Do Que As Mulheres Gostam?
16 Capítulo 16 - O Encontro.
Notas iniciais
Desculpe a demora.
Queria agradecer a Jhenny Salvatore pela recomendação.
Fiquei super feliz, hein?
=)
Olha, eu vou dizer TENTEI de TUDO para deixar esse encontro o mais perfeito o possível.
Chega de falar, né?
Boa Leitura.
=)
POV Elena
Se eu acordei com um sorriso bobo no rosto? Sim, Claro ou com certeza? Sonhei com o Damon a noite inteira. Não sabia que esse homem beijasse tão bem. Ai meu Deus que delícia de beijo, que vai de carinhoso ao selvagem. Fui ao céu sabe lá quantas vezes. Confesso que NÃO consigo tirar esse (maravilhoso, gostoso, inesquecível) beijo da minha cabeça.
– Elena? — Chamou a Kelly, me tirando dos meus devaneios. Droga. — Tudo bem? Que cara é essa?
– Nada. — O meu "nada" não a convenceu.
– Sei. — Fez a cara de "me engana que eu gosto".
– Ah, tá bom! — Falei desesperada. — Se eu não falar para ninguém, vou ficar louca.
Comecei a contar tudo desde que ela saiu com o Mason, me deixando sozinha com o Damon. Conforme ia contando, aparecia um sorriso malicioso. Falei da carona, nossas conversas no caminho, e, finalmente o beijo.
– Então quer dizer que você beijou ele? — Perguntou com um sorriso malicioso.
Não falei nada, apenas assenti. Não conseguia tirar o sorriso do meu rosto. Estava extasiada. Conversamos mais um pouco e fizemos pipoca, e decidimos assistir um filme "Diário de Uma Paixão", onde tem uma cena de beijo na chuva. Não consegui evitar de sorrir, novamente. Meu celular começou a tocar que nem um louco, vi um número desconhecido.
– Alô? — Atendi sem nenhuma animação.
– Alô, Elena? – Falou. Meu Deus, acho que eu estou reconhecendo essa voz. Será? — Sou eu, o Damon, tudo bem?
– Tudo bem, e você? — Tentei não gaguejar.
– Estou bem, obrigado! – Falou. Calma, Elena. Não vai ter um troço, agora.
– Quem é? — Perguntou a Kelly num sussurro. Percebendo a minha mudança repentina de comportamento. Respondi mas sem som, que era Damon.
– Então, eu te liguei... – Começou a falar, mas depois parou. Ouvi, como se ele respirasse fundo. — Eu te liguei para saber, se você quer jantar comigo, hoje?
Esbocei um sorriso. Não acredito. — Claro que eu aceito.
– Que bom. – Falou, e o meu sorriso ia aumentando. — Eu te pego às 8h, pode ser?
– Pode! — Falei, passei o meu endereço para ele. Despedimos e fiquei olhando para o celular que nem uma boba.
Olhei no relógio, vi que era 4h da tarde. Ótimo, tenho 4 horas para me arrumar, pedi ajuda a Kelly. Tomei um caprichado banho. Passei creme no meu corpo, já que a minha depilação estava em dia, fiz uma maquiagem caprichada, destacando os meus olhos, e, prendi o meu cabelo. Fiquei pronta, e vi que no relógio, que era 7hs45min. Daqui a pouco ele estará aqui. Se eu estou nervosa? Imagina.
– Elena, você está linda. — Falou a Kelly. — Com certeza, o Damon vai ficar de quatro. Ou você, não é?
– KELLY! — Praticamente gritei. Essa mania da Kelly falar essas coisas, me deixa constrangida. Senti o meu rosto queimar, devo estar que nem um pimentão. — E obrigada. Eu acho.
– De nada. — Falou. — Elena. A-RRA-SA. — Ri com isso. — Depois eu quero saber de TO-DOS os detalhes.
– Tá bom. — Falei sorrindo. — Você vai para a sua casa, ou vai encontrar com o Mason?
– Claro, que eu vou para a minha casa. — Falou, como se fosse óbvio. Que eu não entendi. — Para quando você chegar, e me contar as novidades.
Revirei os olhos. Meu Deus, como essa mulher é curiosa. — É claro que eu vou te contar, querida, Kelly. — Falei com cara de tédio e dando ênfase no querida. — Por que com certeza, você não me deixaria em paz a noite inteira, e não me deixará dormir.
– Com certeza... — Começou, mas foi interrompida pelo interfone. Olhei no relógio e vi que já era 8hs. Meu Deus eu nem vi a hora passar. — Vai lá atender, Elena.
– Calma, eu tô indo. — Falei, indo em direção ao interfone. Respirei fundo e atendi. — Alô?
– Boa noite, senhorita Gilbert, o senhor Damon Salvatore está aqui. — Falou Arnold, que é porteiro.
– Boa noite, Arnold. — Falei. — Ah, sim. Fala para ele, por favor, que eu já estou descendo. Obrigada.
– Sim, senhorita, tudo bem. — Respondeu. Desliguei o interfone e fitei a Kelly.
– Boa sorte, amiga. — Falou, me abraçando. — Juízo, hein? Não faça nada o que eu não faria, hein?
– Kelly, não tem NADA o que você NÃO faria. — Falei com cara de desdém. — Bom, eu vou indo. Beijos.
Me despedi da Kelly, e fui a direção do elevador. Parecia uma eternidade para o elevador subir até o é 10º andar, que é o meu andar.
– Até que fim. — Disse assim que o elevador, resolveu dar o ar de sua graça. Rapidamente, entrei no elevador. Não podia deixar o Damon esperar mais. Comecei a ficar nervosa. RESPIRA, ELENA. RESPIRA.
– Uau. — Falou assim que abriu o elevador. — Você está... Muito linda.
– Ah, obrigada. — Falei corando. — Você está também muito lindo.
Realmente estava um GATO. Lentamente, ele veio a minha direção, um fitando o outro. O meu coração já estava disparado e as minhas pernas bambas. Ele colocou suas mãos em volta da minha cintura, puxando-o, colando os nossos corpos. Senti uns choques elétricos. Mordi os meus lábios, e ele beijou a minha bochecha demoradamente. Droga, queria que fosse na boca.
– Vamos? — Sussurrou no meu ouvido. Fiquei arrepiada na hora.
– Claro. — Falei, um fitando o outro. — Boa noite, Arnold.
– Boa noite, senhorita Gilbert. — Falou. — E boa noite, senhor Salvatore.
– Boa noite. — Respondeu o Damon.
Entrelaçou as nossas mãos, que automaticamente olhei para elas e me levou até o seu carro. Abriu a porta do carro para mim (N/A: Como o Damon é perfeito. Ai, ai), ele deu a volta, entrando no banco do motorista, ligou o carro e deu a partida. Onde será que ele estava-me levando?
– Onde você está-me levando? — Perguntei na esperança dele me contar. Mas, foi em vão.
– É surpresa. — Falou olhando para frente. — Acho que você vai gostar. Bom, eu espero.
– Então tá. — Falei com um sorriso sem mostrar os dentes. A curiosidade estava-me remoendo.
O caminho até o lugar misterioso, foi num completo silêncio, a não ser pela uma música ou outra que tocava no MP3 player. Sorte, que não era constrangedora. Às vezes, eu ficava fitando-o. Meu Deus que homem LINDO. Ele é sexy, cheiroso, educado. Até o jeito dele de falar, de sorrir (meu Deus que sorriso), de andar. O que são aqueles olhos? Aquele azul que parece o mar, de tão azul que é. O jeito que ele olha, me deixa sem ar.
– Elena, o que que foi? — Perguntou o Damon me tirando dos meus devaneios. DROGA. Ele percebeu. — Tudo bem?
– Si... Sim. — Não acredito que gaguejei. Senti o meu rosto queimando. Filha da... Mãe, está dando risada. Agora, eu devo estar parecendo um tomate.
– Chegamos. — Falou. Tá, não entendi. Por que nós estávamos fazendo em frente ao Empire State Building? (N/A: Imagine de noite, ok?). — Vamos?
– Sim. — Respondi, que com certeza estava com uma interrogação na minha cara. Ele gentilmente abriu a porta de seu carro. — Damon, o que nós estamos fazendo aqui? Não íamos jantar?
– Sim. — Respondeu com um (lindo) sorriso de canto. — Vamos entrar?
Não respondi, apenas assenti. Acompanhei ele até a recepção. — Boa Noite, sou o Damon Salvatore. Tenho uma reserva. — Falou com a recepcionista.
– Pois, não. Só um momento. — Falou, mexendo no computador. Depois de alguns segundos. — Ah, sim. Senhor Damon Salvatore, reserva para dois, com jantar romântico. — Falou sem tirar os olhos da tela. — Só aguarde um momento.
– Tudo bem. — Falou e entrelaçou as nossas mãos.
Não acredito que ele reservou um jantar romântico no Empire State Building. Não pude conter um sorriso. Nossos olhares se encontraram e ficamos um fitando o outro.
– Com licença? — Interrompeu o segurança. — Queira-me acompanhar, por favor?
– Claro! — Falou e começamos a segui-lo. — Espero que você goste, Elena. — Sussurrou no meu ouvido. Fiquei arrepiada na hora, e mordi o meu lábio.
Entramos no elevador, e o Damon me abraçou por trás, e ficamos em silêncio um fitando o outro. Meus olhos uma hora estavam em seus (lindos) olhos azuis e outras iam em sua (deliciosa) boca. Estava louca para beijá-lo. Finalmente chegamos no 86º andar do maior Arranha-Céus de Nova York.
– A vista aqui de noite é linda. — Falei admirando a vista de Nova York. — É tão... Romântico.
– Nova York é um ótimo lugar para se morar. — Falou, do meu lado, também admirando a beleza da cidade. — Claro, tirando uma coisa ou outra.
– Verdade. — Falei sorrindo. — Eu nasci aqui. Acho que eu não trocaria essa loucura que é, por nenhuma cidade do mundo.
Ele não falou nada, apenas sorriu, confirmando o que eu tinha acabado de falar. — Vamos sentar, Elena? — Perguntou estendendo as mãos para mim. Que óbvio eu peguei.
Sentamos em uma mesa, lindamente decorada com luz de velas. Perfeito, de frente para o outro. Ele pega o vinho, abriu e serviu as duas taças, e ofereceu um brinde.
– Você gosta de massas? — Perguntou tomando um pouco do vinho. — Estou-te perguntando, porque quando eu fiz a reserva, pedi menu de massas.
– Adoro massas. — Respondi com sinceridade. — Aliás, adoro todos tipos de pratos.
– Hum. Bom saber. — Falou dando risadas. — Eu gosto de mulher assim, que não tem frescuras na hora de comer.
– Você pode-me achar que eu sou uma gulosa. — Falei sentindo o meu rosto queimar. — Mas... Adoro comer. — Demos risadas.
– E então, Elena? Estilista? — Perguntou. — Fale mais de você. Estou curioso para conheça-la melhor.
– Bom. — O que eu vou falar para ele. — Eu tenho 25 anos, moro sozinha, sou estilista, tenho um irmão, Jeremy de 17 anos, perdi o meu pai no acidente de carro... E você, Damon? Agora é a sua vez.
– Bom, tenho 31 anos, já fui casado, tenho uma filha, Caroline, de 15 anos... Que aliás, dá trabalho. — Falou dando risadas. — Sou engenheiro civil, também moro sozinho. Mas, no fim de semana eu tenho a companhia da minha filha.
E, enquanto tagarelávamos sobre a vida, o que fazíamos, o que gostávamos... Íamos também se deliciando com as massas, acompanhado por um bom vinho.
– Damon, posso-te fazer uma pergunta? — Perguntei.
– Claro. — Respondeu com um sorriso. — Qual é a pergunta?
– Como você conseguiu fazer a reserva? — Perguntei super curiosa. — Tipo, o andar inteiro?
(N/A: Eu não sei se isso pode. Só sei que pode visitar o Empire State Building de noite para apreciar a vista, que aliás, deve ser incrível, de Nova York. Mas, aqui na minha fic. PODE).
– Eu tenho os meus truques. — Disse piscando para mim e dando risadas. Convencido.
– É sério, Damon. — Estava remoendo de curiosidade, e ele não ajuda.
– É que eles... — Começou a falar. Mas parou. Fala logo, Caralho. Nossa, que boca suja. — Meio que... Eles devem um favor para mim.
– Favor? — Curiosa, eu? Imagina.
– É que ano passado, a Salvatore's Company, fez um projeto de reforma. — Falou.
– Ah. — Respondi. — Por isso que está diferente. Está tão lindo. — Continuei. — Valorizou ainda mais a paisagem de Nova York.
Ele deu um lindo e irresistível sorriso. Como se respira mesmo? Suas mãos tocaram nas minhas e entrelaçou-os. Senti arrepio pelo corpo todo. Ele se levantou e ficou na minha frente.
– Dança comigo, senhorita Gilbert? — Perguntou. Não pude deixar de sorrir.
– Será uma honra, senhor Salvatore. — Respondi-me levantando. — Mas, e a música?
Mal acabei de falar, começou a tocar A Drop In The Ocean — Ron Pope. Ele colocou suas mãos em volta da minha cintura, puxando-o, colando os nossos corpos. O corpo dele estava quente completamente colado ao meu. Estávamos nos envolvendo. Olhamos um para a profundeza dos olhos do outro e não mais desviamos a atenção para outra coisa. Deixamos a música nos levar. Como era bom sentir as mãos dele tocar minha cintura, de vez em quando em meus quadris. Senti a mão dele percorrendo por meu corpo. Ele apertava meu corpo ao seu, já beijava meu pescoço, e começamos a nos beijar, nossas línguas e salivas se misturando. Que beijo delicioso, nossas línguas travavam uma guerra sem vencedores. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante.
Nos paramos de nos beijar, olhou nos meus olhos, me encostou na parede, segurou as minhas mãos em cima da minha cabeça, e voltou a beijar o meu pescoço. Gemi baixinho. Voltamos a nos beijar, nossas línguas se encontraram em um profundo e úmido ataque. Eu senti uma quebra de onda de calor quando o sabor de hortelã me invadiu. Em um instante, senti como se me levantassem do chão e não tivesse nenhum seguro. Segurava com uma certa força as minhas coxas. Pude sentir a sua excitação, já que eu estava com vestido. Estava delirando, e muito excitada, rodeei a cintura dele com as pernas enquanto sua língua me invadia sem dó. Puxei seu cabelo, entrelaçando uma vez mais os dedos nos seus cabelos negros e macios, e fazendo que inclinasse a cabeça para obter mais contato.
– Elena. — Disse rouco. — Não posso.
O que? Por que ele não pode? Ele me deixa excitada, e agora diz que NÃO PODE? Ele tá de brincadeira, né? Cadê as câmeras? — Por que? — Perguntei em fio de voz.
– É que eu não quero estragar esse momento. — Disse olhando em meus olhos. — Eu quero que seja especial.
– Como assim? — Perguntei surpresa.
– Eu não quero fazer, o que eu faço com outras mulheres. Ainda mais aqui.- Falou calmo e apontando no local onde estávamos. — Transar e pronto. — Falou acariciando as minhas bochechas com os dedos. — Eu gosto de você, Elena. — Deu sorriso torto, que é capaz de derreter corações. — Como eu pensei que nunca mais ia gostar, depois...
– Depois da Katherine, não é? — Completei, já que ele parou de falar. Ele não respondeu apenas assentiu. Mordi os lábios. — Nossa, nem percebi que mudou a música.
Quando eu "voltei para a realidade", percebi que estava tocando Skinny Love — Bon Iver e que continuávamos na mesma posição. Encostada na parede, com as pernas entrelaçadas em torno do Damon, e apenas alguns centímetros de sua boca, sentindo seu hálito quente contra o meu. Apenas um fitando o outro.
– Então, vamos dançar, Elena? — Perguntou com o seu típico sorriso torto.
– Claro, mas... — Falei, olhando para baixo que imediatamente acompanhada pelo Damon.
– Ah, desculpa. — Pude perceber ele corando levemente. Me colocou no chão. Não queria, estava tão bom, nessa posição. — Então, vamos dançar, senhorita Gilbert?
– Claro, senhor Salvatore. — Falei fazendo reverência.
Voltamos a dançar, novamente colando os nossos corpos. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as costas e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios. Começou a dar beijinhos no lóbulo da orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando, e lentamente foi aprofundando o beijo, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua. Paramos de nos beijarmos para procurarmos ar.
– Damon... Me desculpe. — Falei assim que as nossas bocas se separaram, e detalhe num sussurro.
– Pelo que? — Perguntou com a voz rouca e me olhando curioso.
– Pelo o que eu fiz no casamento. — Falei sentindo o meu rosto queimando. — Fugir de você daquele jeito.
Ele começou a rir, já entendendo do que eu falava. — Relaxa. Tá tudo bem.
– Poxa, você é ex-marido da minha amiga. — Falei dando os ombros. — Me senti estranha.
Rimos e continuamos a dançar. Essa noite, está simplesmente P E R F E I T A demais. O Damon é um Gentleman. Pode parecer clichê, mas para mim essa noite podia durar para sempre. Fomos embora era em torno de Meia-Noite. Ele me deixou em casa, "sã e salva", como ele mesmo disse. Despedimos com um delicioso beijo, que eu já estou viciada.
Notas finais
¬¬'
Empaquei nessa parte, e como eu não tinha mais nada para escrever, resolvi terminar assim mesmo.
Olha, eu estou escrevendo outro capítulo.
Mas essa é mais focada na relação Damon e Caroline.
Aceito sugestão, elogios, críticas...
Se quiser falar qualquer coisa comigo é só ir no meu Twitter. @Camyla_Nogueira. Se quiser me seguir, é só avisar que eu sigo de volta.
=)
Ps: Lá eu falo de TUDO. Desde de futebol, novelas, séries, falo mal de algumas coisas...
Beijos.
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