Notas iniciais
Oi gente! Hoje tive um baita bloqueio para fazer o cap. Se ele ficou chato, me desculpem!!!

E então, eles entraram no apartamento da Baker Street.

Catherine se sentou em uma poltrona de frente para Holmes e Holmes a mesma coisa;

- Bem, comecemos a concluir. Srta. Parker poderia dizer os fatos? — começou Holmes colocando fogo em seu cachimbo.

- Hum... No nosso primeiro dia de investigação, fomos abordados por um desconhecido que conseguiu fugir. Depois, na mansão Denovam, uma carta destinada a nós fora encontrada depois da ameaça da empregada. — disse Catherine revirando os olhos.

- O que você consegue deduzir de tudo isso? — perguntou Holmes.

- Por que está fazendo essas perguntas para mim se sabe que eu sei respondê-las?

- Por que você é uma detetive da Scotland Yard, e eu quero testar sua competência. E, além de ser uma detetive mulher, é obvio.

- Já chega, é demais para mim! — exclamou Catherine se levantando da poltrona.

- Aonde vais? — perguntou Holmes.

- Aonde eu vou não importa. Conclua esse caso você mesmo. — respondeu Catherine indo em direção da porta.

- Mas a Inglaterra está em nossas mãos!

- Está nasuamão. — corrigiu Catherine.

Dizendo isso, Catherine saiu do apartamento de Holmes. Ele já se gabara demais para ela, além de tudo, Catherine o detesta. A Inspetora saiu da Baker Street trincando os dentes.

Da Baker Street, fora diretamente para sua casa. Essa caminhada durou, aproximadamente, uma hora e trinta minutos.

Quando ela entrou na casa, pode sentir o cheiro de um perfume diferente, um perfume masculino.

- Seja bem vinda á sua casa, Catherine Parker. — disse o homem, que estava sentado bem atrás de Catherine.

- O que você está fazendo aqui? — perguntou Catherine não alterando suas emoções.

- Vim fazer um trato. — respondeu o homem. — Lembra da noite passada, quando eu segurei seus pulsos? — perguntou dando voltas em torno de Catherine, que ficou estática ouvindo cada palavra.

- Lembro perfeitamente. E pelo o que parece você estava aqui faz alguns minutos, no máximo trinta.

- Exatamente. E você parece que está irritada com alguém.

- Isso não é importante agora.

- Não? E por acaso, o que lhe seria importante nesse momento?

Catherine nada respondeu.

- Era o que eu temia. — respondeu. — Escute, é importante que você vá a Manchester. É importante que você resolva esse caso.

- É Sherlock Holmes quem está resolvendo, e não eu. — respondeu Catherine se sentando.

O homem se aproximou de Catherine e se sentou do lado dela.

- São vocês dois. — corrigiu o homem. — Por favor, Catherine, não seja difícil...

- Espere um momento... Quem é você?

A frase “Por favor, Catherine, não seja difícil...” lhe era familiar.

- Robert Parker.

Catherine deu um sorriso e abraçou seu tio.

- Como você me dá um susto desses, titio? Sabia que eu não te vejo faz doze anos? — diz Catherine após o abraço.

- Eu vim aqui para te dar forças, meu bem. Eu sei que você detesta Sherlock Holmes.

- Posso lhe perguntar uma coisa... Quem eram aquelas pessoas que se juntaram a você ontem?

- Uns amigos.

Apesar de ele ter hesitado para responder, a Inspetora percebeu que era verdade.

- Querida, não mude de assunto, por favor. — pediu o tio. — Eu sei que trabalhar com ele é horrível, mas não desista. A Inglaterra inteira está em suas mãos.

- Mas ele consegue me tirar do sério. Ele parece que tem um dom de me irritar.

O tio suspirou e deu um sorriso.

- Fico contente por isso. Isso vai dar uma coisa boa. — respondeu Robert sorridente.

- Isso não é uma coisa boa, tio. — respondeu a Inspetora colocando as mãos na cintura.

Instantaneamente, a porta é aberta bruscamente e alguém pula em cima de Catherine.

— Inspetora Parker? Você está bem? — pergunta Holmes.

Catherine, automaticamente, se levanta e Holmes também.

- Eu estou bem sim, obrigada. — responde.

- Vim aqui lhe dizer uma coisa... Você não pode desistir do caso! — exclamou Holmes colocando as mãos nos ombros de Catherine.

- Eu pensei bem e não vou desistir do caso. — respondeu Catherine tirando as mãos de Holmes de seus ombros.

- Excelente! Pois recebi uma carta dizendo que devemos ir para Manchester amanhã. Veio até duas passagens de primeira classe inclusas!

Catherine olhou para Robert, que sorriu.

- Vou ir embora. Adeus meus caros! — disse Robert Parker saindo.

- Foi só isso que você descobriu? – perguntou Catherine.

- Não, na carta também diz que Elisa Denovam esconde algo de nós.

- Devemos investigar o quarto dela.

- Exatamente. E depois, usar uma técnica.

- Vamos para a mansão Denovam então?

- Vamos.

Até aí, parece que Holmes e Parker estão começando a fazer as pazes.

-


Notas finais
Ficou legal? Provavelmente não, né? Mesmo assim, escrevi outro, que provavelmente, ficou melhor.