Doce Criada

23 Capítulo: novamente, em casa.


Notas iniciais
Agradecimento especial para Nanda, que me presentou com uma linda recomendação, um imenso abraço leitora. Querido público, vamos para mais um capítulo.

O casal, junto com o jovem Uzumaki, desceu da carroça a poucos metros da casa.

Hinata pediu ao marido que libertasse o rapaz e, sem resistir ao olhar implorador da esposa, o loiro o soltou.

Kawaki bufou ao perceber que Sai e Iruka mantinham uma postura vigilante, desconfiados de que o jovem pudesse fugir novamente.

A ideia de fuga não passava pela cabeça de Kawaki, que se sentia zonzo devido à dor de cabeça provocada pelo balanço da carroça durante o trajeto. Nem mesmo a palha que lhe serviu de assento conseguiu amortecer o impacto.

Poucos minutos depois, ao entrarem na casa, as duas crianças que estavam sentadas na escada se levantaram ao mesmo tempo e correram ao encontro deles.

As mãozinhas de Miina se abriram e fecharam repetidamente, quase alcançando o vestido da ex-Hyuuga, que recuou, dolorosamente, negando o contato:

— Não se aproxime, meu amor. Estou toda suja. Assim que eu tomar um banho e vestir roupas limpas, te encheremos de beijos, tá bom?

Miina bateu o pé, fazendo bico.

A pequenina então estendeu os braços para o pai, que também recuou.

Rapidamente, Naruto justificou seu distanciamento:

— Eu também não, filha. Estou sujo, veja, nossas roupas estão lamacentas.

Miina cruzou os braços, observando as roupas do pai e da madrasta. Em tom curioso, questionou:

— Estavam brincando na lama?

— Sofremos um pequeno acidente, só isso — respondeu Hinata.

— Huuum — Miina coçou o braço direito, pensativa.

— Esperamos na escada por um tempão. Eu quis levá-la para o quarto, mas ela não quis — informou Menma III, com as mãos atrás da cabeça.

Nas primeiras horas da ausência de Hinata, ele havia mentido para a irmã, dizendo que estavam brincando de esconde-esconde. Com o tempo, Miina começou a desconfiar que os adultos estavam fora de casa.

— Sinto muito por terem esperado tanto, mas não tínhamos condições de levá-los. Nem eu deveria ter ido, fui por teimosia — explicou Hinata, um pouco envergonhada. — Me perdoam?

— Claro — respondeu Menma III, sorrindo. Ele não estava chateado com os pais, apenas com Kawaki, ciente de que a ausência deles se devia ao irmão. Internamente, a raiva ainda fervia contra o irmão mais velho.

— Eu perdoo! — exclamou Miina, retornando a exibir uma expressão alegre. — Tome logo banho, mamãe! Tome logo banho, papai!

O coração de Hinata se aquecia ao ouvir a filha chamar por ela. A menina havia passado de “manhe” para “mamãe”. Quase perdeu a luta para resistir e encher a filha de carinho.

Naruto se afastou um pouco, percebendo que Kawaki se encorajava para entrar.

Hinata, ao escutar os passos, também se afastou, e os dois pequenos Uzumakis avistaram a figura do irmão mais velho.

Miina soltou um gritinho e apontou para Kawaki, exclamando:

— Machucou a raposa! Manda ele embora, pai!

— Ele se arrependeu e veio pedir desculpas — tentou acalmá-la Naruto.

A menina balançou a cabeça, negando, e rapidamente se escondeu atrás de Menma III, que exibia uma expressão de poucos amigos.

Os irmãos se encararam.

Menma III começou:

— Eu posso tê-lo perdoado por me bater... mas machucar a raposa e ao meu pai... — Recolheu o braço, cerrando as mãos contra o peito. Fechando os olhos, vociferou: — Eu não quero que chegue perto de mim!

O menino deu meia-volta e saiu correndo para a escada.

Miina ficou para trás.

— Filho! — chamou Naruto, mas o menino não se deteve.

Kawaki colocou uma mão no ombro do pai, e seu silêncio dizia que estava tudo bem.

Hinata apertou as mãos na frente do corpo, lamentando.

Miina mostrou a língua para o irmão mais velho e saiu correndo atrás de Menma III.

Momentos depois, Kawaki pediu permissão ao casal:

— Posso me retirar para o meu quarto?

Naruto e Hinata se olharam de modo breve. E quem respondeu foi o Sr. Uzumaki.

— Claro, descanse bem.

Kawaki assentiu e se afastou, sentindo alguns músculos doloridos. Por mais que tivesse dormido bastante, ele só queria ficar deitado para relaxar seu corpo e refletir sobre como poderia se redimir por tudo o que causou.

Após a partida do jovem Uzumaki, Naruto segurou a mão de Hinata.

Ele sorriu brevemente, com um olhar compreensivo, transmitindo que tudo ficaria bem.

Hinata assentiu, alimentando a esperança de que sim. Ao lado do marido, encaminhou-se para o quarto.

~

O par de velas, uma sobre cada móvel de apoio situado de cada lado do leito, jazia aceso.

Posicionado de lado à porta fechada, Naruto ainda segurava a maçaneta.

Devagar moveu seu rosto até sua vista pousar sobre a pequena mulher cantarolando baixinho.

Feliz, a perolada encimou a bolsa de palha no móvel de apoio da esquerda.

A seguir, retirou o manto de capuz.

Pousou sua mão sobre os cabelos presos, em dúvida se os penteava antes ou depois de sair da banheira.

Enfim, decidiu ir primeiro ao banho, e iniciou a se despir.

Cantarolou um pouco mais alto. Não se deixaria se enublar por conta da situação de Kawaki.

Venceram o obstáculo de trazê-lo de volta, certamente, conseguiriam fazer com que ele fosse aceito pelos irmãos.

Predominaria sua mente com positividade.

Quando o vestido deslizou aos tornozelos juntinhos da esposa, o rotundo azulado percorreu o perfil do stay no qual era possível realizar dez cruzamentos de fios.

Hinata costumava realizar apenas quatro ou cinco cruzamentos de fios, deixando os outros buracos vazios.

O stay era uma peça que ressaltava os seios das mulheres, comumente, confeccionado com barbatana de baleia.

Após o descruzar de fios, o stay caiu sobre o vestido, aos pés da dona.

Assim como nas outras vezes testemunhadas de longe por Naruto, ele reparou o quanto a pequena mulher se aliviava em se livrar daquela peça, e a seguir, previu que ela massagearia alternadamente os ombros.

Ele nem precisava perguntar o porquê de ela não realizar todos os cruzamentos, caso ela o fizesse, os seios chegariam ao tamanho de melancias.

A Sra. Uzumaki parou de massagear o ombro esquerdo, e pousou sua visão na imóvel figura do cônjuge.

Suavemente, chamou-o:

— Naruto.

Ele rápido desviou o olhar, encarando sua mão a se manter espremendo a maçaneta.

Ela sorriu, e sabia que se aproximasse do marido, perceberia a coloração avermelhada na face dele.

— Desculpe, eu nem perguntei se gostaria de se banhar primeiro. — Ela manteve o timbre suavizado.

Naruto soltou a maçaneta, e pousou sua mão sobre a outra que apertava a extremidade da bengala.

— Não tem problema. — Disse ele. — Nós...

Ele demorou a completar.

— Nós? — ela o incentivou a continuar.

Os dentes do Sr. Uzumaki exerceram uma rápida pressão no lábio inferior. Ele completou:

— Poderíamos nos banhar juntos.

Em primeiro momento, Hinata se surpreendeu, haja vista que o marido se punha longe sempre que ela se despia.

Seus cantos de lábios se esticaram, e o assentiu carinhosa.

— Seria ótimo.

Ela se curvou para se descalçar e aproveitou para juntar seu stay e vestido, iria pô-los na cesta situada dentro dos limites dos acortinados a marcarem o espaço de banho.

Ela atravessou as cortinas, pouco tempo depois de o marido passar por elas.

A esposa jogou as peças ao interior da cesta e observou seu marido, apressado, sentar-se de costas para ela.

A ex Hyuuga se impediu de rir, evitando constranger o esposo, todavia era engraçado ele convidar para se banharem juntos e ao mesmo tempo fugir de vê-la nua.

Naruto após terminar de se descalçar, viu a peça íntima da esposa voar e cair dentro da cesta.

Engoliu a seco.

Suas mãos tremularam um pouco.

Ergueu-se, apoiando uma mão na borda da banheira e a outra, na bengala.

Hinata se aproximou das costas do marido, e foi colocando as mãos no cinto dele, procurando afrouxá-lo.

Seus seios encostaram-se ao corpo masculino, e o loiro se tornou uma estátua.

A calça deslizou pelas pernas do loiro.

— O-obrigado, Hinata.

O sorriso dela, antes pequeno, retornou a se alargar.

— Não precisa agradecer.

Ela falou, deixou um beijinho sobre a roupa dele, na direção de uma vértebra lombar.

O corpo do marido se contraiu.

As mãos dele exerceram maior força na bengala e na borda da banheira.

Surpreendida com a leve sacudida manifestada pelo cônjuge, Hinata formou um “o” com sua boca.

Naruto rápido se assentou na borda da banheira, podendo soltar a bengala.

Começou a retirar sua roupa de cima, esperando que sua esposa não tivesse percebido.

Concentrou naturalidade na voz, avisando-a:

— Se quiser entrar primeiro, entre, consigo entrar sozinho.

— Tudo bem.

Hinata aceitou, fingindo desperceber o inusitado ocorrido.

Ela se projetou sobre a banheira, pusera um pé dentro da água, depois o outro.

— “Não há nenhum machucado na região onde beijei.”

Após uma seguinte reflexão, concluiu que não foi dor o que ele sentiu.

— “Meu marido é sensível nessa parte do corpo. Seria sensível em outras regiões das costas?

Alimentava a vontade de descobrir, adoraria encher as costas dele de doces beijos.

Sorriu sapeca.

Todavia, aos poucos, desanimou-se.

“O que há comigo? Estou sendo muito indecente pensando nessas coisas? Não, não pode ser, pois ele é meu marido. E agora que sabemos que nutrimos bons sentimentos um pelo outro, é normal.”

Aumentava seu anseio de aprofundar a intimidade de casal.

De repente, considerou algo e seu coração sofreu uma acelerada: se ele a convidou para se banharem juntos, talvez estivesse preparando o terreno para convidá-la para a primeira vez.

— “Ai Cristo! Mesmo cansado?!

Depois do que passaram não esperava que ele a convidasse para aquilo.

Bem, se ele convidasse, ela não negaria.

Mesmo cansada, ela também faria um esforço para enfim consumarem o matrimônio.

Acreditando estar com um intenso vermelho na face, a ex Hyuuga repetidamente jogou água contra o rosto.

A seguir, prestou atenção no cônjuge.

Completamente despido, de costas à banheira, o Sr. Uzumaki observava suas roupas dentro da cesta, incluindo a máscara, unidas às vestes de sua mulher.

Ele também se estendia em pensamentos, todavia não eram os mesmos da pequena perolada.

A esposa admirou a imagem de seu marido.

Ela percebia o bumbum dele mais cheinho, e ficou coradinha com os pensamentos íntimos a lhe percorrerem, considerou que fosse algo bobo, mas fervorosamente desejava dar uma beliscadinha nas nádegas daquele homenzarrão.

Aquele novo pensamento se esvaiu, quando a preocupação a tomou.

— Naruto? Sente-se bem?

— Sim. — Ele respondeu, volvendo-se à banheira.

Como ele não falou nada mais, a azulada supôs que ele apenas se preparava para dividir a banheira com ela.

Hinata achava uma fofura aquela timidez do marido, considerou-se cruel por usar seu corpo para que ele fizesse coisas, como na vez que ele permitiu que Menma II permanecesse na casa até o aniversário do sobrinho.

Naruto imergiu na água, e seu tamanhão fez a banheira parecer menor.

De frente para ele, a pequena mulher recolheu as pernas, acobertando seu busto.

Ela admirou o ganho de massa muscular daquele corpo másculo, poderia ser pouco ganho, mas ao menos mostrava que o reforço em cada refeição estava começando a causar efeito, refletia ela, orgulhosamente.

Ah, mal podia esperar para vê-lo dali a alguns meses. Seria um homem tão mais belo e jovial como Menma II.

Ternamente, ela se ofereceu:

— Gostaria que eu ensaboasse suas costas?

— Eu adoraria, obrigado.

Ela fez menção de se levantar, no entanto, sendo mais rápido, o marido se impulsionou, apoiando-se na borda da banheira, moveu o corpo, ajeitando-se de costas para a azulada.

O movimento do loiro causou o transbordar de algumas porções de água.

Hinata alcançou a pedra de sabão e esfregou bastante em suas palmas, na sequencia, colocara-se de joelhos atrás do marido.

Repentinamente, ela parou quando estava prestes a alcançar a região inferior das costas do esposo.

O Sr. Uzumaki atento ergueu sua sobrancelha.

Timidamente, ela questionou:

— E-eu posso perguntar algo, Naruto?

— É sobre minha reação de momentos atrás. — Ele deduziu, pelo timbre acanhado dela. Com um pequeno sorriso, dissera: — No fim, não me adiantou disfarçar.

A pequena mulher corou, e pousou suas mãos ensaboadas nos ombros do esposo, seus seios se encostavam à epiderme daquele corpo másculo.

Ah, como ele amava aquela sensação.

— Sim, eu percebi e fiquei curiosa. — Hinata confirmou. — O... o que foi aquilo?

— Nada de mais. É que sou bastante sensível nessa região. Pode não parecer, mas quando você ensaboa minhas costas eu recebo uma sensação mais intensa, porém eu consigo me conter. Mas aquele beijo me pegou desprevenido.

Pareceu um raio a lhe percorrer a espinha.

— Desculpe-me. — Hinata abraçou o pescoço dele, esfregou seu nariz na orelha esquerda do marido.

Naruto levou uma mão, acariciando um lado do rosto da esposa.

Ele a tranquilizou:

— Está tudo bem, eu gostei.

Rosadinha, a perolada confessou:

— E eu gostaria de beijar mais...

Ele virou o rosto, soltando um sorriso leve como uma pena.

Encostaram suas bocas, provaram um pouco de suas línguas.

Com alguns momentos depois, ele teve o autocontrole de afastá-la, enquanto Hinata se frustrou um pouco, achando que ele aproveitaria para iniciar a primeira vez deles.

Pensando por outro ângulo, ela mudou de pensamento:

— “Ah, que isso Hinata, ele não vai querer ter a primeira vez na banheira.”

O banho transcorreu tranquilo.

Naruto retribuiu o favor, ensaboando as costas da esposa, evitando mirar o bumbum redondinho e branquinho dela.

A perolada amou o toque daquelas mãos grandes em sua pele, fechou os olhos, apreciando aquele ensaboar como uma massagem.

~

A governanta avisou para o casal Uzumaki que Menma III e Miina haviam jantado na escada.

Após o banho, o casal se arrumou para visitar os filhos. Eles tentaram conversar sobre Kawaki, mas as crianças se irritaram: Menma III quis ir embora e Miina soltou um grito.

Cansados, Naruto e Hinata decidiram deixar a conversa sobre o jovem Uzumaki para outro dia.

A perolada leu uma história do livro de contos de fadas para a filha, que adormeceu antes que ela chegasse ao final.

Naruto colocou Menma III para dormir e, em seguida, foi ao quarto da filha dar-lhe um beijo na testa. Hinata fez o mesmo ao visitar o quarto do menino.

O casal se reuniu para um jantar tardio. Depois de um jantar de sopa de legumes esquentada pelo mordomo, o casal se retirou para o quarto.

Mais tarde, ambos vestidos com roupas de dormir, Naruto se sentou na cama. Esticou as pernas, puxou a coberta até a cintura e cruzou as mãos sobre o tecido, observando sua esposa se pentear diante do espelho. Ela segurava um punhado de cabelo, desembaraçando as pontas.

Em um momento, através do reflexo, Hinata olhou para o marido.

— Sr. Uz... Naruto.

Após corrigir-se, sorriu para si mesma, e notou que o loiro também esboçou um pequeno sorriso.

Penteando outro punhado de cabelo, ela comentou:

— Creio que estarei muito cansada para ir à igreja amanhã.

Naruto congelou, preferindo que ela estivesse longe para receber o Dr. Dittman.

A esposa então fez uma pergunta:

— Se importaria se eu partisse às dez horas, Naruto?

O alívio retornou a ele.

— Fique à vontade. Inclusive, peço que leve as crianças e regresse um pouco depois do final da tarde, pois descansarei bastante antes de receber outro cliente. Preciso assinar alguns acordos de venda, e isso demorará bastante.

— Outro cliente? — Hinata se desanimou. Queria muito a companhia do marido. — Preocupo-me, tenho muitos planos para amanhã. Depois de visitar meu pai e irmã, irei às compras. Menma III é um amor, seria paciente, mas Miina pode se estressar... Sua companhia pode distraí-la.

— Não pode deixar a Sra. Hollingshead a cargo das compras? Faz parte da função dela. Eu preciso muito me reunir com esse cliente.

— Estou a fim de escolher os ingredientes para as próximas refeições. Além disso, quero conversar com meu pai, tentar convencê-lo a se submeter a uma consulta médica e contratar uma criada para Hanabi ter mais tempo livre. Se eu tiver sucesso, providenciarei tudo amanhã mesmo. Vai ser um dia longo.

Naruto sorriu, satisfeito com a determinação da esposa, e sugeriu:

— Deixe as crianças em sua casa enquanto resolves os outros assuntos. Busque-as assim que terminar. Sua irmã se empenha em ser uma boa tia, sei que vai distrair os sobrinhos.

Hinata terminou de se pentear e caminhou até a cama, colocando o pente sobre o móvel de apoio ao lado da vela. Pensando em Hanabi, concordou:

— Verdade, minha irmã ainda deve estar enfurecida por perder o aniversário de Menma III. Ela vai querer compensá-lo. Tudo bem, eu farei isso. Elas podem passear pelo campo de ovelhas. Vão gostar de saber onde cresci. Passarei uma lista de atividades para Hanabi fazer com elas.

A perolada se juntou ao esposo na cama, deitando-se sobre o lado saudável do corpo dele, como fizera em outras noites. A mão dele acariciou seus longos e lisos cabelos azuis, parando suavemente atrás da cintura.

A outra mão segurou seu queixo, orientando-a a fitá-lo.

Seus olhares se cruzaram demoradamente.

— Hinata — ele pronunciou, de forma suave.

Ela sorriu, percebendo que ele apenas queria chamá-la.

— Naruto.

Ela pegou a mão que segurava seu queixo e beijou o centro da palma. Era sonoramente belo chamarem-se pelo primeiro nome.

Em meio a aquele carinho, Hinata adormeceu primeiro, vencida pelo cansaço. Deixou de esperar que tivessem a primeira vez naquela noite, imaginando que o cansaço havia vencido Naruto, fazendo-o mudar de ideia.

Por outro lado, o Sr. Uzumaki lutava contra a vontade de amar aquela mulher de todas as formas, sabendo que restava a ele esperar pelo sucesso do procedimento que o aguardava na manhã seguinte.

Notas finais
Também agradecimento especial para Luciana Neves que favoritou minha fic, e para Andersonn e Bia Hanabi que a colocaram em seus sistemas de acompanhamento. Há mais três que colocaram em acompanhamento, também agradeço a vocês. Para o público em geral, desejo uma boa noite, espero que tenham gostado do cap. Desculpem a enrolação para esse momento do procedimento médico, mas quem me conhece sabe que amo momentos em banheira kkkkkk tive que fazer esse cap.