passar a maquiagem.
– Por favor. — respondeu Catherine.
E então, a empregada passou o batom hesitantemente, e isso fez com que demorasse mais que o normal. Depois, Catherine estava pronta. Fora até a sala de estar acompanhada pela empregada.
– Vamos, Inspetora? — perguntou Holmes.
– Vamos. — respondeu Catherine.
Eles entraram no coche de Gerald. No coche eles ficaram planejando os planos para o baile. Quando finalmente chegaram, foram até o canto, onde o suposto homem dissera na carta que estaria.
– Senhor Holmes e Senhorita Parker! Sentem-se, temos assuntos para tratar... — convidou o homem.
–
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